Entre Páginas – Drácula #ProjetoPraVida

Por , 31 de julho de 2017 9:00

Um Clássico é um clássico!

Ler Drácula, de Bram Stoker, se tornou uma ~obrigação~ quando ele foi o título escolhido para o Clube do Livro do qual participamos. Mas como ele já figurava em nossa lista para o #projetopravida, foi ótimo riscá-lo de duas colunas diferentes.

 

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Fonte de inúmeras adaptações para telas e palco, inspiração para músicos, escritores e artistas de todas as áreas, Drácula é um ícone incontestável e obra-máxima de Bram Stoker.

De um lado o conde Drácula – o mais famoso vampiro da literatura – e sua legião crescente de mortos-vivos. De outro, um grupo unido e decidido a caçá-lo: Jonathan e Mina Harker, o médico holandês Van Helsing e seus amigos. Romance epistolar ágil e bem-construído, esse livro enredará também você nessa dramática corrida contra o tempo.

 

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Man Booker Prize – A Longlist de 2017

Por , 30 de julho de 2017 9:00

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Se tem um prêmio literário que tem (assanhado) despertado a minha curiosidade e a da Fanny é o Man Booker Prize.

A nossa curiosidade foi despertada depois que percebemos que alguns dos livros e autores de que mais gostamos no ano passado foram indicados ou vencedores desse prêmio, como Eleanor CattonJulian BarnesKazuo Ishiguro.

Para quem não está familiarizado com essa premiação, vale uma breve contextualização: o Man Booker foi criado em 1969 por uma fundação internacional baseada em Londres e premia, todo ano, os melhores livros de língua inglesa publicados nos últimos 12 meses na Inglaterra por autores vivos (porém, obras de autores de outros países são elegíveis, desde que se encontrem nesses critérios)

O julgamento é feito por um grupo de juízes que muda todos os anos e se dá da seguinte forma: em julho é revelada a lista completa de indicados (chamada de longlist). Em setembro é revelada a shorlist, já com os 06 finalistas que disputarão pelo prêmio final. E, finalmente, em outubro é revelado o grande vencedor.

Esse prêmio se tornou bastante popular, tanto que em 2005 criou-se o Man Booker Prize internacional, que aí sim abarca todos os autores vivos, independente de sua nacionalidade e da língua original da obra. O ganhador desse ano foi o livro O inferno dos outros, do israelense David Grossman, de quem falaremos em breve aqui no blog.

A característica mais bacana, que faz com que os leitores insiders gostem desse prêmio, é que ele sempre seleciona um mix bem variado de obras, e une tanto títulos de autores já aclamados como novas gerações de autores jovens e desconhecidos – o que acaba se tornando um trampolim para que eles ganhem um espaço na mídia e nas TBR’s das pessoas.

Pois bem, apresentações feitas, é hora de divulgar os livros indicados deste ano. Preparados?

 

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Nota Musical – Lana Del Rey está de volta… melhor do que nunca!

Por , 29 de julho de 2017 21:19

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Não faz tanto tempo assim que Lana Del Rey não lançava algo novo… Afinal, seu último álbum, Honeymoon, chegou às prateleiras (e serviços de streaming) em 2015. Porém, suas músicas foram tão inexpressivas (e chatas, não me xingem!), que é quase como se nada tivesse de fato acontecido após o lançamento de Ultraviolence, em 2014.

Pois bem. 2017 chegou e com ele a divulgação do single Lust for Life, com a participação de ninguém menos do que o “queridinho” do momento The Weeknd. E que tiro!

Alguns podem não concordar (Fanny, oi!), mas o hit conquistou minha simpatia logo de cara e foi adicionado no mesmo instante à minha playlist de favoritos do Spotify. Seu lançamento também era um prenúncio bastante auspicioso para seu novo CD, que também leva o nome de seu primeiro single: Lust for Life.

 

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Café Irlandês – 7 dicas para criar um clube do livro ideal

Por , 19 de julho de 2017 19:08

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Ler é uma atividade solitária, mas é tão bom compartilhar as leituras, impressões e discutir com outras pessoas sobre os seus personagens favoritos, o acertos (e erros) de um autor.

Geralmente, quando uma conversa dessas acontece, você volta para casa, com mais vontade de ler e uma pilha de livros novos na sua TBR, o que é sempre muito bom.

Os clubes dos livros, são uma fonte ideal disso, afinal é um encontro para se fazer o que mais gostamos (depois de batata frita): Falar sobre os livros! Só que é preciso ter alguns cuidados e tomar decisões, para que todos tenham o melhor proveito e que os encontros sejam duradouros.

Por isso, listamos 7 dicas para se iniciar um clube do livro.

 

1 – O Estilo/Tema

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Assim como em uma festa ou casamento, é preciso você pensar no estilo do clube do livro você quer. Talvez você pretenda reunir o maior número de pessoas possíveis na biblioteca da cidade, ter um encontro mais intimo na casa de um dos integrantes ou até mesmo online.

Com essa escolha do estilo na cabeça, você já consegue delimitar quem serão as pessoas que poderão ser convidadas/terão interesse em participar.

Também é legal pensar em um tema, ou uma linha que o grupo seguirá.

Por exemplo, como o clube comandado pela Livros e Café, que se chama Lendo Mulheres, e eles leem, claro, livros escritos por mulheres. Com isso, mesmo sem falar os livros que serão discutidos, você já consegue fazer com que o seu público alvo vá entendendo o que esperar.

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E há 200 anos atrás, Jane Austen nos deixava

Por , 18 de julho de 2017 7:00

Em uma carta de 15 de junho de 1808, Jane Austen, escreveu para a sua irmã Cassandra:

“Por onde devo começar? Qual dos meus importantes nada eu devo te contar primeiro?”

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Jane tinha 32 dois anos, já havia escrito Lady Susan, Razão e Sensibilidade, Northanger Abbey e The Watsons e em 9 anos e poucos meses, a curta vida de Jane terminaria, colocando um fim nas suas histórias.

Por 41 anos, Austen viveu uma vida inconstante, com mudanças pela Inglaterra e tendo que viver de favor, com a irmã e a mãe, porque elas simplesmente não tinham dinheiro. Ela não casou, não teve filhos e nunca saiu da Inglaterra. Ainda assim, essa filha ~´insignificante~ de um clérigo, tinha um olhar para o mundo, para as relações humanas, que poucos consigam  expressar de uma forma tão única.

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Entre páginas – Romance com o Duque

Por , 17 de julho de 2017 10:00

Tessa Dare tem o meu coração. Pode vir pegar!

Resenha Romance com o DuqueIzzy sempre sonhou em viver um conto de fadas. Mas, por ora, ela teria que se contentar com aquela história dramática.

A doce Isolde Ophelia Goodnight, filha de um escritor famoso, cresceu cercada por contos de fadas e histórias com finais felizes. Ela acreditava em destino, em sonhos e, principalmente, no amor verdadeiro. Amor como o de Cressida e Ulric, personagens principais do romance de seu pai.

Romântica, ela aguardava ansiosamente pelo clímax de sua vida, quando o seu herói apareceria para salvá-la das injustiças do mundo e ela descobriria que um beijo de amor verdadeiro é capaz de curar qualquer ferida.

Mas, à medida que foi crescendo e se tornando uma mulher adulta, Izzy percebeu que nenhum daqueles contos eram reais. Ela era um patinho feio que não se tornou um cisne, sapos não viram príncipes, e ninguém da nobreza veio resgatá-la quando ela ficou órfã de mãe e pai e viu todos os seus bens serem transferidos para outra pessoa.

Até que sua história tem uma reviravolta: Izzy descobre que herdou um castelo em ruínas, provavelmente abandonado, em uma cidade distante. O que ela não imaginava é que aquele castelo já vinha com um duque…

Na maioria das vezes, o meu amor por um autor vem de uma vez. Em uma história sensacional que li sem esperar nada, e ele fica ali para sempre (ou enquanto escreve bons livros). No caso dos romances históricos, isso sempre seguiu a mesma regra.

Tanto que sempre pergunto para a nossa especialista (Thais da Mata), qual o melhor livro de um autor/série para começar. Só que a Tessa Dare, foi a pessoa que olhou para as regras e… as ignorou,

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Fala Série! – O inverno chegou em Westeros e ninguém está a salvo #WinterisHere

Por , 16 de julho de 2017 12:21

Desde que estreou em 2011, Game of Thrones ganhou o status de queridinha no mundo todo. Sem economizar dinheiro, a HBO criou uma produção digna de cinema para todos os episódios da série.

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Com cada cenário é bem preparado(com a série sendo gravada pelo mundo inteiro), cada roupa confeccionada com maestria, atores bem incorporados nos personagens e um roteiro feito com todo o cuidado possível, a HBO deu para uma história amada por muitos, o tratamento pefeito para se tornar o ícone que virou. Não é por menos, até as perucas são perfeitas!

Ainda assim, fazer a série era uma aposta grande para a emissora. Apesar dos livros serem conhecidos de uma parcela da população que consome histórias fantásticas, não era uma paixão mundial. Em pouco mais de 6 anos, tudo isso mudou.

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Nota Musical – O (Ótimo!) Drama da Lorde – Review Melodrama

Por , 3 de julho de 2017 12:24

Em 2013, Ella Yelich-O’Connor da Nova Zelândia, também conhecida como Lorde, nos conquistou. E em 2017, ela está de volta para mostrar que ainda vai ficar muito tempo por aí.

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Quando Lorde apareceu na mídia derrubando barreiras e conquistando os criticios e as rádios com o seu Royals, muito estava na mesa. Ela era nova, talentosa, com letras maravilhosas e fazendo muito sucesso.

Tanto, que Royals foi a minha música favorita de 2013 e seu CD de estreia, Pure Heroine, entrou na lista dos favoritos do ano e ainda o escuto muito. Não só Royals e Team que se tornaram hits, mas o álbum tem várias joias que mostram o talento dela, como Glory and Gore, Still Sane e White Teeth Teens.

Só que as músicas falavam da sua vida ‘simples’, de como ela nunca seria uma “Royals”, sem dinheiro para as coisas e como ela ainda não tinha se acostumado com a fama.

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