O Noveleiro – A Regra do Jogo

Por , 31 de agosto de 2015 21:14

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Após três anos de espera por uma novela de João Emanuel Carneiro, ele chega com “A Regra do Jogo” seu novo folhetim que promete e muito para abrilhantar esse horário das 21h que está bem decaído depois do flop do século chamado “Babilônia”.

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Chá das Cinco – Tudo começa bem (ou não): A formação de Shakespeare #WillShake

Por , 31 de agosto de 2015 17:00

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        Esse post faz parte do Desafio Shakespeare!

Para conhecer o desafio completo, clique AQUI!

Em uma pequena chamada Stratford-upon-Avon, a mais de 100 milhas de Londres nascia em 23 de abril de 1564,  filho de Mary Arden e John Shakespeare, William Shakespeare.

Ao longo do nosso desafio, iremos conhecer um pouco mais de todos os aspectos da vida e do trabalho de Shakespeare. Como era o mundo que ele conhecia? A resposta para essa pergunta pode parecer banal, mas é importante conhecer o contexto para entender a história e as suas peças.

Claro, que boa parte é suposição, não nossa, mas de todos os historiadores. Não há muitos registros da época e há poucas coisas para rastrear  até mesmo dos passos de William como autor, imagina como uma jovem criança?

Porém, o que se tem certeza é que a família Shakespeare nunca saiu de Stratford-upon-Avon.

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Entre Páginas – Freefall

Por , 31 de agosto de 2015 12:05

Nada melhor para acabar esse mês de agosto, com a resenha de um ótima YA.

freefall-cover-with-tagline_thumb[4]Seth McCoy, foi a última pessoa a ver o seu melhor amigo, Isaac, vivo. E foi o primeiro a encontrá-lo morto. Era só mais uma festa, só outra festa, só outra oportunidade que Isaac tinha para beber demais e desmaiar. Só que dessa vez Isaac não acordou.

Convencido de que as suas próprias ações, ocasionaram a morte do amigo, Seth está dividido entre mudar a sua vida inteira…ou se perder completamente.

Então, ele conhece Rosetta: tão linda e tão diferente de tudo e de todos que ele já conheceu. Mas Rosetta tem os seus próprios segredos, e Seth logo vai descobrir, que ele não é único que precisa ser salvo.

Eu realmente, não estava esperando muito desse livro, e me surpreendi muito ( muito mesmo) com tudo.

Eu não costumo ler muitos livros narrados por homens, e ainda por rapazes na casa dos 16 anos, é ainda mais raro. Entre Bella’s, Gracie’s e Rosie’s, resta pouco espaço dentro da YA para os rapazes (Ou é eu, que estou só pegando livros de meninas?). E Scott, consegue contornar essa situação de forma magistral.

Seth McCoy, ou Dick, é apesar de seus atos de rebeldia, um garoto normal. Não é extremamente inteligente, não é extremamente certo, nem extremamente errado, é um garoto comum, que tem que lidar com a dificuldade em superar a morte do melhor amigo. Eu acho que isso um grande ponto de partida para toda a história, e Mindi, criou um ambiente que uma autora poderia ficar perdida, ou explorar sem muita cautela ou paixão, o que não acontece em Freefall.

Temos uma maior proximidade com toda a narração, já que as escolhas de Seth, são escolhas que nós também poderíamos facilmente fazer.
Ao longo da história, vamos descobrindo todos os detalhes da morte de Isaac, e sobre a (duvidosa) personalidade, e já vamos criando uma perspectiva de como seria a amizade entre os dois, e como a morte de Isaac afetou muito Seth.

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O Noveleiro – Babilônia [FINAL]

Por , 30 de agosto de 2015 20:11

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Chegou ao fim na sexta (28) “Babilônia”, a novela mais controvérsia dos últimos tempos. A verdade é que podemos chamar essa novela de várias sucessões de erros juntos e misturados. O que é uma pena, porque a história tinha tudo para dar certo e ser um sucesso dos 50 anos na Rede Globo, mas que derrapou desde o começo e foi um tiro que saiu pela culatra.

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Entre Páginas: Tudo está Bem quando termina bem #WillShake

Por , 30 de agosto de 2015 17:00

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Aviso aos navegantes:

William Shakespeare escreveu peças para serem encenadas, por isso é muito diferente você somente ler o material. No final de cada post, tentarei colocar links para peças disponibilizadas pelos realizadores no Youtube, para que essa vivência seja presenciada

 

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A Experiência

Quando comecei o desafio, sabia que a minha maior conquista no final dele seria escrever o nome Shakespeare, sem ter que conferir todas as vezes.

Assim como avisei no post de abertura, eu já fiz o desafio no começo do ano e consegui cumpri-lo.

Então sim, talvez eu esteja no Outback em um happy hour com a galera enquanto você estará lendo uma peça escrita no século 15, mas eu sei exatamente o que você estará passando, e isso é o que importa, a troca de experiência

Esse desafio pra mim já começo estanho por dois motivos:

1° Eu nunca fui grande fã do Shakespeare;

2° Porque nunca nem pensei que iria fazer isso;

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Nota Musical: Review E.MO.TION de Carly Rae Jepsen

Por , 26 de agosto de 2015 12:05

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Geralmente somos muito curiosos com o pop nessa coluna.

Afinal, apesar de todos considerar um gênero ‘bobo’ é o bobo que nos acompanha em vários momentos que nos faz muitas vezes levantar da cadeira e dançar e como negar essa importância?

E fazemos o contrário disso, abraçando, gostando e declarando aqui todos que gostamos, mas também temos que falar do que não funciona e E.MO.TION, novo disco de Carly Rae Japsen,isso porque o que exatamente acontece.

O primeiro single do CD eu really really really didn’t like, mas até aí tudo bem. Quando em 2013, ela lançou o hino chiclete Call me Maybe eu cantei a plenos pulmões, porém não foi o bastante para gostar de I really really like you.

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Café irlandês – 7 filmes inesquecíveis que fazem 10 anos em 2015

Por , 25 de agosto de 2015 12:33

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Esse anos faz 10 anos do lançamento de alguns filmes marcantes para quem era como nós adolescentes na última década.

Para matar a saudade e mostrar para todo mundo como somos velhos e os anos passam muito rápido, seguem xxx filmes que fazem 10 anos.

1 – Madagascar

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Hoje eu não suporto as quantidades de filmes extras que fizeram, mas na época, o lançamento de Madagascar foi apaixonante.

2 – Sonhos no Gelo

Ninguém é mais expert em fazer filmes apaixonantes e suspirantes que a Disney. E Sonhos no Gelo foi nesse mesmo nível.

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3 – 4 Amigas e um jeans viajante

Esse é um filme que me marcou muito. Li todos os livros da série ( que estamos precisando resenhar aqui, né?) vi o segundo e amo ver que as meninas continuam amigas próximas mesmo depois de tantos anos.

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4 – Harry Potter e o Cálice do Fogo

O Harry Potter anual dos anos OO de 2005 foi exatamente o Cálice de Fogo. Bons Tempos.

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5 – Cruzada

O filme dividiu criticas, mas ganhou pontos no meu coração, com um bom roteiro, cenas maravilhosas e Orlando Bloom (<3).

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6 – Tudo Acontece em Elizabethtown

Foi um bom ano para ser fã do Orlando Bloom. E juro que não gostei do filme só por causa dele.

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7 – Orgulho e Preconceito

E um clássico que amamos se atualizou para uma nova geração. Demorei quase 6 meses para colocar a mão em uma cópia do filme, mas 2005 marcou o ano do lançamento de mais um Mr. Darcy para a nossa vida.

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Entre páginas – Eugênio Oneguin

Por , 24 de agosto de 2015 12:05

Para quem acompanha o nosso blog em junho eu contei sobre a minha experiência com a opera Eugene Onegin e depois de descobrir que era difícil encontrar um russo que não tinha lido a obra, resolvi também ir conhecer.

22123496Pushkin narra a vida de Eugênio Oneguin, que, em plena juventude, sente-se entediado com a vida. Aristocrata, rico, militar, cansado dos prazeres, insensível, permanece solteiro por medo das responsabilidades. Um verdadeiro amor passa por sua vida, a quase adolescente Tatiana, mas Eugênio ignora-o. Anos mais tarde, Oneguin parece despertar de seu tédio pela vida e volta a encontrar Tatiana, já mulher, mas casada.

Admito que não sou muito fã de literatura oriental. O pouco que li são em sua maioria livros indianos, mas sempre abri as portas para literatura russa.

Apesar de Guerra e Paz ser uma pedra no meu sapato, livros como Crime e Castigo e Anna Karenina são livros que já risquei do TBR com Anna Karerina tendo entrado até nos meus favoritos.

Quando fui ver a ópera sabia que tinha livro, mas com a correria da semana nem consegui conferir e ficou para depois por dois motivos:

1°- A história era tragicamente bela;
2° – Queria saber o que acontecia com um personagem que na ópera sumia no último ato sem um destino certo.

Eugênio Oneguin é um romance em versos e talvez as minhas leituras de Shakespeare recentes, tenham ajudado a apreciar ainda mais o trabalho.

A história é muito bela, os cânticos inspirados e o amor (e a rejeição!) pulam das páginas.

Não sei vocês mas eu amo uma música bem escrita que conta uma história. Como uma apreciadora de saber todo claro que sempre quero saber um pouco mais sobre o que aconteceu ali e por isso nunca fui muito fã de poesia e contos.

Porém, a vida e as leituras pelo caminho estão tratando de remediar isso, e aos poucos a percepção de finalidade vai mudando.

Eugene Onegin é um marco na literatura russa e não é por mal, a história é magnifica, e enquanto tiver livros assim estou disposta a qualquer livro.

O livro já foi traduzido para Português, mas acabei lendo em inglês pela facilidade em encontrar o romance nessa língua. Talvez romance em versos russos não tenha caído nas graças do brasileiros, porém é imperdível para quem quer conhecer um pouco mais da literatura fora do eixo.

Ficha técnica:

Livro: Eugênio Oneguin
Autor: Alexander Pushkin
Editora: Record
Páginas: 282 páginas
Nota: 5/5 estrelas

Chá das Cinco – Desafio Shakespeare: No ar! #WillShake

Por , 22 de agosto de 2015 17:00

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Um dia eu acordei e decidi que iria ler toda a obra de Shakespeare em 30 dias.

Desculpe se soar estranho ‘Ela simplesmente acordou e decidiu ler Shakespeare?’, mas é bem longe disso.

Conforme já falamos por aqui, a Sabrina e eu estamos fazendo um #Projetopravida que inclui ler (ao seu tempo) os maiores e mais desafiantes livros. São aqueles autores e livros que ficam no fundo da lista de prioridade, porque sempre estiveram ali.

A melhor definição da minha relação com  William Shakespeare pré-desafio, seria indiferença.

E já havia lido algumas peças dele e conhecia um pouco (depois descobri que era muito pouco) da sua vida.

Então um dia, depois de uma nossas reuniões do Café, a Sabrina tinha me falado que não queria ler Shakespeare porque tinha uma pouco de ‘preguiça’ de peças.

Até aí nenhuma problema porque eu também tenho, mas voltei para casa e passei a semana seguinte com uma essa fala na cabeça: Ler todas as peças de Shakespeare em 30 dias.

E assim do nada, me bateu uma vontade não de ler a sua obra para poder falar que li Shakespeare, mas em um momento de “Quero já tirar ele do caminho.”

Sem delongas e não esperando para contar para ninguém (nem mesmo para a equipe), eu comecei a minha aventura sozinha.

Adoraria ter tido a companhia nas leituras, mas sabia que se falasse dos meus planos iria acontecer duas coisas:

1° A Thaís e o Will iam falar que eu estava ficando louca. =P

2° A Sabrina iria concordar em ler, mas daqui um tempo e iria me convencer a esperar para lermos juntas.

Poderia ter esperado. Poderia ter contado, mas eu sentia que se eu esperasse que se fizesse disso um projeto que durasse 2 anos ou mais, eu nunca iria sair dele. Eu tinha um prazo curto e com isso conseguiria trabalhar para tirar Shakespeare da minha lista ‘para ler’.

Para evitar me contaminar por informações exteriores, eu comecei o desafio com o mínimo de informações possíveis da sua vida e peça. Sabia tanto, que o desafio que começou como 30, passou para 40 e durou efetivamente 66 dias.

Entre 42 trabalhos e algumas paradas estratégicas pelo caminho, terminei o desafio.

E assim como o nosso Projeto pra Vida, esse também nasceu sendo um desafio bem pessoal, porém percebi que é para isso que temos o nosso blog para incentivar vocês a lerem cada vez mais.

Maratonas Literárias, projetos ambiciosos e resenhas apaixonadas e livros que amamos. Nosso objetivo é sempre fazer com que você leia e tenha mais força para cumprir as suas metas literárias ao longo do ano, e porque não ao longo da vida.

Pensando nisso e incentivada pela equipe, eu abro nesse momento, o Chá das Cinco – Desafio Shakespeare!

Chá das Cinco – Desafio Shakespeare

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E agora eu jogo esse desafio para vocês!

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Pipoca salgada – 10 Pequenos Grandes Filmes do Netflix

Por , 21 de agosto de 2015 12:05

Aviso: Esse não é publipost!

Querendo ou não o Netflix se tornou um estilo de vida para muitos. Com a opção de ver lançamentos e séries famosas em um clique, ás vezes é até fácil do que pegar aquele DVD do filme que você até tem em casa.

Porém, longe desses lançamentos, há um mar de pequenos grandes filmes perdidos entre os vários do catálogo nacional.

Em plena sexta-feira, sabendo que ela irá fazer parte do plano de muitos no final de semana, indicamos 10 dessas pequenas joias para vocês conferirem:

1 – Minha Vida sem mim

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Prepare o lencinho e o coração para a história de Ann. Com um toque de realidade que muitos filmes e roteiros dariam o mundo inteiro para ter, Sarah Polley entrega um filme de fazer partir o coração de tão bonito e bem feito.

mylifeSinopse: Tendo apenas 23 anos, Ann (Sarah Polley) é mãe de duas garotinhas, Penny (Jessica Amlee) e Patsy (Kenya Jo Kennedy), e é casada com Don (Scott Speedman), que constrói piscinas. Ela trabalha todas as noites na limpeza de uma universidade, onde nunca terá condições de estudar, e mora com sua família em um trailer, que fica no quintal da casa da sua mãe (Deborah Harry). Ann mantém uma distância obrigatória do pai, pois ele há dez anos está na prisão. Após passar mal, Ann descobre que tem câncer nos ovários. A doença alcançou o estômago e logo estará chegando no fígado, assim ela terá no máximo três meses de vida. Sem contar a ninguém seu problema e dizendo que está com anemia, Ann faz uma lista de tudo que sempre quis realizar, mas nunca teve tempo ou oportunidade. Ela começa uma trajetória em busca de seus sonhos, desejos e fantasias, mas imaginando como será a vida sem ela.

 

2 – Como arrasar um coração

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A primeira vez que fui à Paris, esse filmes estava estreando e as revistas e jornais da época só falavam dele. Anos depois já de volta ao Brasil, resolvi conferir essa comédia romântica só para descobrir uma história de preencher o coração. Vanessa Paradis é simplesmente linda e ainda vamos falar em um post especial sobre Roman Duris (sim, ele merece!), mas enquanto isso, aproveitem para se apaixonarem por Alex junto com a Juliette.

tumblr_lgwgzhcMci1qam4zpo1_400Sinopse: Alex (Roman Duris), sua irmã Mélanie (Julie Ferrier) e o cunhado Marc (François Damiens) administram juntos um negócio inusitado: uma agência especializada em romper relacionamentos. Os altos custos para criar as farsas que possibilitam o fim dos relacionamentos e a vida que Alex leva, incompatível com sua renda, fazem com que eles devam um alta quantia. É quando o trio recebe um novo desafio: impedir que Juliette (Vanessa Paradis) e Jonathan (Andrew Lincoln) se casem. O problema é que eles aparentam ser o casal perfeito. Precisando desesperadamente do dinheiro, Alex passa por cima de seus princípios e aceita o trabalho. Ele aproveita os poucos dias que Juliette terá sozinha para se aproximar dela, fingindo ser um guarda-costas.

Veja o restante das indicações!