Pipoca Salgada – O Mágico de Oz

Por , 7 de outubro de 2016 12:05

No começo do filme, assim que acaba os créditos inicias, uma mensagem aparece na tela, falando que a história a seguir foi feita para os jovens de coração. E já aviso que se você não é jovem de coração, nem adianta tentar ver O Mágico de Oz.

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Após um tornado em Kansas, Dorothy vai parar com sua casa e seu cachorro na fantástica Oz, onde as coisas são coloridas, bonitas e mágicas. Porém, o seu maior desejo é retornar de volta para casa, para isso ele deve encontrar um mágico, que lhe mostrará como realizar esse seu desejo. Para chegar até ele, contudo, Dorothy viverá uma aventura inesquecível através do caminho de tijolos amarelos.

Em sua aventura ela terá a ajuda de três companheiros,o Espantalho (Ray Bolger), que está indo pedir um cérebro, o Homem de Lata (Jack Haley) que quer um coração, e um Leão Covarde (Bert Lahr) que vai em busca de coragem. Eles ainda terão que enfrentar as maldades, da Bruxa Má do Oeste, para conseguir aquilo que desejam.

A primeira vez que assisti esse filme, eu tinha 8 anos, e me lembro que a minha mãe deixou eu ficar acordada até tarde ( Provavelmente, o filme passou umas 11 da noite, mas para meus padrões era tarde) para assistir.

Depois fiquei tão viciada na história, nos personagens, nas músicas, que alugava direto ainda em VHS. Assim como Dorothy, e como milhares de pessoas ao redor do mundo, eu fui tragada para dentro da magia de Oz.

o-magico-de-oz-filme1_thumb[1]O filme foi lançado em 1939, em um mundo, e as tem suas cenas alternadas entre Sépia (para o Kansas) e o totalmente colorido (para Oz).

Em um versão remasterizada do clássico, as cenas do Kansas ficaram preto e branco, ao invés do Sépia. Particularmente, eu acho mas charmoso em Sépia, então se você ainda não viu, dê preferência para essa versão.

É tudo tão inocente, doce e colorido. Até mesmo a bruxa má do Oeste, não é tão assustadora assim.

Eu me apaixonei por essa história quando tinha 8 anos, e mesmo hoje, mais de 20 anos depois, e muito mais filmes na bagagem, eu ainda me encanto toda vez que vejo.

Uma das joias raras, é justamente a sua protagonista: Judy Garland.

Garland, foi uma das divas da era de Ouro do Cinema, e infelizmente, teve uma vida cheia de altos e baixos, na maior parte baixos.  Em O Mágico de Oz, ela estava no começo da sua carreira, e temos uma oportunidade de ver todo o seu talento.

Adoro como as atrizes de antigamente podiam cantar, dançar, sapatear, atuar e ainda manter a imagem de doçura dentro da tela. Hoje em dia, qualquer uma com um rostinho bonito e um corpão vira atriz. A Dorothy de Garland, é tudo o que podia ser.

O filme é repleto de músicas fascinantes, inclusive Over the Rainbow, atuações inspiradas, bruxas boas e más, e no final aprendemos valiosas lições.

A maior delas? “Não há lugar melhor, do que a nossa casa!”.

=D

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