Entre Páginas – S.: O Navio de Teseu

Por , 29 de fevereiro de 2016 9:30

O Navio de Teseu trás uma proposta gráfica inacreditável, mas a história não consegue chegar no lugar que deveria.

untitledUm livro. Dois leitores.

Uma jovem encontra numa biblioteca um livro com anotações de um estranho. As margens repletas de observações revelam um leitor inebriado pela história e pelo misterioso autor da obra. Ela responde os comentários e devolve o livro, que o estranho volta a pegar. Ele é Eric, ela é Jennifer, e o inesperado diálogo dos dois os faz mergulhar no desconhecido. É esse velho exemplar típico de biblioteca – consultado, anotado, manuseado – intitulado O Navio de Teseu, de V. M. Straka, que o leitor encontrará dentro da caixa preta e selada de S.

está longe de ser um livro convencional. A obra conecta ao menos quatro histórias, que se desdobram ao mesmo tempo, embora não necessariamente em ordem cronológica. É um livro-jogo, que oferece várias possibilidades de leitura e instiga o leitor a decifrar os mistérios, códigos e pistas contidos em toda a obra. Seja nas notas, nas margens ou nos outros itens da caixa, há sempre algo além do que se vê aguardando para ser descoberto.

Após ver alguns comentários e fotos entre os nossos amigos blogueiros, a Sabrina veio falando maravilhas sobre o projeto editorial e gráfico de O Navio de Teseu. Todos os detalhes sobre o livro me deixaram impressionadas, mas não sou só motivo pelo visual e precisei ir na livraria e ler a frase no verso do livro que falava “S. é uma declaração de amor de Abrams e Dorst à palavra escrita.”

E com esse pequeno trecho me convenci a comprar o livro.

Quando abri em casa, me peguei maravilhada, assim como tantos, pelo aspecto visual do livro.

Temos diversas conversas escritas a mão nas margens. com as diferenças de letras entre os personagens. Temos fotos, cartões e cartas inteiras dentro do livro.

Há uma bússola no final, papel de guardanapo, fotografias e todo o visual do livro é para lembrar um livro antigo. Só por esses detalhes o preço do livro se justifica, porque é um trabalho muito bem feito e tudo que é bem feito e diferente tem o seu preço.

Para ler o livro, como há duas ‘histórias’ dentro dele, primeiro li todo o livro em si, O Navio de Teseu e depois voltei lendo toda a conversa nas bordas. Foi o jeito que encontrei depois de tentar ler as duas ao mesmo tempo e chegar na página 6 não conseguindo assimilar muito.

A história de O Navio de Teseu apesar de bacana não é nada sensacional e cheguei a páginas 456 da ‘primeira leitura’ esperando que os comentários dos dois estudantes nas bordas me fizessem perceber uma história maravilhosa que eu havia deixado passar na primeira leitura.

Mas se a história do livro era ok, os comentários me fez cair em uma preguiça de voltar o livro que só acabou quando deitei na cama e falei que não ia levantar enquanto acabasse o livro. Nesse momento faltava cerca de 100 páginas para terminar os comentários e como uma eterna otimista estava esperando o momento que o livro demonstraria exatamente o que eu o havia comprado, ‘ uma declaração de amor de Abrams e Dorst à palavra escrita’.

Esse momento nunca veio.

As trocas de mensagem entre Jennifer e Eric, apesar de motivarem conversas sobre aspectos pessoais são muito superficiais e desinteressantes. Não me interessei em nenhum momento por Straka.

Fechei o livro e sem querer comparei com aquele cara lindo que vemos na balada, mas que é só abrir a boca que não acrescenta nada.

O livro se vendeu pelo aspecto visual, só queria que a história tivesse sido pelo menos um pouco mais envolvente.

Ficha Técnica:

Livro: S.: O Navio de Teseu

Autores: J.J. Abrams e Doug Dorst

Editora: Intrínseca

Páginas: 456

Nota: 2,5/5 estrelas

#CafenoOscar – Oscar 2016: As apostas da casa

Por , 28 de fevereiro de 2016 19:50

Header - Oscar 2016E chegou o GRANDE DIA.

Para os amantes do cinema, mesmo os que consideram que a Academia sempre deixa a desejar um filme ou outro, a noite do Oscar é importante, porque é praticamente um dos únicos dias do anos que grande parte do mundo para e aprecia a sétima arte.

Cannes, Sundance e Bafta tem as suas devidas importâncias, mas é o Oscar que ganha ares de grande festa, porque é exatamente isso que é.

2016 é um ano que muitos tabus poderão ser derrubados (Será que o Leo finalmente ganha?) e tem bom concorrentes que devem deixar a festa interessante, abaixo o Will e eu tentamos adivinhar quais serão as escolhas da Academia.

Como as nossas apostas não valem para o Bolão e nem para a academia (=P) colocamos quem acreditamos que levará a estatueta e quem merecia.

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#CafénoOscar – Pipoca Salgada: Spotlight – Segredos Revelados

Por , 26 de fevereiro de 2016 19:30
Por Fanny Ladeira  Header - Oscar 2016

#CafénoOscar – Spotlight concorre em 6 categorias: Melhor Filme, Melhor Ator Coadjuvante (Mark Ruffalo), Melhor Atriz Coadjuvante (Rachel McAdams), Melhor Direção, Melhor Roteiro Original e Melhor Edição.

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Baseado em uma história real, o drama mostra um grupo de jornalistas em Boston que reúne milhares de documentos capazes de provar diversos casos de abuso de crianças, causados por padres católicos. Durante anos, líderes religiosos ocultaram o caso transferindo os padres de região, ao invés de puni-los pelo caso.

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Café No Oscar – Fique de olho….vem aí uma nova geração

Por , 25 de fevereiro de 2016 11:50

Uma nova geração desponta com um trabalho diversificado entre Blockbuster, filmes indies e indicações ao Oscar: e eles podem representar parte do futuro do cinema.

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Quando a GRANDE Meryl Streep é indicada ao Oscar (como quase todo ano), mesmo não tendo o filme que ela está sendo indicada, bate aquele de sentimento de ‘ela merece‘ porque Meryl provou há muito tempo que é uma ótima atriz.

Assim como Cate Blanchet, Christhian Bale, Matt Damon, Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, que são nomes reconhecidos mundialmente pelo exato balanceamento que Meryl fez na carreira, ao conseguir tornar os seus rostos em grandes estrelas de Hollywood, mas ainda ter filmes de qualidade saindo de tempo em tempo para manter o status de excelentes atores, sempre em alta.

Esse não é um balanceamento fácil.

Geralmente, é um ou outro.

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#CafénoOscar – Pipoca Salgada: A Grande Aposta

Por , 24 de fevereiro de 2016 11:55
Por Fanny LadeiraHeader - Oscar 2016

#CafénoOscar: A Grande Aposta concorre em 5 categorias: Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Ator Coadjuvante (Christian Bale), Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Edição.

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Michael Burry (Christian Bale) é o dono de uma empresa de médio porte, que decide investir muito dinheiro do fundo que coordena ao apostar que o sistema imobiliário nos Estados Unidos irá quebrar em breve. Tal decisão gera complicações junto aos investidores, já que nunca antes alguém havia apostado contra o sistema e levado vantagem. Ao saber destes investimentos, o corretor Jared Vennett (Ryan Gosling) percebe a oportunidade e passa a oferecê-la a seus clientes. Um deles é Mark Baum (Steve Carell), o dono de uma corretora que enfrenta problemas pessoais desde que seu irmão se suicidou. Paralelamente, dois iniciantes na Bolsa de Valores percebem que podem ganhar muito dinheiro ao apostar na crise imobiliária e, para tanto, pedem ajuda a um guru de Wall Street, Ben Rickert (Brad Pitt), que vive recluso.

Muito se pode falar do que A Grade Aposta conseguiu atingir.

O assunto era monótono e difícil, mas com uma pontada de Hollywood que a história real tem. Na verdade, essa pontada foi bem mais como uma facada nas mais de duas horas de filmes.

a-grande-aposta-um-vies-sarcastico-sobre-a-crise-que-devastou-wall-street3Utilizando recursos quase interativos, muitas vezes vendo a necessidade de situar o público, o filme para para explicar o assunto atual, mas de uma forma diferente bacana e com um toque de surpresa.

Até mesmo Selena Gomes aparece na tela em um certo momento, para exatamente que o espectador fique no ritmo do que está acontecendo na tela.

Isso sendo dito, o roteiro apesar de ser bem escrito lhe pega muitas vezes em momentos monótonos. Admito que senti sono em diversas partes do filme, mas aguentei ir até o final, que termina no clímax que todos que acompanharam a quebra dos USA em 2008 enfrentaram.

O diretor, Adam McKay tem vasta experiência com direção, só que em filmes/séries de comédia e como ele também foi o responsável pelo roteiro, pode justificar porque o filme evitou cair em uma monotonia profunda, se estivesse na mão de outro diretor mais sério.

O elenco estrelar ajuda também e apesar de Christian Bale ter sido indicado, achei que foi Steve Carell que brilhou mais nesse, e Brad Pitt tem cinco cenas que dá para perceber claramente que foram gravadas dentro de um cronograma especifico, já que ele também foi o produtor do filme.

No final da disputa, A Grande Aposta segue como um dos francos favoritos junto com Spotlight e O Regresso e não me assustaria se ele ganhasse. Porém, é um filme que não me conquistou e não vejo como o ganhador da estatueta de Melhor Filme, mas Hollywood já surpreendeu antes e se isso realmente acontecer, pode colocar na lista de Crash, porque é um filme que poucos vão lembrar ou entender porque ganhou o prêmio anos depois.

Ficha Técnica:

Filme: A Grande Aposta (The Big Short)

Ano de Lançamento: 2015

Direção: Adam McKay

Elenco: Ryan Gosling, Christian Bale, Steve Carell, Marisa Tomei e Brad Pitt.

Nota da Fanny: 7/10

Crédito da Sinopse: Adoro Cinema

Café Irlandês – 5 Curiosidades sobre Cinema #CafénoOscar

Por , 23 de fevereiro de 2016 9:00

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Postamos no Facebook durante as últimas semanas algumas curiosidades sobre o Cinema e o Oscar, e por que só vamos falar disso durante a semana segue 5 delas.

1- Teste do Tempo

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2 – E se o Leo perder o Oscar de novo?

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Café no Oscar – #OscarSoWhite:A Questão Racial

Por , 22 de fevereiro de 2016 19:30

Com o anuncio dos indicados ao Oscar, mais uma triste estatística se confirmou pelo seu segundo ano consecutivo: Nenhum negro entre os indicados nas categorias de melhor ator e melhor atriz. oscars-2016

Um dos primeiros Oscar que assisti completo, foi quando uma emocionada Hally Berry recebia seu prêmio de Melhor Atriz, desde então Viola Davis, Lupita Nyong e entre outros levar uma das estatuetas para casa. Porém, como alguns sabem bem demais, a questão racial americana ainda continua presente e apesar de não ser tão declarado como antigamente, há ainda muitas barreiras entre ambas as partes.

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Café no Oscar – Explicando as Categorias Técnicas do Oscar

Por , 18 de fevereiro de 2016 12:05

Header - Oscar 2016

Sempre na época do Oscar, já temos as nossas apostas e torcidas para um filme, ator, diretor, música e etc.

E é com essa certeza que vamos até o prêmio, que nesse ano acontece no dia 28 de fevereiro. Só que quem participa de um bolão (como o nosso, não deixe de se inscrever), acaba se enrolando nas categorias chamadas de técnicas.

Faça as suas apostas e participe do nosso Bolão do Oscar 2016!

Posso afirmar (porque eu validei a votação do bolão de 2015) que um erro em uma categoria como mixagem de som, pode colocar em jogo o seu bolão.

Por isso, explicamos tudo o que você queria (e precisa) saber sobre as sete categorias técnicas do Oscar:

Melhor Fotografia

Em inglês essa categoria se chama Best Cinematography que é exatamente o que vemos na tela, uma fotografia que se move. Em alguns filmes isso pode ficar em segundo plano e a categoria vem reconhecer exatamente essa importante técnica nos filmes, que em alguns casos se torna belíssima.

Alguns exemplos:

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Nessa categoria podem ser considerados filmes filmados com câmeras tradicionais, digitais e também os em 3D, mas a técnica não entra em disputa e sim o que é transmitido na tela. Filmes como Lawrence da Arábia, Gravidade, A Lista de Schindler e Birdman, já levaram o Oscar por essa categoria.

Concorrem em Melhor Fotografia nesse ano:

  • Carol
  • Os Oito Odiados
  • Mad Max: Estrada da Fúria
  • O Retorno
  • Sicario

 Melhor Edição

Essa é uma categoria que pode não ser tão valorizada, mas além de ser chamada de a arte invisível, no Oscar ela tem uma estatística interessantíssima: Dois terços dos ganhadores do prêmio de Melhor Filme ganharam o prêmio de Edição.

Assim como a direção, nesse ramo há uma forma e liberdade de se trabalhar com a edição de formas bem diferentes. Ano passado, por exemplo, o ganhador nessa categoria, Whiplash foi editado lembrando a edição de um filme de ação, apesar de não ser.

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Porém, o prêmio mantém bem divido as suas escolhas podendo pender para qualquer lado. Filmes como Argo, O Ultimato de Bourne, Chicago e Tubarão, já levam esse prêmio.

Esse ano, disputam a categoria:

  • A Grande Aposta
  • Mad Max: Estrada de Fúria
  • O Retorno
  • Spotlight
  • Star Wars: O Despertar da Força

 

Melhor Mixagem e Edição de Som

São duas categorias, mas que são tratadas e quase sempre apresentadas na sequência durante a cerimônia.

Elas são quase idênticas, mas há uma sutil diferença entre elas.

A Mixagem faz o mix de elementos como música e dialogo, e assim os responsáveis pela mixagem, podem montar os momentos que precisam ser mais barulhento ou não, e por isso, geralmente é uma categoria que os musicais ganham mais facilmente.

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Já a Edição de Som, leva em conta os elementos citados acima, e incluiu no pacote os criados na pós produção.

É analisado não só a qualidade do som, mas também como foi mostrando para plateia de onde esses sons realmente vem. Como é de se esperar por esse trabalho na pós-produção, filmes que envolvem sons digitais, como ação e ficção científica, costumam levar a estatueta.

Os indicados na categoria de Melhor Mixagem de Som são:

  • Ponte dos Espiões
  • Mad Max: Estrada de Fúria
  • Perdido em Marte
  • O Retorno
  • Star Wars: O Despertar da Força

Os indicados na categoria de Melhor Edição de Som são:

  • Mad Max: Estrada de Fúria
  • Perdido em Marte
  • O Retorno
  • Sicario
  • Star Wars: O Despertar da Força

  Melhor Efeitos Especiais

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Bom, essa é uma categoria que apesar de técnica conhecemos bem e não tem erro. Esse ano, contrariando o costume, temos três filme nessa categoria que também concorrem a melhor filme (Mad Max, Perdido em Marte e O Retorno).

Mas Enquanto Mad Max e O Retorno utilizaram os efeitos digitais de uma forma mais prática (para cenas de lutas com ursos e perseguições), os outros utilizaram o recurso que a academia já conhece como efeitos especiais clássicos. De todas as categorias técnicas, essa é a mais nova, sendo criada em 1977 e premiou principalmente filme Sci-fi, como Alien.

Os indicados na categoria esse ano são:

  • Ex Machina
  • Mad Max: Estrada de Fúria
  • Perdido em Marte
  • O Retorno
  • Star Wars: O Despertar da Força

Melhor Design de Produção

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Apesar do nome um pouco mais robusto é uma categoria bem simples de entender: ela defina e executa todos os aspectos visuais de um filme.

Dentro do Design de Produção, o diretor se torna responsável também pelas áreas ligadas ao seu trabalho, como maquiagem e figurino. Alguns vezes o essa parte da produção entra em cena até mesmo antes do Diretor, olhando o roteiro e já montando que aspecto filme terá.

Nesse ano concorrem ao prêmio:

  • Ponte dos Espiões
  • Mad Max: Estrada de Fúria
  • Perdido em Marte
  • A Garota Dinamarquesa
  • O Retorno

Melhor Figurino

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E por fim, o figurinista trabalha não somente para escolher o figurino apropriado para uma cena, mas também deve perceber o impacto dessa peça para cena e para o personagem, trabalhando ao lado de vários outros profissionais do set para ter certeza que a sua criação não estará fora do padrão.

Além disso, esse é um profissional que cuida também das cores, das texturas e outros pontos.

Também nessa como em Design de Produção dá para perceber que a lista sempre a tende a ficar em filme de fantasia e encenados em décadas passadas.

A lista desse ano, contém:

  • Mad Max: Estrada de Fúria
  • Perdido em Marte
  • A Garota Dinamarquesa
  • Cinderela
  • Carol

Agora é só esticar as mangas e fazer as suas apostas!

A cerimônia do Oscar acontece no dia 28/02.

#CafénoOscar – Pipoca Salgada: Ponte dos Espiões

Por , 17 de fevereiro de 2016 19:23
Por Fanny Ladeira e William Souza

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#CafénoOscar – Ponte dos Espiões concorre em 6 categorias: Melhor Filme, Melhor Ator Coadjuvante (Mark Rylance), Melhor Roteiro Original, Melhor Trilha Sonora, Melhor Mixagem de Som e Melhor Design de Produção

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Em plena Guerra Fria, o advogado especializado em seguros James Donovan (Tom Hanks) aceita uma tarefa muito diferente do seu trabalho habitual: defender Rudolf Abel (Mark Rylance), um espião soviético capturado pelos americanos. Mesmo sem ter experiência nesta área legal, Donovan torna-se uma peça central das negociações entre os Estados Unidos e a União Soviética ao ser enviado a Berlim para negociar a troca de Abel por um prisioneiro americano, capturado pelos inimigos.

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#CafénoOscar – Pipoca Salgada: Brooklyn

Por , 15 de fevereiro de 2016 22:00

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#CafénoOscar: Brooklyn concorre em três categorias: Melhor Filme, Melhor Atriz (Saoirse Ronan) e Melhor Roteiro Adaptado

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A jovem irlandesa Ellis Lacey (Saoirse Ronan) se muda de sua terra natal e vai morar em Brooklyn para tentar realizar seus sonhos. No início de sua jornada nos Estados Unidos, ela sente falta de sua casa, mas ela vai tentando se ajustar aos poucos até que conhece e se apaixona por Tony (Emory Cohen), um bombeiro italiano. Logo, ela se encontra dividida entre dois países, entre o amor e o dever.

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