Entre Páginas – Namorado de Aluguel

Por , 28 de abril de 2016 9:08

 

Namorado de Aluguel seria um filme perfeito para a sessão da tarde, com todos os dramas adolescentes (americanos lógico).

NAMORADO DE ALUGUEL

Quando Bradley, o namorado de Gia Montgomery, termina com ela no estacionamento do baile de formatura, ela precisa pensar rápido. Afinal, ela vem falando dele para suas amigas há meses. Esta era para ser a noite em que ela provaria que ele não é uma invenção de sua cabeça. Então, quando vê um garoto esperando pela irmã no estacionamento do baile, Gia o recruta para ajudá-la. A tarefa é simples: passar por namorado dela — apenas duas horas, nenhum compromisso, algumas mentirinhas. Depois disso, ela pode tentar reconquistar o verdadeiro Bradley. O problema é que, alguns dias depois do baile, não é em Bradley que Gia está pensando, mas no substituto. Aquele cujo nome ela nem sabe. Mas localizá-lo não significa que o relacionamento de mentira deles acabou. Gia deve um favor a esse cara, e a irmã dele tem a solução perfeita: a festa de formatura da ex-namorada dele — apenas três horas, nenhum compromisso, algumas mentirinhas. E, justamente quando Gia começa a se perguntar se pode transformar seu namorado falso em real, Bradley reaparece, expondo sua farsa e ameaçando destruir suas amizades e seu novo relacionamento.

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Nota Musical – Review Lemonade da Beyoncé

Por , 27 de abril de 2016 12:05

Queen B volta com um novo visual álbum, mas são as letras e ritmos que chamam mais atenção em Lemonade, seu sexto CD solo.

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Já fazia alguns meses que Beyoncé estava ameaçando lançar o seu segundo álbum surpresa, ela tinha dado uma amostra do viria com Formation, lançada e apresentada no Super Bowl desse ano, mas o Lemonade vai muito além do que poderíamos imaginar.

Estamos sempre (eu me incluo nessa) colocando a Beyoncé em um pedestal. Afinal, com o seu estilo, corpo, voz e beleza, fica difícil qualquer um dizer que ela não merece o status de diva que ela ganhou a um tempo e nunca mais perdeu. Porém, pela primeira vez, ela lança um álbum que mostra a sua abertura não só musicalmente, mas emocionalmente também.

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Café Irlandês – 12 filmes para você planejar a sua próxima ida ao cinema

Por , 26 de abril de 2016 12:05

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Mais um feriadão foi embora, e agora vamos ter que enfrentar um mês inteiro sem feriado (obrigada pro cair em um domingo, 1° de maio!). Mas já que não dá para lutar contra o calendário, é melhor começar a se planejar nele! E um planejamento importante é das próximas estreias do cinema.

Sabe aquele amigo que fala que você tem que ver o trailer de 2611233 filmes que vão estrear? Hoje você pode ligar  mandar mensagem para ele e dizer que já viu todos!

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Entre páginas – Uma Longa Queda

Por , 25 de abril de 2016 11:55

Depois de anos negligenciando Nick Hornby,  eu finalmente li um livro dele e não foi Alta Fidelidade e  sim Uma Longa Queda, que tinha tudo para ser excelente, mas não é bem assim.

uma-longa-queda-nick-hornby-15421-MLB20101546932_052014-OUma Longa Queda, conta a história de quatro pessoas que se encontram por acaso no terraço de um dos maiores prédios de Londres, na noite de ano novo, com a intenção de se suicidar.

Desesperados, mas sem determinação suficiente para pular, Martin, um apresentador de televisão que viu a carreira desabar depois de se envolver em um escândalo, Maureen, uma senhora solitária cuja vida se resume a cuidar do filho que há quase duas décadas se encontra em estado vegetativo, JJ, um músico americano fracassado que sobrevive entregando pizzas, e Jess, a desequilibrada e passional filha do ministro da Educação, começam então uma tragicômica busca por algum motivo para viver, ou pelo menos por alguma desculpa para adiar a morte iminente.

Quando os quatro descem para procurar o namorado de Jess, uma improvável comunhão se forma entre eles.

Quando vi que teria que ler um livro do Nick Hornby, no caso o próprio Uma Longa Queda, para o clube do livro que participo, fiquei animada. Afinal, Alta Fidelidade está na minha TBR faz anos  e pensei que poderia ser uma boa oportunidade de também me animar para ler outros livros dele.

Só que o tiro não foi tão certeiro.

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Entre Páginas – A Protegida

Por , 25 de abril de 2016 9:00

Sabe aquela pessoa que começa a história pelo livro errado? Essa sou eu. Quando comecei a ler os livros da Lisa Kleypas, os romances de época, eu encarei o máximo possível que consegui da autora (mas ainda não consegui ler todos), quando vi que ela tinha alguns títulos contemporâneos publicados, corri para lê-los também, e curiosamente comecei pela série Travises, mas pelo livro errado.

A protegida

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O Autor e Eu – Shakespeare Live!

Por , 23 de abril de 2016 21:35

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Quando pensamos em autores clássicos, eles estão tão incorporados as prateleiras empoeiradas e as listas chatas de vestibulares, que não conseguimos imaginar ou diferenciar que ali pode estar um escritor que sim, escreveu há mais de 200/300 anos, mas que tem algo muito importante para nos dizer através da sua obra.

Jane Austen, Machado de Assis, Clarice Lispector, Thomas Hardy e mais recentemente Leon Tolstói, todos com grandes livros que inspiraram uma geração inteira e que se você tiver interesse, pode também lhe inspirar.

Há um pouco mais de um ano, um desses autores empoeirados vieram ao meu encontro, para causa uma marca maior do que eu poderia imaginar. William Shakespeare.

Já falei dele aqui nos posts do nosso desafio ano passado e nas últimas semanas, principalmente hoje, você deve ter ouvido falar muito sobre ele.

A importância do autor é imensa. Encontrei pessoas que não gostam, encontrei pessoas que não o acham tão genial, mas não encontrei ninguém até agora que possa negar a sua grande influência em toda a literatura.

William criou personagens tão complexos, tão diferentes entre si, que mesmo nas suas 37 peças é difícil comparar uns com os outros. Até personagens que tem personalidades parecidas, ganham vidas e histórias totalmente distintas em suas mãos.

E são histórias que estavam ali a minha disposição desde 1989 (ok, eu devo ter aprendido a ler 5 ou 6 anos depois), mas as histórias estavam também ali durante toda a minha vida adulta e eu simplesmente não peguei. Ou melhor peguei, mas não estava preparada.

E aí esta a grande beleza de um livro. Você não precisa ler ele hoje, ou daqui um mês, não importa se o seu amigo recomendou, se vai sair uma adaptação ou até mesmo se algum blog literário aleatório falou que você precisa ler agora.

Podemos recomendar fortemente que isso aconteça, mas só você pode dizer se é a hora certa para você ou não. Porém, ficar esperando o momento certo pode lhe fazer perder alguns anos sem uma história maravilhosa na sua vida.

Como é Hamlet, Romeu e Julieta, Como Quiserem e A Tempestade, todas escritas por William.

A comemoração de 400 anos da morte de William Shakespeare está acabando, mas em breve temos um surpresa para vocês que já perceberão ou que estão sentido que o universo está dando todos os sinais para você começar a ler as obras dele.

Como alguém que nunca mais vai deixar os livros de Shakespeare pegando poeira na prateleira, posso falar que essa pequena aventura valeu a pena e que hoje mais que nunca, toda vez que eu li, Shakespeare Live! eu tive que concordar secretamente, porque é a verdade.

Mesmo quando um escritor foi embora a tanto tempo, quando a sua obra fala por ele, a pessoa não está morta de verdade, ela sobreviveu através da sua arte.

Shakespeare Live!

Fala Série! – Review 2° Temporada de Unbreakable Kimmy Schmidt

Por , 22 de abril de 2016 20:12

A animada Kimmy Schmidt volta para mais uma temporada no Netflix, tentando manter os telespectadores ainda interessados na sua vida.

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2015 foi um ano exemplar para a Netflix, estreando conteúdos originais de qualidade que encantaram os fãs de séries que muitas vezes tem que esperar a boa vontade das emissoras em fazer um tipo especifico de séries.

Mesmo com as mudanças dos últimos anos, sabemos que séries como Unbreakalbe Kimmy Schmidt seria uma das séries canceladas já nos primeiros episódios se dependesse da audiência do público americano.

Mas no Netflix, a série foi uma das grandes surpresas do ano passado.

Apesar de algumas piadas mais sujas, a série é leve e animada, com ótimas piadas, um elenco fabuloso. Só pela música tema chiclete e por Pinot Noir ela já merecia muitos prêmios e o sucesso que teve!

Porém, quem viu a primeira temporada deve ter ficado com um pouco de receio do que essa segunda temporada traria.

29-unbreakable-kimmy-schmidt-season-2-ew.w529.h352Os produtores sabem exatamente o que nos agradou na primeira. Só que eles sabem tanto, mas tanto,  que os primeiros episódios dão uma forçada de barra nessas fórmulas e fiquei até com medo de ter que aguentar uma temporada inteira assim.

Mas é só a série parar de se preocupar em ‘agradar’ e começar a contar uma história de verdade, para conseguir fugir disso. Os coadjuvantes voltam com peso total e apesar da série continuar com o nome dela, são as tramas de Jackie e Titus, que mais dão o tom e geram os momentos mais bacanas para a série.

O final da primeira temporada deixou um cliffhanger para a história de Titus, o que não se concretizou e poderia ter sido facilmente resolvida dentro de uma temporada, mas ele ganhará uma companhia nessa nova temporada, que fará tudo valer a pena.

Essa temporada teve piada com muita coisa séria de forma legal, mas odiei a forma que eles fizeram piada com o acidente no Sea World. Piada desnecessária e ainda com a vitima!

No geral, Kimmy continua com a qualidade que conhecemos  o passado e a abertura para as tramas com outros personagens tira um pouco o peso da personagem principal. Esperamos a próxima temporada com a mesma animação da Kimmy, mas sem esperar que ela esteja presente em todos os momentos.

Nota Musical – Review Show da Laura Marling

Por , 20 de abril de 2016 12:39

A inglesa Laura Marling visitou pela segunda vez no Brasil, trazendo as músicas do seu mais recente trabalho e hipnotizando uma plateia inteira.

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Quando Laura Marling subiu ao palco do Cine Joia, poucos minutos depois do horário previsto (23:00), a plateia composta por idades e jeitos diversos (com um forte apelo para a casa dos 20 anos), as palmas vieram forte.

Porém, foi ela começar a entoar os primeiros acorde de ‘Once I was a Eagle’ que um silêncio surreal (mas muito bem vindo) caiu na plateia.

Você podia ouvir até os sons das latas sendo abertas ao fundo no bar. Todo esse silêncio fazia parte, afinal com uma voz maravilhosa e acompanhada de dois músicos e um violão, Laura Marling entregou ao público a mesma qualidade que ouvimos em seus CDs.

Ela tem algumas músicas para ‘se cantar junto’, porém o consenso geral foi que estávamos ali para ouvir ela e a sua voz.

Ao emendar sucessos da sua carreria, pouco a pouco os fãs e curiosos presentes, foram se soltando e um coro baixinho foi surgindo ao fundo.

Laura costuma improvisar ao vivo em algumas das suas músicas mais conhecidas, mas ela timidamente sorriu em todas as vezes que o publico cantou junto. Como se sentisse feliz ao ouvir com aquele pequeno coro lhe acompanhando.

As músicas tem um tom mais sombrio e apesar de acompanhar e gostar do eu trabalho, muitas vezes aqui e nas minhas redes sociais, afirmei que não sentia muito o seu coração ali. E aproveito esse mesmo espaço para afirmar que eu estava (felizmente) errada.

Show no youtube é uma coisa, show ao vivo é outra e Laura me mostrou da forma mais simples e incisiva: que ela canta muito mais do que com o coração.

Em casa música, a impressão que tive é que ela tenta se manter distante ao mesmo tempo que toda aquela ‘história’ que inspirou a música é revivida em algum canto da sua mente.

Tudo isso, tocando e cantando como se estivesse andando na rua, como se fosse uma segunda natureza do corpo humano.

Ver o show em um lugar pequeno também colaborou para esse clima magnifico. Talvez em um festival ou show grande, ela acabasse parecendo pequena e frágil no palco, mas ali com uma combinação de jeans, camiseta branca, sapatilha e sem efeitos especiais, essa inglesa de 26 anos era praticamente uma rainha, dominando os seus súditos com o melhor que ela poderia ofertar.

Ela não cantou duas das minhas músicas favoritas (Alas I cannot Swim e Blackberry Stone), mas pelo menos tenho vários motivos para com certeza, conferir a sua apresentação toda vez que ela pisar no Brasil.

Crédito da Foto: Instagram @fsquest

Fala Série! – Between

Por , 13 de abril de 2016 11:59

Que tal uma série canadense de suspense para variar?

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Uma doença desconhecida e misteriosa surge e leva a óbito todos os que tem mais de 21 anos. Quando o governo decide colocar uma área de 16km de diâmetro em quarentena, deixando todos os habitantes à própria mercê, uma luta pelo poder se inicia.

Eu gosto de suspense, principalmente quando envolve a morte de várias pessoas em um local isolado. Foi assim que eu me envolvi nas quase 1000 páginas de Sob a Redoma de Stephen King, mas não tive paciência para as mudanças da série e desisti logo depois do segundo episódio.

Between, em certo ponto tem até algumas semelhanças com o próprio Sob a Redoma, e em alguns momentos eu admito que me perguntei se King esteve envolvido, já que eles não poupam nas mortes.

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Nota musical – Laura Marling no Brasil

Por , 12 de abril de 2016 19:05

Na próxima sexta-feira (dia 15/04) Laura Marling (que já apresentamos aqui) chega em São Paulo com a turnê do ultimo cd ( que falamos também aqui) trazendo um pouco mais do seu nu folk e apresentando uma nova fase do seu som.

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Mês passado o Mumford and sons chegou, esse mês é a Laura Marling e o no próximo é a Lucy Rose.

Depois desse período, talvez eu consiga sentar e refletir toda essa experiência de ver cantoras e bandas de um gênero musical MUITO e que realmente representam uma parcela  da minha vida. Mas ainda é muito cedo.

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