Category: Café no Lolla

Nota Musical – Catfish and the Bottlemen #CafenoLolla

Por , 6 de março de 2017 12:36

Com um nome estranho e ao mesmo tempo dentro dos ‘parâmetros’ para se nomear um grupo indie, Catfish é um grande representante desse ritmo no Lolla de 2017.

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Quando se fala de indie rock, a presença de The Strokes no Lollapalooza, que acontece nos dias 25 e 26 desse mês, parece ser o nome certo para atrair esse público.

Sim, como os grandes dessa vertente, Strokes mesmo não entregando mais a mesma qualidade, continuam sendo os pioneiros, os principais, mas há espaço para quem está chegando, exatamente porque o público permite ( e quer) isso.

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Nota Musical – Metallica #CafenoLolla

Por , 10 de fevereiro de 2017 9:00

Por Gustavo Inserra

 

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O Metallica confirma mais uma participação no Rock in R… espera, no Lollapalooza?

É isso mesmo! Um dos festivais mais famosos do mundo e que costuma atrair um público diverso dentro do universo do rock alternativo, indie rock e pop rock (entre outros), em sua próxima edição contará com o peso dos gigantes do heavy metal, o Metallica. Para mim e para algumas pessoas, essa notícia pode parecer bastante inusitada, já que a banda virou figurinha carimbada do Rock in Rio há algum tempo – e, à primeira vista, soa um pouco distante do perfil de bandas que costumam ser atrações principais do Lollapalooza no Brasil.

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Cartaz de 1996 (EUA)

Mas não é a primeira vez que o Metallica participa do Lollapalooza. Em edições passadas, realizadas em diversas partes do mundo nos anos 90 e início dos anos 2000, bandas de peso como Rage Againts the Machine, o próprio Metallica, Soundgarden e Korn faziam parte dos setlists principais. Na verdade, o festival sempre foi bastante eclético quando o assunto é rock. O que acontece é que a onda alternativa, principalmente indie, foi ganhando força nas edições mais recentes (de 2000 pra cá), acompanhando as tendências e mudanças no cenário do rock mundial.

Podemos associar este fato inusitado (ou nem tanto inusitado para alguns) com o fato de que o Metallica lançou no semestre passado seu novo álbum, o Hardwired… to Self-Destruct, após um jejum de aproximadamente 08 anos sem lançar um álbum novo.

Sobre o álbum, analisando como um fã da banda, fiquei feliz com o que ouvi. Músicas como Hardwired e Moth Into Flame me fizeram lembrar dos primeiros álbuns e da sonoridade “thrash metal” que lançou a banda como uma das maiores do estilo. Já músicas como Dream No More por exemplo, traz um pouco da sonoridade de álbuns como Load e Reload.

Olhando por um lado, seria esse o primeiro passo para trazer de volta a “vibe” das primeiras edições, que uniam Metallica e Rancid em uma mesma edição? Ou estou viajando na maionese e o Lollapalooza é e sempre será o mesmo?

Agora basta saber se essa “novidade” (?) será o suficiente para atrair os fãs de metal para o festival ou se estes irão apenas para conferir a apresentação da sua banda favorita… Como um fã do rock no geral, achei essa combinação bem-vinda. E você, o que achou?

 

Nota Musical – Tove lo #CafenoLolla

Por , 9 de novembro de 2016 11:50

Faz um mês que o line up do Lolla 2017 foi anunciado, e enquanto o último final de semana de março não chega, vamos conhecendo e relembrando alguns artistas que tocarão e começamos com a sueca Tove Lo.

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Há um evento anual que é o dia de ‘reclamar do line up do Lolla‘ e isso acontece quando o line up é divulgado. Sempre vai faltar aquela bandas, sempre vai estar mais ‘fraco’, mas sai ano e entra ano e uma coisa que não muda é que na hora que o festiva acontece, tudo vira festa.

É um evento em que rock, indie rock, folk, eletrônica, hip hop e pop consegue conviver bem, e com uma carreira promissora, a escalação de Tove Lo não foi tão aleatória assim.

Ela surgiu como quem não quer nada, cantando Habits nas rádios e a música se tornou um sucesso imediato. Apesar da sua letra maluca (como, ‘I eat my dinner in my bathtub, Then I go to sex clubs, Watching freaky people gettin’ it on‘), tocou até cansar nas rádios brasileiras.

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Nota Musical – Lolla 2017 e o seu o Line up #CafenoLolla

Por , 28 de setembro de 2016 12:42

O Lollapalooza 2017 divulgou o seu line-up e entre Metallica e Strokes, sobrou lugar para muitas bandas interessantes e novas.

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Quem gosta de música, percebeu que nos últimos anos o mercado nacional melhorou muito no quesito internacional. Em São Paulo, é impossível uma semana passar, sem uma visita de uma banda de fora.

Com isso, o Rock in Rio voltou com força e outros festivais tiveram oportunidade de nascer e crescer, como o Popload e o nosso querido Lollapalooza.

Praticamente no quintal de casa, o festival nos reúne anualmente em um ambiente onde a música é importante, mas também tem espaço para diversão e muitas risadas. Todo ano saímos com ótimas lembranças.

O Line up saiu hoje, mas algumas bandas já estavam sendo comentadas como The Strokes e Catfish and the Bootlemen como confirmações, mas ainda assim teve lugar para algumas surpresas.

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#CafénoLolla Nota Musial – Walk the Moon (2)

Por , 11 de março de 2016 12:59

Walk the Moon

 

Mais uma banda “veterana” aqui no Café vai se apresentar no Lolla deste ano!

Para a minha alegria (e surto geral da nação), Walk the Moon vai pisar pela primeira vez em solo brasileiro para agitar o público com suas músicas dançantes e contagiantes!

O grupo americano me conquistou lá pelas bandas de 2012, quando eles participaram do iTunes Festival (saudades de quando dava para acompanhar os shows ao vivo pelo aplicativo). Fiquei grudada em sua apresentação e em seguida fui correndo conferir mais de obra.

Seu álbum de estreia, que leva o nome da banda, acabou se tornando um dos CDs mais ouvidos da minha playlist naquele ano, com um destaque honroso para Anna Sun, que se tornou uma das minhas músicas preferidas de todos os tempos (não tem como não tentar copiar a dancinha do clipe pela casa!).

O segundo disco do grupo, Talking is Hard, veio dois anos depois, como uma pegada ainda mais dançante e com força total para alavancar a banda para o hall do sucesso. Sua primeira música de trabalho, Shut Up and Dance, estourou nas rádios e conquistou o público… A ponto de o conjunto confirmar sua vinda para o Lolla 2016!

Particularmente, o que mais me animou em Talking is Hard, foi poder conferir, aliviada, que a banda se manteve fiel ao seu estilo (pop, com sintetizadores e um vocal marcante) e que o resultado foi muito além do esperado. O CD conta com músicas pra lá de animadas, como Up 2 U, Avalanche e Different Colors, que prometem colocar a galera para pular!

Para a apresentação no Lolla, podemos esperar, sem sombra de dúvidas, um setlist abarrotado com músicas do álbum mais recente, com aparições de hits mais antigos (e amados) como Jenny, Lisa Baby, I Can’t Lift a Car e a minha queridíssima Anna Sun!

Que venha o domingo!

 

#CafénoLolla – GP da Diversão no Lollapalooza

Por , 11 de março de 2016 12:29

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Pode não aparecer, mas o Lolla já se tornou lei nas vidas de muitos (a minha principalmente) por trazer todos os anos artistas que queremos ver e puvir, um lugar bacana e dois dias de descanso mental. Dá para quase considerar uma mini-férias das preocupações do dia-a-dia. Ali dentro é só preocupar com horário de shows, em cantar a música junto, e claro, com os Lolla Mangos.

Sabemos que tem alguns site maiores que divulgam as suas dicas, mas nós também temos as nossas e não podíamos começar um novo Lolla sem elas.

Como o evento é hospedado em Interlagos (A.K.A. o melhor lugar possível), batizamos essas dicas lá em 2014 de GP da Diversão e esperamos que continue assim por muitos anos.

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Leia todas as nossas dicas!

#CafénoLolla – Nota Musical: E o Mumford and Sons vem aí! =D

Por , 10 de março de 2016 20:24

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Durante muito tempo, as minhas preferências musicais em sua maioria foram moldadas pelas músicas que tocavam em filmes ou séries. Foi assim que descobri bandas como The Killers (Coincidências do Amor) e Interpol (um episódio aleatório de Smallville).

Porém em 2011, emendando vários fatos como eu estar desempregada, a popularização dos streams de festivais e uma internet de qualidade eu descobri varias bandas através dessas transmissões. Uma era que eu nem podia imaginar que existiram algo como o Spotify, por exemplo.

Foi desse jeito que eu descobri o Noah and The Whale e, através deles, me foi revelado uma cena musical inteira (que já esfriando), que já tinha relevado alguns nomes no mundo da música, sendo o maior deles Mumford and Sons.

Em 2007, eram todos amigos no sul de Londres tocando músicas folks em pubs de Londres e tentando fazer sucesso quando a plataforma My Space ainda era uma ótima forma de mostrar o seu talento.

Mumford and Sons em seu primeiro CD traz um som bem folk, mas o divisor de águas para as músicas deles foi o último CD Wilder Mind que eu particularmente não gostei (Leia o nosso review AQUI.)

tumblr_o0wprmp4B41se0ryso1_1280Mas, mesmo assim, quando o nome deles apareceu como headliner do Lollapalooza eu comemorei muito e nessa última semana praticamente só escutei eles.

É estranho você pensar em como os nossos gostos musicais são marcantes, mesmo sem percebermos. Até uns anos atrás eu não conseguia descrever o meu gosto musical preferido muito bem. Como boa fã de Strokes e Killers, indie rock virou uma palavra fácil na minha boca.

Porém, ao olhar o meu feed de músicas é impossível negar como a música folk (seja nu-folk, folk rock e suas variações), mostravam desde o começo essa minha tendência.

Finadas bandas como Sixpence None The Richer e A Fine Frenzy não eram exatamente folk, mas traziam elementos que hoje consigo reconhecer como nesse estilo. E ‘novas bandas ‘ como as ótimas The Head and the heart e Vanguart.

Já Mumford viveu bem mesmo eu não gostando de Wilder Mind e uma das coisas que mais admiro neles é como apesar de tudo eles não se levam tanto a sério. Obviamente a banda quer trabalhar pelo seu espaço, mas mesmo em momento quando achei que eles erraram a mão (como nesse último CD), dá para perceber que não foi tentando ~ganhar mais fãs~ e sim querendo apresentar um trabalho diferente.

Essa característica deles criou o clipe mais engraçado dos últimos tempos, principalmente para quem já viu algumas apresentações deles no youtube:

 

Agora, com um Grammy na bagagem por Babel, turnês pelos quatro cantos do mundo, a banda vai se popularizando em um nível maior, até mesmo no Brasil. Ouvi diversas pessoas essa semana falando que não perdem o show deles no festival.

E tem tudo para ser um dos melhores shows!

Eles são novos, simpáticos, brincam bastante com a plateia, arranham o português e tem músicas para fazer todos pularem e cantarem junto. Muitos momentos que prometem coro e palmas.

Tenho certeza que vai ser um daqueles shows que muita gente em casa vai querer estar lá, mesmo que esteja chovendo a vida (como a previsão do tempo anuncia).

I Will Wait!

CafénoLolla Nota Musial – Of Monster and Men (2)

Por , 10 de março de 2016 12:36

Of Monsters and men

 

Parece que foi ontem, mas já faz 5 anos que cantávamos a todos os pulmões os versos de Little Talks, o primeiro single a explodir nas rádios e a alçar a banda islandesa Of Monsters and Men para o topo das paradas mundiais.

E para quem achou que essa seria uma daquelas “one hit bands”, a carreira sólida e bem sucedida do grupo pode ser uma surpresa… Mas esse não é o nosso caso.

Desde o começo me senti atraída pelo som “meio-folk-meio-pop” do conjunto e ele não saiu mais das minhas playlists.

Apesar de terem conquistado milhares de fãs pelo mundo com músicas como Little Talks, Dirty Paws e King and Lionheart, o segundo álbum da banda só saiu em 2015 – e comprovou a qualidade musical de Nanna, Ragnar e sua turma.

Beneath the Skin é um CD que eu definiria como nostálgico. Suas músicas melancólicas falam sobre humanidade e os animais internos que alimentamos dentro de nós – tema herdado já de My Head is an Animal (2012).

Com hits marcantes como Crystals, I of the Storm, Human e Wolves Without Teeth (minha favorita!), o segundo álbum promete reforçar a posição de Of Monsters and Men como um dos “queridinhos” do new folk.

Falando em expectativas para a segunda apresentação da banda no Brasil (eles já haviam passado por aqui na edição de 2013 do Lolla), podemos esperar com certeza um setlist recheado com as músicas do novo álbum, intercalado pelos maiores hits do primeiro CD, como Mountain Sound, Dirty Paws e, claro, Little Talks.

E sabe o que é melhor? Teremos a apresentação de Of Monsters and Men seguida imediatamente de Mumford and Sons no palco Ônix. Uma dobradinha imperdível!

 

 

#CafénoLolla Nota Musial – Florence and The Machine (2)

Por , 9 de março de 2016 17:09

Florence and the Machine

 

Já faz 4 anos que eu estava aqui no blog fazendo um “mea culpa” por ter conhecido Florence Welsh e seu The Machine através da trilha sonora de Eclipse (lançado em 2010).

Sim… Eu sei o que vocês vão dizer! Mas quantas águas já não rolaram desde então?!

Naquela primeira vez em que ouvi a cantora inglesa, me impressionei com o seu vocal forte e poderoso, que compunha perfeitamente com o som pesado do seu conjunto. Logo na primeira impressão já sabia que suas músicas iriam me marcar e me acompanhariam por outros momentos da vida.

Em 2012 também tive a oportunidade de conferir o som de Florence and The Machine no Summer Soul Festival e fiquei impressionada pela qualidade do seu vocal ao vivo – e ao constatar que aqueles acordes que tanto me impressionaram conseguiram me marcar profundamente mesmo em meio a um mar de gente, longe do palco e da vista da cantora.

Apesar de tudo isso, acabei me afastando um pouco da artista… Até que ela anunciou sua vinda para o Lollapalooza em 2016. Com um bom tempo de atraso, corri para conferir as músicas do seu último álbum, How Big, How Blue, How Beautiful, lançado em 2014 e que ainda segue como disco de trabalho da cantora.

O álbum já chegou entrando para o topo das paradas do Reino Unido com o seu primeiro (e ótimo) single, What Kind of Man. Seu som segue o estilo marcante da música da Florence, mas conta com alguns hits mais “alegres” (???) do que Cerimonials (2011), como Ship to Wreck (te desafio a não sair dançando pela casa ao som dessa música!!!) e Queen of Peace (minha favorita do CD).

Porém, sua melodia melancólica ainda se faz presente em músicas como a que dá nome ao CD e a belíssima Long & Lost.

Sobre o que esperar da apresentação de Florence no Lolla desse ano, se ela seguir o setlist que vem tocando em suas últimas apresentações, teremos uma boa mistura de hits anteriores que colocaram todo mundo para pular, como Dog Days Are Over e Shake it Out, e outras músicas que marcaram sua história como You’ve Got the Love, What the Water Gave Me e Rabbit Heart – tudo, claro, intercalado com as músicas de trabalho de How Big, How Blue, How Beautiful.

Uma mistura que promete fechar o segundo dia do evento em grande estilo! Alguém dúvida?

 

Nota Musical – Uma música de cada banda do Lollapalooza #CafenoLolla

Por , 4 de março de 2016 10:30

Mais uma edição do famosos festival chega em São Paulo na semana que vem prometendo, como sempre, dois dias inesquecíveis.

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Algumas pessoas não gostam de multidão, lugares cheios de fila e eu entendo isso, mas depois de 3 anos de Lollapalooza, eu faço todos os cortes em anos de viagem, mas o Lolla é uma conta fixa! =D

Tem fila, fica cheio em alguns shows e os palcos são longe um do outro, como deveria ser um festival e esse fato me motiva a voltar todo ano. Um dia teremos dinheiro para Coachella e cia, mas por enquanto, o Lolla vai suprindo essa falta.

Principalmente quando o line up conta com artistas tão diferentes e amados. E para provar que o festival faz o nosso gosto, esse ano tem alguns queridinhos da turma, como o Mumford and Sons, Of Monster and Man, Walk The Moon, entre outros.

Só que nesse tempo desde que o festival desapontou no Brasil, aprendemos a curti-lo deforma apropriada, e por isso, é bem provável que vamos sair cheios de novos artistas para seguir. Aprendemos a não ficar na frente do palco o dia inteiro, e assim como grande parte da galera, vamos pulando de palco em palco, conferindo o maior número de shows possíveis.

Nos próximos dias vamos falar bastante do festival por aqui, contando sobre as bandas que vocês não podem perder/devem conhecer e tudo o que esperamos dessa festa.

Mas para lhe ajudar a garimpar, montamos uma playlist especial no Spotify, com uma música de cada banda da edição.

#PartiuLolla