Category: Fala Série!

Fala Série! – O que esperar da 10ª temporada de Doctor Who?

Por , 15 de abril de 2017 9:00

Hoje estreia a 10 temporada de Doctor Who, e com tantas mudanças à vista, há muito o que esperar.

SPOILER ALERT: Esse post contém Spoiler para quem não viu a 9ª temporada de Doctor Who.

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Parece que foi ontem que anunciaram Peter Capaldi para o papel do Doutor mais famoso da TV mundial. Escocês, um ator brilhante e trazendo um doutor mais duro, o Doutor de Peter foi único.

Claramente inspirado no primeiro doutor, ao longo das duas temporadas ele inseriu o seu estilo. O que não era um tarefa fácil.

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Entre páginas + Fala série! – Outlander: A viajante do tempo

Por , 5 de abril de 2017 9:00

Dois formatos = um amor: Outlander.

Os livros de Diana Gabaldon começaram a ser publicados há mais de 25 anos, mas ganharam notoriedade após serem adaptados para a televisão pelo canal americano Starz, em 2014.

Por aqui, a saga literária começou a ser publicada pela editora Rocco, em 2004. Porém, 10 anos depois os direitos de publicação foram assumidos pela antiga Saída de Emergência e, atualmente, pertencem à Editora Arqueiro.

Na minha estante, o primeiro volume me esperava há quase três anos. Ele ficou me namorando da prateleira, mas confesso que fui afastada um pouco pelo “hype” e demorei a dar o braço a torcer… Mas finalmente resolvi arriscar e fiquei completamente apaixonada!

 

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Em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, a enfermeira Claire Randall volta para os braços do marido, com quem desfruta uma segunda lua de mel em Inverness, nas Ilhas Britânicas. Durante a viagem, ela é atraída para um antigo círculo de pedras, no qual testemunha rituais misteriosos. Dias depois, quando resolve retornar ao local, algo inexplicável acontece: de repente se vê no ano de 1743, numa Escócia violenta e dominada por clãs guerreiros.

Tão logo percebe que foi arrastada para o passado por forças que não compreende, Claire precisa enfrentar intrigas e perigos que podem ameaçar a sua vida e partir o seu coração. Ao conhecer Jamie, um jovem guerreiro escocês, sente-se cada vez mais dividida entre a fidelidade ao marido e o desejo. Será ela capaz de resistir a uma paixão arrebatadora e regressar ao presente?

 

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Fala Série – E em duas temporadas…Fuller House se consolidou

Por , 17 de janeiro de 2017 11:10

Quando Fuller House foi anunciado, o saudosismo bateu forte, mas depois da segunda temporada, a série ganhou (merecidas) asas próprias.

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No primeiro episódio da primeira temporada de Fuller House, encontramos Danny, Joey, Jesse e Rebeca se despedindo de São Francisco. Reencontramos todas as meninas, que agora são mulheres crescidas com filhos (exceto a Stephanie que é solteira) e ficamos com um gosto de deja vu na boca.

Afinal, mais de 20 anos depois, DJ se encontra na mesma situação que o pai: viúva, com 3 crianças para cuidar e conta com a ajuda das amigas para vencer esse desafio.

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Retrospectiva 2016 – O Melhor do Café : Séries

Por , 27 de dezembro de 2016 20:40

O temido 2016 está ficando para trás. Entre tantas coisas ruins, trágicas e tristes que aconteceram nesses quase 365 dias que passaram, o ano trouxe alguns alentos que serviram para que ainda fosse possível sobreviver.

Filmes, séries, músicas e os nossos tão amados livros, que foram pontos de luz entre tantas trevas, e serão sobre esses grandes nomes (e algumas decepções) que falaremos durante a nossa retrospectiva nos próximos dias.

Hoje começamos falando das séries!

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Assistir séries hoje em dia não é o mesmo tormento de sempre.

Quando uma ótima séries não estreia no Netflix e Amazon com todos os seus capítulos devidamente disponibilizados para você ver tudo naquele momento a TV a cabo dá um jeitinho para que o mundo assista junto. Afinal, em tempos de twitter e Facebook dificilmente um spoiler não aparece na sua TL em 24 horas.

Seguindo uma tendência dos outros anos, em 2016 as produções para TV colocaram no bolso o cinema. Com fantásticos e cotados atores, diretores de peso, roteiros fantásticos e sem economizar nenhum dinheiro, as séries estão se tornando a referência para a qualidade e diversidade.

E é essa mesma diversidade que faz com que nossa equipe goste de coisas diferentes e diversas dentro do ano. Sabrina amou Stranger Things, a Fanny maratonou The Crown e ficou dividida com Jessica Jones e The OA, enquanto o Will e a Thais tiveram um ano corrido em que nenhuma produção que eles tiveram tempo de ver se destacou.

Na verdade, com a correria desse ano e tantos outros interesses, ainda não deu tempo de ver tudo o que gostaríamos de ver.

Séries elogiadas como This is Us e Victoria, ficarão para serem conferidas em 2017, e até mesmo Guerra e Paz de 2015 ainda não conseguimos baixar da nossa lista.

Abaixo vocês conferem a nossa lista de séries favoritas do ano, sem nenhuma ordem especifica e somente quando chegamos na lista fechada que reparamos que todas são do Netflix ¯\_(ツ)_/¯.

Stranger Things

–   Pela Sabrina

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Na minha opinião, esta foi a maior surpresa do ano no quesito séries.

A produção original da Netflix começou agradando os fãs de Cultura geek e terminou arrebatando milhares de pessoas pelo mundo todo – independentemente do sexo ou da idade dos espectadores.

Para mim, o maior exemplo disso é o que aconteceu na minha casa: eu comecei a assistir sozinha e a resgatar meu lado nerd, que jogava RPG nas férias com os amigos e lia “O Senhor dos Anéis” aos 13 anos. Porém, aos poucos a família toda foi sendo fisgada pelo suspense em torno do desaparecimento de Will, os poderes de Eleven e o Mundo Inverso.

Com muitas referências aos anos 80, a série mistura elementos de fantasia, ficção científica e teorias da conspiração que nunca (?) se comprovaram. O resultado desse mix é uma obra por vezes divertida e por vezes assustadora… e viciante!

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Fala Série! – Deus salve a Rainha e The Crown

Por , 13 de novembro de 2016 9:59

A Netflix gastou cerca de 100 milhões de dólares para produzir a primeira temporada de The Crown. E valeu cada centavo.

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Desde que a Netflix anunciou que faria uma série sobre a Rainha Elizabeth II, minha orelhinhas ficarão de pé.

Não só por causa das outras provas que a Netflix já deu da qualidade das suas produções, mas porque apesar de ter o reinado de mais tempo da história da monarquia inglesa, a vida da Rainha Elizabeth tinha um apelo mais dramático.

Como contar sobre uma das mulheres mais famosas do mundo e que ainda está viva? Seria  um tiro no pé ou um grande triunfo.

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Fala Série! – O realismo de Black Mirror

Por , 6 de novembro de 2016 15:32

Black Mirror, brinca imaginando um futuro para a humanidade, usando a tecnologia como pano de fundo, mas em vários momentos é o melhor retrato da sociedade em que vivemos.

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A Netflix lançou duas temporadas dessa série em anos anteriores, e apesar de ter sido bem recebido, foi boom desse ano que fez essa série despontar no catalogo principal da empresa que está se tornando a maior em conteúdo para a TV e o de melhor qualidade também.

Black Mirror é uma das grandes produções de qualidade que tem ali para você ver a qualquer momento.

Na terceira temporada disponibilizada mês passado, ganhamos mais 6 episódios que imaginam futuros próximos ou não, onde a tecnologia tem um papel crucial.

Cada episódio conta uma história diferente com personagens distintos em momentos bem diferentes. E apear de cada um deles passarem uma mensagem e serem muito bem feitos é o primeiro episódio da temporada, Nosedive, que se destaca.

Não se enganem, Playstest, San Junipero e Hated in the nation, são episódios ótimos, mas é a história e futuro de Lacie (Bryce Dallas Howard) que fascina.

landscape-1471553666-cqktqcnwyaazgihO seu futuro, é totalmente controlado sobre como as pessoas avaliam uma as outras. Usando um tipo de tipo de implante, ela consegue olhar para uma pessoa e saber a sua pontuação, e com um celular sempre na mão, tudo é avaliado desde um atendimento em um cafeteria, passando por fotos postadas nas redes sociais e até uma simples conversa no elevador.

Lacie tem uma ótima pontuação, mas ainda não é com as maiores pontuações e quando a sua amiga da infância (que possui uma pontuação alta) lhe convida para o seu casamento, ela vê a possibilidade de finamente conseguir fazer parte da elite.

E fazer parte da elite significa acesso exclusivo, descontos únicos e viver acima de todos. E no meio do episódio eu me peguei percebendo, que o que estava sendo retratado como o futuro, é a nossa realidade.

Claro, ninguém tem um chip instalado para avaliar só de olhar as pontuações ‘sociais’ das pessoas, mas nós já vivemos na sociedade em que seu status social é avaliado pela quantidade de likes, compartilhamento e visualização das suas plataformas digitais.

Pessoas com muito seguidores e curtidas, viraram os digital influencers, e com isso ganham desconto, produtos gratuitos e facilidades que as outras pessoas simplesmente não tem pelo seu apelo nas redes.

Elas não tem seguidores suficientes, e por isso,  restante não tem qualquer relação ou importância.

Assistir qualquer episódio de Black Mirror é mergulhar em uma realidade que dá até medo do presente e para onde exatamente a nossa sociedade está caminhando.

Fala Série – The Ranch

Por , 15 de outubro de 2016 12:31

Netflix virou sinônimo de novas ótimas séries, mas mesmo algumas ideias boas, podem desviar pelo caminho, como The Ranch.

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A família de Colt, os Bennett, possuem um rancho no Colorado onde cada uma teve que crescer ajudando. Mas Colt foi tentar a carreira de jogador de futebol americano,  e quando não dá certo, tem que voltar para casa depois do seus 30 anos.
A sua saída não foi muito bem aceita pelo seu pai, Beau, um caubói rústico e muito rabugento e pelo seu irmão Rooster, que ficou para trás ajudando o pai no rancho.

A volta de Colt vai mudar um pouco a rotina familiar e trazer história antigas de volta da pequena cidade.

Stranger Things, Making a Murder, Narcos e Demolidor. Sem precisar esforçar muito a cabeça, conseguimos lembrar facilmente de ótimas séries cultuadas que a Netflix trouxe. Isso só nos últimos dois anos.

Além das mais famosas, outras produções de qualidade e que dividem opiniões também estão sempre aparecendo na programação da ferramenta que literalmente mudou a forma como estamos consumindo séries.

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Fala Série! – The Killing

Por , 13 de julho de 2016 12:51

Nada como uma ótima série policial para nos segurar no sofá, e The Killing, uma adaptação americana de uma série dinamarquesa que é excelente.

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Em Seattle, a detetive Sarah Linden (Mireille Enos) está em seu último dia de trabalho, antes de partir com seu filho, Jack (Liam James), para encontrar seu noivo em Sonoma.

O substituto de Sarah, Detetive Stephen Holder (Joel Kinnaman), está pronto para assumir o cargo, quando eles atendem a uma chamada de um policial em carro de patrulha, que encontrou um casaco manchado de sangue em um campo.

O corpo da garota desaparecida, Rosie Larson, é encontrado no porta-malas de um carro registrado no comitê de campanha do vereador Darren Richmond (Billy Campbell), que está concorrendo a prefeito. Linden, então, adia a sua partida, supostamente por uns dias, até que o caso seja resolvido.

Já falei diversas vezes aqui, que de vez em quando, começo a assistir alguma série no Netflix só para que ela pare de aparecer na minha lista de recomendados, e baseado no retorno que estou tendo, acho que vou continuar com essa tática.

Foi assim com Luther, Between e Doc Martin que amei. E a última dessa tacada foi The Killing.

Eu gosto de séries policias, mas tenho um pouco de preguiça de começar a ver séries que tem muitas temporadas, como Criminal Minds, mas no caso de The Killing, eu bem queria que tivesse mais episódios.

As duas primeiras temporadas da série são basicamente o que acontece na original dinamarquesa. Como vi primeiro a americana, até tentei ver a da Dinarmaca, mas a similaridade das histórias e do elenco acabou me desanimando.

Recheada de ótimos diálogos e cheia de suspense, a série te leva durante as duas primeiras temporadas para um caminho que você mal pode prever. Muitas reviravoltas no caso de Rosie Larson, não deixa quem está em frente à tela tranquilo.

Você simplesmente precisa saber como termina.

Além disso, a parceria de Linden e Holder funciona tão bem, que é difícil pensar em outro igual. Eles são cheios de falhas e bem esquentadinhos, o que leva a várias situações extremas, que só servem para rechear ainda mais a trama.

Da terceira temporada em diante, a série seguiu um roteiro próprio, se distanciando da sua original e criando outras tramas que se estendem por cada temporada.

Ainda assim, a terceira temporada foi a mais sensacional! Infelizmente o assunto era muito grande e precisava ter sido mais diluído.

the-killing-season-3-finale-recapMinha única ressalva, é com o último minuto final da série que dá uma guinada para uma resolução que odiei.

Percebendo para onde ia, eu desliguei a TV e The Killing, para mim, terminou ali. Hahah

Apesar de alguns bons coadjuvantes, são os protagonistas,  Mireille Enos e Joel Kinnaman. Eu nunca tinha visto o Joel KInnaman e depois da série, parece que ele está em todo lugar (Robocop, Esquadrão Suicida e vai estrelar uma outra série do netflix).

Depois disso tudo, volto ao começo desse review, falando o quanto essa série é excelente, por isso, não perca mais tempo.

Eu ignorei a recomenda da Netflix por muito tempo, não ignore a minha.

Sinopse: Adoro Cinema

Fala Série! – Review da 4° Temporada de Orange is the New Black (Sem Spoilers)

Por , 2 de julho de 2016 17:40

Orange is the New Black retornou para mais uma temporada, onde muitas mudanças e reviravoltas acontecem, porém, em uma temporada ligeiramente mais fraca que a anterior.

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Quando a 3° temporada de Orange is the New Black (uma das séries originais do Netflix de maior sucesso) estreou ano passado, vários fizerem binge-watching (como eu) durante o final de semana. Muitas questões que ficaram em aberto, (assim como todas as mudanças eminentes) prometiam uma quarta temporada muito interessante, o que fizeram muitos esperar ansiosamente. (Leia o nosso review da 3° Temporada AQUI)

A graça de OITNB é que não virou maçante. Após o sucesso da primeira temporada, eles perceberam que a série tinha um potencial muito grande para explorar com outras personagens, não só através da Piper. Tanto potencial, que 4 anos depois, se a Piper sair não vai fazer tanta falta ( para não dizer que já faz uma duas temporadas que ninguém aguenta ela).

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Fala Série – Doc Martin

Por , 7 de junho de 2016 11:30

Eu fiquei uns dias vendo as ‘aventuras’ do Doc Martin, série britânica disponível no Netflix, e não me arrependi nem um pouco.

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Eu sou uma pessoa ‘estranha’ em relação a séries e filmes.

Às vezes quero ver algo super original e outras vezes, a mesma serie repetida todas as vezes. Ano passado me enrolei tanto em reprises de Parks and Recreations e Modern Family, que demorei para ver outra produção.

Em um dia de ‘quero ver algo diferente’ comecei a assistir Doc Martin. Eu não tinha ouvido falar nada da série, mas sempre gostei muito de histórias  como as de Monk, por exemplo, em que o personagem principal tem jeitos e atitudes que não muito convencionais, que acabam sendo uma grande diversão para os telespectadores.

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