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Nota Musical – O (Ótimo!) Drama da Lorde – Review Melodrama

Por , 3 de julho de 2017 12:24

Em 2013, Ella Yelich-O’Connor da Nova Zelândia, também conhecida como Lorde, nos conquistou. E em 2017, ela está de volta para mostrar que ainda vai ficar muito tempo por aí.

Lorde Melodrama Coachella

Quando Lorde apareceu na mídia derrubando barreiras e conquistando os criticios e as rádios com o seu Royals, muito estava na mesa. Ela era nova, talentosa, com letras maravilhosas e fazendo muito sucesso.

Tanto, que Royals foi a minha música favorita de 2013 e seu CD de estreia, Pure Heroine, entrou na lista dos favoritos do ano e ainda o escuto muito. Não só Royals e Team que se tornaram hits, mas o álbum tem várias joias que mostram o talento dela, como Glory and Gore, Still Sane e White Teeth Teens.

Só que as músicas falavam da sua vida ‘simples’, de como ela nunca seria uma “Royals”, sem dinheiro para as coisas e como ela ainda não tinha se acostumado com a fama.

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Nota Musical – Review Fitz and the Tantrums de Fitz and the Tantrums

Por , 8 de julho de 2016 18:28

Tá maravilhoso ver Fitz and The Tantrums dominar as paradas.

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Ano passado, eu falei como estava animada para ver Fitz and the Trantums tocar.

Era março de 2015, e com o Lollapalooza em cima de nós, fui atrás para descobrir outras bandas do festival e me deparei gostando muito dessa banda de Los Angeles, com um som pop mas que casava muito com o soul.

Falei que não perderia eles tocando  e depois não me arrependi de ter ido conferir o show.

Com só o primeiro álbum na bagagem eles tocaram boa parte das músicas bem animados. E para a minha surpresa,  muitos ali, como eu, conheciam as letras.

Quando o anúncio do segundo CD veio, fiquei feliz, mas como não cai de amores com Handclap na primeira ouvida diminuiu as minhas expectativas.

Porém, foi só o album ser lançado para que a música caísse no meu gosto. Essa é a primeira música do álbum e como já sabia cantar (e bater palmas) aproveitei muito.

Outras canções são tão animadas quanto, como Roll Up, Get Right Back, Do What you want, A Place For Us e Complicated.

O álbum também tem espaço para outros experimentos. Tricky tem um estilo anos 80′, antes de entrar no refrão e Fadeback avança na década e trás um clima começo dos anos 90.

Mas até em uma música mais ‘calma’, como Run it, a banda consegue manter a qualidade.

Quando ouvi pela primeira vez, achei que eles já tinham anos de estrada e muitos CDS.  Acertei no anos de estrada porque a banda está na ativa desde 2008, mas esse é somente o segundo album deles.

E assim como já tinha identificado no primeiro, a banda repete a qualidade e maturidade do som que só quem está acostumado a tocar há muito tempo junto, pode ter.

Posso estar enganada, mas entre tantas bandas de jovenzinhos por aí, Fitz se destaca por  saber exatamente qual é o seu som.

Em um ano em que muitos decepcionaram, esse foi uma grata surpresa

Aí fica o apelo: Lolla já pode trazer eles de novo.

Ficha Técnica:

fitz-and-the-tantrums-2016-self-titled-album-cover-500x500Banda: Fitz and The Tantrums

Álbum: Fitz and The Tantrums

Ano de Lançamento: 2016

Nota: 4 estrelas

 

Nota Musical – Review de On My One, de Jake Bugg

Por , 22 de junho de 2016 21:00

O menino prodígio inglês, Jake Bugg, retorna com On My One, o seu terceiro CD da carreira.

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Jake Bugg é talentoso. Você gostando ou não do som dele deve concordar com isso.

Das três apresentações da carreira dele em São Paulo, eu vi duas. Uma no Lolla em Março de 2014, pouco depois de descobrir que gostava muito do seu som, e o outro, em novembro do mesmo ano, quando ele voltou para uma apresentação solo no Citibank Hall.

As duas ocasiões não poderiam ser mais diferentes, mas esse mesmo talento que muitos viram antes e fizeram com que ele assinasse para gravar o primeiro CD rapidamente, me encantou também e passei a acompanhar a carreira dele de perto.

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Nota Musical – Review Cleopatra, do The Lumineers

Por , 3 de junho de 2016 11:30

The Luminers retorna com o segundo CD da carreira. Eles não só fugiram da maldição do segundo disco, como entregaram um dos melhores álbuns do ano.

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O folk voltou a moda de vez pelo jeito e temos tantas ótimas bandas fazendo um trabalho legal que pelo jeito (felizmente) ele vai demorar para ir embora, se um dia for de verdade.

Já falamos do The Lumineers (Leia AQUI), mas não sabia o que esperar do segundo álbum deles.

As músicas do disco de estreia fizeram bastante sucesso, principalmente com  Ho Hey tocando até nas rádios mais pop do Brasil.

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Nota Musical – Review Thank You, da Meghan Trainor

Por , 18 de maio de 2016 11:30

Meghan Trainor volta para mostrar que ela realmente merece o seu lugar.

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Em 2014 parecia que ninguém do pop conseguiria disputar com o 1989 da Taylor Swift, ma a novata Meghan Trainor apareceu com a sua música All About That Bass e diferente do que todos pensaram, ela não parou por aí.

Uma música emendou com a outra, e de repente, parecia que só tinha música dela. Dois anos depois, ela volta com o seu segundo CD, mostrando que definitivamente não é um one hit wonder.

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Nota Musical – Review Lemonade da Beyoncé

Por , 27 de abril de 2016 12:05

Queen B volta com um novo visual álbum, mas são as letras e ritmos que chamam mais atenção em Lemonade, seu sexto CD solo.

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Já fazia alguns meses que Beyoncé estava ameaçando lançar o seu segundo álbum surpresa, ela tinha dado uma amostra do viria com Formation, lançada e apresentada no Super Bowl desse ano, mas o Lemonade vai muito além do que poderíamos imaginar.

Estamos sempre (eu me incluo nessa) colocando a Beyoncé em um pedestal. Afinal, com o seu estilo, corpo, voz e beleza, fica difícil qualquer um dizer que ela não merece o status de diva que ela ganhou a um tempo e nunca mais perdeu. Porém, pela primeira vez, ela lança um álbum que mostra a sua abertura não só musicalmente, mas emocionalmente também.

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Nota Musical – Review Everything You’ve Come to Expect, do The Last Shadow Puppets

Por , 5 de abril de 2016 19:30

Alex Turner e Miles Kane mais uma vez unem os seus talentos no The Last Shadow Puppets, e o resultado é um disco delicia com ares da década de 60 e 70 e que poderia ser facilmente uma trilha de James Bond.

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É muito bom quando alguém talentoso faz algo realmente bacana. Melhor ainda é quando duas mentes se juntam e conseguem ultrapassar o comodismo de trabalhos anteriores.

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Nota Musical – Review de Anti, da Rihanna

Por , 28 de janeiro de 2016 19:59

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Essa madrugada do dia 27 para 28 de Janeiro de 2016 se tornou uma data histórica para os fã de Rihanna, a musa de Barbados lançou na internet depois de mais de 3 anos desde seu último CD, o álbum “ANTI” que já era esperado pelo grande público desde o primeiro semestre de 2015. E Rihanna ainda descontente com o seu trabalho que vinha fazendo e após liberar três singles: “FiveFourSeconds“, “Bitch Better Have My Money” e “American Oxygen“. Decidiu que o CD teria que ser refeito inteiramente, colocando os três singles apenas como singles especiais e que nada fazia parte de seu novo trabalho.

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Nota Musical – Review de A Head Full of Dreams do Coldplay

Por , 9 de dezembro de 2015 12:05

A Head Full of Dreams, novo álbum do Coldplay lançado na semana passada, terminou de tocar e na sequência o meu player começou  Yellow, música do melhor álbum do Coldplay (Parachutes lá de 2000), e se não tinha ficado evidente e mediocridade do novo CD, foi o que bastou.

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Eu ainda me lembro quando Coldplay apareceu pela primeira vez no país. Chris Martin ainda era namorado da Gwyneth Paltrow e Coldplay era uma banda indie em ascensão.

Parachutes, era um CD que tinha comprado de camelo, então eu cresci muito ouvindo Coldplay. Eles foram parte da minha trilha sonora adolescente e ainda continuam. Canções mais recentes como Lost!, Viva la Vida, Fix You, Every Teardrop is a Waterfall, são alguns dos exemplos de como é fácil nomear as músicas que gostamos de Coldplay. Se tratam de exemplos porque mesmo depois de tanto tempo Coldplay continuam enchendo estádios.

Não se deixe enganar, apesar da grande turnê que em por aí, o status de ‘banda de estádio’ ainda se mantém pela base formada no passado. Mylo Xyloto ajudou a manter esse fama com música como Hurts Like Heaven e Charlie Brown foram feitas para cantar com toda a voz m um estádio recheado de fãs da banda.

E porque estou demorando tanto em citar o novo CD? Porque Head Full of Dreams que segundo muitos boatos se trata de um dos últimos CD’s do Coldplay é embaraçoso?

Simplesmente, porque ele é.

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Nota Musical – O Outro lado (e review) de Delirium, da Ellie Goulding

Por , 16 de novembro de 2015 9:00

Na semana passada, a Sabrina postou aqui o seu review de Delirium da Ellie Goulding, Leia aqui! Naquele momento, eu ainda não havia escutado o CD inteiro, e as poucas que tinha ouvido não pareciam muito promissoras.

Porém, um dia depois do seu post ir ao ar, eu fui ouvir e….por isso vim hoje aqui falar do outro lado de Delirium: O lado de alguém que gostou muito!

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Conheci a Ellie quando li que ela cantou no casamento real, isso lá em 2011. Fui atrás para ouvir algumas músicas, mas só foi no final desse mesmo ano que o seu trabalho ficou mais conhecido para o resto do mundo e para mim.

Gosto bastante de Bright Lights, seu primeiro álbum, mas admito que Halcyion passa longe de ser o meu favorito, e só gosto de algumas músicas.

Quando o burburinho do novo CD dela começou estava ansiosa e bem curiosa para o que viria pela frente. Foi ouvir On My Mind que já tinha poucas esperanças para o álbum.

Ao divulgar Something on the way you move, eu fiquei ainda pior, já pensei que as esperanças estavam no chão.

Porém, as outras duas canções divulgadas antes, Lost and Found e a incrível ARMY, melhoram um pouco a minha esperança.

Mas a análise da Sabrina jogou ela no chão e a única música que escutamos juntas I Do What I Love que me fez não duvidar ou impedir o seu review.

Só que semana passada eu parei para ouvir, para poder ter como base o CD completo, e aí veio a melhor surpresa do ano: EU AMEI!

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