Fala série! – O Nevoeiro e as séries que não precisam voltar

Por , 5 de dezembro de 2017 8:00

Série do Netflix baseado em um conto do Stephen King? Não tínhamos como resistir ao Bingewatching dessa nova série. Mas o resultado final ficou bem abaixo do esperado.

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David Droyton, seu filho e outros moradores de Bridgton, perto de Nova York, se vêem presos num supermercado quando um nevoeiro misterioso se espalha pela cidade. Quando alguns deles tentam sair, são rapidamente devorados por monstros ocultos na neblina. Pânico, paranoia e fanatismo religioso se espalham pelos habitantes á medida que os monstros começam a intimidá-los cada vez mais e as tragédias se sucedem.

Há tantas adaptações do REI King (hahaha viu o trocadilho? Hahaha….ok, parei) está ficando difícil acompanhar e adiantar as leituras do que está vindo pelo caminho (demos uma ajudinha AQUI).

Uma das que estreou nos últimos tempos no Netflix, foi O Nevoeiro, baseado no conto da antologia Tripulação dos Esqueletos. E a série começa na cidade de Bridgton no Maine, onde o tal nevoeiro toma conta durante 10 episódios, que deveriam variar entre o terror e o suspense.

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Entre Páginas – Tartarugas até lá embaixo de John Green

Por , 4 de dezembro de 2017 7:00

Depois de 6 anos, John Green retorna com o primeiro livro desde o grande sucesso de A Culpa é das Estrelas, para nos apresentar o seu melhor trabalho.

IMG_3673A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).

Repleto de referências da vida do autor – entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, transtorno mental que o afeta desde a infância -, Tartarugas até lá embaixo tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses.

Quando A Culpa é das Estrelas foi publicado, John Green já era um escritor conceituado e conhecido dos círculos da literatura Jovem Adulta (YA). Com o estrondoso sucesso de ACEDE e consequentemente, ele se tornou John Green. Um nome fácil de ser reconhecido nas livrarias e até mesmo para quem não é fã dos livros.

Assim, seu próximo livro tinha que atingir o nível de expectativa que agora, ele era esperado. E havia vários caminhos mais fáceis e certeiros em sentido de sucesso comercial, que ele poderia ter seguido, mas fico feliz por John ter escolhido um caminho diferente.

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Pipoca Salgada – Quem é Rey? As teorias para Star Wars: Os Últimos Jedis

Por , 15 de novembro de 2017 20:46

Entramos na contagem regressiva para Star Wars: Os Últimos Jedis, e com isso, revistamos as teorias da personagem mais intrigante da nova trilogia: Rey.

  Spoiler Alert! Esse post contém Spoiler para quem não viu os filmes da série Star Wars e Rogue One.

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Última cena de O Despertar da Força.

Depois de ser tirada de Jakku, ter caído nas mãos da Primeira Ordem e ter aprendido a usar a força quase sozinha, Rey começa a subir uma montanha íngreme no meio de um oceano.

Os seus passos decisivos a levaram até Luke Skywalker. E com certeza, eu não estava sozinha no time, que achou que ela falaria com uma voz confusa ‘Pai¿’.

Ao mesmo tempo, que há algumas dicas sobre o passado de Rey no filme, terminamos aquela sessão, sem saber quase nada sobre a sua origem, e a espera até Os Últimos Jedis parecia muito longa.

Por isso, ao longo dos últimos dois anos, um monte de gente (eu estou no meio) reviu os filmes diversas vezes em busca de uma pista escondida para a pergunta: Quem é Rey¿

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Nota Musical – Coldplay e o seu Sky full of stars

Por , 13 de novembro de 2017 11:32

Quem me ver falando mal do Coldplay pelos próximos 5 anos, pode de repreender.

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Quando você cresce, há poucas coisas que conseguem lhe impressionar ainda. Você começa a colecionar tantas visões, sentimento e emoções pelo caminho até ali, que tudo tem uma lembrança ou conexão com o passado.

Eu morei até os 18 anos no interior de Minas Gerais sonhando com shows, viagens e tudo aquilo que eu não tinha acesso devido à distância. Coldplay era um desses sonhos que eu já havia conseguido marcar como visto em 2009, na vinda deles com a turnê Viva La Vida.

Ainda era uma newbie em shows, porém já sai de lá sabendo que não havia sido tudo que eu tinha imaginado. Vida que se seguiu e na minha cabeça eu coloquei um check na banda, como algo muito bom, mas que não viria de novo (algo parecido aconteceu com o Jack White recentemente).

Aí eles lançaram Mylo Xyloto e eu voltei a me interessar em ver a banda ao vivo de novo. O som havia se tornado mais pop, mas até aí tudo bem porque a gente ama um pop.

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Entre Páginas – Mrs Dalloway e vida pelos olhos de Virginia Woolf

Por , 11 de novembro de 2017 19:08

Não há nada mais gratificante, do que ler um livro INCRÍVEL.

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Mrs Dalloway, primeiramente publicado em 1925, é o primeiro e bem-sucedido resultado do continuado esforço de Virginia para romper com as convenções do romance tradicional e estabelecer as bases de uma nova estética da ficção.

É simples a trama de Mrs Dalloway. Tudo se passa num dia de junho de 1923, entre as 10 horas da manhã e a meia-noite. Na face visível da realidade, a dos atos banais do dia a dia, Clarissa Dalloway sai para comprar flores para a festa que dará à noite. No caminho passa por algumas das ruas centrais de Londres e por dois de seus principais parques, encontrando o amigo Hugh Whitbread. Seu trajeto cruza com o de outro personagem central, Septimus Warren Smith, que, acometido de um sério trauma de guerra, encaminha-se, com a esposa que conheceu na Itália, Rezia, para uma consulta com um importante psiquiatra.

Já em casa, a Sra. Dalloway recebe a visita de um antigo namorado, Peter Walsh, que acabara de voltar de uma longa temporada de trabalho na Índia. Deixando a casa de Clarissa, Peter Walsh empreende a própria caminhada por Londres, regressando, depois, ao seu hotel, de onde sai, ao final da tarde, para a festa da antiga namorada. O romance culmina na festa da Sra. Dalloway, onde se encontram pessoas de suas atuais relações, como o próprio Primeiro-Ministro, e pessoas de seu passado: além de Peter Walsh, também Sally Seton, uma paixão da adolescência.

Um mosaico de cenas exteriores recheia a trama aparente do romance: a passagem de um misterioso automóvel carregando uma importante personagem política; as proezas de um avião escrevente; uma rusga entre a filha adolescente da Sra. Dalloway, Elizabeth, e sua preceptora, a Srta. Kilman; a aventurosa perseguição feita por Peter Walsh a uma senhorita que ele destacara da multidão; uma mendiga, próximo à estação de metrô do Regent’s Park, entoando uma canção ancestral; o trágico fim de Septimus.

Desde que li a obra completa de Shakespeare, eu fiquei muito animada e interessada em fazer isso com alguns autores especiais. Machado de Assis está na lista, estou caminhando para bater isso com Charles Dickens, Thomas Hardy, e com, Virginia Woolf estamos quase lá.

Quer dizer, estamos quase lá. Comecei com o maravilhoso Orlando (leia o review AQUI), e desbravei poucos até então, mas a minha meta continua de pé. Faltando ainda 14 livros e deixando Ao Farol, propositalmente para ser o último, eu resolvi ler esse livro que estava na lista a tempo.

Há algo de libertador quando lemos a obra completa de algum autor. Obviamente, você nunca para de aprender com a obra dele (muito pelo contrário), mas você consegue olhar para aquela personalidade e ver os pontos completos de uma vida dedicada a escrita.

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Stephen King em Hollywood: Todas as adaptações em produção

Por , 28 de setembro de 2017 10:30

Vamos flutuar juntos?

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Que Stephen King é demais isso a gente já sabia. Que Hollywood tinha uma quedinha por ele, isso também a gente já sabia. Mas parece que agora o amor cresceu e há tantas novas produções/adaptações sendo feitas, que fica difícil acompanhar o que vem pela frente.

Para ajudar o calendário e organizar as suas leituras (ler o livro antes do filme e etc), listamos abaixo todas adaptações que estão em curso.

IT – Capítulo 2

Pennywise dançando

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Nota Musical – Review de Wonderful Wonderful do The Killers

Por , 27 de setembro de 2017 17:30

Não é nada fácil falar da sua banda favorita, mas vou tentar fazer jus.

Wonderful Wonderful
Depois de 5 anos sem um CD novo e praticamente 2 anos de hiato enquanto os seus integrantes trabalhavam em projetos paralelos, eu estava animada em ver o meu quarto favorito de todos os tempos juntos novamente.

Eu sei que eles não são a melhor banda do mundo, mas eles são a minha melhor banda do mundo. Como todos os seres humanos, a minha vida tem uma série de altos e baixos, mas quando o Killers está tocando, eu ganho 3 ou 4 minutos de pura tranquilidade. É como se todos os problemas ficassem em stand by por esse tempo.

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Entre páginas – Onde Deixarei meu Coração

Por , 26 de setembro de 2017 9:30

Comprar um livro pela capa pode lhe levar em lugares maravilhosos e outros…nem tanto.

IMG_3427Simples, careta e sem graça. É assim que Bea se vê. Então quando a super descolada Ruby e seu bando de populares passam a se interessar por sua opinião, isso só pode ser uma pegadinha. Certo? Pelo menos é assim que sempre acontece nos filmes… Mas o convite para passarem as férias em Málaga parece pra valer. E com um bônus: Bea pode se afastar da mãe irritante e controladora.

No entanto, depois de apenas 48 horas na Espanha, Bea se flagra mudando o itinerário. A menina decide visitar Paris para encontrar o pai que nunca conheceu. Afinal, a cidade luz pode emprestar um pouco de clareza a um período nebuloso de sua vida familiar. No caminho, ela conhece Toph, um estudante americano mochilando pela Europa.

Enquanto procuram pelo pai dela nos cafés e boulevards de Paris, ela perde a cabeça em vez disso. Será que Bea é a garota de Toph ou a boa menina que sua mãe espera que ela seja? Ou será esse o verão mágico em que Bea finalmente torna-se dona do próprio nariz?

Eu sei que o conselho “não compre um livro pela capa” é bem viável é necessário para vários aspectos da vida, mas quando falamos de livros, esse é um conselho que podemos ignorar de vez em quando.

Afinal, em muitas vezes uma capa bonita e bem feita, reserva um livro fantástico (A lei deveria ser livro fantástico = capa fantástica, mas essa ainda não foi assinada).

Já tive grandes sucessos no passado e quando vi a capa e o título de Onde Deixarei Meu Coração, eu resolvi cair de cabeça, porque a combinação YA + Paris, não deveria ter erro.

Não deveria, mas infelizmente ainda não é a regra.

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Nota Musical – Quem é Dua Lipa?

Por , 25 de setembro de 2017 12:12

Uma cantora inglesa de 22 anos, está causando na cena pop mundial e fazendo sucesso entre a galera antenada brasileira. Mas quem é Dua Lipa?

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Ela chega no Brasil em menos de um mês, onde abrirá os shows do Coldplay no país e toca na mesma semana na Audio Club em São Paulo, com os ingressos já esgotados no primeiro dia de venda. Mas quem é Dua Lipa?

Dona de uma voz potente, essa jovem filha de pais imigrantes da Albânia, lançou o seu primeiro disco esse ano, mas já está ralando faz um tempinho.

Ela começou a chamar atenção ao postar os seus covers no You Tube e em 2015 assinou com a Warner Music.

Como de praxe com os jovens artistas, a Warner trabalha eles com EP’s, singles, parceiras e outros trabalhos, para assim os preparem para o lançamento do primeiro CD.

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Entre Páginas – Surrender to The Earl

Por , 21 de setembro de 2017 11:08

Bora conhecer mais uma autora de romance histórico?

IMG_3388Ela quer um favor, não um noivo.

Audrey Black cria um plano repentino de solicitar ajuda de um visitante para recuperar a sua propriedade herdada com a morte do marido. Tendo a sua visão tirada durante a infância, Audrey sempre foi mantida reclusa pela sua família, e agora que o enigmático Robert Henslow, Earl de Knightsbridge, complicou o seu plano para ganhar a sua independência, insistindo que eles fiquem noivos de mentira, para enganar a sua família.

Foi o dever que levou Robert até a porta de Audrey, mas a proposta de casamento pode ser apensa por culpa. Compaixão. Ou algo mais urgente ou inesperado. O noivado deveria ser para o beneficio de Audrey, mas ainda, é Robert que precisa prvar para a intrigante Audrey o quando os dois tem a ganhar ao tornar o noivado uma realidade e convencer ela a se entregar a mais doce paixão.

Eu sempre gosto de ler uma série de romances históricos pelo primeiro livro. Porém, tive boa sorte no passado em começar no meio da bagunça hahah.

Foi o que aconteceu com a Kathryn Smith e a sua maravilhosa série Ryland Brothers, com a ainda então desconhecida no Brasil, Lisa Kleypas e eu começando pela metade nos Hathaways, e agora foi a vez de Gayle Callen, já que esse livro é o segundo volume da série Brides of Redemption.

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