Entre Páginas – November 9

Por , 30 de novembro de 2015 9:00

Antes de começar esta resenha, dedico um minuto de silêncio à Fanny, para darmos força para ela sobreviver à resenha de mais um livro do ‘gênero’ new adult (quem não sabe, a minha dileta colega dedicou um post inteiro a nos dizer porque odeia esse tipo de livro).

November 9 é o segundo livro publicado pela Colleen Hoover em 2015. Apesar de gostar das montanhas-russas emocionais da obra da autora, acabei negligenciando o primeiro lançamento, Confess, e parti direto para o seu último “filho” publicado.

O que eu posso adiantar? Fanny, passe longe desse livro, porque é um new adult da gema, cheio de reviravoltas e sentimentos à flor da pele (ou seja, eu gostei bastante)!

 

November 9Fallon conhece Ben, um aspirante a autor, no dia que precede a sua mudança para o outro lado do país. A atração fora de hora leva os dois a passarem o último dia de Fallon em Los Angeles juntos, e a vida sem graça da menina acaba se tornando a inspiração criativa que Ben sempre buscou para o seu livro.

Em meio à passagem do tempo e aos vários relacionamentos e atribulações de suas vidas individuais, eles continuam a se encontrar na mesma data, a cada ano. Até o dia em que Fallon começa a duvidar se Ben está lhe dizendo a verdade ou se ele está fabricando uma realidade perfeita em prol de uma derradeira reviravolta.

 

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#WillShake: Um desafio de Shakespeare que acabou

Por , 22 de novembro de 2015 11:56

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Esse post faz parte do Desafio Shakespeare!

Para conhecer o desafio completo, clique AQUI!

 

Quando comecei esse desafio, não sabia o que esperar quando terminasse esse desafio. Já contei como ele se iniciou e agora venho relatar o que mudou na minha vida nesses quase 9 meses onde para onde eu olhava Shakespeare estava do meu lado

Primeiro eu li todas as peças separadamente e me preparava para colocar esse desafio no ar posteriormente, e depois quando eu realmente comecei a montá-lo, percebi que havia tantas coisas para falar, que ele precisava de muito espaço, muitos posts e muitos estudos.

Li 8 livros específicos de Shakespeare, inúmeros artigos e descobri grandes críticos como Harold Bloom que me ajudavam a perceber que a minha fascinação não era só coisa da minha cabeça, que ali naquelas peças havia algo de puro em relação a linguagem e aos sentimentos.

Vi montagens diversas, algumas profissionais e outras nem tanto, assisti as mais diversas adaptações que Hollywood fez dos seus filmes e nesse momento não agüento mais olhar para a cara de Kenneth Branagh que se prepara para lançar mais um filme no ano que vem.

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Mas tudo isso é pouco, muito pouco.

Assim como Jane Austen se tornou um mistério bom na minha vida com várias tentativas de decifrar as suas palavras e a sua vida, são as palavras de Shakespeare que formam um papel mais importante pra mim.

Enquanto muito se perdem em discussões gigantescas sobre a autoria real das peças, eu foco nas suas palavras e no que ele quis dizer com elas.

Como Muito Barulho por Nada foi uma grande descoberta para mim, sinto que ainda vou ficar um grande período o desbravando, quebrando as suas frases e os seus significados e me surpreendendo ao perceber que isso ou aquilo foi dito.

Ainda nem me surpreendo com isso, porque por anos, eu fui fascinada com Orgulho e Preconceito e apesar dele ainda ser o meu livro favorito de todos os tempos, nos últimos anos meu foco mudou para Persuasão e hoje é ele que releio com mais freqüência, buscando essas nuances escondidas que não reparei antes.

Mudo muito de anos para outro e tenho consciência que entre os inúmeros desafios que eu e a Sabrina topamos fazer juntas, daqui a pouco aparecerá alguém que vou ficar ainda mais fascinada por um tempo, mas como uma boa book-a-hollics e amante da literatura tem espaço para todos.

Se me perguntasse no começo do ano o que achava de Shakespeare minha resposta seria genérica de alguém que leu uma coisa ou outra e que só conhecia o básico, mas agora é só alguém falar o nome que meus lhos se iluminam e que eu quero recomendar e falar bem. Ao ler Shakespeare, ele pode não te tocar como me tocou, ou você pode nem gostar de nada do que ele fez.

Mas é impossível negar a sua influência para o mundo (não só a literatura), que temos hoje e depois de conhecer todos os personagens que ele criou, e o espaço que as mulheres mesmo há 400 anos atrás tinha nas peças, eu hoje tenho uma admiração grande pelo seu trabalho.

Lá no começo do desafio, eu disse que não sabia porque estava lendo as peças de William e que esperava descobrir até o final, nesse último post eu digo: li não porque eu deveria,mas porque precisava.

Não porque eu sou blogueira literária,mas porque eu como pessoa precisava dessa experiência. E que venha as próximas.

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Chá das Cinco – Entre Páginas: Os Sonetos

Por , 21 de novembro de 2015 12:00

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Aviso aos navegantes:

William Shakespeare escreveu peças para serem encenadas, por isso é muito diferente você somente ler o material. No final de cada post, tentarei colocar links para peças disponibilizadas pelos realizadores no Youtube, para que essa vivência seja presenciada

Esse post faz parte do Desafio Shakespeare!
Para conhecer o desafio completo, clique AQUI!

A Experiência

Aí você fecha a última página (ou clica pela última vez no reader) e acabou.

Vou falar mais desse fechamento e de tudo que aprendi e absorvi dessa experiência, mas agora vou deitar aqui e somente saborear isso.

A Resenha

Uma coisa sobre mim: Eu não gosto de poesias, poemas e afins.

Não é nada contra a esse tipo de arte, e consigo sentir a sua beleza, mas não é para mim. Por isso, quando cheguei no último livro que seria os tão famosos sonetos de Shakespeare eu estava um pouco receosa do que encontrar ou de como seria a minha avaliação.

Gostaria de terminar esse desafio com um bang e até pensei que deveria ter deixado uma peça mais certeira como Romeu e Julieta, Hamlet ou Muito Barulho por Nada (<3) para o final, porque estava com medo desse desafio de qualquer jeito.

Só que ao começar a ler os sonetos percebi que eles eram obras primas e não consegui parar até chegar no final deles.

Há poucas coisas que podemos chamar assim, nem todas as peças de Shakespeare se encaixam nessa descrição, mas os sonetos sim.

E com isso, o meu desafio estava completo, não porque li todos as peças do cara, mas porque com esse desafio lutei contra alguns preconceitos próprios e limitações que eu mesma havia colocado.

Ficha Técnica:

Nota da Fanny: 5 estrelas

Título original: The Sonnets

ACABOU!

O final “épico” de Jogos Vorazes

Por , 21 de novembro de 2015 11:27

 

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Não se fala de outra coisa no meio cinematográfico, do que a finalização da trilogia, que virou quatro filmes, Jogos Vorazes. A mega estrela Jennifer Lawrence (J-law, para os íntimos), finalmente leva Katniss Everdeen para o ápice da guerra contra a Capital.

Vou ser sincera com voces, querido leitor, depois de 3 filmes e muitosnow reboliço, eu enjooei desta história . Tudo aquilo que ocorre em excesso, satura e cansa o público , e foi isso que aconteceu comigo. Por isso, talvez essa opinião explicite mais o meu descontentamento com o andamento da indústria do que ressaltar as boas qualidades que o filme tem.

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Café Irlandês – 5 sugestões de passeios em São Paulo para unir cultura e comida

Por , 20 de novembro de 2015 21:53

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Aproveitando o feriado em São Paulo e algumas cidades da região a vontade de pegar um carro e descer para praia é grande, mas chuva, trânsito e a quantidade de pessoas por lá acaba afastando pessoas como eu (que adora uma praia, mas odeia multidão lá).

Uma boa opção para quem moa perto de São Paulo é aproveitar esses dias para conhecer a terra da garoa e que melhor opção do que aproveitar um dia em São Paulo, unindo cultura e comida?

Como eu não moro em São Paulo, tenho uma noção diferente de distância entre os lugares, porque afinal eu já sai de tão longe, mas ainda me impressiono com o transito de sábado de manhã toda vez.

Abaixo listo 7 opções para aproveitar um dia em família, amigos ou até mesmo sozinho:

 1 – Avenida Paulista + Grand Gateau no Paris 6

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A Avenida Paulista é o cartão postal mais manjado da cidade, mas tem o motivo para isso. Com diversas opções de passeios nela e nos seus arredores, dá para conhecer o MASP, a Casa das Rosas e até mesmo se perder nas prateleiras infinitas da Livraria Cultura no Conjunto Nacional.

Para almoçar/jantar, há ainda mais opções. Na Casa das Rosas tem um pequeno café que serve saladas e outros pratos leves ou quem está afim de comer um lanche gostoso a recomendação é a Lanchonete da Cidade.

Opções de comida é que não falta na região, com Pubs, restaurantes de (praticamente) todas as comidas do mundo

Mas a sobremesa deixe por conta do Paris , para quem vai voltar para a Paulista vai ter enfrentar uma subida na volta do famoso bistrô, mas já lhe adianto que vai valer cada centavo.

Recomendo experimentar o Negro Rei e tente divertir com alguém, porque é muito doce (mas irresistível!)

Casa das Rosas: Av. Paulista, 37 – Bela Vista

www.casadasrosas.org.br

MASP: Av. Paulista, 1578

www.masp.art.br

Conjunto Nacional: Av. Paulista, 2073

Lanchonete da Cidade: Alameda Tietê, 110 – Jardim Paulista

www.lanchonetedacidade.com.br/

Paris 6: Rua Haddock Lobo, 1240 – Cerqueira César

www.paris6.com.br

2 – Parque Villa Lobos e Butantan Food Truck

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O parque é um espaço completo para praticar atividades físicas, mas também tem livraria e um espaço para eventos ao ar livre. Para quem tem um pouco de receio de começar a andar por ‘dentro’ de São Paulo, pode aproveitar que o espaço fica praticamente na Marginal Pinheiros.

Como é um lugar mais relax, na saída vale também passar no Butantan Food Truck. Food Truck virou uma moda e até me Jundiaí rolou várias tentativas legais,mas nada supera algumas opções do Butantã.

A que mais recomendo: A Batata Belga! Ainda tenho sonhos com aquela incrível comida! Esse é um produto gourmet que aprovo.

Parque Villa Lobos: Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 2001

parquevillalobos.sp.gov.br

Butantan Food Park: R. Agostinho Cantu, 47 – Butantã

butantanfoodpark.com.br

 3 – Vila Madalena + Bacio di Latte

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Passear na Vila Madalena pode ser uma tortura por causa das suas ladeiras, mas é só parar em um quarteirão (boa sorte em encontrar lugar para estacionar!) e dar uma volta ali para achar dezenas de lugares para almoçar. E o melhor é cada vez encontrar um lugar diferente para experimentar.

Para a sobremesa (perceberam que eu amo sobremesa, né?) não perca a oportunidade de experimentar o Bacio di Latte (essa não é uma propaganda do lugar, mas uma recomendação sincera) que tem o MELHOR Gelato.

Em São Paulo há dezenas de lugares que vende shoppings e lojas de rua, mas aproveitando esse passeio na Vila Madalena pode ser uma boa pedida.

Bacio di Latte: Rua Harmonia, 337

www.baciodilatte.com.br

4 – Visita Guiada ao Teatro Municipal + Almoço no Terraço Itália

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Mesmo quem não gosta de ópera, não pode perder a oportunidade desconhecer por dentro e com detalhes esse lugares maravilhosos, ai no coração de São Paulo, quase perdido entre uma praça abandona e cheia de mendigos e lojas barulhentas. Você entra pelas portas e está em outro mundo.

Há visitas durante o dia inteiro, mas tem que colocar o nome na lista, então recomendo chegar cedo para colocar o nome na lista.

Se sobrar tempo, dá para conhecer o Espaço Cultural do Banco do Brasil, que fica praticamente na mesma rua.

Para o almoço, a opção é o Terraço Itália,um dos restaurantes mais comentados e desejados de São Paulo. Como o jantar é muito caro (com um casal o podendo pagar mais de R$ 700,00) há a oportunidade de aproveitar o horário do almoço que tem um valor diferenciado e para conhecer a vista tão comentada.

Theatro Municipal de São Paulo: Praça Ramos de Azevedo, s/n – República

theatromunicipal.org.br

Espaço Cultura do Banco do Brasil: R. Álvares Penteado, 112 – Centro

culturabancodobrasil.com.br

Terraço Itália: Av. Ipiranga, 344 – República

www.terracoitalia.com.br/

 5 – Catavento Cultural + Mercado Municipal

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O museu do Catavento é uma joia dentro da cidade. Dedicado a ciência e com um forte apelo para as crianças é uma grande opção para levar as crianças, mas que vai fazer qualquer pessoa se divertir.

Saindo dali, do outro lado da Avenida do Estado, está o Mercadão Municipal com as suas opções, mas quem nunca pisou TEM que experimentar o famoso sanduíche de mortadela.

Catavento Cultural: Av. Mercúrio, S/N – Brás

www.cataventocultural.org.br/

Mercadão Municipal: R. da Cantareira, 306 – Luz

www.oportaldomercadao.com.br/

Chá das Cinco – Entre Páginas: Venus e Adonis

Por , 20 de novembro de 2015 15:02

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Aviso aos navegantes:

William Shakespeare escreveu peças para serem encenadas, por isso é muito diferente você somente ler o material. No final de cada post, tentarei colocar links para peças disponibilizadas pelos realizadores no Youtube, para que essa vivência seja presenciada

Esse post faz parte do Desafio Shakespeare!
Para conhecer o desafio completo, clique AQUI!

A Experiência

Shakespeare não escreveu muitos contos. Bom, se escreveu,foram pouquíssimos que sobreviveram, e esse é o melhor de todos.

Apesar de gostar muito de várias peças deles, senti que algumas ocasiões, após ler os contos e os sonetos, fiquei com a impressão de quantas menos palavras havia, mais cuidado ele inseria em cada uma delas.

Os contos foram todos fáceis de ler e cumprir a meta, porém, Venus e Adonis foi um prazer em ler.

A Resenha

venusVenus se apaixona por Adonis, um grande guerreiro, e tenta o seduzir das mais diversas formas usando artifícios para fazer com que mais esse homem caia aos seus encantos.

Após ler esse conto, criei a seguinte teoria: que se Shakespeare tivesse escrito os mitos gregos, teríamos muito mais amor e menos guerras.

Talvez nos lembraríamos mais fácil das histórias de amor (mesmo que às vezes trágicas) do que somente dos 12 trabalhos de Hercules. De certa foram, Shakespeare fez isso com as suas histórias.

No caso desses dois improváveis amores, o conto consegue ser tão emocionante e com sentimento quando Antonio e Cleópatra que lemos lá no começo do desafio. Tem as suas grandes diferenças, mas o drama parecido faz essas duas histórias se conectam.

E com isso, temos em nesse conto, o melhor conto de William.

Ficha Técnica:

Nota da Fanny: 5 estrelas

Título original: Venus and Adonis

Próxima Peça: The Rape of Lucrece (Conto)

Nota Musical – O Outro lado (e review) de Delirium, da Ellie Goulding

Por , 16 de novembro de 2015 9:00

Na semana passada, a Sabrina postou aqui o seu review de Delirium da Ellie Goulding, Leia aqui! Naquele momento, eu ainda não havia escutado o CD inteiro, e as poucas que tinha ouvido não pareciam muito promissoras.

Porém, um dia depois do seu post ir ao ar, eu fui ouvir e….por isso vim hoje aqui falar do outro lado de Delirium: O lado de alguém que gostou muito!

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Conheci a Ellie quando li que ela cantou no casamento real, isso lá em 2011. Fui atrás para ouvir algumas músicas, mas só foi no final desse mesmo ano que o seu trabalho ficou mais conhecido para o resto do mundo e para mim.

Gosto bastante de Bright Lights, seu primeiro álbum, mas admito que Halcyion passa longe de ser o meu favorito, e só gosto de algumas músicas.

Quando o burburinho do novo CD dela começou estava ansiosa e bem curiosa para o que viria pela frente. Foi ouvir On My Mind que já tinha poucas esperanças para o álbum.

Ao divulgar Something on the way you move, eu fiquei ainda pior, já pensei que as esperanças estavam no chão.

Porém, as outras duas canções divulgadas antes, Lost and Found e a incrível ARMY, melhoram um pouco a minha esperança.

Mas a análise da Sabrina jogou ela no chão e a única música que escutamos juntas I Do What I Love que me fez não duvidar ou impedir o seu review.

Só que semana passada eu parei para ouvir, para poder ter como base o CD completo, e aí veio a melhor surpresa do ano: EU AMEI!

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Chá da Tarde – Entre Páginas: A Lover’s Complaint

Por , 15 de novembro de 2015 20:40

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Aviso aos navegantes:

William Shakespeare escreveu peças para serem encenadas, por isso é muito diferente você somente ler o material. No final de cada post, tentarei colocar links para peças disponibilizadas pelos realizadores no Youtube, para que essa vivência seja presenciada

 Esse post faz parte do Desafio Shakespeare!
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A Experiência

Desafios vão dar errados, muitos obstáculos entraram em sue caminho e não vai ser fácil.
Se fosse, não se chamaria desafios.

Ler a obra completa de um escritor tão complexo é um desafio imenso, não pelo tamanho dos seus trabalhos, mas pela necessidade de pensar sobre ele, de analisá-los.

De realmente pensar em tudo que você está lendo e absorver essa alternativa.

Agora entramos na parte de contos e sonetos e só posso dizer é que vai melhorar. Sim, o tamanho dos trabalhos é menor, mas a qualidade também melhora. Do que vamos falar hoje, A Lover’s Complaint, até o Sonetos, somente uma delas não é realmente boa.

Nunca estivemos tão perto da linha de chegada e nunca esse desafio ficou tão próximo de ser finalizado, mas ainda não é o fim.

Resenha

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A nossa dama negra conta a sua triste história, relatando detalhes sobre a sua vida e todas as coisas ruins que aconteceram com ela, principalmente quando se envolve um tópico importante, o amor.

Uma das partes que mais me chamou a atenção é como o homem que a corteja começa a chorar depois de uma conversa trocada e nossa protagonista não se aguenta, finalmente se entrega a ele, mas apesar de ter penado tanto no passado ela cai de novo nas mãos de mais um homem.

Um poema trabalhado de uma forma incrível, falando de outro aspecto do amor que alguns conhecem melhor do que qualquer outro.

Ficha Técnica:

Nota da Fanny: 4 estrelas

Título original: A Lover’s Complaint

Próxima Peça: Venus and Adonis (Conto)

Chá da Tarde – Entre Páginas: Péricles

Por , 11 de novembro de 2015 9:00

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Aviso aos navegantes:

William Shakespeare escreveu peças para serem encenadas, por isso é muito diferente você somente ler o material. No final de cada post, tentarei colocar links para peças disponibilizadas pelos realizadores no Youtube, para que essa vivência seja presenciada

 

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A Experiência

Com a última peça do nosso desafio sendo vencida, compartilho aqui um GIF que descrevem bem como foi esse momento na minha vida:

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O desafio não acaba por aqui, mas os próximos dias serão muito mais tranquilos com a leitura de contos menores, e por fim, os tão esperados poemas (que já aviso que vão compensar cada centavo).

Resenha

PericlesQuando Péricles de Tyre consegue resolver um desafio para ficar com a filha de um rei, uma redemoinho de desgraças caíra sobre a sua cabeça e sobre a sua família.

E muito anos será necessário para que tudo se acerte, mas terá Péricles força para continuar como um homem integro em meio a tantas provações?

Ao começar a ler Péricles, você pode pensar que esteja em um conto de fadas ( não a versão bonitinha da Disney, mas a real criada pelos Irmãos Grimm e companhia) e no final vai suspirar dizendo, sim era um conto de fadas de verdade.

Há pessoas que dizem que consegue ser até melhor que A Tempestade que também tem moldes de conto de fadas, pessoalmente eu gostei mais do segundo, mas gosto é gosto.

Péricles, não duvido, pode ter sido a inspiração para diversas viés de grandes histórias posteriores. A relação de Cleon e Dionyza com Marina gritou Os Miseráveis em meus ouvidos e assim, com a última peça da sua lista, eu percebi mais claramente como a influência de William pode ter sido até maior do que temos consciência.

Talvez se fosse para montar a sequência, preferiria terminar as peças com alguma que gostei muito (Muito Barulho por nada, estou olhando para você), mas tudo tem o tempo certo, e Péricles teve o dele.

Ficha Técnica:

Nota da Fanny: 3 estrelas

Título original: Pericles

Próxima Peça: A Lover’s Complaint (Conto)

A Peça

O Noveleiro – Totalmente Demais

Por , 9 de novembro de 2015 20:22

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Totalmente Demais é a mais nova novela das 19h que entra no lugar de “I Love Paraisópolis” sob autoria de Rosane Svartman e Paulo Halm dupla que já trabalha junto há um tempo e que realizou as temporadas 2012 e 1014 de Malhação.

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