Nota Musical – Review de Wild World, do Bastille

Por , 5 de outubro de 2016 9:00

bastille

 

Funciona assim: você ouve uma música desconhecida e gosta muito dela. Aí você vai atrás daquela banda, ouve o resto do álbum… e se apaixona pelo som deles.

Porém, eles só têm um CD lançado – começo promissor da carreira – e logo você se vê decorando (e cantando) todas as músicas.

Mas eis que, alguns anos depois, eles lançam o seu segundo álbum de estúdio. E você se vê em um impasse: será que eles conseguirão manter a qualidade (e identidade) do primeiro CD?

Esse é o receio que sinto toda vez que um “novo queridinho” lança um novo trabalho. E foi o que senti quando Bastille anunciou Wild World.

 

O bom é que, em era de Spotify, é muito mais fácil – e rápido – ter acesso aos primeiros singles do novo trabalho de seu artista favorito. Foi através do aplicativo que comecei a ter contato com as primeiras do CD… E gostei do que ouvi!

Portanto, foi só Wild World chegar em sua integridade no Spotify que passei a ouvir basicamente no repeat alguns de seus hits.

Ah, que grata surpresa! É verdade que este álbum abusa muito mais de sintetizadores e batidas mais dançantes do que Bad Blood, mas a identidade da banda está lá: as batidas bem marcadas, o vocal inconfundível de Dan Smith e as letras, que decoramos rapidamente.

Acredito que este CD tem tudo para repetir o sucesso do primeiro e emplacar diversas músicas entre as mais ouvidas das paradas internacionais.

Destaque para a ótima Good Grief, pela viciante (e presença contínua no meu repeat) Fake It, e para Glory, Power e Lethargy.

 

bastille-wild-worldBanda: Bastille

Álbum: Wild World

Ano de Lançamento: 2016

Nota: 4 estrelas

 

 

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