Entre Páginas – A História do Futuro de Glory O’Brien

Por , 22 de junho de 2017 12:35

Esse foi o terceiro livro que li da A.S. King. E foi: diferente, revelador e…o melhor.

Resenha A História do Futuro de Glory O'BrienO fim do ensino médio é uma época de possibilidades infinitas – mas não para Glory O’Brien, uma jovem norte-americana que não tem nenhum plano para o futuro. Sua mãe cometeu suicídio quando Glory tinha apenas 4 anos, e ela nunca parou de se perguntar se seguiria o mesmo caminho… Até que numa noite transformadora ela começa a experimentar um novo e surpreendente poder que lhe permite enxergar o passado e o futuro das pessoas.

De antepassados a muitas gerações futuras, a jovem é bombardeada com visões – e o que ela vê pela frente é aterrorizante: um novo líder tirânico toma o poder e levanta um exército. Os direitos das mulheres desaparecem. Uma violenta segunda guerra civil explode. Jovens garotas somem diariamente, vendidas ou confinadas em campos de concentração.

Sem saber o que fazer, Glory decide registrar todas as suas visões, na esperança de que a sua História do Futuro sirva de alerta e evite o que vem por aí.

Mas será que as pessoas vão acreditar nela? Será que estarão dispostas a fazer o que é necessário para impedir a concretização daquele destino medonho?

Durante muitos anos, YA foi meu motor condutor de leituras. Se era YA, estava na minha lista, esperando para ser devorado.

Foi assim por um bom tempo, mas nos últimos 2 anos fui mudando as minhas direções. Ainda amo YA com todo o meu coração, só que agora escolho a dedo os que vou ler, exatamente para não me decepcionar.

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Nota Musical – Stoyca, Quem viver verá

Por , 14 de junho de 2017 18:18

Falar que a cena brasileira de música acabou, é discurso de quem não conhece as bandas novas, como a brasiliense Stoyca.

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Não é difícil fazer música, é difícil fazer música boa e ter o caminho para trabalhar com elas. Sejam as rádios, os serviços de streamings, a televisão e até os ouvintes, acabam propagando as músicas de sempre, sem variação.

E quando uma banda vem com um som novo, ela tem que batalhar muito para conseguir se destacar e não ‘se vender’. Vivemos de pop e funk, mas há espaço para outras músicas de qualidade, e são bandas como a Stoyca tentam renovar isso.

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Blá Blá Blá: Os Amores de Papel #DiadosNamorados

Por , 11 de junho de 2017 20:30

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Há uma linha bem marcada que atravessamos quando nos tornamos leitores. Não é errado afirmar que deixamos um mundo cinzento para trás e começamos um percursos com várias estradas, desvios e opções.

Quando entramos nesse delicioso labirinto da leitura, dificilmente passaremos pelas mesmas experiências, gostos e desgostos de outras pessoas. Cada um carrega a sua experiência pessoal para dentro dele, e até mesmo qualquer pequena diferença dos passos (como alguns livros diferentes), podem acarretar nessas diferenças.

Por isso, ler um livro é embarcar em uma viagem, e isso vale para as coisas ruins e para as boas. Para os momentos de mistério, e da tranquilidade dos epílogos. E isso também significa, que se o personagem é encantador, temos grandes chances de nos apaixonarmos por eles.

Às vezes, é uma paixonite que termina no momento em que você fecha o livro e segue em frente para o próximo, mas há alguns personagens que nos cativam tanto,  que não queremos terminar o livro.

Ou melhor, o livro nunca termina para nós. É alguém falar o nome, que já damos aquela pequena suspirada e uma leve inclinação de cabeça, lembrando exatamente de como ele nos fez sentir.

A saudade pode ser tão grande, que em muitos momentos você relerá o livro, para se reencontrar com esse sentimento.

Se apaixonar por um personagem, é bem parecido com encontrar um desconhecido no metro, no ônibus ou até no elevador. Uma pessoa que você olha e já se sente atraído de cara. E nem sempre é só por conta do tipo físico (às vezes é, né?), mas o jeito da pessoa. Você olha e pensa: Meu número.

E aí, o ponto chega, o vagão para na estação ou o elevador para no seu andar, e você vai embora continuando a sua vida. Mas certamente, contará para alguém sobre o seu encontro, porque ele tem toques de mistérios.

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Pipoca Salgada – Mulher Maravilha é ok

Por , 8 de junho de 2017 19:15

Mulher Maravilha chegou  quebrando recordes e mostrando que super heroínas também podem ter espaço no cinema.

Será um passo que terá um papel positivo para os filmes dirigidos/sobre mulheres, só não é toda essa Coca-Cola que montaram em cima dele.

WONDER WOMAN

Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas.

Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

Quando se fala de super heróis, cada uma tem um favorito. Seja pela história, o poder ou até mesmo o background do personagem, é possível se conectar (ou não), com cada um (ou vários) deles.

Eu nunca fui uma pessoa muito ligada na Mulher Maravilha (sempre gostei mais da Super Girl),  e tirando as suas participações no desenho da Liga da Justiça, não conhecia muito sobre a amazona que luta ao lado de Superman e o Batman. Tão pouco, me interessei pelas novas histórias contadas pela DC para os seus personagens.

Então, tinha uma posição mais aberta sobre o filme, não fui ver como uma fã incondicional, mas como uma espectadora.

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