Pipoca Salgada – Top 5 Filmes de Terror em Primeira Pessoa

Por , 28 de outubro de 2011 1:40

Sou um grande amante de filmes de terror, então faremos hoje, em comemoração ao Dia das Bruxas, uma lista com os meus 5 filmes favoritos de terror em primeira pessoa.

5 – Cloverfield – Monstro

O que você acha de um filme “oitentista” de um monstro destruindo a cidade de Nove York? Clichê? E se VOCÊ  fosse um dos personagens, nos dias de hoje, que está fugindo do monstro? Mais interessante, não?! J. J. Abrams (“Super 8”) dirige o filme de terror e destruição, com muita competência, com a inovação de colocar vários efeitos visuais em um filme em primeira pessoa. Destaque para a cena do alto do prédio, que aflição!

4 – Diário dos Mortos

O pai dos Zumbis, George A. Romero, dirige seu primeiro filme em primeira pessoa, envolvendo política e zumbis. Se você acha assustador um filme de zumbi, agora imagine um filme de zumbi em primeira pessoa?! Com um roteiro bem bacana que além de assustador, te faz pensar em algumas coisas da vida.

3 – A Bruxa de Blair

Sim, aqui temos um Clássico do terror. O primeiro filme popular de terror em primeira pessoa, que mexeu com a cabeça de todo mundo na época. Será que as fitas que foram achadas eram verídicas ou apenas estratégia de Marketing? Mas vocês devem estar se perguntado por que ele está em 3º lugar se foi assim, tão revolucionário? Porque o final do filme é decepcionante, mas mesmo assim aconselho todos a verem o filme. (Toda vez que fica a noite no filme, é aterrorizante)

2 – Atividade Paranormal

Aqui temos um filme de terror completo, que sabe explorar muito bem o roteiro, dar bons sustos e com uma pitada de comédia para suavizar. Algumas pessoas acham um pouco cansativo, mas toda a parte do começo é feita para criar o clímax do filme. Atividade Paranormal é o mais recente da lista, e que, com certeza, aprendeu bem a lição de todos os seus antecessores.

1 – [REC]

Com certeza o melhor filme de terror em primeira pessoa. Rec é um filme de origem espanhola, que não deve nada a ninguém. Desenrola muito bem o roteiro, dá sustos extremante imprevisíveis, tem uma edição de som impecável e, muito importante em filmes assim, têm atuações das melhores. Porém, infelizmente, sabendo do potencial do filme, os americanos fizeram a péssima versão norte americana chamada Quarentena.

Pipoca Salgada – Amizade Coloria

Por , 26 de outubro de 2011 0:00

Bom, hoje vou fazer a minha primeira crítica, e provavelmente uma das únicas, de uma comédia romântica, Amizade Colorida.

SINOPSE

Dylan (Justin Timberlake – Professora Sem Classe) é um bem sucedido rapaz que mora em uma pequena cidade nos EUA e é convencido por Jamie (Mila Kunis – Cisne Negro) a aceitar um emprego e se mudar para a grande cidade de Nova York. Os dois acabam se tornando grande amigos, porém, como estavam fugindo de relacionamentos e, ao mesmo tempo, digamos que necessitados, eles decidem se tornar “amigos com benefícios”.

CRÍTICA

Amizade Colorida, mesmo se tratando de uma comédia romântica, é um filme bem interessante, pois possui elementos que não são tão explorados nesse gênero. O diretor Will Gluck, assim como em “A Mentira”, fez um trabalho muito bom em Amizade Colorida. Temos uma introdução extremamente bacana que mexe com a cabeça do telespectador, mostrando o que realmente é o cinema, que não necessariamente ele precisa ser algo “linear”.

Temos também piadas metalinguísticas, que são muito bem exploradas ao decorrer do filme. Uma premissa que também não é muito utilizada nesse gênero, que é o fato dos amigos decidirem somente fazer sexo sem se envolver emocionalmente, pois já haviam quebrado a cara anteriormente. Justin surpreende na atuação, por se tratar de um cantor e um “ex-boybander”, e junto com a incrível Mila conseguiram formar um casal com muito sex-appeal.

A fotografia também é bem interessante, e, ao mesmo tempo que a personagem de Mila tenta vender Nova York para Dylan, ela consegue vender também para você, mostrando paisagens e lugares divertidos da cidade. Uma pitadinha de drama também é acrescentada no roteiro, com o Alzheimer do pai de Dylan, que traz momentos bem interessantes para o decorrer da película.

Porém, por se tratar de uma comédia romântica não temos muitas reviravoltas, mas, por se tratar de Amizade Colorida, um filme muito esforçado, podemos perdoar e deixar nos levar para o “Gran Finale”!

Parolagem Com Sentido – Minutos Para Paulo Coelho

Por , 25 de outubro de 2011 12:42

O livro desta semana foi “Onze Minutos” – do Paulo Coelho – que conta a história de uma jovem do Nordeste brasileiro que ainda adolescente desiste do amor e que pouco depois de chegar a maioridade, recebe uma oportunidade que muda sua vida.

O autor dispensa qualquer tipo de grande cerimônia para a apresentação, afinal, seja por seus livros, pelas séries e filmes baseados em suas histórias ou pelas músicas que criou com Raul Seixas – e recentemente com a cantora pop, Anahí – já é um velho conhecido do público.

Em 2002, um grande marco aconteceu na vida literário do autor: foi eleito para a cadeira 21 na Academia Brasileira de Letras, fato que seria normal, a não ser pelo fato de que a academia rejeitou autores como Drummond e Vinícius de Moraes por ser “populares”.

Hoje com 64 anos, já recebeu mais de 30 prêmios internacionais e possui suas obras traduzidas em diversas línguas.

Entre Páginas – Delirium

Por , 24 de outubro de 2011 11:30

Primeiro, foi a capa. Depois, a sinopse. O enorme burburinho na blogosfera também fez sua parte e eu me vi instantaneamente curiosa para colocar as mãos em Delirium e desvendar o universo distópico da Lauren Oliver. Então, acho que já dá para imaginar minha alegria quando fui convidada para participar da booktour realizada pelas meninas do Murphy’s Library, não é mesmo?

Antes de os cientistas encontrarem a cura, as pessoas pensavam que o amor era uma coisa boa. Elas não entendiam que uma vez que o amor—o delírio—aflora em seu sangue, não há como fugir dele.

Agora, as coisas estão diferentes. Os cientistas são capazes de erradicar o amor, o governo obriga que todos os cidadãos recebam a cura ao completarem 18 anos. Lena Haloway sempre ansiou pelo dia em que ela seria curada. Uma vida sem amor é uma vida sem dor: segura, medida, previsível, e feliz.

Mas faltando 90 dias para seu tratamento, Lena faz o impensável: se apaixona.

(sinopse traduzida pela Maeva, do Murphy’s Library)

Faz pouco mais de 20 minutos que acabei de ler este livro e minha cabeça ainda está rodando. Com os olhos secos e os batimentos cardíacos controlados, finalmente consegui me sentar para tentar escrever sobre ele. Mas a tarefa não é fácil… São tantos sentimentos conflitantes que nem sei por onde começar.

Sentimentos. Essa, sem dúvida, é uma história dedicada a eles.

“Eles dizem que nos dias antigos, o amor levou as pessoas à loucura. A mais mortal dentre todas as coisas mortais: ele te mata tanto quando você o tem, quanto quando não o possui”.

Preocupação, dificuldade de foco, boca seca, transpiração, perda de interesse, dificuldade de respirar, letargia, falta de apetite… Se você sofre desses sintomas, cuidado! Você pode ter contraído amor deliria nervosa, uma doença realmente grave que pode te levar à morte. Mas não precisa entrar em pânico! Existe uma cura. Um mundo livre de dor e aflições te aguarda assim que você atingir a maioridade.

Essa é a realidade de Portland. A cidade americana foi uma das primeiras a ter suas fronteiras fechadas e a se livrar da epidemia da doença. E, para evitar que ela retorne, o governo mantém regras bem rígidas, como toques de recolher, batidas policiais e, mais importante de tudo, a segregação entre homens e mulheres “não-curados”.

Lena, a nossa protagonista, está a 95 dias de receber sua cura e mal pode esperar para se ver livre da doença que matou sua mãe. Porém, ela nunca poderia prever as surpresas e os questionamentos que o verão traria. Será que a verdade que ela sempre tomou como inquestionável é tão correta assim? E será que o amor é mesmo uma doença tão letal?

Confesso que tenho uma “quedinha” por distopias. Ao mesmo tempo em que sentimos um certo alívio por viver em um mundo que preza (pelo menos em teoria) pela liberdade de expressão e pela facilidade de comunicação, percebemos que a nossa realidade também não é exatamente o que pregamos. Além de encontrarmos diversos países onde liberdade é uma palavra que não existe no vocabulário (oi China!), ainda temos que lidar com as manipulações do “Grande Irmão” e da mídia.

Em Delirium, Lauren Oliver soube explorar muito bem esses aspectos com uma narrativa envolvente e bem emocionante – no sentido literal da palavra. Lena é uma protagonista que chega a irritar de tão ingênua no começo, mas que evolui de tal forma que é impossível não se apegar a ela com o desenrolar da história. E o Alex, então… É o “subversivo” mais fofo desde Peeta.

Os personagens são muito bem construídos e é possível perceber que seus pensamentos e atos refletem diretamente o seu passado. Lauren caprichou no background e nas personalidades, o que só enriquece ainda mais a leitura. Particularmente, eu desenvolvi um carinho especial por Hana. Quem não gostaria de ter uma melhor amiga como ela, disposta a arriscar tudo por aquilo que acredita ou para salvar seus amigos?

Delirium é mesmo cativante! É impossível interromper a leitura e, se por acaso somos obrigados a fazê-lo, continuamos pensando na história até a hora de colocar as mãos no livro novamente. E o final… é literalmente de tirar o fôlego! Mergulhei de cabeça nas páginas, a ponto de ofegar junto com Lena e verter lágrimas por seu sofrimento.

Uma leitura mais do que recomendada para todos aqueles que sentem.

“Isso vai me matar, isso vai me matar, isso vai me matar. E eu não me importo”.

 

Ficha Técnica:

Título: Delirium

Autor: Lauren Oliver

Editora: Harper Collins

Páginas: 441

Avaliação: 5/5 estrelas

Exclusivo: Entrevista com Maggie Stiefvater

Por , 22 de outubro de 2011 22:12

Palavras, pincéis ou instrumentos musicais… Não importa qual é o meio. Maggie Stiefvater transforma tudo em arte.

Autora, artista e compositora são apenas algumas facetas da americana de 30 anos de idade, cujo primeiro livro da série Os Lobos de Mercy Falls, Calafrio, estreou em primeiríssimo lugar na lista dos livros mais vendidos do The New York Times – uma faceta e tanto!!

No dia 20 de outubro Maggie esteve presente em um chat realizado pelo blog Mundie Moms e falou bastante sobre o seu novo livro The Scorpio Races, lançado nos Estados Unidos no dia 18 de outubro (sem data de lançamento prevista no Brasil); sobre a sua série de lobos – que inclui Calafrio, Espera e Forever (só o terceiro ainda não foi publicado por aqui) e sobre a sua série de fadas, formada por Lament e Ballad, que também não foram lançados em terras brasileira (infelizmente!!!).

Eu fiquei sabendo desta conversa por acaso, bem na hora em que ela iria começar… E é claro que eu fui correndo participar! O bate-papo durou uma hora e, para os fãs da autora, foi muito legal conhecer um pouco mais sobre os bastidores do seu trabalho. Entrei em contato com a equipe do Mundie Moms e recebi a autorização para publicar a entrevista aqui no Café com Blá Blá Blá, com exclusividade para vocês!

Confira a entrevista na íntegra!

Blá Blá Blá – Da criatividade ao plágio

Por , 19 de outubro de 2011 23:22

Plágio é crime.

“Dã, mas isso é óbvio”, você diz. Mas é mesmo?

Longe de mim fazer uma dissertação sobre violação dos direitos autorais… É mais uma dica que eu gostaria de dar para a galera que está se iniciando na vida de blogueiro (porque a turma “da antiga” já está mais do que acostumada com situações como essa – infelizmente).

Poxa, um blog é um lugar de troca de ideias, opinião… É o espaço que você tem para expressar os seus interesses, comentar sobre as coisas que você gosta ou não, estimular sua criatividade e o seu texto. É claro que, durante suas navegadas pela internet, você vai se deparar com um texto que você leu em algum lugar e adoraria compartilhar com os seus leitores – e você pode! Só basta seguir uma simples regrinha: CITAR A FONTE. Pronto! Não é nada muito complicado, não é mesmo? Assim você pode enriquecer o seu conteúdo sem prejudicar ninguém.

Sem falar que, ao produzir seus próprios textos, além de melhorar sua escrita e aprimorar o seu senso crítico, você consegue construir uma identidade. Tem coisa mais legal do que ouvir alguém elogiar o seu trabalho, sabendo que você investiu pesado para realizá-lo (e nisso eu incluo tempo, esforço e, em alguns casos, até mesmo dinheiro!)?

Lembrem-se disso.

 

P.S.: Gostaria de agradecer aos amigos e blogueiros que apoiaram o Café com Blá Blá Blá neste episódio meio chato. Vocês são nota 10! 😉

 

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A História das Letras que não são Letras

Por , 19 de outubro de 2011 21:27

Lá, lá lá, lá lá lá lá…

Mmmmbop, dipba pa mbop, dipba pa mbop…

O que torna uma música inesquecível? O ritmo? A letra? A melodia?

Qual é o elemento que nos leva a descobrir logo nos primeiros acordes qual é a música que sai da caixa de som? E, mais ainda, qual é o segredo por trás de um grande sucesso, capaz de se perpetuar por várias gerações?

Bom, é claro que uma música precisa de um bom ritmo. E de uma boa letra… Mas às vezes ela pode ser reconhecida logo de cara apenas pelos “lá’s, oh’s e ah’s”. Duvida? Então tope o teste e veja quantas dessas músicas você conhece!

Vai falar que não é incrível??? (Bom, pelo menos eu achei…!). Pra quem ficou curioso (como eu), a performance ficou a cargo da Jane Lui, do Michael T. e do Jonathan Batiste.

 

Vi aqui.

Parolagem Com Sentido – Missão Madrinha de Casamento

Por , 18 de outubro de 2011 21:41

O filme “Missão Madrinha de Casamento” conta a história de Annie, uma mulher de meia idade, que começa a reparar que todas as mulheres dessa idade já estão resolvidas e encontraram o pai perfeito para seus filhos – claro, que ela é uma exceção.

Annie foi convidada para ser a madrinha do casamento de Lilia, sua melhor amiga. Na festa de noivado, conheceu todas as outras madrinhas e percebeu que quase todas estavam no padrão que ela havia pensado ser o para a sua idade, a irmã do noivo e que possui um estilo um pouco diferente do normal. Mas organizar um casamento pode ser muito complicado, principalmente quando há uma amiga controladora e ciumenta junto. Além de todos os problemas com o casamento, e muitos outros, Annie ainda apaixona-se por um policial!

Indicado ao Emmy 2011 de melhor atriz e considerado uma das melhores comédias do ano, o filme é uma ótima pedida para quem quer dar boas risadas!

Book Blogger Hop #24

Por , 16 de outubro de 2011 22:04

Book Blogger Hop é um meme semanal, criado pelas meninas do Murphy’s Library. Toda semana elas lançam uma pergunta sobre o universo dos livros.

A pergunta desta semana é:

Qual sua opinião sobre clichês?

Tá aí um assunto bem polêmico… Afinal, alguém é capaz de citar alguma história completamente livre de clichês??

Se bem que eu sou da “política” de que, ou você foge completamente dos lugares-comuns, ou assume os clichês de uma vez, fazendo uma sátira da própria fórmula. Por exemplo: quando você pensa no “diabo” literaturamente (sim, eu inventei essa palavra), o que te vem em mente? Aquele ser chifrudo e que solta fogo pelas ventas, ou aquele tão brilhantemente interpretado por Al Pacino em Advogado do Diabo? Se essa “sutileza” não cabe na sua história, então por que não escrachar de uma vez e transformá-lo em um ser mais Elizabeth Hurley em Endiabrado?

Mas os clichês fazem sucesso porque eles nada mais são do que versões “enlatadas” de apostas que deram “certo”. E aí então, pobre de nós, que teremos que nos deparar com eles em cada página, em cada capítulo de novela e em cada filme. Sem contar que é muito mais fácil escrever um livro quando ele é apenas uma “sacolinha” de clichês do que criar algo inteiramente novo! É aí que percebemos o verdadeiro talento dos autores (tanto para quebrar a mesmice, quanto para transformar esses clichês em algo novo e criativo)!

P.S.: Eu já tinha falado um pouco sobre o tema no post Dos Clichês à dramaturgia… E vice-versa e o Ivan também já comentou sobre isso no iVlog!

Beyoncé – Countdown

Por , 13 de outubro de 2011 10:11

Essa semana foi realmente puxada pelo excesso de trabalho recebido, rs… Então não consegui preparar um post mais elaborado para a Coluna K, então desta vez vou só sugerir um clipe legal pra vocês:

Beyoncé – Countdown:

Só posso imaginar o trabalho que deu pra fazer esse clipe, pra variar a qualidade é incrível.

Alias, ela está sendo acusada de plágio pela coreografia deste clipe, vocês podem ler mais aqui:

http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/beyonce-responde-as-acusacoes-sobre-plagio-de-clipe-novo/

É isso ai! Até semana que vem! =)