Autor e Eu – Rowling is Our Queen

Por , 31 de julho de 2015 9:00

 “Mr. and Mrs. Dursley of number four, Privet Drive, were proud to say that they were perfectly normal, thank you very much. “

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Geralmente nessa coluna, falamos sobre um autor específico listando a sua obra, e contando um pouco sobre os livros.

É desnecessário a apresentação de J.K. Rowling, que faz aniversário hoje junto com um personagem mais querido do mundo, Harry Potter.

Na terça-feira listei alguns momento em que Harry Potter salvou a minha vida, e quando digo que um menino inglês de 11 anos, magrelo, de óculos, com uma cicatriz na cabeça e imaginário salvou a minha vida não estou sendo exagerada, ele literalmente, a salvou.

Em 2000 (ano que li A Pedra Filosofal), eu já tinha lido alguns livros, já conhecia alguns autores, mas não era apaixonada pela leitura, ainda não conseguia entender como aquelas páginas me podiam me levar para um lugar tão longe e diferente, com uma vida diferente de tudo que poderia imaginar.

largeCom a sua narrativa perfeita ( tentei encontrar outra palavra que não fosse perfeita, mas nenhuma foi tão adequada como essa), antes mesmo de acabar o primeiro capítulo já estava apaixonada e acabei o livro querendo mais.

É incrível como algumas coisas podem mudar o rumo da nossa vida, sem nem ao menos percebermos. Não vem uma plaquinha avisando, não começa a tocar uma música como nos filmes. Aquele pequeno fato acontece e anos depois, você percebe como aquilo mudou na sua trajetória.

Apesar de conhecer e entender a força de Harry, às vezes me pergunto como um livro de quase 300 páginas pode ter feito exatamente o que eu precisava.

Com uma coleção de personagens diferentes, que foram me ensinado algumas coisas sobre a história do livro e sobre a vida, é fácil linkar tudo isso com a criadora desse mesmo universo, e é onde que entra Joanne.

i1aswz6r-sto1Ela pode não ter sido a voz de uma geração, já que a as aventuras de Harry acontecem no passado, mas ela criou e entregou para uma geração inteira (e tantas outras) livros inesquecíveis.

Acho que vou estar com 80 anos e acordar balbuciando “Wesley é o nosso rei“, e sendo aquela mãe chata que fica “mas esse livro é tão bom! Mamãe amava quando tinha a sua idade”.

E sei que não estou sozinha. Sei que até mesmo dentro dessa equipe, Harry Potter teve um impacto muito grande não só comigo.

Então, esse Autor e Eu saiu um pouco do escopo, mas por uma boa razão.

Porque assim como no primeiro parágrafo, do primeiro capitulo, do primeiro livro, não poderia prever tudo o que iria acontecer pela frente, Joanne decidiu colocar na última sentença do último capitulo, do último livro, o que iria acontecer não só com o seu personagem, mas com todos os seus leitores:

All was well.

 

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Café Irlandês – 11 Vezes que Harry Potter salvou a minha vida

Por , 28 de julho de 2015 12:05

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Como esse ano completa 15 anos que eu li pela primeira vez Harry Potter e tão próximo do seu aniversário, abaixo eu listo as 11 vezes que Harry Potter (e toda a sua turma) salvou a minha vida, ou simplesmente me fizeram companhia.

1 – Quando eu tinha 15 anos e Harry tinha 15 anos…

…e toda a sua fúria e revolta em Ordem da Fenix fazia sentido na minha cabeça.

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2 – Todas as vezes que a Hermione era aplicada na escola

E eu queria ser como ela.

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Não consegui, mas as minhas notas agradeceram o esforço.

3 – Quando me mostrou que eu tinha um lugar em Hogwarts

E a história é tão incrível que cada um se encaixava na sua própria casa e não em Grifinória, porque foi  tão construída que mostra que cada casa tem o seu valor.

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Vai Corvinal!

4 – As amizades feitas e segmentadas em cima da série

Sério! <3

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Entre Páginas – No Place to Fall

Por , 27 de julho de 2015 19:11

16144570Amber Vaughn é uma boa menina. Ela canta no coro da igreja, fica de baba para o seu sobrinho após a escola e passa todas as suas sextas na casa do seu melhor amigo, Devon. É só quando Amber vai explorar a floresta perto da sua casa, ela encontra um acampamento de mochileiros e ela se sente livre e assim o mundo fica um pouco mais fácil de ser tocado.

Quando Amber descobre que tem uma audição em uma escola de arte na Carolina do Norte, ela decide correr atrás dos seus sonhos, que também pode ser o caminho para uma vida melhor. Will ajuda Amber a se preparar para a sua grande oportunidade, mas quanto mais tempo Will e Amber passam juntos, mas complicada a relação dos dois se torna e Amber começar a duvidar se ela é mesmo uma boa menina.

Amber sempre soube o que uma boa menina deve fazer. Mas entre o ‘certo’ e o ‘errado’, há um mundo de possibilidade.

Quem está sempre por aqui (e se você não está, assine o nosso feed!) sabe que eu tenho um grande queda por YA. Não falta amor para os outros gêneros, mas transborda para os YA’s.

Eu realmente gosto de ler uma boa história sendo contada e parece que com esses livros, os dramas falam com o meu coração.

Por isso, depois de ver No Place to Fall na lista dos melhores livros de 2014 americanas, obviamente ele era uma prioridade da minha leitura. Terminei um super desafio (que em breve vou compartilhar aqui com vocês também), eu precisava e merecia um YA e esse foi a minha primeira opção.

Mas apesar de gostar muito do gênero, sei reconhecer bem os livros excepcionais dos restantes e No Place to fall não atingiu as minhas expectativas.

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Resultado MegaKit da Maratona Literária 4.0

Por , 25 de julho de 2015 17:26

Maratona 4.0

Agora já faz uma semana que a Maratona Literária 4.0 acabou e esperamos que esses dias tenha lhes ajudado a recuperar da maratona, assim como também esperamos que a o ritmo adquirido durante esses dias de desafio, tenha servido para mostrar que talvez conseguimos ler um pouquinho mais do que o nosso normal.

O resultado do MegaKit tinha algumas regrinhas que precisavam ser seguidas, e logo a primeira pessoa que puxamos no Raffletop, tinha cumprido todas as elas.

E por isso, vai levar todos esses livros abaixo:

Da Gutenberg: Uma noite para se entregar | Entre o amor e a vingança | Proteja-me
Autografados: A Ilha dos Dissidentes | A Ameaça Invisível

Da Vestígio: Jack, o Estripador em Nova York | Sherlock Holmes no Japão

Da Intrínseca: Sussurro | Crescendo | Silêncio | Finale

Da Verus: Red Hill

– Da Novo Conceito: Laços Inseparáveis | Fingindo

– Da Única: Dark House

– Da Arqueiro: A Bandeja

E essa sortuda é:

 Juliana Mattos

Parabéns Juliana! Você tem três dias para mandar os seus dados, para o e-mail cafecomblablabla@gmail.com

Mais uma vez agradecemos a todos que participaram! Nós vemos em breve!

a Rafflecopter giveaway

Pipoca Salgada – Não faz seu tipo

Por , 24 de julho de 2015 12:05

Que tal uma opção francesa no cardápio dessa semana? Prepare o crepe e sente na frente da TV para ver Pas Son Genre. 479126

 Clément (Loïc Corbery), professor de filosofia em Paris, é transferido para uma região distante, onde conhece e se apaixona por Jennifer (Émilie Dequenne), uma cabeleireira. O sentimento é recíproco, mas o abismo cultural e social entre os dois impede que o relacionamento evolua.

O cinema francês (além da língua, a comida e a cultura em si) me fascina bastante. Eles têm um jeito muito peculiar de ver o mundo e de viver, diferente do que podemos esperar. Alguns dos nossos costumes são absurdos para eles e vice-versa, mas o que deve imperar aqui é a curiosidade para ver como o outro se comporta.

504631.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxxNo caso de Pas Son Genre, assim que li a sinopse e bem ciente do que a partir do pouco que conheço poderia sair desse filme, eu vi em uma sexta-feira noite.

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Entre Páginas – O Marido Ideal

Por , 23 de julho de 2015 10:00

Foram semanas de tentativas frustadas de leitura de O Marido Ideal, eu quis ler o livro para mudar um pouco o meu ritmo de leituras e achei que encontraria um chick-lit, ou uma boa leitura ao estilo Marian Keyes.

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Allie Crawford tem a vida com que sempre sonhou. Sua carreira vai de vento em popa, tem dois filhos adoráveis e um marido que é a personificação do charme e da beleza – além de ser um profissional bem-sucedido que lhe proporciona uma vida em família tranquila e ao mesmo tempo emocionante em Nova York.
Porém, quando, durante uma festa em seu apartamento, Allie encontra o marido trancado na área de serviço com uma loura estonteante, o escândalo que se segue coloca sua vida de cabeça para baixo.
Com a ajuda de uma nova amiga, de um antigo caso mal-resolvido, e de um cara que acabou de conhecer, Allie começa a perceber que seu casamento parece mais uma farsa do que algo real. Será que ela não se apaixonou por Wade, e sim pela ideia de ele ser o marido perfeito?

Sinceramente não sabia muito o que esperar de O Marido Ideal, estava realmente procurando algo diferente dos romances que ando lendo, e por isso parti em busca deste livro, com o pensamento de que encontraria um chick-lit. O começo do livro é lento, o que impactou seriamente  nas minhas tentativas de leituras, mas depois da página 100, a história deslancha, e realmente te prende.

Gosto quando o livro é diferente da sinopse que encontramos, pois abre a porta para mistérios e situações que não esperávamos. Foi muito interessante ver o desenrolar da história, pois autora tinha um bom roteiro, saindo do obvio comum dos livros.

O livro não seria até que muito bom, se não fosse um pequeno detalhe: os personagens. Ao meu ver, a autora errou feio na construção de todos os personagens, e nos relacionamentos que eles tinham entre si.

Não adianta ter um bom enredo, se os personagens não corresponderem com o esperado. Do começo ao fim do livro, a personagem principal Allie, foi uma incognita. Realmente não consegui acompanhar suas expectativas e o que ela realmente estava buscando. O mundo desabava em sua cabeça e sua maior preocupação era com a possível traição do marido. Para mim era completamente contraditório o fato de uma mãe em um momento de crise, esquecer os filhos e focar em outra coisa. A bagagem emocional apresentada para a personagem, era muito interessante e poderia ser muito útil, mas foi mal aproveitada na história, e acabou ficando sem nexo. É como se a inserção de alguns fatos, simplesmente não fosse necessária.

Enquanto a personagem principal nos colocava num redemoinho de confusão, os secundários, por muitas vezes eram desnecessários, em muitos casos, sua presença na história era mal explicada e ao fim eles desapareciam sem ao menos uma explicação.

A “desconstrução” do marido ideal, ficou um pouco ofuscada pelo enredo de mistério que a autora criou. Foi legal porque tirou o foco da traição, mas ao mesmo tempo não deixa de ser estranho a forma como “de repente” Wade não era mais o cara que Allie conheceu por 10 anos.

Fiquei muito decepcionada com a leitura de O Marido Ideal, pois ao mesmo tempo em que o enredo e a ideia era original e interessante, a construção dos personagens em torno da mesma foi fraca e mal desenvolvida, impactando diretamente no resultado final da história. Não sabia se estava lendo um chick-lit, drama, romance…

Livro: O Marido Ideal

Autora: Holly Petterson

Editora: Record

Páginas: 145 páginas

Nota: 2,0/5,0 estrelas

 

 

Nota Musical – Review Show de gravação do DVD do Vanguart

Por , 22 de julho de 2015 12:05

Pelo meu histórico, é necessário uma música para gostar, um CD para identificar e um show para virar fã de carteirinha. E o Vanguart veio para continuar essa tradição.

Capturar

Domingo, 17 horas da tarde, no CCSP ali colado no metrô Vergueiro. Tinha um encontro marcada co uma das bandas que cresceu entre as minhas favoritas em 2015.

Desde que contei um pouco sobre como conheci a banda no começo do ano, eu venho acompanhado e esperando um show próximos deles. Eles sempre estavam pela ‘região’ ou em SP, mas ou era num dia que eu não podia, ou era muito longe.

Todos os membros dessa equipe são provas vidas que incontáveis vezes eu fiz aquele irresistível convite, mas nenhum deu certo. Talvez porque o destino queria que a minha primeira experiência live com a banda fosse em uma ocasião tão especial, a gravação do DVD da turnê do último disco, Muito Mais que Amor.

E em vários momentos me peguei lembrando o que sempre falo (e até comentei no outro post) que quem diz que a música de qualidade está acabando é porque não conhece bandas como o Vanguart.

Como o show foi no CCSP que tem capacidade para 622 pessoas o show teve um clima intimista, mesmo clima que me fez ficar louca atrás dos ingressos que se esgotaram.

Consegui aos 45 minutos do segundo tempo e pelo quanto me diverti, ficou plausível todos os meus momentos de tristeza por estar perdendo o show, antes de finalmente conseguir comprar.

O show começou um pouco depois das 17:00 e por quase 2 horas, a banda tocou sucessos de todas a s suas fases, mais principalmente do CD atual, que assumo, é o meu favorito. Não só pelas letras (lindíssimas), mas há um conjunto de músicas tão distinto nele, que é impossível não se encantar.

O que mais amo de ver uma banda ao vivo (e realmente amos isso), é como uma música que no CD não parece tão legal, e ao vivo ganha outros ares e me faz apaixonar por ela tudo de novo. Canções como Olha pra mim e Meu Sol, saíram como as minhas queridinhas da semana.

Sou muito suspeita porque amo o som, mas ao vivo o violino da Fernanda ganha um espaço mais de destaque. Porém, a banda inteira é incrível.

Eles tem um entrosamento muito natural e parece mais um grupo de amigos (muito talentosos) tocando para se divertir, do que uma banda que está há mais de 10 anos na estrada. Não sei o quanto disso vai estar no DVD, mas entre as músicas eles nos divertiam com as suas histórias e brincadeiras.

Por fim,é um show que vai ficar na minha memória por muito tempo, e se eles estiveram passando perto da sua cidade, não perca a oportunidade de conferir e quem sabe me encontrar por lá, porque agora que descobri o caminho das pedras não desaprendo mais.

Crédito da foto: Angelica Tostes 

Entre Páginas – Uma História de Amor e TOC

Por , 20 de julho de 2015 12:05

Quando eu peguei o livro apesar da sinopse eu não sabia o que encontrar, e a surpresa foi bem agradável.

Uma História de Amor e TOCBea foi diagnosticada com transtorno obsessivo-compulsivo. De uns tempos pra cá, desenvolveu algumas manias que podem se tornar bem graves quando se trata de… garotos! Ela jura que está melhorando, que está tudo sob controle. Até começar a se apaixonar por Beck, um menino que também tem TOC. Enquanto ele lava as mãos oito vezes depois de beijá-la, ela persegue outro cara nos intervalos dos encontros. Mas eles sabem que são a única esperança um do outro. Afinal, se existem tantos casais complicados por aí, por que as coisas não dariam certo para um casal obsessivo-compulsivo? No fundo, esta é só mais uma história de amor… e TOC.

Ok, sabia qual era história, mas assim como muito YA’s por aí, Corey Ann Haydu cria uma história tocante e com a dose certa de drama, triplicados por causa dessa fase tão complicada.

Quer dizer, adolescência já é difícil por si só, imagina passar por ela e ainda ter que enfrentar outras batalhas como a de Bea com o TOC ou a de Beck com a compulsão por limpeza e academia.

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Blá blá blá – Os terraços

Por , 19 de julho de 2015 14:05

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Em um momento de descoberta, de desafio, para superar a tristeza do dia, aliviar o pensamento ou somente olhar para a paisagem linda de uma cidade nova, ou até mesmo uma velha conhecida.

Terraços nos fazem imaginar um mundo distante e longe da realidade. E tudo isso, eu apenas sei em livros, por que na realidade subir em terraços, não é tão fácil assim.

Não é de hoje (nem vai acabar amanhã) que filmes nos passam uma incorreta precisão de como coisas simples acontecem no nosso dia-a-dia e subir em terraços, seja em um novo prédio ou não, principalmente no Brasil é praticamente impossível.

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Maratona Literária 4.0 – Conclusão da Maratona

Por , 18 de julho de 2015 14:22

Toda a equipe participou da Maratona com metas e objetivo diferentes.

Nem todos estão satisfeitos com o seu próprio resultado, mas isso só demonstra o quanto uma semana de gás assim nos ajuda a adiantar as leituras.

Veja abaixo como foi o resultado de cada um:

 

Sabrina

Acredito que essa tenha sido a Maratona na qual mais me mantive na meta.

Fui dar uma relembrada nas leituras das edições anteriores e em todas elas acabei mudando os livros no meio… Mas nessa fui até o final – literalmente.

Como estava de férias no começo da semana, consegui dar um gás logo de cara. Porém, no meio da semana voltei ao trabalho e aí minhas leituras sofreram um baque…

De qualquer forma, consegui cumprir com folga a meta de ler 100 páginas por dia, alcançando a média diária de 137 páginas lidas.

A única parte na qual não me mantive firme foi na proposição de ler 20 páginas por dia de Jude, the obscure. Amo os livros do Hardy e estou adorando a leitura deste, porém preciso de mais tempo para me dedicar mesmo a ela.

TOTAL: 971 páginas
3 livros concluídos

 

 

Thais

A Meta era ler 150 páginas de O Capital, mas acabei desviando um pouco.

Terminei os 7 dias lendo 62 páginas de O Capital, 217 páginas de Sr. Daniels (terminei na madrugada do sábado, então não contou o restante) e O Marido Ideal com 415 páginas.

Total de Páginas Lidas: 694

Livros Concluídos: 1

 

Will

Quem me conhece, sabe que estou mudando um pouco meus hábitos nos últimos tempos e a leitura acabou sofrendo com isso.

Sofrendo na quantidade, porque na qualidade eu agora acabo lendo livros que tem mais haver com a minha rotina e que realmente estou doido para desbravar.

Coloquei como meta ler o O Príncipe Mecânico, mas só consegui avançar 150 páginas.

Pode parecer pouco, mas estou muito animado como livro e esse semana me deu o gás que precisava para lê-lo.

Páginas Lidas: 150

Apenas morrendo! 😬😓👊🏼💪🏼 #Gym #GymTime #Academia #Malha #VaiMonstro #PraCima #Go #VSCO #VSCOgym

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Fanny

Então, né.

Eu estava de férias. Eu tinha todo o tempo do mundo para cumprir a minha meta (um piuco audaciosa), mas possível e adivinha: claro que não consegui.

Pode não fazer sentido mas de muito tempo que eu sei que consigo fazer mais coisas quando o meu dia está cheio e corrido do que o contrário.

De qualquer forma, tirei um livro da estante da nossa meta de não comprar livros, Faça Como Steve Jobs que tem 217 páginas, também terminei Kim com 331 páginas,  cheguei na reta final de Jude The Obscure, com 329 páginas lidas, li 40 páginas de O Príncipe dos Canalhas, que não estava na minha meta e 50 páginas de Eugene Onedin que acabei lendo em um momento que estava fora de casa sem os livros da Maratona somente com o Kobo e foi ele mesmo.

Por fim, minha Maratona não foi um desastre completo, mas poderia ser melhor. Fica para a próxima!

Páginas Lidas: 967

Livros Concluídos: 2