Sessão Pipoca – Cisne Negro

Por , 31 de janeiro de 2011 22:56

Nina é uma bailarina cuja vida é completamente consumida com a dança. Ela vive com sua mãe obsessiva a ex-bailarina Erica, que exerce um controle sufocante sobre ela. Quando o diretor artístico Thomas Leroy decide substituir a primeira bailarina Beth MacIntyre para a produção de abertura de sua nova temporada, O Lago dos Cisnes, Nina é a sua primeira escolha. Mas Nina tem concorrência: a nova dançarina, Lily.

Com Natalie Portman, Mila Kunis, Vincent Cassel, Barbara Hershey e Winona Ryder

Estreia nesta sexta-feira

Depois de muito ouvir falar, ver a Natalie Portman ganhando o Globo de Ouro e ler diversos comentários entusiasmados, não me aguentei de curiosidade e assisti a O Cisne Negro. Eis minha primeira recomendação: se você não é uma daquelas pessoas corajosas, que assistem a qualquer tipo de filme sem se impressionar ou ficar olhando por cima do ombro o tempo inteiro, sugiro que não assista a esse filme sozinho, no escuro, em plena madrugada. Não, não é um filme de terror, mas tem algumas cenas bem arrepiantes!

Se você, por algum motivo incompreensível, nunca ouviu falar deste filme, aqui vai uma breve explicação: a história gira em torno de Nina, uma bailarina que beira o extremo do perfeccionismo e que deseja, com todas as forças, o papel da Rainha dos Cisnes no famoso espetáculo O Lago dos Cisnes. Porém, sua obsessão é tanta que ela acaba perdendo os parâmetros do que é real e do que é ilusão (assim como o público).

Aflição. Foi isso que eu senti durante a maior parte do tempo. Sim, eu gostei, mas não acho que seja um dos melhores filmes que vi na vida. Natalie Portman, de fato, está muito bem no papel e convence tanto nas cenas dramáticas quanto nas mais corriqueiras. A forma como o filme foi filmado também contribui com o suspense. Dá para perceber como a câmera “viaja” em alguns momentos, como se as imagens estivessem sendo gravadas por alguém presente na cena, e depois volta para o grande plano.

Enfim, o filme tem tudo para agradar a crítica (que adora as narrativas que fogem ao “comum” hollywoodiano) e ao público. Se você gosta desse tipo de cinema… Fica a dica!

Entre Páginas – A Abadia de Northanger

Por , 30 de janeiro de 2011 22:03

Vim adiando esse momento há um bom tempo, mas ele enfim chegou. Finalmente decidi me aventurar pelas páginas do último romance de Jane Austen que eu ainda não havia lido: A Abadia de Northanger.

A Abadia de Northanger acompanha a trajetória de Catherine Morland, sua família e amigos, quando de sua visita ao balneário de Bath, na Inglaterra, local sempre frequentado por Austen e sua própria família. Em sua estadia, Catherine passa seus dias visitando seus mais novos amigos e frequentando bailes na cidade e acaba por se envolver com dois jovens da cidade, John Thorpe e Henry Tillney que a envolve com seu conhecimento de literatura e história. O pai de Henry, general Tillney, a convida para visitar uma de suas propriedades, a Abadia de Northanger. Catherine que na história está lendo o romance gótico, “Os Mistérios de Udolpho”, de Ann Radcliffe, fica fascinada com a perspectiva de ingressar em um ambiente antigo, fantástico e sombrio.

 “Uma mulher, especialmente se ela tem o infortúnio de saber tudo, deve ocultar seus conhecimentos o melhor que puder”.

São essas e outras recomendações que fazem de A Abadia de Northanger um livro único dentre todos os outros escritos por Jane Austen. Diferentemente dos outros títulos da autora, a presença da narradora (em 3ª pessoa, portanto, onisciente) é bem forte. Ela chega, inclusive, a conversar e a aconselhar o leitor ao longo da narrativa.

Quem se baseia apenas na ordem de publicação dos livros de Austen, poderia pensar que esta é uma nova forma de escrita, desenvolvida pela autora no final de sua vida. Mas é aí que está o engano! Apesar de ter sido lançado em 1818, um ano após sua morte, o livro foi o primeiro a ser escrito, lá pelo ano de 1797. Porém, sua publicação enfrentou diversos entraves, contra os quais Jane lutou durante toda a sua vida. Seria então, um movimento contrário? Talvez um dos aspectos que fez com que a obra demorasse tanto para ser lançada fosse justamente sua narrativa, bem à frente de seu tempo. Ou não. Esse é um mistério que ainda gera muitas discussões.

Aliás, mistério é justamente outro fator bastante presente na história! Porém, destoando novamente de seus outros livros, o suspense não fica apenas em torno dos tormentos e infortúnios da mocinha acerca dos sentimentos daqueles que a cercam. Apesar de, é claro, isso também fazer parte do enredo, desta vez temos uma faceta ironicamente gótica da autora inglesa. As alusões a esse tipo de literatura são bem evidentes, principalmente às obras de Ann Radcliffe e seu livro Os Mistérios de Udolpho, e as críticas, maiores ainda! Afinal, às vezes acabamos por ver elementos sombrios onde não há nada aterrorizante.

Ora, que espécie de heroína iria se deixar levar por contos de terror? Bem, uma de personalidade aventureira e bastante curiosa… Talvez. Pobre, Catherine! Acho curioso como Jane utiliza a paixão da protagonista por romances para criticar aqueles que se dizem “superiores” a esse tipo de leitura. Estão vendo, “falsos intelectuais”?

Enfim, ouso até a dizer que A Abadia de Northanger acabou desbancando Persuasão do segundo lugar entre os meus livros favoritos de Jane Austen (Orgulho e Preconceito nunca perderá seu espaço no lugar mais alto do pódio). Repleto de ironia, emoção e romance, só poderia ser uma excelente leitura!

“Deixo que seja determinado, a quem possa se interessar, se a tendência desta obra, em seu todo, é a de recomendar a tirania paterna ou a de compensar a desobediência filial”.

Comentários técnicos

Não poderia deixar de fazer alguns comentários técnicos em relação à edição que eu li. Como não encontrei nenhuma versão totalmente em português (e também não quis me arriscar a ler em inglês), acabei optando pela edição bilíngue. E isso me permitiu a encontrar muitas falhas na tradução.

Além de palavras “comidas” em alguns casos e em duplicação de palavras em outros, não pude deixar de notar a falta de pontuação e de abertura ou fechamento de aspas em outros. Parece que faltou atenção tanto do tradutor quanto dos revisores, o que, certamente não é algo que conta pontos positivos! Sem falar nas escorregadas feias na tradução propriamente dita, como no caso de “daughter-in-law” (nora) ter virado, sem mais nem menos, “cunhada”. Oi? Fiquei perdida na leitura e só entendi o contexto porque tinha a versão em inglês bem ao lado. Ops!!!

Ficha técnica

Título: A Abadia de Northanger (Northanger Abbey)

Autor: Jane Austen

Editora: Landmark

Páginas: 288

Avaliação: 5/5 estrelas

Todo dia é Dia do Leitor

Por , 28 de janeiro de 2011 18:53

A Ily, do blog Por Essas Páginas recebeu o selo Todo dia é Dia do Leitor, criado pelo Livros da Pris e repassou para o Café com Blá Blá Blá. Vamos às respostas?

1. Quando e como você se tornou um leitor?

Na verdade, me tornei uma leitora antes mesmo de aprender a ler. Lembro de pegar revistas e livros ilustrados e ler letra por letra em voz alta, tentando fazer com que elas tomassem algum sentido. A vontade de aprender era tanta, que assim que a professora ensinou a juntar uma letra na outra, aprendi rapidinho e comecei a devorar os livros infantis. Fora isso, meu avô paterno sempre me incentivou muito a ler e costumava a me dar livros desde pequena.

2. Lembra do primeiro livro que leu? Qual foi?

Não me lembro do nome do livro, mas contava a história das três ovelhinhas e do lobo mau. Ele era um daqueles livros que as imagens saltam da página e eu o li até ficar com a encadernação frouxa.

3. Quanto tempo por dia você costuma ler? Quando e onde costuma ler?

Hum… Depende muito do meu tempo disponível e do livro que estou lendo. Se é daqueles impossíveis de largar, leio em cada minuto livre (entre a faculdade e o almoço, no ônibus, depois do trabalho…). Mas se é uma leitura “normal”, geralmente leio antes de dormir (tempo que pode variar de uma a três horas, dependendo do interesse pelo livro). Costumo ler ou no meu quarto, ou no sofá da sala da frente, que é fresquinha e tem boa iluminação.

4. Leitura do momento…

A Abadia de Northanger, da Jane Austen. É o único livro dela que eu não li! Como essa última semana foi meio corrida, não consegui avançar muito na leitura, mas quem sabe o fim de semana não ajuda, não é mesmo?

Fiquem livres para responder o questionário e não deixem de dividir com a gente! Gostaria bastante de repassar para o blog A Bagunça do Meu Quarto e para as meninas do Quatro Vezes TPM!

Cafelícia – Advercoffee

Por , 27 de janeiro de 2011 22:40

Vamos lá! Capriche no “portunhol”, limpe a garganta respire fundo e diga: “Delicioso” (pronúncia: “deliciosso”).

Pronto! Agora você já está no clima para conferir os comerciais para lá de divertidos feitos pela agência TBWAChiatDay para a Kahlua. Quem disse que propaganda de café não pode ser divertida???

Combo Hush, Hush

Por , 26 de janeiro de 2011 23:25

Para os fãs da série Hush, Hush, os últimos dias têm sido bastante agitados!!! Além de o lançamento da continuação de Sussurro, Crescendo, estar cada vez mais próximo (dia 11 de fevereiro já está aí, minha gente!), fomos surpreendidos com o anúncio do título do terceiro livro!

Inicialmente, era para ele se chamar “Tempest” mas, por problemas de disponibilidade, acabou tendo que ser repensado – o que virou uma verdadeira novela! Mas, a espera acabou! A autora Becca Fitzpatrick anunciou no fã site oficial da série, o Fallen Archangel que o título do livro será…

Além disso, ontem à noite, o Fallen Archangel, em parceria com o Mundie Moms, realizou um chat com a autora, onde ela respondeu diversas perguntas dos fãs tanto sobre os livros já lançados, como sobre “Silence”. O que será que o futuro traz para Nora e Patch?

Bom, é CLARO que eu não poderia ficar de fora então, além de participar do bate-papo (e ter uma pergunta respondida pela Becca), traduzi alguma das perguntas para vocês!

ATENÇÃO! Contém spoilers de “Sussurro” e “Crescendo”. Se você ainda não leu um desses livros… Enfim, é por sua conta!

Vai haver teasers para Silence?

Becca Fitzpatrick: Oh, boa pergunta! Sim, eu estou pensando em revelar alguns teasers eventualmente, mas com esse livro vai ser um pouquinho diferente. Meus editores querem manter as coisas sob fortes amarras… Eles querem que o livro seja uma grande surpresa quando for publicado! Por enquanto eu nem tenho certeza de que haverá ARCs (Advanced Reader Copy – uma espécie de “amostra” do livro. É uma prova impressa antes da impressão final).

Silence é mesmo o ultimo livro?

Becca: Eu não sei se Silence vai ser o último livro da série. Eu ainda não terminei de escrevê-lo, e eu não sei como ele termina. No fundo da minha mente, eu tenho dois finais possíveis. Um permite continuação e o outro encerra a história de Patch e Nora.

LEIA MAIS!!!

Na corrida pelo Oscar

Por , 25 de janeiro de 2011 14:15

Quem será que vai concorrer ao Oscar?

A pergunta que tira o sono de toda a indústria do cinema finalmente foi respondida. As indicações foram anunciadas nesta manha pelo presidente da Academia, Tom Sherak, e pela atriz Mo’Nique, que levou o prêmio de melhor atriz por “Preciosa”.

A entrega do Oscar será no dia 27 de fevereiro, no teatro Kodak, em Los Angeles e a apresentação ficará a cargo dos queridinhos James Franco e Anne Hathaway.

Será que o seu ator favorito está no páreo? E aquele filme que te fez pensar?

Então chega de suspense!

Vamos aos indicados…

Entre Páginas – Julieta

Por , 22 de janeiro de 2011 11:00

Sabe quando aquele livro te chama atenção pela capa, te cativa pela sinopse e te conquista com suas palavras? Então. Esse foi o caso de Julieta, da Anne Fortier.

Julie Jacobs e sua irmã gêmea, Janice, nasceram em Siena, na Itália, mas desde  os 3 anos foram criadas nos Estados Unidos por sua tia-avó Rose, que as adotou depois de seus pais morrerem num acidente de carro. Passados mais de 20 anos, a morte de Rose transforma completamente a vida de Julie. Enquanto sua irmã herda a casa da tia, para ela restam apenas uma carta e uma revelação surpreendente: seu verdadeiro nome é Giulietta Tolomei. A carta diz que sua mãe havia descoberto um tesouro familiar, muito antigo e misterioso. Mesmo acreditando que sua busca será infrutífera, Julie parte para Siena. Seus temores se confirmam ao ver que tudo o que sua mãe deixou foram papéis velhos – um caderno com diversos esboços de uma única escultura, uma antiga edição de Romeu e Julieta e o velho diário de um famoso pintor italiano, Maestro Ambrogio. Mas logo ela descobre que a caça ao tesouro está apenas começando. O diário conta uma história trágica: há mais de 600 anos, dois jovens amantes, Giulietta Tolomei e Romeo Marescotti, morreram vítimas do ódio irreconciliável entre os Tolomei e os Salimbeni. Desde então, uma terrível maldição persegue essas duas famílias. E, levando-se em conta a linhagem e o nome de batismo de Julie, ela provavelmente é a próxima vítima. Tentando quebrar a maldição, ela começa a explorar a cidade e a se relacionar com os sienenses. À medida que se aproxima da verdade, sua vida corre cada vez mais perigo.

Esqueça tudo o que você sabe sobre Romeu e Julieta. Pronto? Então agora você está pronto para mergulhar de cabeça em Julieta!

Apaixonada de carteirinha por romances históricos (mas que envolvam uma trama, por favor!), me encantei quando vi o livro na prateleira. Munida de um vale presente generoso, não pensei duas vezes em investir na história que prometia ser uma espécie de “Código da Vinci Shakespeariano”. E não me arrependi!

A trama de Julieta se passa em duas épocas: a contemporânea, narrada pela impetuosa Julie Jacobs e a medieval (ano de 1340), narrada em terceira pessoa de acordo com as anotações do diário do Maestro Ambrogio. Ao mesmo tempo em que nos sensibilizamos com a vida tumultuada de Julie, viajamos com ela pela verdadeira história que serviria de inspiração para a tragédia de Shakespeare e que poderia estar diretamente relacionada aos seus antepassados.

Segundo o livro (e às pesquisas realizadas pela autora), o romance proibido entre dois jovens de famílias rivais teria acontecido de fato em Siena (e não em Verona, como na versão mais conhecida). No lugar de Capuletos e Montéquios, temos Tolomeis e Salimbenis se enfrentando pelo poder.

Julie, ou melhor, Giulietta Tolomei, acaba descobrindo que sua mãe havia dedicado grande parte de sua vida pesquisando o que de fato teria acontecido com os dois apaixonados, na tentativa de quebrar uma maldição há muito lançada sobre as duas famílias. Ela se vê, então, no meio de uma trama repleta de segredos e traições que acabam a levando a desconfiar de tudo e de todos, principalmente do encantador Alessandro Santini, cuja árvore genealógica e gênio forte depõem bastante contra ele.

A primeira coisa que me chamou a atenção (além do enredo), foi a forma como os capítulos são distribuídos. No lugar dos números costumeiros, temos algarismos romanos que dividem a história como se esta fosse uma verdadeira peça (incluindo seus desdobramentos, como I.I, I.II, I.III, e assim por diante). Além disso, cada capítulo traz no início uma citação do livro de Shakespeare que se relaciona diretamente com seu conteúdo.

Outro aspecto já mencionado no começo é a alternância entre as épocas. Na maior parte do tempo, cada capítulo contemporâneo se intercala com um medieval. Ao mesmo tempo em que isso é uma coisa boa, pois permite um “respiro” nos acontecimentos passados (detesto “flashbacks” longos) também pode ser algo negativo, pois quando você pega o embalo de uma narrativa e fica curioso para saber o que acontecerá a seguir, é interrompido pelos relatos de outro tempo. E aí, quando se empolga com ele, volta para o anterior. Mas isso não chega a comprometer o andamento da história!

Se você gosta de Shakespeare, ou de romance, ou de mistério ou, então, de um bom livro, tenho certeza de que não se decepcionará com essa obra!

Ficha técnica

Título: Julieta (Juliet)

Autor: Anne Fortier

Editora: Sextante

Páginas: 448

Avaliação: 5/5 estrelas

P.S.: Resolvi adicionar uma ficha técnica a partir de agora… Tomei como inspiração a das meninas do blog Por Essas Páginas. Espero que elas não se importem!

Arte de livros

Por , 20 de janeiro de 2011 22:04

Como se as histórias fantásticas e romances apaixonantes não fossem arte suficiente, há quem transforme o livro em si numa obra de arte.

Esse é o caso de Isaac Salazar. Ele não se intimidou pelo número de páginas e, muito menos, teve dó de “amassar” os exemplares! Utilizando apenas de dobraduras, o artista transformou páginas em imagens e palavras de encher os olhos!

O resultado é bem interessante de ver! (Só não ia gostar que fizessem isso com os meu livros…)

Vi aqui.

 

O Mestre do Suspense

Por , 19 de janeiro de 2011 20:29

Você já ouviu falar dele. Ou, se não ouviu, já leu. Ou então, já leu ou ouviu alguma coisa influenciada pela escrita dele. De quem eu falo? Edgar Allan Poe, mais conhecido como o pai do suspense.

Afinal, quem não ficou intrigado com “O Corvo”, ouviu as batidas do “Tell Tale Heart” ou desconfiou de “O Gato Preto”?

Pois o autor destas e de muitas obras comemoraria no dia de hoje 202 anos. É brincadeira? Dono de uma personalidade aventureira (e boêmia), Poe nasceu em Boston, em 1809, no seio de uma família de origem escocesa e irlandesa. Publicou seu primeiro livro, “Tamerlane and Other Poems” em 1827, mesmo ano em que se alistou nas forças armadas.

Além de escritor de ficção, Edgar Allan Poe foi também editor assistente da Burton’s Gentleman’s Magazine (onde publicou um grande número de artigos, histórias e críticas), trabalhou no Evening Mirror e editor do Brodway Journal. Em 1839, publicaria uma de suas obras mais conhecidas, “Histórias Extraordinárias”, que se tornaria um marco da literatura. Ao longo de sua carreira, o escritor seria dono de uma vasta bibliografia, e acrescentaria seu nome no hall dos grandes autores.

Com personages curiosos, que tendem a alternar entre a lucidez e a loucura, a história do próprio Allan Poe poderia ser confundida com uma de suas obras. Ninguém sabe ao certo quais foram os acontecimentos que antecederam sua morte, mas o que se sabe é que no ano de 1849, ele foi encontrado nas ruas de Baltimore com roupas estranhas que não lhe pertenciam e em delírio. Ele morreria apenas alguns dias depois, encerrando sua existência com as palavras: “It’s all over now. Write: Eddy is no more” (que em bom português, significaria: “Está tudo acabado agora. Escrevam: Eddy já não existe”).

E “é só isto, só isto, e nada mais”.

Cafelícia – Tamanho Família

Por , 18 de janeiro de 2011 21:34

Quanto café você consegue beber em um dia?

Depois de anunciar a nova identidade visual da marca, a Starbucks foi além e lançou um novo tamanho para suas bebidas geladas: o Trenta.

Se já era difícil tomar meio litro de café (quantidade do maior tamanho até então, o Venti), imagine consumir mais de 900ml de uma vez só!?

Coisa de louco? De acordo com o gráfico abaixo, o estômago humano tem capacidade para até 900ml. Entendeu?

P.S.: Se você tomou essa quantidade de café e sobreviveu, divida sua história conosco!

Via Ily, do blog Por Essas Páginas e Blue Bus.