Fala Série! – The Good Place

Por , 17 de novembro de 2017 9:10

The Good Place

 

Ironia, sarcasmo e um senso de humor delicioso. Essas são algumas palavras que definem The Good Place, criada por Michael Schur (Parks and Recreation) e protagonizada por Kristen Bell e Ted Danson.

 

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Pipoca Salgada – Quem é Rey? As teorias para Star Wars: Os Últimos Jedis

Por , 15 de novembro de 2017 20:46

Entramos na contagem regressiva para Star Wars: Os Últimos Jedis, e com isso, revistamos as teorias da personagem mais intrigante da nova trilogia: Rey.

  Spoiler Alert! Esse post contém Spoiler para quem não viu os filmes da série Star Wars e Rogue One.

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Última cena de O Despertar da Força.

Depois de ser tirada de Jakku, ter caído nas mãos da Primeira Ordem e ter aprendido a usar a força quase sozinha, Rey começa a subir uma montanha íngreme no meio de um oceano.

Os seus passos decisivos a levaram até Luke Skywalker. E com certeza, eu não estava sozinha no time, que achou que ela falaria com uma voz confusa ‘Pai¿’.

Ao mesmo tempo, que há algumas dicas sobre o passado de Rey no filme, terminamos aquela sessão, sem saber quase nada sobre a sua origem, e a espera até Os Últimos Jedis parecia muito longa.

Por isso, ao longo dos últimos dois anos, um monte de gente (eu estou no meio) reviu os filmes diversas vezes em busca de uma pista escondida para a pergunta: Quem é Rey¿

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Nota Musical – Coldplay e o seu Sky full of stars

Por , 13 de novembro de 2017 11:32

Quem me ver falando mal do Coldplay pelos próximos 5 anos, pode de repreender.

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Quando você cresce, há poucas coisas que conseguem lhe impressionar ainda. Você começa a colecionar tantas visões, sentimento e emoções pelo caminho até ali, que tudo tem uma lembrança ou conexão com o passado.

Eu morei até os 18 anos no interior de Minas Gerais sonhando com shows, viagens e tudo aquilo que eu não tinha acesso devido à distância. Coldplay era um desses sonhos que eu já havia conseguido marcar como visto em 2009, na vinda deles com a turnê Viva La Vida.

Ainda era uma newbie em shows, porém já sai de lá sabendo que não havia sido tudo que eu tinha imaginado. Vida que se seguiu e na minha cabeça eu coloquei um check na banda, como algo muito bom, mas que não viria de novo (algo parecido aconteceu com o Jack White recentemente).

Aí eles lançaram Mylo Xyloto e eu voltei a me interessar em ver a banda ao vivo de novo. O som havia se tornado mais pop, mas até aí tudo bem porque a gente ama um pop.

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Blá Blá Blá – Não estamos atingindo as nossas metas literárias (e está tudo bem)

Por , 12 de novembro de 2017 9:04

Regret

 

Todo ano é a mesma ladainha: logo na primeira semana, tiramos um tempo para listar os livros que queremos e pretendemos ler. E, no começo, é tudo mil maravilhas… férias e muito tempo livre para ler. Parece que nada poderá nos impedir de cumprir as (altas) metas literárias para o ano.

Porém, o ano avança e, com ele, vêm os compromissos, o trabalho, séries do Netflix, joguinhos para celular, outras metas… e todo aquilo entusiasmo fica para trás.

O pique pode ter ido para o fundo do poço, mas também optamos por nunca mudar as metas (sabe aquele velho e famoso ‘quando atingirmos a meta, dobramos a meta?’). Então… não atingimos a meta, nem a reduzimos pela metade.

Parece uma derrota para quem estava acostumado a ler mais de 100 livros no ano, mas por que não estamos tristes com isso?

 

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Entre Páginas – Mrs Dalloway e vida pelos olhos de Virginia Woolf

Por , 11 de novembro de 2017 19:08

Não há nada mais gratificante, do que ler um livro INCRÍVEL.

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Mrs Dalloway, primeiramente publicado em 1925, é o primeiro e bem-sucedido resultado do continuado esforço de Virginia para romper com as convenções do romance tradicional e estabelecer as bases de uma nova estética da ficção.

É simples a trama de Mrs Dalloway. Tudo se passa num dia de junho de 1923, entre as 10 horas da manhã e a meia-noite. Na face visível da realidade, a dos atos banais do dia a dia, Clarissa Dalloway sai para comprar flores para a festa que dará à noite. No caminho passa por algumas das ruas centrais de Londres e por dois de seus principais parques, encontrando o amigo Hugh Whitbread. Seu trajeto cruza com o de outro personagem central, Septimus Warren Smith, que, acometido de um sério trauma de guerra, encaminha-se, com a esposa que conheceu na Itália, Rezia, para uma consulta com um importante psiquiatra.

Já em casa, a Sra. Dalloway recebe a visita de um antigo namorado, Peter Walsh, que acabara de voltar de uma longa temporada de trabalho na Índia. Deixando a casa de Clarissa, Peter Walsh empreende a própria caminhada por Londres, regressando, depois, ao seu hotel, de onde sai, ao final da tarde, para a festa da antiga namorada. O romance culmina na festa da Sra. Dalloway, onde se encontram pessoas de suas atuais relações, como o próprio Primeiro-Ministro, e pessoas de seu passado: além de Peter Walsh, também Sally Seton, uma paixão da adolescência.

Um mosaico de cenas exteriores recheia a trama aparente do romance: a passagem de um misterioso automóvel carregando uma importante personagem política; as proezas de um avião escrevente; uma rusga entre a filha adolescente da Sra. Dalloway, Elizabeth, e sua preceptora, a Srta. Kilman; a aventurosa perseguição feita por Peter Walsh a uma senhorita que ele destacara da multidão; uma mendiga, próximo à estação de metrô do Regent’s Park, entoando uma canção ancestral; o trágico fim de Septimus.

Desde que li a obra completa de Shakespeare, eu fiquei muito animada e interessada em fazer isso com alguns autores especiais. Machado de Assis está na lista, estou caminhando para bater isso com Charles Dickens, Thomas Hardy, e com, Virginia Woolf estamos quase lá.

Quer dizer, estamos quase lá. Comecei com o maravilhoso Orlando (leia o review AQUI), e desbravei poucos até então, mas a minha meta continua de pé. Faltando ainda 14 livros e deixando Ao Farol, propositalmente para ser o último, eu resolvi ler esse livro que estava na lista a tempo.

Há algo de libertador quando lemos a obra completa de algum autor. Obviamente, você nunca para de aprender com a obra dele (muito pelo contrário), mas você consegue olhar para aquela personalidade e ver os pontos completos de uma vida dedicada a escrita.

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