Café Retrô 2015 – Os melhores e as decepções da literatura

Por , 29 de dezembro de 2015 12:05

Retrospetiva 1

 

Depois de anos com metas literárias mirabolantes, queríamos deixar este ano um pouco mais leve. Somado ao desafio que limitava a nossa compra de livros, foram poucos os lançamentos que acompanhamos.

Isso também nos permitiu uma liberdade maior na escolha de leituras, afinal, somos bem ecléticos. Com isso, desencalhamos clássicos e mais clássicos das nossas estantes, demos preferências aos e-books e acompanhamos a continuação de diversas séries.

Nem por isso deixamos de acompanhar completamente os lançamentos e o que aparecia de novo por aí. Para o blog, este ano não foi tão positivo para o mercado literário, pois não houve a introdução de novos conteúdos significativos e não tivemos grandes best-sellers como em outros anos (Cinquenta tons de Cinza e John Green).

Fomos invadidos, literalmente, pelos livros de colorir. Em todos os lugares, lojas, bancas de revista, mercados… Os livros de colorir dominaram o mundo e figuraram absolutos na maioria da lista dos mais vendidos (pelo menos naquelas que os computaram…).

Este foi um ano de continuação de séries de grande apelo para o público juvenil, como A Herdeira, da Kiera Cass, e Minha Vida Fora de Série – 3a temporada, da Paula Pimenta.

Também tivemos, finalmente, a consagração dos romances históricos, que conseguiram um público fiel e foram largamente publicados neste ano. Autoras nacionais também tiveram sua vez e grandes sucessos nacionais como Carina Rissi, o quarteto de Um Ano Inesquecível, Bianca Briones e Isabela Freitas com os seus livros de autoajuda. Também não podemos esquecer os blogueiros/vlogueiros como Kéfera e Cristian Figueiredo, que levaram milhares de fãs à loucura em eventos pelo Brasil.

E entre tudo isso, os melhores e algumas decepções apareceram no nosso ano e listamos cada uma deles abaixo:

 

SABRINA

sabrinaEste foi um ano bem mais ou menos no quesito leituras.

Como sempre, li o ano todo (um pouquinho que fosse por dia), mas em volume acabei lendo beeeem menos do que gostaria. Sim, eu sei que havia colocado como meta 50 livros e consegui cumpri-la. Porém, quando vejo a quantidade de livros a ainda serem lidos juntando poeira na estante bate um “leve” desespero e a certeza absoluta de que precisarei de muitos anos para zerar a minha TBR.

Por outro lado, fiquei muito feliz porque pela primeira vez consegui cumprir minha proposição de ler mais clássicos. Conheci (e me apaixonei por) Thomas Hardy e Wilkie Collins, comecei Guerra e Paz e li mais um pouquinho de Dickens e Charlotte Brontë.

 

Os melhores do ano

The Woman in WhiteFar from the madding crowd, do Thomas Hardy

The Woman in White, do Wilkie Collins

The Pact, da Jodi Picoult

O Descompasso Infinito do Coração, da Bianca Briones

Beleza Perdida, da Amy Harmon

 

 

 

Decepções do ano 

810qmWQvMjLPaper Towns, John Green

Elena: a filha da princesa, da Marina Carvalho

Isla and the Happily Ever After, da Stephanie Perkins

Dreamland, da Sarah Dessen

 

 

 

   FANNY

fannyComecei o ano sem esperar muito das minhas metas de leitura e dos próprios lançamentos que viriam, então acabei concentrado nos livros antigos e redescobri um universo.

Pela primeira vez em anos, Maya Banks não foi a autora que mais li, porque William Shakespeare dominou o meu ano. E gostei tanto do resultado, que resolvi levar esse tipo de desafio para o ano que vem.

De certa forma, 2015 foi um ano perfeito para segmentar as minhas leituras e gostos para os próximos anos. A minha lista  possui poucos livros publicados nesse ano, mas optei por realmente colocar os que conquistaram o meu coração.

 

Os melhores do ano

far-from-the-madding-crowd-cover-image Far from the madding crowd, do Thomas Hardy

Muito Barulho por Nada, de William Shakespeare

O Sol é para todos, da Harper Lee

Orlando, da Virginia Wolf

Amor Amargo, da Jennifer Brown

Dois Garotos se Beijando, do David Levithan

Eu Estive Aqui, da Gayle Forman

O Xará, de Jhumpa Lahiri

Um Mais Um, de Jojo Moyes

 

Decepções do ano

The Royal WeddingO Casamento Real, da Meg Cabot

Grey, da E. L. James

 

 

 

 

 

 

 THAÍS

thaisCom um ano fazendo pós-graduação e trabalhando, coloquei uma meta bem baixa, de apenas 50 livros, sem me apegar muito a ela. Ultrapassei a meta, mais pelo fato de ler algumas séries de romance em sequência.

Neste ano, novamente, não li livros de ótima qualidade, e também não saí dos romances, sejam históricos, eróticos ou contemporâneos.

Na reta final do ano engatei a leitura de Guerra e Paz, que infelizmente ainda não consegui concluir, mas que foi uma brisa de coisa boa em meio a tanta leitura fraca. Foi realmente difícil escolher os melhores e os piores, pois na maior parte das vezes a leitura foi apenas mediana e nada conseguiu se sobressair.

 

 

Os melhores do ano

Uma Semana Para Se PerderUma semana para se perder, da Tessa Dare

Big Girl Panties, da Stephanie Evanovich

O Príncipe dos Canalhas, da Loreta Chase

Sr. Daniels, Britainy C Charry

 

 

 

 

Decepções do ano

LADROES_DE_SONHOS_1406929693PLadrões de Sonhos, da Maggie Stiefvater

Elena: a filha da princesa, da Marina Carvalho

O marido Ideal, da Holly Petterson

Tensão, de Gail McHugh

 

 

 

 

 

WILL

Já faz uns anos que eu estou me afastando das leituras, e não, eu não deixei de amar livros. Mas é que acabo deixando outras coisas priorizarem o tempo que eu consumia meus livros.

Então nesse ano eu fui sem sede ao pote, e mesmo assim minha meta de leitura era de 10 livros. Destes, 7 eu consegui ler e faltam mais 3 que eu estou tentando ler até o fim do ano. Acho que só vou conseguir terminar 1, mas vou fazer o possível para concluir tudo até o dia 31 de dezembro.

 

Os melhores do ano

A_ROSA_DO_INVERNO_1250300368B A Rosa do Inverno, da Patricia Cabot

Por que Indiana, João?, de Danilo Leonardi

O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupére

 

 

 

 

 

 

Decepções do ano

índiceRed Hill, de Jamie Mcguire

O Maravilhoso Agora, de Tim Tharp

 

 

 

 

 

 

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