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Fala Série! – Glee – 3×10: Yes/No

Por , 19 de janeiro de 2012 18:06

A sinopse geral de Glee seria “um grupo de jovens excluídos, de uma escola, que formam um grupo aonde cantam, dançam e atuam”. Não, isso não é High School Musical. Embora a sinopse geral seja quase a mesma, Glee tem uma temática muito maior do que o garoto que se apaixona pela garota. Glee mostra várias histórias de superação, como o garoto que sonha em ser artista, porém ele perdeu o movimento das pernas e vive em uma cadeira de rodas, ou o garoto que é gay e o sonho dele é poder andar de mãos dadas pela escola ou ir ao baile de primavera com seu namorado. Essas e outras tantas temáticas que possuem em Glee é o que mais diferencia de tantas outras séries e filmes que possuem essa sinopse.

Como vamos começar a falar hoje sobre Glee aqui no blog, o Glee já está em sua 3º temporada e vamos começar do episódio 10!

(P.S.: Dica, para quem gosta de Glee assista a nova série SMASH)

ATENÇÃO! SPOILERS!!!

Pipoca Salgada – Super 8

Por , 2 de setembro de 2011 17:26

Hoje vou escrever sobre um dos filmes mais bacanas que eu vi nos últimos tempos, Super 8.

SINOPSE

Joe Lamb (Joel Courtney) junto de seus amigos Charles (Riley Griffiths), Martin (Gabriel Basso – Alabama Moon), Preston (Zach Mills – A Loja Mágica de Brinquedos) e Cary (Ryan Lee – A Pedra Mágica), vão para uma estação de trem fazer a filmagem de um curta. Porém, durante as filmagens, presenciam um estranho acidente, no qual jamais poderiam ter presenciado. O que fazer agora?

CRÍTICA

Obviamente não tem como ver Super 8 sem fazer comparações com o clássico de Spielberg, ET. O filme faz referencias desde seu estilo de filmagem (a câmera está sempre posicionada na altura das crianças, dando a impressão de que o telespectador seja uma criança também) até, obviamente, de envolver seres de outros planetas com crianças. Porém são apenas referências, sem tirar a originalidade da película.

O filme é ambientado, mais ou menos, na década de 80 e o diretor J. J. Abrams (Cloverfield – Monstro) conseguiu passar com muita competência essa ambientação. Podemos notar que desde sua trilha sonora, o estilo da película e até na fala das crianças é em um estilo mais antigo.

Outro ponto muito bacana foi envolver o exército. No filme vemos o tamanho do poder que o exército exerce sobre uma população. Ele é capaz de fazer de tudo para esconder seus planos, capaz até de eliminar seres humanos ou até mesmo uma cidade.

Dentro de um roteiro bacana, uma fotografia maravilhosa, uma trilha sonora caprichada e efeitos especiais de primeira, temos então um defeito gravíssimo no filme, que é o desfecho, com direito a falas mais clichês e irreais possíveis. Porém, o filme é tão bom que finjamos que os últimos 15 minutos do filme não aconteceram e que o filme acabou com um “to be continued…”

Pipoca Salgada – Thor

Por , 17 de agosto de 2011 14:29

E aí gente, tudo bom com vocês? Bom fiquei empolgado em falar de um filme da Marvel na semana passada, vou falar de outro essa semana, o Thor.

SINOPSE

Thor (Chris Hemsworth – Star Trek) estava prestes a receber o comando de Asgard das mãos de seu pai Odin (Anthony Hopkins – O Silêncio dos Inocentes) quando forças inimigas quebraram um acordo de paz. Disposto a se vingar do ocorrido, o jovem guerreiro desobedece as ordens do rei e quase dá início a uma nova guerra entre os reinos. Enfurecido com a atitude do filho e herdeiro, Odin retira seus poderes e o expulsa para a Terra. Lá, Thor acaba conhecendo a cientista Jane Foster (Natalie Portman – Cisne Negro) e precisa recuperar seu martelo, enquanto seu irmão Loki (Tom Hiddleston – Meia-Noite Em Paris) elabora um plano para assumir o poder. Mas os guerreiros do Deus do Trovão fazem a mesma viagem para buscar o amigo e impedir que isso aconteça. Só que eles não vieram sozinhos e o inimigo está presente para uma batalha que está apenas começando.

CRÍTICA

Na minha opinião, a Marvel está para os jovens assim como a Disney está para as crianças. A criatividade e qualidade de suas histórias são de uma competência inenarrável, tanto que qualquer filme feito com qualquer personagem da Marvel, as salas de cinema ficam lotadas.

Porém, vamos falar hoje sobre um dos personagens da Marvel, Thor. Eu não conhecia o personagem antes de ver o filme, para mim ele parecia um personagem meio estranho e sem criatividade, até pela sinopse não parece algo muito interessante. Entretanto, ao ver o filme, mudei completamente de opinião. Ok, talvez não seja o personagem com a história que mais me interessou, porém, em relação ao filme, os cenários foram muito bem construídos, os personagens igualmente, o roteiro, as piadas engraçadíssimas, tudo foi muito bem feito, creio que, fazendo jus à história em quadrinhos.

O modo como a história foi contada, talvez seja um dos pontos mais interessantes. O filme começa com o atropelamento de um homem após um tornado no meio do deserto. Você fica meio instigado pensando “O que será que aconteceu? Como ele foi parar lá?”, e a história vai se desenrolando, sem muita pressa, contando o antes e o depois do acidente, se revezando em cenas na terra e em Asgard.

Eu gostei bastante do filme, mas vejo, ainda sim, alguns defeitos. A construção da paixão de Thor, por uma das personagens (não vou dizer qual, mas que certamente vocês não demorarão para descobrir) ficou muito vaga. Ambos não têm muitas cenas juntas e as que têm são gastas com diálogos cansativos e novelísticos, deixando assim a química de lado. Esse era um ponto que deveria ter sido muito mais explorado, pelo fato de um pedaço importante da história depender dessa paixão. Outro ponto negativo foi o 3D que, certamente, foi convertido, e não feito com a tecnologia estereoscópica, somente para ganharem mais dinheiro nas bilheterias. Não achei nada demais, aliás, seria até um pouco menos cansativo para as retinas assistir em 2d.

A Marvel, agora com a Marvel Studios, acertou mais uma vez (A Marvel Studios foi responsável pelos recentes e ótimos “O Incrível Hulk” e “O Homem de Ferro” 1 e 2). Ao assistir Thor você fica encantado com os mundos construídos, com os efeitos, com as cenas de ação, com a história, tudo foi feito com muita qualidade.

Pipoca Salgada – Capitão América: O Primeiro Vingador

Por , 12 de agosto de 2011 12:11

E aí pessoal, tudo bem com vocês? Bom, hoje na Pipoca Salgada falarei sobre o quinto longa dos estúdios Márvel, após o excelente Thor. Vou mostrar a sinopse de “Capitão América: O Primeiro Vingador” e a minha crítica.

SINOPSE

Após tentar diversas vezes entrar como soldado da 2º Guerra Mundial, Steve Rogers (Chris Evans – Scott Pilgrim Contra o Mundo) um garoto com saúde frágil se submete à uma operação secreta para conseguir seu proposito e entrar como soldado na Guerra. Eleito pela sua coragem, Steve recebe um soro e é exposto a radiações ultravioletas, assim passa de um garoto fraco para um homem extremamente forte. Porém, seria somente coragem e força física o bastante para derrotar o vilão Caveria Vermelha (Hugo Weaving – Matrix)?

CRÍTICA

A Marvel deu uma corrida com os seus longas para chegar até “Os Vingadores”(Filme que chegará aos cinemas em Maio de 2012 e que juntará personagens de Thor, Homem de Ferro, Capitão América e Hulk). Essa foi a sensação ao ver “Capitão América”, um filme corrido evidenciando seu objetivo, o final.

Talvez não seja esse o melhor trabalho do diretor Joe Johnston, que dirigiu ótimos filmes como “O Lobisomen” de 2010, “Jumanji” e “Querida Encolhi As Crianças”. O filme conta também com os roteiristas de “As Crônicas de Nárnia”. Talvez, por juntar esses dois elementos (o diretor e os roteiristas) que o filme tenha ficado tanto com cara de “sessão da tarde”.

O Primeiro Vingador, do título, é pelo fato de que o Capitão América foi o primeiro super-herói criado da Marvel, por isso o filme é ambientado na década de 40, os quadrinhos foram criados em plena Segunda Guerra.  E em relação a está ambientação está tudo nos conformes, com um figurino e uma fotografia digna de uma produção Hollywoodiana.

O fato de misturar a Guerra com um Super-Herói trouxe ao Capitão América um maior realismo, algo que o diretor conseguiu passar (embora o herói possa saltar muitos metros). Esse realismo é fundamental para manter a atenção de quem está vendo o filme e poder se tornar integro da projeção e o filme não se tornar algo paralelo e cansativo. E por falar em realismo, os efeitos usados para emagrecer Steve ficaram extremamente bacanas e convincentes (essa mesma técnica foi usada em Benjamin Button).

Alguns pontos poderiam ter sido mais bem explorados: O 3D infelizmente é convertido, o que deixa o filme um pouco cansativo se for visto em 3D, porém possui algumas poucas cenas que ficaram bem bacanas (infelizmente 90% delas estão contidas no trailer); O lado “romântico” da história ficou um pouco piegas e não conseguiu convencer; A personagem principal poderia ter “sentindo” um pouco mais os seus conflitos que são apontados no filme.

Como um todo, o filme possui muitos defeitos, porém é bem bacana de assistir se for visto sem muitas intenções, algo mesmo do tipo sessão da tarde mesmo.

Pipoca Salgada – Harry Potter e As Relíquias da Morte parte 2

Por , 22 de julho de 2011 15:58

Acompanho Harry Potter desde sua estreia nos cinemas em 2001, nessa época eu tinha apenas 11 anos. Lembro de ficar encantado com toda a magia e toda a diversão que o filme proporciona. Cheguei a colecionar figurinhas, ir em quase todas as pré-estréias no cinema, não gosto muito de ler, mas li alguns dos livros, Harry Potter e a pedra filosofal foi o primeiro DVD que eu comprei. Enfim, o que eu quero mostrar é que Harry Potter marcou a minha vida e também uma geração inteira. Quase 10 anos se passaram e o filme conseguiu crescer junto com seus fãs de 11 anos de idade, e é inspirado nisso que vou começar a crítica de hoje.

SINOPSE

No desfecho épico da saga de Harry Potter, a batalha entre as forças do bem e do mal da magia alcançam o mundo dos trouxas. O risco nunca foi tão grande e ninguém está seguro. Mas é Harry Potter (Daniel Radcliffe – Um Verão Para Toda Vida) o escolhido para o sacrifício final no clímax do confronto com Lord Voldemort (Ralph Fiennes – Fúria de Titãs).

CRÍTICA

Bom, para entender bem o que se passa com Harry Potter e As Relíquias da Morte parte 2, temos que entender o que é evolução. Evolução, de acordo com o dicionário significa “Crescimento; desenvolvimento; aperfeiçoamento; exercício”, ou seja, algo que, ao decorrer de um tempo vai melhorando, ou se aperfeiçoando. O filme deixou de lado toda a infantilidade que mostrava no começo, e passou a abordar uma temática mais séria, e neste, em particular, Harry tem que enfrentar problemas que te levam a pensar mais sobre a vida.

Porém, não é somente a evolução no contexto da história, mas sim, no contexto fílmico também. A atuação do trio de atores melhorou de 0 para 10, nos últimos episódios, conseguimos nos sentir dentro dos personagens, sem parecer algo teatral, mas sim, algo realista. A direção de David Yates, que também dirigiu os 3 filmes anteriores da série, trouxe a saga uma competência que os outros diretores não haviam conseguido trazer, e neste último filme conseguiu passar toda a magia e tensão que o livro nos passa.

A fotografia está excelente (As cenas da pensadeira estão lindas), os efeitos visuais estão muito bem feitos (a cena da guerra em Hogwarts é muito bacana de assistir), as atuações das melhores (Destaque para Helena Bonham Carter – Ballatrix – que fez uma Hermione divertidíssima, até esquecemos que não é a Emma Watson), as maquiagens incríveis (os duendes do banco Gringotes estão sensacionais) e claro sem falar no desfecho cheio de reviravoltas que a autora do livro, J. K. Rowling, trouxe para nós.

No meio de tantas qualidades, conseguimos ver alguns defeitos no filme. O 3D, infelizmente é convertido e não estereoscópio (ou seja, ao invés de ter sido filmado diretamente em 3d, foi convertido na pós-produção do filme), o roteiro ainda, depois de 7 filmes, é falho (deixa coisas importantes de fora) e as cenas finais não foram convincentes (talvez por conta da maquiagem e das vestimentas forçadas).

Bom, creio que Harry Potter cumpriu o seu papel em todos os filmes, até nos primeiros (se os primeiros fossem mais tenso como nos livros, talvez com 11 anos eu não teria gostado tanto), deixando um gostinho de “quero mais”. Mas acho que o final da saga não tenha sido algo ruim, vejo isso como uma oportunidade de novas histórias aparecerem para fazer parte de mais milhões de pessoas, mas de uma coisa é certo Harry Porte marcou época e sempre vai servir como fonte de inspiração para muitos.

Pipoca Salgada – Pânico 4

Por , 8 de julho de 2011 3:36

E aí pessoal, tudo bem com vocês? Aqui quem fala é o Ivan do iVlog e enquanto não saí o próximo programa vou estrear hoje a minha nova coluna chamada “Pipoca Salgada”, porque tem pipoca que não dá para comer, nem com muito sal! Ok ,foi um pouco de falta de criatividade mesmo, mas vamos voltar para o que interessa. A coluna se trata de críticas de filmes que eu assisti e que gostaria de indicar a você, leitor.

Recentemente fui ao cinema assistir a um filme com um dos estilos que mais gosto, o terror, misturado com comédia então, não dá para ser melhor. Bom, vou colocar a Sinopse do filme e a minha crítica em seguida. Espero que gostem e se tiverem alguma indicação de filme para avaliação, por favor deixar em comentários.

PÂNICO 4

Sinopse

Para quem pensou que a franquia de Pânico tinha acabado no ruím 3º episódio, está muito enganado. Agora autora de um livro de autoajuda, Sidney Prescott (Neve Campbell – “Jovens Bruxas”), mocinha dos outros 3 episódios, volta a sua cidade natal, Woodsboro, 10 anos após o último acontecimento, para finalizar a turnê de lançamento de seu livro, reencontrando lá seus amigos, Sherife Dewey (David Arquette – “Nunca Fui Beijada”) e Gale (Courteney Cox – da série “Friends”), e sua família. Ela traz, com sua volta, mais uma vez Ghostface (assassino inspirado no quadro “O Grito” do norueguês Edvard Munch) a cidade, porém ele não atormentará somente ela, mas também sua prima Jill (Emma Roberts – Idas e Vindas do Amor) e seus amigos.

Crítica

Para quem viu a franquia “Todo Mundo em Pânico”, talvez a série “Pânico” não meta muito medo. Sabendo disso, o roteirista Kevin Williamson (“The Vampire Diaries”) inteligentemente misturou comédia com suspense durante todos os episódios. Porém, especialmente neste, as piadas  de metalinguagem (Uma linguagem usada para descrever essa mesma linguagem, no caso, um filme dentro de um filme), dentre outras, encaixam perfeitamente no contexto, não fazendo de Pânico um filme de comédia, mas sim um suspense com algumas cenas cômicas e interessantes.

Wes Craven, criador do inesquecível Freddy Krueger, dirige com muita competência o 4º episódio da franquia multimilionária (pra quem não sabe os outros 3 episódios juntos arrecadaram em torno de 600 milhões dólares mundialmente), fazendo com que o telespectador pule da cadeira e grite pra mocinha do filme sair correndo.

Infelizmente existem pontos que poderiam ter sido mais explorados no filme, como a questão da câmera em primeira pessoa usada por um de seus personagens, talvez um plano sequência (plano sem cortes, como um lipdub) ficaria legal, e o final, embora com muitas reviravoltas, poderia ter sido um pouco mais criativo.

Porém, como um todo, Pânico 4 é um filme bem bacana, que garante sustos fáceis e com piadas inteligentes, agradando mais, provavelmente, a nova geração de adolescentes, e como diz o cartaz “nova década…novas regras”!