Posts com a tag:Jake Bugg

Nota Musical – O retorno dos que não foram: Review de Hearts That Strain de Jake Bugg

Por , 19 de setembro de 2017 10:30

Não é surpresa para ninguém que Jake Bugg é um dos meus favoritos, e o fato dele estar lançando o seu quarto CD em seis anos, me faz gostar ainda mais dele. jake-bugg-podria-publicar-proximo-disco-hearts-that-strain-1-septiembre-2

Já falei dele algumas  vezes, e de como o jovem tímido e na dele de Nottingham foi me conquistando, trabalhando bastante e vindo sempre ao Brasil (já fui em três shows dele!! =D), os seus trabalhos ficam sempre frescos na memória.

Tive a oportunidade de ir no show dele aqui em março, e é incrível ver ele amadurecendo e se soltando mais no palco, a medida que o seu material vai evoluindo.

Apesar de amar de paixão os dois primeiros CDs da sua carreira, Jake Bugg e Shangri-la, On My One, lançado ano passado, não fez a minha cabeça. Há algumas músicas ótimas (Love, Hope e Misery é para cantar a plenos pulmões) e sabia que pelas entrevistas, que havia sido um trabalho diferente para o Jake.

Continue Lendo!

Café Retrô 2014 – O Melhor e o Pior da Música

Por , 26 de dezembro de 2014 10:30


Banner retrospetiva

 

2014 foi um ano bem musical, tanto para a nossa equipe quanto para o blog.

Descobrimos novos artistas, viciamos em novas músicas, fomos a shows e, é claro, publicamos um super especial sobre o Lollapalooza.

Mas o que foi que ouvimos de melhor? E de pior?

 

Confira os nossos highlights!

Nota Musical – Review show do Jake Bugg em São Paulo

Por , 28 de novembro de 2014 11:44

Um artista tem que ser muito bom, para dentro da minha lista de prioridades eu querer ver ele duas vezes no mesmo ano. E é com muito orgulho , que informo que Jake Bugg, não só ganhou o direito a isso, como entregou um show incrível. Pela segunda vez no mesmo ano! =D

untitled

Quando o show do Jake Bubb terminou no Lolla 2014, eu fiquei triste por não ter tido a oportunidade de ver ele no slide show que ele fez do festival. Cheguei em casa e passei os dias escutando cada vez mais as suas músicas e não parecia que eu tinha visto o suficiente dele.

Alguém deve ter ouvido as minhas preces, porque ontem ele passou em São Paulo, fazendo a terceira apresentação em 2014 na cidade paulista, e eu não só comprei o ingresso assim como abriu, como agora após ter visto ele ao vivo, tenho certeza que vai ser difícil ele voltar um dia e eu falar, ‘Ah não, já vi.’.

Jake não é o mais simpático ou expansivo no palco, mas é essa mesma atitude que o faz tão único. Não encaro o seu jeito ‘marrento’ como prepotente ou arrogante. Ele é assim, e pronto.

Há muito tempo também troquei a minha expectativa em relação a reações dos artistas em shows. E admito, prefiro mil vezes alguém como o Bugg que fica caladão e solta poucas frases ao longo do seu show, mas faz todos os momentos dele memoráveis tocando e cantando como nunca.

Sem telão e na pista normal, li em alguns reviews que ele ficou parte das músicas com os olhos fechados, sentindo e focando na sua música, como ele mesmo descreve esses momentos. E eu lá atrás não reparei e mesmo se estivesse na frente não ligaria.

foto 5Passei metade do show quase nessa mesma situação, realmente me embalando nas canções que eu conhecia tão bem.

Devagar e sem perceber, as músicas dos dois CD’s de Jake encheram todas as minhas playlist e serviram de base para (quase) tudo que eu fiz nesse ano.  E por isso, salivei (e cantei) atrás de todas as canções que ele entoou ontem.

Ele começou o show com Messed up Kids pontualmente às 21:30, e durante por uma hora e meia cantou os seus grandes hits como Songs About Love, Me and You e Trouble Town.

Saiu Simple as this e entrou Slide, que ao vivo ganhou outros ares.

A noite se encerrou com a magnifica Lightning Bolt, mas o ponto alto da noite é Broken, que mesmo atrapalhando por uns gritinhos das fçãs mais animadas, ainda consegue carregar a sua sobriedade e profundidade.

Bugg, ainda tem um caminho bem grande e acredito que com os anos ele vai aprender a ter uma presença um pouco diferente no palco, porém eu gosto dele assim. Com composições que poderiam ser fácil uma coleção de poemas, tocando muito e passando sempre pelo Brasil, ele pode continuar sendo ‘marrento’ para sempre.

#cafenololla – Nota Musical – Jake Bugg

Por , 23 de março de 2014 9:00

E mais uma vez, é da Inglaterra que sai uma das grandes promessas da música atual, Jake Bugg, que desembarca daqui a duas semanas no Brasil.

jake-bugg

Eu tenho um bloqueio com quem nasceu em 1994.

Talvez seja porque esse ano, seja o primeiro ano que eu lembro com mais clareza da minha vida (eu tinha 5 anos).
Por isso, sempre quando eu vejo que alguém nasceu nesse ano, me bate uma certa estranheza. E se a pessoa ainda por cima, é talentoso, com dois CD’s lançados, amado pela critica, e apontado como o novo Bob Dylan, é ainda mais estranho.

Jack Bugg, nasceu em 1994, e cresceu na cidade de Nottingham e aos 12 anos já começava a compor as suas primeira músicas, inspirado principalmente em bandas da década de 60 e 70, como Elvis e Johnny Cash. Em 2011, aos 17 anos, ele conseguiu assinar com a gravadora Mercury, após ser selecionado para aparecer na parte de novos talentos do Festival Glanstonbury.

Continue Lendo!