Category: O Autor e Eu

O Autor e Eu – Judith McNaught

Por , 6 de agosto de 2016 9:00

judithmcnaugth Muitas pessoas me perguntam qual minha autora favorita, ou qual livro eu gosto mais. Eu sempre acabo respondendo Julia Quinn, porque ela é a minha autora do momento. Quando eu olho para trás, entretanto, vejo uma autora que diferente das outras, que iniciou meu caminho pelos romances, sejam eles de época, eróticos, contemporâneos… Judith McNaught marcou minha adolescência por ter me apresentado romances maravilhosos, tratando da vida de mulheres diferentes e nos deixava com historias que nos prendiam no inicio ao fim.

Infelizmente, para nossa tristeza geral, Judith não lança mais nenhum livro desde 2006, mas os 13 livros publicados dela são o suficiente para deixar uma legião de fãs mundo afora, que não se cansam de ler cada um dos livros dela.

Judith é uma escritora das antigas, aliás, se você ler todos os livros dela verá histórias em tempos bem diferentes, e épocas que para a mulher era tudo diferente. Ela sempre lançou livros em dois estilos, o romance contemporâneo e os romances de época. Cada um deles é perfeito de sua maneira. Lógico que sempre temos nossos queridinhos, e ela tem os 3, dos 4 melhores romances que li na vida. Em Busca do Paraíso, Sussurros da Noite e Agora e Sempre.

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O Autor e Eu – Shakespeare Live!

Por , 23 de abril de 2016 21:35

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Quando pensamos em autores clássicos, eles estão tão incorporados as prateleiras empoeiradas e as listas chatas de vestibulares, que não conseguimos imaginar ou diferenciar que ali pode estar um escritor que sim, escreveu há mais de 200/300 anos, mas que tem algo muito importante para nos dizer através da sua obra.

Jane Austen, Machado de Assis, Clarice Lispector, Thomas Hardy e mais recentemente Leon Tolstói, todos com grandes livros que inspiraram uma geração inteira e que se você tiver interesse, pode também lhe inspirar.

Há um pouco mais de um ano, um desses autores empoeirados vieram ao meu encontro, para causa uma marca maior do que eu poderia imaginar. William Shakespeare.

Já falei dele aqui nos posts do nosso desafio ano passado e nas últimas semanas, principalmente hoje, você deve ter ouvido falar muito sobre ele.

A importância do autor é imensa. Encontrei pessoas que não gostam, encontrei pessoas que não o acham tão genial, mas não encontrei ninguém até agora que possa negar a sua grande influência em toda a literatura.

William criou personagens tão complexos, tão diferentes entre si, que mesmo nas suas 37 peças é difícil comparar uns com os outros. Até personagens que tem personalidades parecidas, ganham vidas e histórias totalmente distintas em suas mãos.

E são histórias que estavam ali a minha disposição desde 1989 (ok, eu devo ter aprendido a ler 5 ou 6 anos depois), mas as histórias estavam também ali durante toda a minha vida adulta e eu simplesmente não peguei. Ou melhor peguei, mas não estava preparada.

E aí esta a grande beleza de um livro. Você não precisa ler ele hoje, ou daqui um mês, não importa se o seu amigo recomendou, se vai sair uma adaptação ou até mesmo se algum blog literário aleatório falou que você precisa ler agora.

Podemos recomendar fortemente que isso aconteça, mas só você pode dizer se é a hora certa para você ou não. Porém, ficar esperando o momento certo pode lhe fazer perder alguns anos sem uma história maravilhosa na sua vida.

Como é Hamlet, Romeu e Julieta, Como Quiserem e A Tempestade, todas escritas por William.

A comemoração de 400 anos da morte de William Shakespeare está acabando, mas em breve temos um surpresa para vocês que já perceberão ou que estão sentido que o universo está dando todos os sinais para você começar a ler as obras dele.

Como alguém que nunca mais vai deixar os livros de Shakespeare pegando poeira na prateleira, posso falar que essa pequena aventura valeu a pena e que hoje mais que nunca, toda vez que eu li, Shakespeare Live! eu tive que concordar secretamente, porque é a verdade.

Mesmo quando um escritor foi embora a tanto tempo, quando a sua obra fala por ele, a pessoa não está morta de verdade, ela sobreviveu através da sua arte.

Shakespeare Live!

O Autor e Eu – Maya Banks

Por , 13 de dezembro de 2015 14:51

Minha escritora favorita é Jane Austen, esse ano descobri o talento de Thomas Hardy e William Shakespeare e a minha lista de livros que quero ler de autores convidados da flip só aumenta.

Mas há uma autora que não configuraria em nenhuma lista de autoras clássicas, que a maioria dos convidados da Flip não devem conhecer, mas que nos últimos anos aparece na lista dos autores que mais li quase todos os anos, que consegue me envolver com as suas palavras (algumas até muito eróticas) e uma das única que consegue me tirar de qualquer ressaca literária. Essa mulher tem nome e sobrenome: Maya Banks.

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Maya Banks mora no Texas com o seu marido e os seus três filhos, mas por trás de uma mulher que poderia se passar por uma dona de casa americana normal, existe uma escritora que já configurou em número 1 na lista dio New York Times e que escreve livros que envolve mulheres ao redor do mundo.

Ela conhece o seu público e mais importante parece que sabe exatamente como nos agradar em casa livro. Mesmo que o assunto não seja um interesse próprio, porém no final, não tem como fechar o livro sem ter gostado de pelo menos um aspecto.

Maya e Eu

Minha relação com Maya é no mínimo diferente.

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O Autor e Eu – Sophie Kinsella

Por , 5 de setembro de 2015 16:37

Em minha humilde opinião, existem poucas autoras que podem ser consideradas”Rainhas” de um determinado gênero, mas Sophie Kinsella consegue ser a melhor autora de chick-lit da atualidade.

Sophie Kinsella todos os livros

Não sabe o que é chick-lit? Um breve resumo para voces da Julianna Steffens do Lost In Chick-lit:

Chick lit é um gênero ficção dentro da ficção feminina, que aborda as questões das mulheres modernas. Chick-Lits são romances leves, divertidos e charmosos, que são o retrato da mulher moderna, independente, culta e audaciosa”

Algumas pessoas podem discordar, mas os livros de Sophie Kinsella são aqueles que melhor representam o gênero que conquistou milhares de fãs no mundo inteiro. Começando pelo livro Os delírios de consumo de Becky Bloom.

A Autora

sophie kinsella

Sophie Kinsella é nasceu em Londres em 1969 como Madeleine Wickham, cujo o nome ela também tem outros livros publicados. Atualmente ela vive na Inglaterra com o marido e os cinco filhos.

Madeleine atuou alguns anos como jornalista financeira (coincidência com nossa amada Beck Bloom?), e neste meio tempo ela escreveu seu primeiro título The Tennis Party. O livro teve uma boa recepção entre a crítica o que rendeu a ela o contrato para outros 6 livros, dois desses publicados recentemente no Brasil.

Títulos como Madeleine Wickham

  • The Tennis Party
  • A Desirable Residence
  • Swimming Pool Sunday
  • The Gatecrasher
  • Louca para Casar
  • Drinques para Três
  • Quem vai dormir com quem?

Mesmo com relativo sucesso, em 2000 Madeleine resolveu publicar um novo livro anonimamente, o que seria Os delírios de consumo de Becky Bloom. Com o pseudônimo de Sophie Kinsella, ela procurou os agentes e conseguiu a publicação do livro.

Somente quando foi lançado O Segredo de Emma Corrigan é que Sophie/Madeleine revelou a sua verdadeira identidade para o público.

O primeiro sucesso:

série delirios de consumo

Como Sophie Kinsella, o grande sucesso foi Os delírios de consumo de Becky Bloom. O livro conta a história de Rebecca, uma jornalista de finanças, que é compulsiva por compras e vive fugindo do gerente do seu banco. Inicialmente o livro era para ser uma trilogia, mas acabou se estendendo por muitos livros…

Este foi o primeiro contato que tive com a autora, e simplesmente amei o livro. É divertido, intrigante e motivador, tudo aquilo que um chick-lit deve ser. Eu particularmente li só o 3 primeiros livros, porque cansei um pouco da série e o comportamento repetitivo de Becky. Conversei com quem continuou a série, e eles não se arrependeram. Eu gosto muito dos dois primeiros livros, e amo odiar o Luke, o parzinho de Beck na série.

O livro teve uma adaptação para o cinema, com uma história bem diferente do livro, mas igualmente divertido.

Demais sucessos

O segredo de emma corriganO que mais me anima em ler qualquer livro da Sophie, é que tirando a série da Becky Bloom, todos os demais livros são história únicas e maravilhosamente inusitadas.

Tenho uma paixão muito grande pelo livro O Segredo de Emma Corrigan, e divide hoje o pódio de melhores chick-lit que já li. Umas da histórias mais criativas que pude ler, e cada vez que pego o livro me divirto horrores.

Outro livro que eu sempre indico para todos lerem é Fiquei com Seu Número, eu falo deste livro lá no vlog, é simplesmente o livro que melhor retrata a nossa realidade conectada e ao mesmo tempo é uma fofura.fiquei com seu número

Possuo apenas dois históricos negativos coma Sophie, o primeiro é não ter continuado a série Becky Bloom, e depois é nunca ter chegado ao fim da leitura de Lembra de Mim? O restante é felicidade na certa!

Querido leitor, principalmente voce mulher, se puder caia de cabeça em todos os livros da Sophie, é boa leitura sempre!

– Outros títulos:

-Samantha Sweet, Executiva do lar. <3

– Menina de Vinte

– A Lua de Mel

– A Procura de Audrey

 

 



 

 

Autor e Eu – Rowling is Our Queen

Por , 31 de julho de 2015 9:00

 “Mr. and Mrs. Dursley of number four, Privet Drive, were proud to say that they were perfectly normal, thank you very much. “

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Geralmente nessa coluna, falamos sobre um autor específico listando a sua obra, e contando um pouco sobre os livros.

É desnecessário a apresentação de J.K. Rowling, que faz aniversário hoje junto com um personagem mais querido do mundo, Harry Potter.

Na terça-feira listei alguns momento em que Harry Potter salvou a minha vida, e quando digo que um menino inglês de 11 anos, magrelo, de óculos, com uma cicatriz na cabeça e imaginário salvou a minha vida não estou sendo exagerada, ele literalmente, a salvou.

Em 2000 (ano que li A Pedra Filosofal), eu já tinha lido alguns livros, já conhecia alguns autores, mas não era apaixonada pela leitura, ainda não conseguia entender como aquelas páginas me podiam me levar para um lugar tão longe e diferente, com uma vida diferente de tudo que poderia imaginar.

largeCom a sua narrativa perfeita ( tentei encontrar outra palavra que não fosse perfeita, mas nenhuma foi tão adequada como essa), antes mesmo de acabar o primeiro capítulo já estava apaixonada e acabei o livro querendo mais.

É incrível como algumas coisas podem mudar o rumo da nossa vida, sem nem ao menos percebermos. Não vem uma plaquinha avisando, não começa a tocar uma música como nos filmes. Aquele pequeno fato acontece e anos depois, você percebe como aquilo mudou na sua trajetória.

Apesar de conhecer e entender a força de Harry, às vezes me pergunto como um livro de quase 300 páginas pode ter feito exatamente o que eu precisava.

Com uma coleção de personagens diferentes, que foram me ensinado algumas coisas sobre a história do livro e sobre a vida, é fácil linkar tudo isso com a criadora desse mesmo universo, e é onde que entra Joanne.

i1aswz6r-sto1Ela pode não ter sido a voz de uma geração, já que a as aventuras de Harry acontecem no passado, mas ela criou e entregou para uma geração inteira (e tantas outras) livros inesquecíveis.

Acho que vou estar com 80 anos e acordar balbuciando “Wesley é o nosso rei“, e sendo aquela mãe chata que fica “mas esse livro é tão bom! Mamãe amava quando tinha a sua idade”.

E sei que não estou sozinha. Sei que até mesmo dentro dessa equipe, Harry Potter teve um impacto muito grande não só comigo.

Então, esse Autor e Eu saiu um pouco do escopo, mas por uma boa razão.

Porque assim como no primeiro parágrafo, do primeiro capitulo, do primeiro livro, não poderia prever tudo o que iria acontecer pela frente, Joanne decidiu colocar na última sentença do último capitulo, do último livro, o que iria acontecer não só com o seu personagem, mas com todos os seus leitores:

All was well.

 

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Autor e Eu – A Coisa incrível que nos aconteceu: John Boyne

Por , 4 de abril de 2015 12:05

Como um escritor se torna relevante? Como ele se destaca trabalhando com diversos gêneros e mantendo a qualidade entre eles? Como se tornar inesquecível?

Quem souber a resposta para essas perguntas, pode colocar em leilão porque vai ter uma fila de compradores e você vai ficar bilionário. Mas há um autor contemporâneo, que pode até não saber a resposta, mas está fazendo isso certo: o nome dele é John Boyne.

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Quando decidimos criar essa coluna mensal, (para literalmente termos um espaço podermos morrer de amores pelos nossos escritores favoritos), resolvemos que esse seria um espaço para falarmos sobre o porquê ela/ele é tão importante na nossa vida.

John Boyne: O Senhor do Tempo

Então, não vou me alongar aqui falando da vida dele, essa informação você pode conseguir facilmente no Wikipédia, e para facilitar a sua vida mandamos até o link.

É claro, que o meio que uma pessoa cresceu e como enfrentou batalhas e desafios pessoais foi o que a tornou quem ela é hoje, e para um escritor isso quase sempre significa transparecer isso nas páginas. Pelo menos até o último livro, que se passa pela primeira vez no seu país natal, Irlanda.

No livro, John tenta contar sobre as experiências e momento que ele próprio viveu.

Na verdade, ao invés de ler o artigo do Wikipédia, que tal ler essa entrevista  COM FOTOS DELE CRIANÇA (!!!) contando um pouco sobre as suas não tão boas experiências quando jovem?

E mesmo assim, com John, até pelo fato de viver uma vida fora do grande público e por escrever livros com tantas temáticas e assuntos diferentes, pelo menos superficialmente não fica tão fácil linkar a sua realidade na maioria dos seus livros.

Apesar de ser um contemporâneo nosso, John não faz tanta questão de contar sobre a vida atual, muito pelo contrário.

Ele já até revelou em uma entrevista que só irá escrever um livro nos dias atuais se ela for pertinente, se não ele continuará explorando questões ainda atuais no passado.

Mas vamos a questão: falar do porque eu amo os livros dele e porque talvez vai gostar também.

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O Autor e Eu – Julia Quinn

Por , 13 de setembro de 2014 14:33

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Existem algumas autoras que marcar a sua vida, seja por um livro que você identificou com a sua história de vida, seja uma que marcou um determinado período que você passou. Pode ser também que a autora tenha uma escrita perfeita, seja tecnicamente superior as demais, ou os livros por ela escritos são por superiores aos demais publicados pelo mercado. Existem diversos motivos pelas quais você pode ter uma autora favorita, e isto com certeza é momentâneo, amanha podemos mudar completamente nossos gostos.

Se eu estivesse escrevendo esta coluna há 5 anos, com certeza o nome aqui neste título seria outro (que provavelmente estará na minha próxima coluna), mas é por isto que nossos gostos são sempre momentâneos.

A autora

2008-RITA_01_thumb Julia Quinn tem um curriculo academico e tanto, ela se formou em Harvard e em Radcliffe e enquanto se preparava para entrar na faculdade medicina escreveu seu primeiro romance. Ela chegou a iniciar o curso de medicina e Yale, mas desistiu para se dedicar a carreira de escritora de romances, pois já tinha vendido o seu terceiro livro. Hoje são cerca de 30 livros publicados entre séries e co-participações com autoras como Lisa Kleypas e Eloisa James.

Julia é um dos quinze membros da Romance Writers of America Hall of Fame, o Hall da Fama, para quem já ganhou mais de 3 prêmios RITA (o maior prêmio da literatura de romance americano), Nora Roberts também é um membro. Os livros premiados foram On the way to the wedding (penúltimo livro da sério Os Bridgertons), The Secrets Diaries of Miranda Cheever e What happens in London, todos serão lançados pela Editora Arqueiro.

 

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O Autor e Eu – Uma carta de amor para Mia e Adam, Lulu e Willem e Gayle Forman

Por , 11 de agosto de 2014 9:00

Em teoria ninguém da nossa equipe do blog supera em conexão o amor que a Sabrina Inserra sente pela Maggie Stifvater, como ela mesma falou mês passado. Mas isso não quer dizer que cada um de nós não tenha alguns autores especiais, e uma das minhas está fazendo um sucesso danado esse mês me enchendo de orgulho! Gayle Forman, autora de diversos livros, inclusive Se eu Ficar.

 

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 Se Eu Ficar e Where She Went (Para onde ela foi)

 

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O Will já resenhou Se eu Ficar  há dois anos atrás, eu resenhei Where She Went  há uns meses atrás (que vai ser lançado no Brasil nos próximo meses com o titulo de Para onde ela foi), e aqui estou eu de volta para falar da história incrível e inesquecível de Mia e Adam.

E se você não achou tudo isso, tudo bem.

Uma das coisas que amo mais nesse mundo é como cada um reage diferente. Eu mesma não derramei uma lágrima com o filme A Culpa é das Estrelas ( é, eu sei, sou um ser sem coração), enquanto o cinema inteiro soluçava.

Mas aqui está alguém que considera essa história magnifica, e me dou o direto de ser imparcial. =D

O filme vai ser lançado na próxima semana nos Estados Unidos e estreia aqui no dia 04 de setembro, então posso afirmar que não vai ser a última vez que vocês irão me ver falando do livro, ou da autora.

 

E tudo começou….

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O autor e eu – Maggie Stiefvater

Por , 6 de julho de 2014 21:26

Maggie Stiefvater

 

Quem me conhece sabe que eu não poderia estrear a minha participação nesta coluna com outro autor. Quando se trata de me emocionar e me arrebatar com os seus livros, não tem para ninguém… Só para a Maggie Stiefvater!

 

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O Autor e Eu – Sarah Dessen

Por , 5 de junho de 2014 18:25

Sarah Dessen Livros

Obaaa… Estamos estreando mais uma coluna mensal aqui no site, e como vocês já leram no título “O Autor e Eu”, vamos falar não só do amor que nutrimos por livros, mas muitas vezes pelos autores que são muito importantes no processo criativo, e que sem eles, não teria história nenhuma não é?

Vou estrear falando sobre a incrível Sarah Dessen. Essa autora é uma das mais amadas em relação aos livros de “coming of age” que são romances muito parecidos com a vida, ou o dia-a-dia.

 

Sarah-Dessen

Sobre:

Sarah Dessen nasceu em Evanston, Illinois, em 06 de junho de 1970. Ela se mudou com sua família para Virgínia Ocidental, e em seguida, na Carolina do Norte, onde agora reside com o marido, a filha Sasha Clementine, e cães. Dois de seus romances, That Summer e Someone Like You, foram a base para How to Deal, um filme de 2003 estrelado por Mandy Moore.

 

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