Depois de um longo inverno (isso mesmo eu estive hibernado durante todo esse tempo) estou de volta!!
Como estamos em período de FÉRIAS, me surgiu a ideia de fechar o ano com um Top Ten das séries que me surpreenderam ou cumpriram o prometido: fizeram bonito na TV (ou internet). No começo do ano voltaremos aos releases dos seriados que estavam em andamento e algumas novidades. AGUARDEM!!
Para aqueles que não conhecem os seriados mencionados, vale a pena dar uma chance. Para os que não constam na lista, pode ser que eu não assisti ainda (embora eu assista quase tudo que se passa na TV). Quem sabe no próximo TOP TEN?
A sinopse geral de Glee seria “um grupo de jovens excluídos, de uma escola, que formam um grupo aonde cantam, dançam e atuam”. Não, isso não é High School Musical. Embora a sinopse geral seja quase a mesma, Glee tem uma temática muito maior do que o garoto que se apaixona pela garota. Glee mostra várias histórias de superação, como o garoto que sonha em ser artista, porém ele perdeu o movimento das pernas e vive em uma cadeira de rodas, ou o garoto que é gay e o sonho dele é poder andar de mãos dadas pela escola ou ir ao baile de primavera com seu namorado. Essas e outras tantas temáticas que possuem em Glee é o que mais diferencia de tantas outras séries e filmes que possuem essa sinopse.
Como vamos começar a falar hoje sobre Glee aqui no blog, o Glee já está em sua 3º temporada e vamos começar do episódio 10!
(P.S.: Dica, para quem gosta de Glee assista a nova série SMASH)
Na última sexta-feira (16) o Brasil estreou, com um mês de atraso em relação aos Estados Unidos, o Glee Live! 3D. Cheio de suspense e expectativas, o filme não agradou a maioria que o esperava.
Trazendo em grande parte do tempo os fãs falando, e dando destaque para três em especial, trouxe uma base do que seria o “Glee” na realidade, mas fugiu completamente da proposta esperada para o filme: o show para quem não pode vê-lo. E como se não bastasse Finn, o personagem principal, não teve destaque e participou apenas das apresentações musicais. Já números como “Single Ladies”, que recebeu ótimas críticas e era super aguardado, não apareceram no filme.
Dentre tantos problemas há elogios como a atuação de Lea Michele em “Don’t Rain On My Parade”, que prende atenção em todo o seu tempo e agrada a qualquer um que a vê.
Mesmo com todo o dinheiro gasto e o sorriso dos fãs, Glee Live! 3D poderia ser melhor, ou pelo menos deixar claro que o espetáculo não seria tão explorado e que se tratava mais de um documentário. Falhas na sinopse, até quando?
Essa semana vou falar de 2 clipes completamente diferentes: Adele – Rolling in the deep e Kylie Minogue – Come Into My World.
Vamos começar com o mais atual: Adele – Rolling in the deep:
Devo confessar que Adele me surpreendeu com a música e com o clipe, da outra vez que comentei dela disse que era tudo meio igual e parado, dessa vez parece que juntaram os planos iguais e escuros do estilo dela com algum movimento e com a música, e no final ficou muito bom! Eu sei que o single não é novo, mas só agora eu ‘descobri’ ele, digamos assim (Graças ao Glee que usou a música na segunda temporada da série!).
Info
“Rolling In The Deep” é uma canção da cantora britânica Adele, lançada como primeiro single do segundo álbum da cantora, 21.
Novamente temos ela sentada em uma cadeira o clipe todo numa casa meio escura, mas dessa vez ficou legal! Os cortes mais rápidos e a inclusão de outros elementos deixaram o clipe bastante interessante.
A cena da sala dos copos que tremem junto com as batidas da bateria é incrível! Foi uma idéia muito boa que combinou perfeitamente com o clipe. A idéia da luz piscando junto com as batidas também deixam a mesma impressão. Isso sem falar da cena do dançarino(a). A coreografia levantando o pó branco é muito bonita, e deixar em câmera lenta ficou ainda melhor
Em relação ao cenário, a impressão que tive foi que aquela casa inacabada, com louça quebrada pra todo lado casa com a musica triste que fala de um coração quebrado.
A cena da maquete queimando dá um toque final interessante no clipe, quando os elementos apresentados até então poderiam cansar um pouco entra a cena da maquete intercalando com as outras.
Enfim, Adele dessa vez aprovadíssimo!
Agora: Kylie Minogue Come Into My World:
Kylie Minogue é uma cantora, compositora e atriz australiana. Inicialmente vista como uma “garota qualquer”, Minogue
transmitiu um estilo mais maduro em sua música e ganhou o público. “Come Into My World” foi o quarto e último single do seu álbum Fever, em 2001. Foi lançado em 2002, ganhando o Grammy Awards por Melhor Música Dance.
O clipe é todo feito com um tipo de lipdub, com certeza foi um clipe bem difícil de produzir, se alguma vez uma versão passasse no lugar errado estragava toda a cena. Eu achei um pouco cansativo, mas isso também tem ligação com a música que é bastante repetitiva, mas de qualquer forma fiquei com vontade de ver até o final pra saber como a próxima Minogue passaria pelo quarteirão.
Fazer todo mundo fazer o que tinha sido combinado no tempo certinho nunca com certeza não foi fácil, só por isso esse clipe já merece respeito.
Até pouco tempo atrás, ela era apenas mais uma ilustre desconhecida. Mas aí, a cantora e compositora americana Christina Perri emplacou seu sucesso Jar of Hearts em dois programas muito populares dos Estados Unidos (So You Think You Can Dance e Glee) e sua vida nunca mais foi a mesma.
Resultado: a música estreou entre os primeiros lugares na Billboard Hot 100 (a parada que classifica os artistas que estão “bombando” nos Estados Unidos) e conquistou mais de 20 milhões de visualizações no Youtube.
Em seu álbum de estreia, Lovestrong (lançado este ano), a artista mistura baladas sentimentais com outras mais agitadas. O CD é agradabilíssimo e já entrou para a minha lista de reprodução. Para os fãs de rock/pop, essa é uma aposta certa!
Destaque para Jar of Hearts, Distance e Bang Bang Bang
Eles são alternativos, descolados e cantam bem. Pode até ser que você nunca tenha ouvido falar do conjunto formado por Kyler England, Rob Giles, Adrianne Gonzalez e Gabriel Mann, mas The Rescues já emplacou suas músicas em séries de peso, como One Tree Hill, Private Practice, Grey’s Anatomy e, por incrível que pareça, já dividiram o mesmo palco que o Mr. Schue e a treinadora Bessie em Glee!
Com uma forma bem diferente (mas muito agradável) de compor as vozes, o quarteto é conhecido por suas músicas poéticas e números (pasmem!) à capela. Para variar, eles ainda não são muito conhecidos no Brasil (Fala sério, Sabrina! Onde você arranja tanta banda desconhecida?!I) e só possuem um álbum lançado até agora, batizado de Let Loose The Horses (2010), mas são um grupo que merece ser ouvido!
Destaque para Can’t Stand The Rain, Crazy Ever After, Follow Me Back Into The Sun e Metter Of Time
A série é uma mania mundial, a cantora também… Sendo assim, o que esperamos é um episódio inovador. Mas isso não acontecerá no próximo dia 26.
O episódio “Born This Way”, de Glee, terá como centro Lady Gaga que, depois de Britney Spears, é a atração mais esperada. A história mostra Mr. Schuester tentando provar a todos que eles possuem talentos e que devem se orgulhar do que são. Por outro lado, Sue vai criar um novo ”grupo”, enquanto Brittany se torna um gênio.
Com isso, continuo dizendo que Glee não deveria ter passado da primeira temporada – que fielmente assisti – pois agora todas as semanas são a mesma coisa, só que com músicas diferentes.
A. Claudia Marioto. Supersticiosa, pisciana, blogueira no Qual Seu Mundo, indecisa, adoradora de Tumblr e movida à música.
SEN-SA-CIO-NAL! Essa é a única palavra que eu posso usar para qualificar o episódio pós-Super Bowl de Glee. Quando eu achava que já tinha visto de tudo e que nada mais me surpreenderia na série… Eu fui surpreendida de novo!
É verdade que quando anunciaram que um episódio especial de Glee seria exibido no domingo, logo depois do Super Bowl, sabia que só poderia ser uma surpresa boa. Afinal, é de conhecimento geral que a final do campeonato da NFL de futebol americano é o programa com maior audiência do mundo (a deste ano teve 111 milhões de espectadores!!!). Mas não estava preparada para “Sue Sylvester Bowl Shuffle”. O episódio reuniu todos os elementos que fazem da série um sucesso: boas performances, pérolas à lá Brittany, surtos de uma Sue cada mais surtada…
…e THRILLER!!!!! Sim, você leu certo! Na melhor performance desde o mashup entre Umbrella e Singing In The Rain, Glee ressuscitou os mortos e fez cabeças rolarem com a mistura entre Thriller e Heads Will Roll.
Ah! As premiações hollyoodianas! Glamour, celebridades, piadas sem graça e discursos intermináveis! Mas é também o guilty (or not guilty) pleasure de muita gente (eu me incluo, claro). Começo de ano é assim: People’s Choice Award, Globo de Ouro, Grammy… e o Oscar!
Ontem foi a vez do globo dourado brilhar na mão de diversas estrelas e de surpreender muita gente! Quem diria que o grande filme da noite seria a história do Facebook? Pois é, minha gente!A Rede Socialfaturou, sozinho, 4 prêmios. Dentre as séries, a preferida foi Glee.
Também tivemos outras surpresas, como Chris Colfer arrematar a estatueta de Melhor ator coadjuvante em série, minissérie ou filme de TV (se nem ele mesmo acreditou, como nós poderíamos?) e Annette Bening como Melhor atriz musical ou comédia. E a homenagem a Al Pacino foi mais do que merecida, não acham?
Mas nem toda surpresa foi boa. Alguém achou alguma graça nos comentários de péssimo gosto feitas pelo apresentador (insuportável, cá entre nós) Ricky Gervais? Ele foi criticado até no jornal O Globo, então acho que não estou sozinha no meu desgosto… Ele chegou ao ponto de chamar o Bruce Willis de “pai do Ashton Kutcher” (que, na verdade, se casou com a ex-mulher de Willis) e de dizer que Robert Downey Jr. era mais conhecido pelo seus problemas com as drogas do que por seus filmes (comentário que o ator não deixou de rebater).
Dizem que o prêmio oferecido pela Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood é uma espécie de pré-Oscar, que ditaria as tendências para a maior premiação do cinema. O que vocês acham?
Confesso que já estava preparando um post bem ácido para esculachar com a segunda temporada de Glee. Depois de um bom começo, a série deu umas escorregadas (na minha opinião, claro) e eu já estava começando a rezar para Sue Sylvester salvar o enredo. Mas aí eu assisti ao episódio “The Substitute”, o 7º desta temporada e…
…mordi a língua! Glee está de volta! O foco deixou de ser nos dramas sexuais pessoais dos personagens (não que isso seja um problema, mas depois de vários episódios “chovendo no molhado”, é bom ter um ar fresco) e voltou para as Seletivas. Quer dizer, tentou voltar, porque Mr. Shuester é abatido por uma gripe misteriosa e, depois de uma alucinação muito divertida, tem que se afastar temporariamente.
É aí que entra Gwyneth Paltrow na sua melhor forma, como a professora pau pra toda obra substituta. Ela chega cativando os alunos com sua “liberdade” – que chega a ser um pouco grande demais – e se aliando à diretora interina do William McKinley High School, que é ninguém menos do que… Sue!
Entre esses e outros conflitos, a série provou que pode sim se reinventar ainda mais! Este episódio contou com doses certas de humor, “drama” e caprichou no repertório! Viciei no mashup da antiga “Singing In The Rain” com a ‘moderna’ “Umbrella”, da Rihanna. Com certeza, a melhor performance da temporada até agora! Espero que Glee nos brinde com mais episódios como esse!
Se você não viu e/ou quiser rever a apresentação, é só dar play no vídeo!
P.S.: Ooops! Parece que os produtores erraram um pouquinho na mão. A mãe da atriz (?) Lindsay Lohan está querendo processá-los por causa da piada sobre as recaídas da moça. Bem que eu imaginei.
#nowplaying Glee Cast – Singing In The Rain – Umbrella