Coluna k: Amy Winehouse – Rehab

Por , 28 de julho de 2011 10:00

Nessa semana uma das cantoras mais fora de controle da atualidade faleceu, e para prestar homenagem ao seu trabalho vamos falar da própria: Amy Winehouse.

Eu poderia escolher falar de várias musicas dela, mas achei que falar da mais conhecida valeria mais a pena, então vamos de ‘Rehab’ essa semana.

Amy Winehouse tinha uma voz fabulosa, se você visse uma foto dela sem saber quem era jamais pensaria que aquele vozeirão faria parte do conjunto. O grande problema, como todos sabem era não saber lidar com álcool e as drogas.

História

Amy Jade Winehouse foi uma cantora e compositora britânica e faleceu em Londres no dia 23 de julho de 2011. Começou sua carreira internacional em 2003, mas chegou ao topo mesmo com seu segundo álbum: Back to Black. Após o sucesso de ‘Rehab’, ela voltou com mais hits de sucesso como ‘You Know I’m No Good’, ‘Back to Black’ e ‘Tears Dry on Their Own’. Alguns meses depois Amy se casou com Blake Fielder (Blake está na prisão desde 2010 por ter ferido gravemente o proprietário de um pub) e esse fato tem tudo haver com o que aconteceu depois: em 2008, Amy passou por sérios problemas de saúde. Foi vista usando crack várias vezes, foi internada numa clínica de reabilitação, presa duas vezes por agressão e por dirigir bêbada (vale dizer que os tablóides de fofoca não deram um minuto de paz nem nesse período, nem depois).

Em 2009, finalmente se separou, mas aparentemente não era o suficiente. Em 2010 voltou ao tratamento e se afastou temporariamente da música, em sua forma comercial pelo menos. Após esse período pessoas próximas a cantora afirmam que ela estava livre das drogas e tentando controlar a bebida, ela tentou retornar a carreira, mas após um show desastroso com muitas vaias ela se afastou novamente.

Alguns meses depois, em 23 de julho de 2011, Amy Winehouse foi encontrada morta em sua casa em Londres, Inglaterra, mas ainda não há informações oficiais sobre a causa da morte.

O clipe

“Rehab” faz parte do segundo álbum de Amy, Back to Black. A letra, é uma autobiografia, a frase mais famosa da música fala sobre as pessoas querendo mandar ela para a reabilitação e ela dizer que não.

O clipe foi dirigido por Phil Griffin e lançado em Setembro de 2006. Começa com Amy saindo da cama, indo para o banheiro, passa pela cadeira de um psiquiatra e termina numa clínica de reabilitação. Tudo tem uma fotografia um pouco escura, um pouco triste, não tem grandes efeitos especiais, mas casa direitinho com o estilo da música.

Enfim, pra variar temos mais assunto pra comentar da vida dela do que do trabalho mas…. com ‘Rehab’ e o resumo da história da vida dela acho que esse desfecho já estava evidente, era questão de tempo, basicamente todo mundo, tirando a família, via a mulher se destruir e não fazia absolutamente nada a não ser ganhar dinheiro com isso. Realmente é uma pena uma artista com essa capacidade toda falecer tão cedo, mas no final das contas ela fez o que queria, do jeito que queria.

É isso ai, até semana que vem!

Parolagem Com Sentido – R.I.P. Amy Winehouse

Por , 25 de julho de 2011 22:52

Nem ao certo se sabe a causa de sua morte, mas Amy Winehouse já recebeu as mais diferentes homenagens. Como a de M.I.A, sua declarada amiga.

A cantora compôs uma música que conta uma conversa das duas em um bar britânico onde a cantora disse que morreria aos 27 anos.

Segundo a rapper, a música foi feita para o Mixtape VickiLeelx no ano passado, mas nunca foi finalizada. E a mesma afirmou que essa musica não era destinada à Amy, e sim para todos os seus amigos que morreram na idade título da música: 27.

Book Blogger Hop #17

Por , 24 de julho de 2011 12:00

Book Blogger Hop é um meme semanal, criado pelas meninas do Murphy’s Library. Toda semana elas lançam uma pergunta sobre o universo dos livros.

A pergunta desta semana é:

Diga o nome de 3 autores com os quais você adoraria sentar pra bater um papo ou tomar um café só pra conversar sobre seus livros ou pedir alguns conselhos de escrita.

Acho que 99,9% dos leitores são unânimes nesse quesito: eu adoraria conhecer de perto a diva J. K. Rowling. Saber com detalhes os bastidores de sua criação, trocar uma ideia sobre os personagens e agradecer pela oportunidade incrível de conhecer o universo de Harry Potter.

Em segundo lugar, amaria tomar um café (acompanhados de cookies, já que eu sei que esse é um de seus vícios) com a querida Maggie Stiefvater. Quem acompanha o blog sabe que eu quase caí dura tive uma síncope morri do coração quando li Calafrio e continuei nesse estado até o final da série. E sim, quero escrever que nem ela quando eu “crescer”. Então, acharia simplesmente o máximo trocar algumas figurinhas literárias e, quem sabe, ter um workshop de escrita com ela (uma garota pode sonhar…).

Por último, mas não menos importante, adoraria embarcar em uma máquina do tempo rumo ao século XIX e bater um papo delicioso com a rainha do romance: Jane Austen. Quem não gostaria de participar de um baile na casa de uma família importante, fazer uma visita à Bath e conversar sobre as heroínas austenias com a sua criadora?

E você? Com qual autor gostaria de encontrar pessoalmente?

Entre Páginas – Mini Shopaholic

Por , 23 de julho de 2011 12:00

Não era para eu comprar esse livro. Sério! Eu ainda tenho uma pilha gigantesca que, se não crescer (tá bom!!), vai levar o resto do ano todo para ler. Mas confesso que tive um daqueles momentos… Encarnei Becky Bloom e levei o novo livro de sua série, Mini Shopaholic, para casa. E não consegui largar por nada nesse mundo! Culpa do humor da Sophie Kinsella!

Becky Brandon (nascida Bloomwood) pensou que a maternidade seria uma moleza e que ter uma filha seria a realização de um sonho – uma companheira de compras para sempre! Mas é mais difícil do que ela pensava – com dois anos de idade, Minnie tem uma relação um pouco diferente com as compras.

Ela pode criar confusão em qualquer lugar, desde a Harrods até a Harvey Nicks ou em seu próprio batizado. Ela chama táxis aleatoriamente, sua palavra favorita é ‘Meu’ e já até começou a encomendar bolsas de grife no eBay.

Acima de tudo isso, há uma grande crise financeira. As pessoas estão tendo que apertar os cintos – incluindo todas as clientes particulares de Becky – e ela e Luke ainda estão morando com os pais de Becky. Para animar a situação, Becky decide organizar uma festa surpresa – dentro do orçamento – mas as coisas se tornam realmente complicadas.

Quem será que vai acabar no cantinho da disciplina, quem ganhará uma estrela dourada e será que os sonhos de Becky se tornarão realidade?

Ah, Becky! Estava com saudades! Mesmo não sendo uma compradora compulsiva, é difícil não me identificar com a shopaholic mais querida de todos os tempos em alguns momentos (como no que eu comprei o livro, talvez?). E é absolutamente impossível não deixar escapar muitas risadas durante a leitura de qualquer um dos seis livros da série (acredite! O ônibus inteiro tentou descobrir qual era o título daquele exemplar de capa azul).

Na verdade, minha história com Becky Bloom começou há cerca de três anos, quando o filme chegou aos cinemas. De repente, um mar de livros com uma garota desajeitada na capa invadiu as prateleiras das lojas e me deixou bem curiosa para saber do que se tratava. Mas, ainda assim, não me dei por vencida. Creio que foi somente muitos alguns meses depois que, dando o braço a torcer, busquei pelo ebook e fui introduzida no maravilhoso mundo das compras (só na história, claro!).

A narrativa da Sophie Kinsella é simplesmente muito agradável. Em nenhum momento ela pode ser definida como monótona, chata ou sem graça. Muito pelo contrário! A leitura flui deliciosamente e, no meu em alguns casos, até rápido demais. Afinal, são tantos acontecimentos e tensões que fica difícil de interromper a história no meio, seja para comer, sair ou até mesmo dormir. Me lembro de ficar acordada até 4 ou 5 horas da manhã (nas férias!) com a desculpa de “só faltam 100 páginas”, para não ter que deixar o livro de lado.

E foi justamente esse sentimento que me acolheu ao ler a primeira linha de Mini Shopaholic. Todos os personagens, já queridos por esta leitora, me cumprimentaram entusiasticamente e, de repente, parecia que não fazia anos, mas sim horas, que eu havia terminado de ler o quinto livro.

Desta vez, Becky e Luke estão de volta com a bebê mais fofa, mais mimada e mais entendida de moda da literatura chick-lit. Sim, Minnie está tornando a vida de seus pais uma verdadeira aventura (em algum momento pareceu que seria o contrário?)! E, como se esse comportamento errático já não fosse suficiente para deixar Luke com os cabelos brancos e Becky com algumas linhas de expressão, a protagonista decide organizar uma verdadeira festa de arromba para comemorar o aniversário do marido. Mas tem um detalhe: é surpresa!

Já conseguiram imaginar a confusão? E como se não bastasse, o orçamento está realmente curto, pois uma grande crise financeira está assolando o país. Desafio dobrado! Será que nada mesmo é impossível para Becky Bloom?

Recheado de situações absurdas, mentiras escabrosas e muito humor, essa é uma leitura ideal para as férias (e para qualquer outra época do ano, na verdade)! Portanto, esconda seu(s) cartão(ões) de crédito e boas compras leitura!!!

Ficha Técnica:

Título: Mini Shopaholic

Autor: Sophie Kinsella

Editora: Dell

Páginas: 448

Avaliação: 4/5 estrelas

Pipoca Salgada – Harry Potter e As Relíquias da Morte parte 2

Por , 22 de julho de 2011 15:58

Acompanho Harry Potter desde sua estreia nos cinemas em 2001, nessa época eu tinha apenas 11 anos. Lembro de ficar encantado com toda a magia e toda a diversão que o filme proporciona. Cheguei a colecionar figurinhas, ir em quase todas as pré-estréias no cinema, não gosto muito de ler, mas li alguns dos livros, Harry Potter e a pedra filosofal foi o primeiro DVD que eu comprei. Enfim, o que eu quero mostrar é que Harry Potter marcou a minha vida e também uma geração inteira. Quase 10 anos se passaram e o filme conseguiu crescer junto com seus fãs de 11 anos de idade, e é inspirado nisso que vou começar a crítica de hoje.

SINOPSE

No desfecho épico da saga de Harry Potter, a batalha entre as forças do bem e do mal da magia alcançam o mundo dos trouxas. O risco nunca foi tão grande e ninguém está seguro. Mas é Harry Potter (Daniel Radcliffe – Um Verão Para Toda Vida) o escolhido para o sacrifício final no clímax do confronto com Lord Voldemort (Ralph Fiennes – Fúria de Titãs).

CRÍTICA

Bom, para entender bem o que se passa com Harry Potter e As Relíquias da Morte parte 2, temos que entender o que é evolução. Evolução, de acordo com o dicionário significa “Crescimento; desenvolvimento; aperfeiçoamento; exercício”, ou seja, algo que, ao decorrer de um tempo vai melhorando, ou se aperfeiçoando. O filme deixou de lado toda a infantilidade que mostrava no começo, e passou a abordar uma temática mais séria, e neste, em particular, Harry tem que enfrentar problemas que te levam a pensar mais sobre a vida.

Porém, não é somente a evolução no contexto da história, mas sim, no contexto fílmico também. A atuação do trio de atores melhorou de 0 para 10, nos últimos episódios, conseguimos nos sentir dentro dos personagens, sem parecer algo teatral, mas sim, algo realista. A direção de David Yates, que também dirigiu os 3 filmes anteriores da série, trouxe a saga uma competência que os outros diretores não haviam conseguido trazer, e neste último filme conseguiu passar toda a magia e tensão que o livro nos passa.

A fotografia está excelente (As cenas da pensadeira estão lindas), os efeitos visuais estão muito bem feitos (a cena da guerra em Hogwarts é muito bacana de assistir), as atuações das melhores (Destaque para Helena Bonham Carter – Ballatrix – que fez uma Hermione divertidíssima, até esquecemos que não é a Emma Watson), as maquiagens incríveis (os duendes do banco Gringotes estão sensacionais) e claro sem falar no desfecho cheio de reviravoltas que a autora do livro, J. K. Rowling, trouxe para nós.

No meio de tantas qualidades, conseguimos ver alguns defeitos no filme. O 3D, infelizmente é convertido e não estereoscópio (ou seja, ao invés de ter sido filmado diretamente em 3d, foi convertido na pós-produção do filme), o roteiro ainda, depois de 7 filmes, é falho (deixa coisas importantes de fora) e as cenas finais não foram convincentes (talvez por conta da maquiagem e das vestimentas forçadas).

Bom, creio que Harry Potter cumpriu o seu papel em todos os filmes, até nos primeiros (se os primeiros fossem mais tenso como nos livros, talvez com 11 anos eu não teria gostado tanto), deixando um gostinho de “quero mais”. Mas acho que o final da saga não tenha sido algo ruim, vejo isso como uma oportunidade de novas histórias aparecerem para fazer parte de mais milhões de pessoas, mas de uma coisa é certo Harry Porte marcou época e sempre vai servir como fonte de inspiração para muitos.

Coluna K: Bruno Mars – Just The Way You Are

Por , 21 de julho de 2011 9:00

Essa semana vou falar de Bruno Mars – Just The Way You Are. Essa música e esse clipe me conquistaram!

Vamos começar pela música: que mulher não gostaria de ter uma música como essa dedicada pra si? Um homem dizendo que você é ótima do jeito que você é, que jamais pediria pra mudar alguma coisa, etc… Esse single é demais! Adoro.

Se alguém quiser dar uma olhada na letra: http://www.vagalume.com.br/bruno-mars/just-the-way-you-are.html

Bruno Mars, é um cantor, compositor, produtor e multi-instumentista nascido e criado no Havaí e vencedor de um Grammy Awards.

Seu primeiro single, “Just The Way You Are”, o primeiro da carreira, atingiu a primeira posição da Billboard Hot 100. O segundo e mais bem sucedido single até agora, “Grenade”, também atingiu a 1ª posição da Hot 100.

Segundo um dos críticos do The New York Times ele é considerado um dos mais “versáteis e completos artistas pop da atualidade”, comparado, inclusive com Michael Jackson e Elvis Presley. E parece que pelo menos no aspecto compositor ele tem algo de diferente, pois com uma carreira relativamente curta, participou como co-autor de Hits de sucesso, como:

“Nothin’ on You” – B.o.B

“Billionaire” – Travie McCoy

“Right Round”- Flo Rida

“Wavin’ Flag” – K’naan

“Fuck You!” – Cee Lo Green.

O clipe é simples, mas muito bom. Acontece todo entre a brincadeira com a fita e o casal, a idéia dos desenhos feitos com a fita é muito legal, não sei dizer o motivo mas deixou com uma cara ainda mais romântica.

“Just the Way You Are” foi composto pelo próprio cantor em parceria com Philip Lawrence, Ari Levine, Khalil Walton e Khari Cain. e foi produzida por The Smeezingtons e Needlz.

Enfim, vale muito a pena assistir! É isso ai! Até semana que vem =)

Parolagem Com Sentido – Mais Uma Vez, GaGa Acusada de Plágio

Por , 19 de julho de 2011 19:33

Lady GaGa está mais uma vez no auge dos escândalos, e adivinhem só, é por plágio.

Na última semana a cantora apresentou-se em Sydney, na Austrália, vestida de sereia em uma cadeira de rodas, e a atriz e cantora Bette Midler não utilizou de brincadeiras ao falar que a cantora estava lhe plagiando com isso em seu twitter.

Depois de tudo, continuo pensando: será que é a diva pop que adora reciclar idéias alheias ou será que são as pessoas que querem dar uma aproveitadinha da fama da cantora para ressurgir?

As duas fizeram a mesma coisa, mas será que GaGa realmente sabia desta outra apresentação?

E além de tudo isso, ela ainda ganhou a ira de alguns americanos que reprovaram sua apresentação.

Book Blogger Hop #16

Por , 18 de julho de 2011 19:24

Book Blogger Hop é um meme semanal, criado pelas meninas do Murphy’s Library. Toda semana elas lançam uma pergunta sobre o universo dos livros.

A pergunta desta semana é:

Como/onde você consegue seus livros? Você os compra ou aluga numa biblioteca? Você usa algum site de troca de livros?

A maioria esmagadora dos livros que eu leio são comprados. Em seguida, vêm os empréstimos de amigos ou de bibliotecas (principalmente as da faculdade, já que não tenho nenhuma pública aqui perto de casa).  Não costumo trocar livros e nem compro em sebos se eu puder evitar (é frescura minha, eu sei, mas prefiro livros novinhos. E com os saldões do Submarino, então, acabo pagando o preço que eu pagaria no sebo por um novo. Aí não compensa, né?).

E vocês? De onde vem a fonte da sua sede literária?

Coluna K: Adele – Rolling in the deep e Kylie Minogue – Come Into My World.

Por , 14 de julho de 2011 9:00

Essa semana vou falar de 2 clipes completamente diferentes: Adele – Rolling in the deep e Kylie Minogue – Come Into My World.

Vamos começar com o mais atual: Adele – Rolling in the deep:

Devo confessar que Adele me surpreendeu com a música e com o clipe, da outra vez que comentei dela disse que era tudo meio igual e parado, dessa vez parece que juntaram os planos iguais e escuros do estilo dela com algum movimento e com a música, e no final ficou muito bom! Eu sei que o single não é novo, mas só agora eu ‘descobri’ ele, digamos assim (Graças ao Glee que usou a música na segunda temporada da série!).

 Info

“Rolling In The Deep” é uma canção da cantora britânica Adele, lançada como primeiro single do segundo álbum da cantora, 21.

Novamente temos ela sentada em uma cadeira o clipe todo numa casa meio escura, mas dessa vez ficou legal! Os cortes mais rápidos e a inclusão de outros elementos deixaram o clipe bastante interessante.

A cena da sala dos copos que tremem junto com as batidas da bateria é incrível! Foi uma idéia muito boa que combinou perfeitamente com o clipe. A idéia da luz piscando junto com as batidas também deixam a mesma impressão. Isso sem falar da cena do dançarino(a). A coreografia levantando o pó branco é muito bonita, e deixar em câmera lenta ficou ainda melhor

Em relação ao cenário, a impressão que tive foi que aquela casa inacabada, com louça quebrada pra todo lado casa com a musica triste que fala de um coração quebrado.

A cena da maquete queimando dá um toque final interessante no clipe, quando os elementos apresentados até então poderiam cansar um pouco entra a cena da maquete intercalando com as outras.

Enfim, Adele dessa vez aprovadíssimo!

Agora: Kylie Minogue Come Into My World:

Kylie Minogue é uma cantora, compositora e atriz australiana.  Inicialmente vista como uma “garota qualquer”, Minogue

transmitiu um estilo mais maduro em sua música e ganhou o público. “Come Into My World” foi o quarto e último single do seu álbum Fever, em 2001. Foi lançado em 2002, ganhando o Grammy Awards por Melhor Música Dance.

O clipe é todo feito com um tipo de lipdub, com certeza foi um clipe bem difícil de produzir, se alguma vez uma versão passasse no lugar errado estragava toda a cena. Eu achei um pouco cansativo, mas isso também tem ligação com a música que é bastante repetitiva, mas de qualquer forma fiquei com vontade de ver até o final pra saber como a próxima Minogue passaria pelo quarteirão.

Fazer todo mundo fazer o que tinha sido combinado no tempo certinho nunca com certeza não foi fácil, só por isso esse clipe já merece respeito.

É isso, até semana que vem!

Esse post é dedicado à: Gabito Cravero.

Blá Blá Blá – Bom dia, por favor e obrigada

Por , 13 de julho de 2011 22:51

 

Boa noite! Você poderia, por favor, ler este texto? Obrigada!

– Oi moço, você sabe como eu posso…

– Bom dia!

– Como eu posso chegar no…

– Bom dia!

– …Anhembi?

– Bom dia!

– Ah, é! Desculpe, a educação foi para o espaço, né? Bom dia!

– Para chegar no Anhembi é só seguir essa calçada.

– Ah, tá. Obrigada.

São situações embaraçosas como essa que nos levam a pensar em algo que deveria ser simples e colocado em prática automaticamente, mas que, na correria do dia a dia das grandes cidades, fica esquecido: a educação.

Por que é tão difícil parar, por um segundo que seja, para prestar um mínimo de atenção, ou mesmo dar um cumprimento que seja para aquela pessoa que está conversando com você?

As pessoas não são obrigadas a te atender, nem a te explicar o caminho e nem a dizer que ônibus você deve tomar, mas elas o fazem assim mesmo. Inclusive, se não fosse por uma boa quantidade de pessoas, eu não teria conseguido chegar ao meu destino final.

Portanto, acredite: você não vai chegar atrasado, nem engasgar e nem ter uma síncope se for educado. Não custa nada e faz uma grande diferença.

Obrigada.