Fala Série! – Fuller House

Por , 23 de março de 2016 11:50

A turminha de Full House volta para as telas através do Netflix, e  o resultado, está ok.

Fuller-House

Em Fuller House, as aventuras da família Tanner, de Três é Demais, continuam. D.J. Tanner-Fuller (Candace Cameron-Bure) perdeu recentemente o marido, e está grávida. A sua irmã mais nova, Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) aspirante a cantora, e sua melhor amiga, mãe solteira Kimmy Gibbler (Andrea Barber)  – e sua filha adolescente Ramona, todas se mudam para a casa de DJ para ajudá-la a cuidar dos dois filhos dela – o rebelde JD, de 12, e o neurótico Max, de 7.

Eu assisti a vários episódios de Full House, mas como a maioria das séries da minha infância/adolescência, eu dependia do Tio Silvo passar em um horário que eu pudesse ver e algumas vezes simplesmente transmitir as séries que comprava, o que nem sempre acontecia.

Por essas e por outras, Full House nunca foi algo que via com freqüência ou que gostava muito (Sabrina era muito mais a minha praia), e o seu retorno para mim não acrescentava tanto assim, mas fui conferir, e é tudo o que esperava, um sitcom bobinho.

161701-news-fuller-houseMas é um bom sitcom bobinho. Que mesmo com as suas piadas às vezes um pouco apimentadas, ainda dá para ser visto pela toda família, já que a própria família de dentro da tela não mudou tanto assim.

Saí os pais e os tios, entra em cena de novo D.J., agora uma mãe viúva com três filhos para criar e que vai contar com ajuda de duas ajudantes conhecidas, Stephanie e Kimmy.É quase um deja-vú da série original só que agora com mulheres.

Até as crianças eles trataram de colocar com idade quase igual, mas com o gênero também invertidos (agora são três meninos), e mesmo com essas similaridades, lá pelo episódio 4/5 a série consegue encontrar uma voz própria que vai ser importante para a já confirmada segunda temporada.

E é exatamente entre as tentativas de relembrar o passado e fazer com que o público associe aquelas mulheres crescidas com lembranças da infância, que a série se perde na maioria das vezes. Só quando o roteiro parece esquecer disso e foca nas aventuras exatamente dessas mulheres nada convencionais, que a série fica boa.

Admito que mais de uma vez (principalmente no piloto) pensei que e fosse rica iguais as irmãs Olsen também não voltaria para uma série como aquela. O roteiro principalmente nesse primeiro episódio é sofrível.  Mas paguei a minha língua e chorei (Sim! Chorei litros!) no final desse mesmo episódio junto com a D.J.

Depois disso, não tinha mais cacife para falar que a série não valia nada.

Não é nada sensacional (então não adianta vir me cobrar), mas é uma boa distração para uma noite depois de um dia cheio ou um final de semana preguiçoso.

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