Combo: Fala Série! + Entre Páginas – The Lying Game

Por , 30 de setembro de 2011 12:00

De mãos dadas com o meu vício por livros e café está o meu vício por séries de TV. É só começarem a anunciar o ínicio da fall season (época do ano em que voltam todas as séries renovadas e/ou novas tramas passam a ir ao ar) que eu já abro um milhão de abas no browser do computador, assisto a todos os trailers e faço uma listinha das séries que eu irei acompanhar ao longo do ano. E foi assim que eu me deparei com The Lying Game.

A manchete já dizia: “Da mesma autora e dos mesmos criadores de Pretty Little Liars”… Ok, a premissa já me fisgou! Para quem não conhece, PLL (para os íntimos) é uma série que envolve meninas ricas, com roupas da moda e visual hollywoodiano, que moram em uma cidade do interior e têm que lidar com o assassinato da líder da gangue e com a constante ameaça de uma tal de “A”. Eu comecei a assistir a série no ano passado e me vi presa ao enredo e ao mistério que permeia os episódios. Porém, confesso que, apesar de gostar da história, tive uma certa “preguiça” de dar o play na segunda temporada. Então, com o espaço para dramas adolescentes em aberto, fui atrás de The Lying Game… E não me arrependi.

A história não é a mais original de todas – quem acompanhou todas as reprises de A Usurpadora no SBT já está vacinado contra tramas que envolvem trocas de lugares entre irmãs gêmeas – mas me conquistou bastante.

Na série, acompanhamos Sutton, uma menina rica que decide se embrenhar na busca pela mãe biológica. Suas pesquisas a acabam levando até Emma, sua irmã idêntica à Nina Dobrev, a Elena de The Vampire Diaries, que viveu em lares adotivos durante toda a vida. As duas decidem então se encontrar para resolverem este mistério juntas, mas esse não era bem o plano que Sutton tinha em mente… A garota sugere que Emma fique em seu lugar e viva a sua vida como se ela fosse a própria Sutton, enquanto a “verdadeira” viajaria atrás de novas informações. Porém, o que ambas não sabem é que o buraco é mais embaixo tem muita gente que, por algum motivo, não quer que o passado seja desenterrado e fará de tudo para manter o mistério guardado a sete chaves.

Recheada de intrigas, esbanjamento de dinheiro e romance, a série agrada os espectadores que gostam de um bom teen drama (sim, eu me incluo, tá?). E foi justamente para tentar descobrir um pouco mais sobre a história que fui correndo atrás do livro. E acontece que…

 

 

…o livro é beeeem diferente da série! Sério, do tipo “mudou o sentido”. Sabe por quê?

Eu tinha uma vida pela qual qualquer um mataria.
Até que alguém o fez.

A pior parte de estar morta é que não há mais por que viver. Não há mais beijos. Não há mais segredos. Não há mais fofoca. Só isso é o suficiente para matar uma garota novamente. Mas eu estou prestes a ter algo que ninguém mais tem – uma segunda chance, graças a Emma, a irmã gêmea há muito perdida que eu nunca pude conhecer.

Agora Emma está desesperada para saber o que aconteceu comigo. E a única forma de descobrir é sendo eu – escorregar na minha antiga vida e unir todos os seus pedaços. Mas ela poderá rir de piadas internas com minhas melhores amigas? Convencer meu namorado de que ela é a garota pela qual ele se apaixonou? Fingir ser uma filha alegre e desenvolta enquanto dá um abraço de boa noite em meus pais? E ela poderá desvendar o mistério, mesmo que perceba que o meu assassino está observando cada gesto seu?

Que o jogo de mentiras comece.

Só pela sinopse já dá pra notar a grande diferença entre a série e o livro: sim, na obra da Sara Shepard, Sutton está morta. E antes que você brigue comigo, dizendo que eu revelei um grande spoiler, perceba que a história já começa depois de sua morte – aliás, é a própria que narra os acontecimentos.

O mais engraçado é que o foco da narração é mais ou menos duplo. Apesar de Sutton possuir a “voz”, é Emma que nós acompanhamos ao longo do livro – a não ser por alguns momentos reflexivos em que sua irmã tenta resgatar suas memórias ou comenta algo sobre os outros personagens. Aliás, esse é um fator bem interessante e que enriquece a narrativa. Ao mesmo tempo em que temos uma narradora em primeira pessoa, o que restringe o seu grau de conhecimento acerca dos acontecimentos, ela também conhece as pessoas melhor do que outro narrador conheceria. Porém, sua memória não está muito definida…

Também é bastante interessante o contraste entre as duas irmãs. Como eu já citei acima, é bem estilo A Usurpadora mesmo! A Sutton não chega a ser má, mas também não era nenhuma santinha…! E Emma se vê tendo que viver a vida da irmã que ela nunca chegou a conhecer, ao mesmo tempo em que tem que lidar com um universo completamente diferente do seu.

Apesar de o mistério do livro ser muito mais consistente do que o da série (afinal, um assassinato é muito mais instigante do que a busca por uma mãe biológica), ele ainda é bastante introdutório. Isso significa que estamos apenas na pontinha do iceberg e que ainda teremos muita coisa pela frente… (o que, levando em conta que a outra série da Sara já está no oitavo livro – e longe de acabar – não é algo muito animador).

Sempre durma com um olho aberto. Nunca tenha nada como garantido. Seus melhores amigos podem ser justamente seus inimigos.

Só nos basta esperar para saber que surpresas nos esperam em Never Have I Never (tentem traduzir esse título!) e na série da ABC Family!

Obs: Rolam boatos de que os direitos de The Lying Game já foram adquiridos pela editora Rocco e que a previsão de lançamento é para o ano que vem!

Ficha Técnica:

Título: The Lying Game

Autor: Sara Shepard

Editora: Harper Teen

Páginas: 307

Avaliação: 3/5 estrelas

Coluna K: Ke$ha – Take It Off

Por , 29 de setembro de 2011 9:04

Essa semana vou falar de uma cantora um pouco estranha: Ke$ha! Essa música foi a que me fez parar para prestar atenção na cantora. “Take It Off” é o quarto single do álbum ‘Animal’ da cantora e foi composta por: Dr. Luke e Claude Kelly inspirada num show de Drag Queens que Ke$ha assistiu.

 

Kesha (ou Ke$ha) é uma cantora e compositora pop dos Estados Unido, que começou a carreira em 2005 como backing vocal, e em 2009 já fechou contrato com a RCA Records.

Clipe

1ª Versão

O vídeo original de “Take It Off” estreou em Vevo em 2010 e foi dirigido por Paul Hunter e Dori Oskowitz.

A música é muito boa, da vontade de dançar mesmo, e eu ouvi antes de ver o clipe, então esperava um clipe de quebrar as pernas, mas não foi assim que aconteceu. Não que seja ruim, mas não está a altura da música, na minha opinião.

A letra fala sobre se libertar, é um pouco sem sentido, mas acho que também não precisa, mas um ponto que não faz liga com absolutamente nada é a parte do casaco branco.

Os efeitos especiais do vídeo são ‘mais ou menos’, as idéias são boas, mas ficaram digitais demais, por exemplo na cena das pessoas explodindo em Gliter e o fundo de montanhas atrás da cantora.

2ª Versão
Dizem que há uma segunda versão do vídeo que lançada através do YouTube, mas eu realmente não encontrei uma versão dele para colocar aqui.

No geral acho o clipe legal de ver, simples, mas bem feito. Só acho que a Ke$ha é uma ótima compositora, e com a voz boa também, mas que não leva muito jeito na frente das câmeras.

Enfim, é isso. Até semana que vem! =)
Créditos

– Composição – Kesha Sebert, Lukasz Gottwald, Claude Kelly

– Produção – Dr. Luke

– Instrumentos e programação

– Dr. Luke – Edição vocal – Emily Wright

– Vocal de apoio – Claude Kelly, Aniela Gottwald, Tatiana Gottwald, Lukasz Gottwald, Graham Bryce

– Engenharia – Emily Wright, Sam Holland

Cafelícia – Wash & Coffee

Por , 28 de setembro de 2011 21:22

Já se foi o tempo em que se ia em uma cafeteria apenas para tomar café, não é verdade? Hoje em dia, cafeteria boa tem que ter uma poltrona confortável, um bom material de leitura e, é claro, acesso à internet (senão como a gente vai poder fazer check-in no 4square?). Mas e se além de tudo isso ela também lavasse as suas roupas?

Achou estranho? Bom, é que por aqui nós não temos o costume de sairmos para lavar a nossa roupa suja – pelo menos não no sentido literal (a não ser quando levamos aquele casaco que estava guardado no fundo do armário para tirar o mofo lavar a seco).

Mas, por incrível que pareça, essa prática é bem popular em outros países. E foi justamente tentando unir o útil ao agradável que uma lavanderia alemã criou um ambiente pra lá de diferente para conquistar o público (pelo estômago): oferecer, além dos serviços de limpeza, um bom café!

A ideia deu tão certo que o cafezinho já evoluiu para sanduíches, internet e até mesmo eventos! E, pelo movimento da Wash & Coffee, parece que a ideia deu certo! Afinal, quem não gostaria de passar o tempo em uma lavanderia como essas? Eu adoraria!

 

 

Vi aqui.

Parolagem Com Sentido – O Reinício de Uma Série

Por , 27 de setembro de 2011 20:59

Na semana passada foi finalmente ao ar o primeiro episódio da nova etapa de Two And A Half Men, e entre todos os prós e contras, meu veredicto é de que eles conseguiram uma ótima saída.

O episódio começa de uma maneira bem sem sentido. O funeral de Charlie poderia ter sido bem melhor, pois foram alguns minutos recheados de piadas sem graça sobre como “ele explodiu como um balão de carne!”. Só a partir do momento em que há uma entrega para Alan, dá para perceber que Charlie Sheen fará certa falta, mas o elenco conseguirá segurar a série.

O roteiro foi muito bem programado, e o modo como foi resolvida a história da casa surpreendeu. Sem esquecer a atuação – excelente – de Kutcher, que entrou fielmente no personagem fazendo todos rirem e alguns até sentirem compaixão por ele em alguns momentos.

Apesar de todos os pontos positivos, e de eu gostar muito, vamos esperar mais alguns episódios e ver se vai continuar tendo a mesma graça sempre ou se foi apenas sorte de principiante!

Entre Páginas – Paixão

Por , 26 de setembro de 2011 12:00

Ok, confesso: essa série TEM que ser o meu “guilty pleasure”. Eu me irrito, fico impaciente, resmungo… Mas sempre volto para ler o próximo volume! Estou pior que “mulher de malandro”. Resultado? Não resisti a Paixão, o terceiro volume da série Fallen, escrita pela Lauren Kate.


Antes que Luce e Daniel se conhecessem na Sword & Cross e tivessem lutado contra Imortais e Párias, eles viveram muitas vidas. O amor de Luce por Daniel é mais forte do que tudo, exceto, talvez, pela necessidade de saber mais sobre a história dos dois e as razões por trás da maldição que atormenta suas vidas. Levada por um impulso irracional, Luce se arrisca ao mergulhar em um Anunciador e começa a atravessar os séculos. Ao encontrar versões passadas de si mesma e de Daniel, vai recolhendo pistas que podem ajudá-la a compreender seu destino.

Atenção: Contém spoilers de Fallen e Tormenta!

Depois do final surpreendente de Tormenta, que uniu em um só lugar párias, nephilins e anjos, Luce resolve viajar pelos Anunciadores até a origem de seu relacionamento com Daniel e conferir, em primeira mão, a história dos dois ao longo de suas diversas vidas.

E, junto com a protagonista, lá vamos nós mergulhar no tempo e visitar os cenários mais inusitados da Inglaterra, da França, da Rússia e até mesmo do Egito, nas mais diferentes épocas. Vestimos a pele de velhos novos personagens e começamos a (finalmente!) desvendar os mistérios que permeiam a série desde o início.

Uma das grandes diferenças de Paixão em relação aos volumes anteriores é que, desta vez, além de conferirmos o desenrolar dos acontecimentos através do ponto de vista da Luce (sempre em terceira pessoa), também ficamos conhecendo bastante da visão de Daniel. É bem interessante poder conferir as motivações do personagem e compreender um pouco mais dos seus sentimentos em relação à maldição que assola o seu relacionamento com a mocinha.

Quanto a Cam (o vilão que amamos odiar) não contamos muito com a sua presença neste livro, mas o breve momento em que ele aparece já é suficiente para ficarmos conhecendo partes essenciais de sua história. Já o carisma deste volume ficou, sem dúvida, com Bill, a gárgula que assume para si a função de inserir Luce nos mais diversos cenários (com direito a figurino e tudo!) e que arranca boas risadas com seu jeito despachado de ser.

Porém, apesar de ser bem mais dinâmico do que Fallen e Tormenta, Paixão acaba pecando pela repetição – tanto pelas inúmeras viagens de Luce, quanto pela insistência em ficar afirmando o tempo todo que “Oh, eu amo o Daniel” e “Ah! Luce é o amor da minha vida” e blá blá blá. Isso torna a leitura um pouco cansativa. Mas o livro deixa um “cliffhanger” bem interessante para o quarto e último capítulo da saga: Rapture.

Eu acho que um dos fatores que mais contribuem para que eu continue lendo a série (mesmo sem simpatizar com os personagens) é a minha baixa expectativa em relação ao que vai acontecer… Se você não espera nada de alguma coisa, fica mais difícil se decepcionar, certo?

Se bem que com Paixão eu tive um “reforcinho”: a vinda da autora para o Brasil! Depois de passar pela Bienal do Rio de Janeiro, Lauren Kate esteve em São Paulo distribuindo autógrafos e simpatia. A Galera Record realizou um café da manhã pra lá de especial com a autora, acompanhado por vários blogueiros e eu estive lá pelo Bookeando fazendo a cobertura. O encontro foi tão legal e a Lauren tão fofa, que já valeu a pena ter lido a série até aqui!

 

Ficha Técnica:

Título: Paixão (Passion)

Autor: Lauren Kate

Editora: Galera Record

Páginas: 378

Avaliação: 3/5 estrelas

Cordel Encantado: Ainda é possível fazer novela de qualidade!

Por , 24 de setembro de 2011 10:14

Novela das 18h da Globo, teve inicio em abril e terminou nesta sexta–feira, 23 de setembro de 2011, e foi sem dúvida nenhuma a melhor que já vi e ouvi falar. Misturou romance, com conto de fadas, sertão nordestino Brasileiro, reis e cangaceiros com qualidade nunca vista antes em qualquer novela Brasileira, tudo isso com elenco de talentos novos e antigos da emissora, com fotografia e maquiagem impecáveis, isso tudo sem falar no final surpreendente e apaixonante.

Roteiro: De tirar o fôlego, a história de Jesuino (Cauã Reymond) e Açucena (Bianca Bin) é de dar inveja a qualquer mulher, com a história no estilo mocinho e princesa que eu acreditava ter se esgotado, mas mudei de idéia. Mesmo com itens ‘previsíveis’ como mocinha e bandido cada vez que via um capitulo novo esperava pelo próximo ansiosamente.

Enredo: A história começou com uma guerra no reino de Seráfia, que era dividido em 2, na guerra um dos reis morreu e para finalmente selar a paz foi feito um acordo: a filha do rei sobrevivente (Açucena) quando adulta casaria com o filho do rei que faleceu, Felipe (Jayme Matarazzo). Porém, pouco tempo depois o amigo do rei, Zenóbio, descobriu que existia um tesouro antigo de Seráfia no Brasil, mais especificamente na cidade fictícia de Borogodó, e a corte decidiu procurar por ele, mas por causa de um plano bem bolado, durante a expedição o rei acreditou que sua mulher e filha haviam morrido e, desolado, optou por deixar o Brasil.

Elenco/Personagens: Mistura de personagens e histórias de tirar o fôlego:

Bruxa com poções e venenos + Artistas famosos de cinema + Libanês (que é sempre confundido com Turco) e tem 3 mulheres + Profeta + Vidente fajuta + Cientista + Policiais medrosos + Prefeito e primeira dama interesseiros + Filha do prefeito, que não é muito feminina, mas se apaixona pelo príncipe super meloso + Cangaceiro com disfarces diários diferentes + Filha de coronel, que vivia presa (como numa torre) + filho de coronel mimado + Mordomo graduado + Cangaceiro justiceiro + Delegado medroso + Cozinheira/Rainha + Jornalista de calças compridas + gago + etc…

Essa soma toda tinha tudo para ser um desastre, mas foi exatamente o contrário, tudo por causa de um trabalho minucioso e dificílimo de tornar fotografia, atuação, cenografia, figurino, caracterização, real e fantasia em uma coisa só!

Os personagens que mais chamaram a minha atenção pela atuação espontânea foram o de Ursula (Débora Bloch) e Nicolau (Luiz Fernando Guimarães), que principalmente nos primeiros capítulos trabalharam bastante com improvisos e deixaram a pitada de ‘hilário’ na quantidade certa.

Veja mais detalhes do elenco aqui: http://cordelencantado.globo.com/personagens/

Figurino e maquiagem: Incrível! Junção de figurinos de cangaceiros, com duques e duquesas, esmaltes escuros, cores fortes com cores sutis e leves, tudo no tom certo.

Planos: A equipe manteve os planos diferentes, mais trabalhados, que normalmente para no primeiro capítulo, durante a novela toda, como no capítulo em que os cangaceiros chegariam a cidade e a câmera passava por trás de todas as casas da praça central e todos os moradores olhavam para o centro.

Audiência

O primeiro capítulo de Cordel Encantado teve média de 25 pontos de audiência na Grande São Paulo, e teve pico de audiência no dia 26 de agosto com atingiu 30 pontos, com 54% de share.

Trilha Sonora: Mistura de rock, sertanejo, pop, tango.

1. “Minha Princesa Cordel” – Gilberto Gil & Roberta Sá

2. “Bela Flor” – Maria Gadú

3. “Quando Assim” – Núria Mallena

4. “Candeeiro Encantado” – Lenine

5. “Maracatu Atômico” – Chico Science & Nação Zumbi

6. “Chão de Giz” – Zé Ramalho

7. “Saga” – Filipe Catto

8. “Circulandô de Fulô” – Caetano Veloso

9. “Tum Tum Tum” – Karina Buhr

10. “Coração” – Monique Kessous

11. “Na Primeira Manhã” – Alceu Valença

12. “Melodia Sentimental” – Djavan

13. “Estrela Miúda” – Maria Bethânia

14. “Carcará” – Otto

15. “Rei José” – Silvério Pessoa

16. “Xamêgo” – Luiz Gonzaga

Não vai ser fácil substituir essa novela e manter a audiência.

Enfim, o resumo acima é a prova de que ainda é possível fazer novela de qualidade, quero conhecer mais dessas.

Veja aqui os créditos da equipe da novela: http://cordelencantado.globo.com/creditos.html

Sessão Pipoca – Sem Saída

Por , 23 de setembro de 2011 12:00

Nathan Harper é um jovem que experimenta a estranha sensação de estar vivendo a vida de outra pessoa. A aventura começa quando ele descobre ter sido considerado desaparecido quando criança. Nathan passa a procurar sua verdadeira identidade com a ajuda da amiga Karen. Mas sua tarefa não será fácil já que, além do mistério que envolve suas origens, alguém está querendo matá-lo sem poupar a vida de quem esteja ao redor dele.

Com Taylor Lautner, Lily Collins, Alfred Molina, Jason Isaacs, Maria Bello, Sigourney Weaver

Estreia hoje nos cinemas

Hoje vou citar um lançamento um tanto quanto… polêmico. Para alguns, este pose ser “apenas mais um filme do eterno Jacob fora da saga Crepúsculo”. Para outros, mais um longa no estilo de a Identidade Bourne, que procura reviver o sucesso que a trilogia do Matt Damon conquistou.

A verdade é que, de cara, Sem Saída não me pareceu de todo o ruim. Como uma boa “mocinha romântica”, confesso que tenho um pouco de “medo” desses filmes com personagens “bad-ass” (por falta de outa expressão mais “bonita”). Para equilibrar a ação, as perseguições e os efeitos especiais, eles tendem a deixar a desejar no enredo propriamente dito. E aí, já viram né?

Mas antes que me joguem pedras antes do tempo, não quero dizer que este é o caso de Sem Saída (ou pode ser, quem sabe?). Como ainda não assisti o filme, não posso julgar. Mas confesso que o trailer me deixou bastante curiosa…

E vocês? Também vão se render à curiosidade e correr para o cinema no fim de semana? Para os cinéfilos de plantão, fica a dica!

Coluna K: Claudia Leitte e Ricky Martin – Samba

Por , 22 de setembro de 2011 9:30

Nesta semana vou comentar de um estilo musical diferente do que tenho falado: samba! O clipe novo de Claudia Leitte e Rick Martin tem dado o que falar, principalmente depois que Luana Piovani descascou todo mundo no twitter.

Veja o que Luana disse aqui: http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20110920133800&assunto=100&onde=Viver

 

O clipe da música “Samba” teve lançamento internacional neste domingo (18/09), durante o programa “Fantástico”, da Globo. O vídeo foi gravado em Miami, em um intervalo da turnê de Claudia Leitte pelos Estados Unidos.

O clipe

O ritmo da musica é bem legal, bem dançante, achei uma forma legal de divulgar a música brasileira e a latina, ainda mais com uma das cantoras brasileiras mais famosas por aqui junto com Rick Martin, que mesmo gay é símbolo de sensualidade e incrivelmente está sempre felizão, sorridente.

Os pontos negativos na minha opinião são: a parte da letra em português é meio fraquinha, gosto mais da parte em inglês e tem uma coisa estranha que na hora que a Claudia leite põe a mão do cara na bunda dela, parece uma mão negra, mas o Rick Martin é bem mais branquinho, não sei se foi impressão minha ou não…

Figurino

Achei bem legal os figurinos típicos de show e de carnaval, com bastante brilho, mas não gostei muito do último figurino de Claudia Leitte, que parece que falta a parte de cima da saia.

No geral é um clipe legal, não é o melhor que já vi, mas vale a pena assistir!

É isso ai! Até semana que vem!

Parolagem Com Sentido – Mais Um Ponto Negativo Para Glee

Por , 20 de setembro de 2011 14:39

Na última sexta-feira (16) o Brasil estreou, com um mês de atraso em relação aos Estados Unidos, o Glee Live! 3D. Cheio de suspense e expectativas, o filme não agradou a maioria que o esperava.

Trazendo em grande parte do tempo os fãs falando, e dando destaque para três em especial, trouxe uma base do que seria o “Glee” na realidade, mas fugiu completamente da proposta esperada para o filme: o show para quem não pode vê-lo.  E como se não bastasse Finn, o personagem principal, não teve destaque e participou apenas das apresentações musicais. Já números como “Single Ladies”, que recebeu ótimas críticas e era super aguardado, não apareceram no filme.

Dentre tantos problemas há elogios como a atuação de Lea Michele em “Don’t Rain On My Parade”, que prende atenção em todo o seu tempo e agrada a qualquer um que a vê.

Mesmo com todo o dinheiro gasto e o sorriso dos fãs, Glee Live! 3D poderia ser melhor, ou pelo menos deixar claro que o espetáculo não seria tão explorado e que se tratava mais de um documentário. Falhas na sinopse, até quando?

Book Blogger Hop #22

Por , 19 de setembro de 2011 16:35

Book Blogger Hop é um meme semanal, criado pelas meninas do Murphy’s Library. Toda semana elas lançam uma pergunta sobre o universo dos livros.

A pergunta desta semana é:

Você tem o costume de comprar livros de sebo ou livros usados no geral?

Ai, não. Confesso que eu tenho um certo “preconceito” com sebos – eu sei, gente! Não é bonito isso, mas é verdade! Além de ter rinite alérgica (ou seja, o menor grãozinho de poeira já vira uma novela), a maioria dos livros usados tem aquele tato meio ensebado, principalmente na capa, o que me dá um pouco de agonia (o TOC mandou lembranças!!). Também sei que essa não é uma regra geral, mas enfim… A verdade é que só compro livros usados em dois casos: 1) é um livro que eu preciso pra faculdade e não faço muita “questão”; 2) é uma edição esgotada que não existe em nenhum outro lugar. Ou seja, quase nunca.

E você? Também tem problemas com sebos ou sou só eu??