#CafénoLolla – Nota Musical: E o Mumford and Sons vem aí! =D

Por , 10 de março de 2016 20:24

tumblr_nz2280NWH91redkdno1_1280

Durante muito tempo, as minhas preferências musicais em sua maioria foram moldadas pelas músicas que tocavam em filmes ou séries. Foi assim que descobri bandas como The Killers (Coincidências do Amor) e Interpol (um episódio aleatório de Smallville).

Porém em 2011, emendando vários fatos como eu estar desempregada, a popularização dos streams de festivais e uma internet de qualidade eu descobri varias bandas através dessas transmissões. Uma era que eu nem podia imaginar que existiram algo como o Spotify, por exemplo.

Foi desse jeito que eu descobri o Noah and The Whale e, através deles, me foi revelado uma cena musical inteira (que já esfriando), que já tinha relevado alguns nomes no mundo da música, sendo o maior deles Mumford and Sons.

Em 2007, eram todos amigos no sul de Londres tocando músicas folks em pubs de Londres e tentando fazer sucesso quando a plataforma My Space ainda era uma ótima forma de mostrar o seu talento.

Mumford and Sons em seu primeiro CD traz um som bem folk, mas o divisor de águas para as músicas deles foi o último CD Wilder Mind que eu particularmente não gostei (Leia o nosso review AQUI.)

tumblr_o0wprmp4B41se0ryso1_1280Mas, mesmo assim, quando o nome deles apareceu como headliner do Lollapalooza eu comemorei muito e nessa última semana praticamente só escutei eles.

É estranho você pensar em como os nossos gostos musicais são marcantes, mesmo sem percebermos. Até uns anos atrás eu não conseguia descrever o meu gosto musical preferido muito bem. Como boa fã de Strokes e Killers, indie rock virou uma palavra fácil na minha boca.

Porém, ao olhar o meu feed de músicas é impossível negar como a música folk (seja nu-folk, folk rock e suas variações), mostravam desde o começo essa minha tendência.

Finadas bandas como Sixpence None The Richer e A Fine Frenzy não eram exatamente folk, mas traziam elementos que hoje consigo reconhecer como nesse estilo. E ‘novas bandas ‘ como as ótimas The Head and the heart e Vanguart.

Já Mumford viveu bem mesmo eu não gostando de Wilder Mind e uma das coisas que mais admiro neles é como apesar de tudo eles não se levam tanto a sério. Obviamente a banda quer trabalhar pelo seu espaço, mas mesmo em momento quando achei que eles erraram a mão (como nesse último CD), dá para perceber que não foi tentando ~ganhar mais fãs~ e sim querendo apresentar um trabalho diferente.

Essa característica deles criou o clipe mais engraçado dos últimos tempos, principalmente para quem já viu algumas apresentações deles no youtube:

 

Agora, com um Grammy na bagagem por Babel, turnês pelos quatro cantos do mundo, a banda vai se popularizando em um nível maior, até mesmo no Brasil. Ouvi diversas pessoas essa semana falando que não perdem o show deles no festival.

E tem tudo para ser um dos melhores shows!

Eles são novos, simpáticos, brincam bastante com a plateia, arranham o português e tem músicas para fazer todos pularem e cantarem junto. Muitos momentos que prometem coro e palmas.

Tenho certeza que vai ser um daqueles shows que muita gente em casa vai querer estar lá, mesmo que esteja chovendo a vida (como a previsão do tempo anuncia).

I Will Wait!

Deixe uma resposta