Category: Fala Série!

Fala série! – O Nevoeiro e as séries que não precisam voltar

Por , 5 de dezembro de 2017 8:00

Série do Netflix baseado em um conto do Stephen King? Não tínhamos como resistir ao Bingewatching dessa nova série. Mas o resultado final ficou bem abaixo do esperado.

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David Droyton, seu filho e outros moradores de Bridgton, perto de Nova York, se vêem presos num supermercado quando um nevoeiro misterioso se espalha pela cidade. Quando alguns deles tentam sair, são rapidamente devorados por monstros ocultos na neblina. Pânico, paranoia e fanatismo religioso se espalham pelos habitantes á medida que os monstros começam a intimidá-los cada vez mais e as tragédias se sucedem.

Há tantas adaptações do REI King (hahaha viu o trocadilho? Hahaha….ok, parei) está ficando difícil acompanhar e adiantar as leituras do que está vindo pelo caminho (demos uma ajudinha AQUI).

Uma das que estreou nos últimos tempos no Netflix, foi O Nevoeiro, baseado no conto da antologia Tripulação dos Esqueletos. E a série começa na cidade de Bridgton no Maine, onde o tal nevoeiro toma conta durante 10 episódios, que deveriam variar entre o terror e o suspense.

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Fala Série! – The Good Place

Por , 17 de novembro de 2017 9:10

The Good Place

 

Ironia, sarcasmo e um senso de humor delicioso. Essas são algumas palavras que definem The Good Place, criada por Michael Schur (Parks and Recreation) e protagonizada por Kristen Bell e Ted Danson.

 

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Fala Série! – Dracarys ou o episódio Game of Thrones ficou simplesmente SENSACIONAL

Por , 8 de agosto de 2017 7:00

Esse post contém SPOILER para quem não assistiu o episódio The Spoils of War.

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Que Game of Thrones é um fenômeno mundial e que a seis anos vem fazendo a cabeça de fãs e critica, não é nenhuma surpresa.

Desde que estreou em 2011, a série foi unânime em mostrar um mundo meio medieval meio fantasioso, onde a vontade pelo poder imperava por todos os lados. Com isso, ao longo dos anos, fomos apresentados a todas as suas guerras, artimanhas, armadilhas, jogos políticos e maldades possíveis.

Se tem uma coisa que é certa na saga criada por George R. R. Martin, é que ninguém é especial ou importante o bastante, para não morrer. E quem está vivo ainda, pode agradecer ao Deus da Luz, o Deus das mil faces ou qualquer variação disso, porque não está fácil para ninguém.

Só que por seis temporadas, quem já tinha lido o livro sabia o que esperar.

Agora que a série segue livre e solta, as surpresas se tornam exatamente isso: surpresas para todo mundo.

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Fala Série! – O inverno chegou em Westeros e ninguém está a salvo #WinterisHere

Por , 16 de julho de 2017 12:21

Desde que estreou em 2011, Game of Thrones ganhou o status de queridinha no mundo todo. Sem economizar dinheiro, a HBO criou uma produção digna de cinema para todos os episódios da série.

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Com cada cenário é bem preparado(com a série sendo gravada pelo mundo inteiro), cada roupa confeccionada com maestria, atores bem incorporados nos personagens e um roteiro feito com todo o cuidado possível, a HBO deu para uma história amada por muitos, o tratamento pefeito para se tornar o ícone que virou. Não é por menos, até as perucas são perfeitas!

Ainda assim, fazer a série era uma aposta grande para a emissora. Apesar dos livros serem conhecidos de uma parcela da população que consome histórias fantásticas, não era uma paixão mundial. Em pouco mais de 6 anos, tudo isso mudou.

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Fala Série! – O que esperar da 10ª temporada de Doctor Who?

Por , 15 de abril de 2017 9:00

Hoje estreia a 10 temporada de Doctor Who, e com tantas mudanças à vista, há muito o que esperar.

SPOILER ALERT: Esse post contém Spoiler para quem não viu a 9ª temporada de Doctor Who.

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Parece que foi ontem que anunciaram Peter Capaldi para o papel do Doutor mais famoso da TV mundial. Escocês, um ator brilhante e trazendo um doutor mais duro, o Doutor de Peter foi único.

Claramente inspirado no primeiro doutor, ao longo das duas temporadas ele inseriu o seu estilo. O que não era um tarefa fácil.

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Entre páginas + Fala série! – Outlander: A viajante do tempo

Por , 5 de abril de 2017 9:00

Dois formatos = um amor: Outlander.

Os livros de Diana Gabaldon começaram a ser publicados há mais de 25 anos, mas ganharam notoriedade após serem adaptados para a televisão pelo canal americano Starz, em 2014.

Por aqui, a saga literária começou a ser publicada pela editora Rocco, em 2004. Porém, 10 anos depois os direitos de publicação foram assumidos pela antiga Saída de Emergência e, atualmente, pertencem à Editora Arqueiro.

Na minha estante, o primeiro volume me esperava há quase três anos. Ele ficou me namorando da prateleira, mas confesso que fui afastada um pouco pelo “hype” e demorei a dar o braço a torcer… Mas finalmente resolvi arriscar e fiquei completamente apaixonada!

 

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Em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, a enfermeira Claire Randall volta para os braços do marido, com quem desfruta uma segunda lua de mel em Inverness, nas Ilhas Britânicas. Durante a viagem, ela é atraída para um antigo círculo de pedras, no qual testemunha rituais misteriosos. Dias depois, quando resolve retornar ao local, algo inexplicável acontece: de repente se vê no ano de 1743, numa Escócia violenta e dominada por clãs guerreiros.

Tão logo percebe que foi arrastada para o passado por forças que não compreende, Claire precisa enfrentar intrigas e perigos que podem ameaçar a sua vida e partir o seu coração. Ao conhecer Jamie, um jovem guerreiro escocês, sente-se cada vez mais dividida entre a fidelidade ao marido e o desejo. Será ela capaz de resistir a uma paixão arrebatadora e regressar ao presente?

 

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Fala Série – E em duas temporadas…Fuller House se consolidou

Por , 17 de janeiro de 2017 11:10

Quando Fuller House foi anunciado, o saudosismo bateu forte, mas depois da segunda temporada, a série ganhou (merecidas) asas próprias.

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No primeiro episódio da primeira temporada de Fuller House, encontramos Danny, Joey, Jesse e Rebeca se despedindo de São Francisco. Reencontramos todas as meninas, que agora são mulheres crescidas com filhos (exceto a Stephanie que é solteira) e ficamos com um gosto de deja vu na boca.

Afinal, mais de 20 anos depois, DJ se encontra na mesma situação que o pai: viúva, com 3 crianças para cuidar e conta com a ajuda das amigas para vencer esse desafio.

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Retrospectiva 2016 – O Melhor do Café : Séries

Por , 27 de dezembro de 2016 20:40

O temido 2016 está ficando para trás. Entre tantas coisas ruins, trágicas e tristes que aconteceram nesses quase 365 dias que passaram, o ano trouxe alguns alentos que serviram para que ainda fosse possível sobreviver.

Filmes, séries, músicas e os nossos tão amados livros, que foram pontos de luz entre tantas trevas, e serão sobre esses grandes nomes (e algumas decepções) que falaremos durante a nossa retrospectiva nos próximos dias.

Hoje começamos falando das séries!

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Assistir séries hoje em dia não é o mesmo tormento de sempre.

Quando uma ótima séries não estreia no Netflix e Amazon com todos os seus capítulos devidamente disponibilizados para você ver tudo naquele momento a TV a cabo dá um jeitinho para que o mundo assista junto. Afinal, em tempos de twitter e Facebook dificilmente um spoiler não aparece na sua TL em 24 horas.

Seguindo uma tendência dos outros anos, em 2016 as produções para TV colocaram no bolso o cinema. Com fantásticos e cotados atores, diretores de peso, roteiros fantásticos e sem economizar nenhum dinheiro, as séries estão se tornando a referência para a qualidade e diversidade.

E é essa mesma diversidade que faz com que nossa equipe goste de coisas diferentes e diversas dentro do ano. Sabrina amou Stranger Things, a Fanny maratonou The Crown e ficou dividida com Jessica Jones e The OA, enquanto o Will e a Thais tiveram um ano corrido em que nenhuma produção que eles tiveram tempo de ver se destacou.

Na verdade, com a correria desse ano e tantos outros interesses, ainda não deu tempo de ver tudo o que gostaríamos de ver.

Séries elogiadas como This is Us e Victoria, ficarão para serem conferidas em 2017, e até mesmo Guerra e Paz de 2015 ainda não conseguimos baixar da nossa lista.

Abaixo vocês conferem a nossa lista de séries favoritas do ano, sem nenhuma ordem especifica e somente quando chegamos na lista fechada que reparamos que todas são do Netflix ¯\_(ツ)_/¯.

Stranger Things

–   Pela Sabrina

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Na minha opinião, esta foi a maior surpresa do ano no quesito séries.

A produção original da Netflix começou agradando os fãs de Cultura geek e terminou arrebatando milhares de pessoas pelo mundo todo – independentemente do sexo ou da idade dos espectadores.

Para mim, o maior exemplo disso é o que aconteceu na minha casa: eu comecei a assistir sozinha e a resgatar meu lado nerd, que jogava RPG nas férias com os amigos e lia “O Senhor dos Anéis” aos 13 anos. Porém, aos poucos a família toda foi sendo fisgada pelo suspense em torno do desaparecimento de Will, os poderes de Eleven e o Mundo Inverso.

Com muitas referências aos anos 80, a série mistura elementos de fantasia, ficção científica e teorias da conspiração que nunca (?) se comprovaram. O resultado desse mix é uma obra por vezes divertida e por vezes assustadora… e viciante!

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Fala Série! – Deus salve a Rainha e The Crown

Por , 13 de novembro de 2016 9:59

A Netflix gastou cerca de 100 milhões de dólares para produzir a primeira temporada de The Crown. E valeu cada centavo.

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Desde que a Netflix anunciou que faria uma série sobre a Rainha Elizabeth II, minha orelhinhas ficarão de pé.

Não só por causa das outras provas que a Netflix já deu da qualidade das suas produções, mas porque apesar de ter o reinado de mais tempo da história da monarquia inglesa, a vida da Rainha Elizabeth tinha um apelo mais dramático.

Como contar sobre uma das mulheres mais famosas do mundo e que ainda está viva? Seria  um tiro no pé ou um grande triunfo.

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Fala Série! – O realismo de Black Mirror

Por , 6 de novembro de 2016 15:32

Black Mirror, brinca imaginando um futuro para a humanidade, usando a tecnologia como pano de fundo, mas em vários momentos é o melhor retrato da sociedade em que vivemos.

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A Netflix lançou duas temporadas dessa série em anos anteriores, e apesar de ter sido bem recebido, foi boom desse ano que fez essa série despontar no catalogo principal da empresa que está se tornando a maior em conteúdo para a TV e o de melhor qualidade também.

Black Mirror é uma das grandes produções de qualidade que tem ali para você ver a qualquer momento.

Na terceira temporada disponibilizada mês passado, ganhamos mais 6 episódios que imaginam futuros próximos ou não, onde a tecnologia tem um papel crucial.

Cada episódio conta uma história diferente com personagens distintos em momentos bem diferentes. E apear de cada um deles passarem uma mensagem e serem muito bem feitos é o primeiro episódio da temporada, Nosedive, que se destaca.

Não se enganem, Playstest, San Junipero e Hated in the nation, são episódios ótimos, mas é a história e futuro de Lacie (Bryce Dallas Howard) que fascina.

landscape-1471553666-cqktqcnwyaazgihO seu futuro, é totalmente controlado sobre como as pessoas avaliam uma as outras. Usando um tipo de tipo de implante, ela consegue olhar para uma pessoa e saber a sua pontuação, e com um celular sempre na mão, tudo é avaliado desde um atendimento em um cafeteria, passando por fotos postadas nas redes sociais e até uma simples conversa no elevador.

Lacie tem uma ótima pontuação, mas ainda não é com as maiores pontuações e quando a sua amiga da infância (que possui uma pontuação alta) lhe convida para o seu casamento, ela vê a possibilidade de finamente conseguir fazer parte da elite.

E fazer parte da elite significa acesso exclusivo, descontos únicos e viver acima de todos. E no meio do episódio eu me peguei percebendo, que o que estava sendo retratado como o futuro, é a nossa realidade.

Claro, ninguém tem um chip instalado para avaliar só de olhar as pontuações ‘sociais’ das pessoas, mas nós já vivemos na sociedade em que seu status social é avaliado pela quantidade de likes, compartilhamento e visualização das suas plataformas digitais.

Pessoas com muito seguidores e curtidas, viraram os digital influencers, e com isso ganham desconto, produtos gratuitos e facilidades que as outras pessoas simplesmente não tem pelo seu apelo nas redes.

Elas não tem seguidores suficientes, e por isso,  restante não tem qualquer relação ou importância.

Assistir qualquer episódio de Black Mirror é mergulhar em uma realidade que dá até medo do presente e para onde exatamente a nossa sociedade está caminhando.