Posts com a tag:Review de Albuns

Nota Musical – O retorno dos que não foram: Review de Hearts That Strain de Jake Bugg

Por , 19 de setembro de 2017 10:30

Não é surpresa para ninguém que Jake Bugg é um dos meus favoritos, e o fato dele estar lançando o seu quarto CD em seis anos, me faz gostar ainda mais dele. jake-bugg-podria-publicar-proximo-disco-hearts-that-strain-1-septiembre-2

Já falei dele algumas  vezes, e de como o jovem tímido e na dele de Nottingham foi me conquistando, trabalhando bastante e vindo sempre ao Brasil (já fui em três shows dele!! =D), os seus trabalhos ficam sempre frescos na memória.

Tive a oportunidade de ir no show dele aqui em março, e é incrível ver ele amadurecendo e se soltando mais no palco, a medida que o seu material vai evoluindo.

Apesar de amar de paixão os dois primeiros CDs da sua carreira, Jake Bugg e Shangri-la, On My One, lançado ano passado, não fez a minha cabeça. Há algumas músicas ótimas (Love, Hope e Misery é para cantar a plenos pulmões) e sabia que pelas entrevistas, que havia sido um trabalho diferente para o Jake.

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Nota Musical – Everything Now: A volta do Arcade Fire

Por , 17 de agosto de 2017 22:38

A banda canadense volta com um novo disco e um turnê pelo Brasil.

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Nada do Arcade Fire é simples. Nada acontece sem mistérios, sem várias camadas de sons e uma riqueza musical que não é tão fácil encontrar por aí. Entre as bandas mais famosas indies, eles foram os únicos que conseguiram manter esse forma de trabalho por tanto tempo.

Com o último CD, Reflektor, lançado em 2012 (Leia AQUI o nosso review do álbum que seria o melhor daquele ano), houve uma grande campanha de marketing ao longo do globo e o tão esperado material, foi lançado recheado por mistério, uma montagem no You Tube unindo o álbum e o filme Orfeu Negro e o esperado retorno ao Brasil.

Já Everything Now, que saiu em julho, foi mais ‘tranquilo. Mas, foi o álbum ser lançado e já ouvi tantas coisas atravessadas e ruins sobre ele, que fiquei com medo. Não sei vocês, mas há alguns artistas que um álbum ruim não vai fazer com que você pare de gostar deles, mas vai te deixar triste.

Afinal, ali estava um material que tinha tudo para lhe agradar.

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Nota Musical – O (Ótimo!) Drama da Lorde – Review Melodrama

Por , 3 de julho de 2017 12:24

Em 2013, Ella Yelich-O’Connor da Nova Zelândia, também conhecida como Lorde, nos conquistou. E em 2017, ela está de volta para mostrar que ainda vai ficar muito tempo por aí.

Lorde Melodrama Coachella

Quando Lorde apareceu na mídia derrubando barreiras e conquistando os criticios e as rádios com o seu Royals, muito estava na mesa. Ela era nova, talentosa, com letras maravilhosas e fazendo muito sucesso.

Tanto, que Royals foi a minha música favorita de 2013 e seu CD de estreia, Pure Heroine, entrou na lista dos favoritos do ano e ainda o escuto muito. Não só Royals e Team que se tornaram hits, mas o álbum tem várias joias que mostram o talento dela, como Glory and Gore, Still Sane e White Teeth Teens.

Só que as músicas falavam da sua vida ‘simples’, de como ela nunca seria uma “Royals”, sem dinheiro para as coisas e como ela ainda não tinha se acostumado com a fama.

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Nota Musical – Review Fitz and the Tantrums de Fitz and the Tantrums

Por , 8 de julho de 2016 18:28

Tá maravilhoso ver Fitz and The Tantrums dominar as paradas.

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Ano passado, eu falei como estava animada para ver Fitz and the Trantums tocar.

Era março de 2015, e com o Lollapalooza em cima de nós, fui atrás para descobrir outras bandas do festival e me deparei gostando muito dessa banda de Los Angeles, com um som pop mas que casava muito com o soul.

Falei que não perderia eles tocando  e depois não me arrependi de ter ido conferir o show.

Com só o primeiro álbum na bagagem eles tocaram boa parte das músicas bem animados. E para a minha surpresa,  muitos ali, como eu, conheciam as letras.

Quando o anúncio do segundo CD veio, fiquei feliz, mas como não cai de amores com Handclap na primeira ouvida diminuiu as minhas expectativas.

Porém, foi só o album ser lançado para que a música caísse no meu gosto. Essa é a primeira música do álbum e como já sabia cantar (e bater palmas) aproveitei muito.

Outras canções são tão animadas quanto, como Roll Up, Get Right Back, Do What you want, A Place For Us e Complicated.

O álbum também tem espaço para outros experimentos. Tricky tem um estilo anos 80′, antes de entrar no refrão e Fadeback avança na década e trás um clima começo dos anos 90.

Mas até em uma música mais ‘calma’, como Run it, a banda consegue manter a qualidade.

Quando ouvi pela primeira vez, achei que eles já tinham anos de estrada e muitos CDS.  Acertei no anos de estrada porque a banda está na ativa desde 2008, mas esse é somente o segundo album deles.

E assim como já tinha identificado no primeiro, a banda repete a qualidade e maturidade do som que só quem está acostumado a tocar há muito tempo junto, pode ter.

Posso estar enganada, mas entre tantas bandas de jovenzinhos por aí, Fitz se destaca por  saber exatamente qual é o seu som.

Em um ano em que muitos decepcionaram, esse foi uma grata surpresa

Aí fica o apelo: Lolla já pode trazer eles de novo.

Ficha Técnica:

fitz-and-the-tantrums-2016-self-titled-album-cover-500x500Banda: Fitz and The Tantrums

Álbum: Fitz and The Tantrums

Ano de Lançamento: 2016

Nota: 4 estrelas

 

Nota Musical – Review de On My One, de Jake Bugg

Por , 22 de junho de 2016 21:00

O menino prodígio inglês, Jake Bugg, retorna com On My One, o seu terceiro CD da carreira.

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Jake Bugg é talentoso. Você gostando ou não do som dele deve concordar com isso.

Das três apresentações da carreira dele em São Paulo, eu vi duas. Uma no Lolla em Março de 2014, pouco depois de descobrir que gostava muito do seu som, e o outro, em novembro do mesmo ano, quando ele voltou para uma apresentação solo no Citibank Hall.

As duas ocasiões não poderiam ser mais diferentes, mas esse mesmo talento que muitos viram antes e fizeram com que ele assinasse para gravar o primeiro CD rapidamente, me encantou também e passei a acompanhar a carreira dele de perto.

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Nota Musical – Review Cleopatra, do The Lumineers

Por , 3 de junho de 2016 11:30

The Luminers retorna com o segundo CD da carreira. Eles não só fugiram da maldição do segundo disco, como entregaram um dos melhores álbuns do ano.

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O folk voltou a moda de vez pelo jeito e temos tantas ótimas bandas fazendo um trabalho legal que pelo jeito (felizmente) ele vai demorar para ir embora, se um dia for de verdade.

Já falamos do The Lumineers (Leia AQUI), mas não sabia o que esperar do segundo álbum deles.

As músicas do disco de estreia fizeram bastante sucesso, principalmente com  Ho Hey tocando até nas rádios mais pop do Brasil.

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Nota Musical – Review Thank You, da Meghan Trainor

Por , 18 de maio de 2016 11:30

Meghan Trainor volta para mostrar que ela realmente merece o seu lugar.

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Em 2014 parecia que ninguém do pop conseguiria disputar com o 1989 da Taylor Swift, ma a novata Meghan Trainor apareceu com a sua música All About That Bass e diferente do que todos pensaram, ela não parou por aí.

Uma música emendou com a outra, e de repente, parecia que só tinha música dela. Dois anos depois, ela volta com o seu segundo CD, mostrando que definitivamente não é um one hit wonder.

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Nota Musical – Review Lemonade da Beyoncé

Por , 27 de abril de 2016 12:05

Queen B volta com um novo visual álbum, mas são as letras e ritmos que chamam mais atenção em Lemonade, seu sexto CD solo.

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Já fazia alguns meses que Beyoncé estava ameaçando lançar o seu segundo álbum surpresa, ela tinha dado uma amostra do viria com Formation, lançada e apresentada no Super Bowl desse ano, mas o Lemonade vai muito além do que poderíamos imaginar.

Estamos sempre (eu me incluo nessa) colocando a Beyoncé em um pedestal. Afinal, com o seu estilo, corpo, voz e beleza, fica difícil qualquer um dizer que ela não merece o status de diva que ela ganhou a um tempo e nunca mais perdeu. Porém, pela primeira vez, ela lança um álbum que mostra a sua abertura não só musicalmente, mas emocionalmente também.

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Nota Musical – Review Everything You’ve Come to Expect, do The Last Shadow Puppets

Por , 5 de abril de 2016 19:30

Alex Turner e Miles Kane mais uma vez unem os seus talentos no The Last Shadow Puppets, e o resultado é um disco delicia com ares da década de 60 e 70 e que poderia ser facilmente uma trilha de James Bond.

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É muito bom quando alguém talentoso faz algo realmente bacana. Melhor ainda é quando duas mentes se juntam e conseguem ultrapassar o comodismo de trabalhos anteriores.

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Nota Musical – Review de Anti, da Rihanna

Por , 28 de janeiro de 2016 19:59

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Essa madrugada do dia 27 para 28 de Janeiro de 2016 se tornou uma data histórica para os fã de Rihanna, a musa de Barbados lançou na internet depois de mais de 3 anos desde seu último CD, o álbum “ANTI” que já era esperado pelo grande público desde o primeiro semestre de 2015. E Rihanna ainda descontente com o seu trabalho que vinha fazendo e após liberar três singles: “FiveFourSeconds“, “Bitch Better Have My Money” e “American Oxygen“. Decidiu que o CD teria que ser refeito inteiramente, colocando os três singles apenas como singles especiais e que nada fazia parte de seu novo trabalho.

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