Posts com a tag:Review de Cds

Nota Musical – Review de Wonderful Wonderful do The Killers

Por , 27 de setembro de 2017 17:30

Não é nada fácil falar da sua banda favorita, mas vou tentar fazer jus.

Wonderful Wonderful
Depois de 5 anos sem um CD novo e praticamente 2 anos de hiato enquanto os seus integrantes trabalhavam em projetos paralelos, eu estava animada em ver o meu quarto favorito de todos os tempos juntos novamente.

Eu sei que eles não são a melhor banda do mundo, mas eles são a minha melhor banda do mundo. Como todos os seres humanos, a minha vida tem uma série de altos e baixos, mas quando o Killers está tocando, eu ganho 3 ou 4 minutos de pura tranquilidade. É como se todos os problemas ficassem em stand by por esse tempo.

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Nota Musical – O retorno dos que não foram: Review de Hearts That Strain de Jake Bugg

Por , 19 de setembro de 2017 10:30

Não é surpresa para ninguém que Jake Bugg é um dos meus favoritos, e o fato dele estar lançando o seu quarto CD em seis anos, me faz gostar ainda mais dele. jake-bugg-podria-publicar-proximo-disco-hearts-that-strain-1-septiembre-2

Já falei dele algumas  vezes, e de como o jovem tímido e na dele de Nottingham foi me conquistando, trabalhando bastante e vindo sempre ao Brasil (já fui em três shows dele!! =D), os seus trabalhos ficam sempre frescos na memória.

Tive a oportunidade de ir no show dele aqui em março, e é incrível ver ele amadurecendo e se soltando mais no palco, a medida que o seu material vai evoluindo.

Apesar de amar de paixão os dois primeiros CDs da sua carreira, Jake Bugg e Shangri-la, On My One, lançado ano passado, não fez a minha cabeça. Há algumas músicas ótimas (Love, Hope e Misery é para cantar a plenos pulmões) e sabia que pelas entrevistas, que havia sido um trabalho diferente para o Jake.

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Nota Musical – O (Ótimo!) Drama da Lorde – Review Melodrama

Por , 3 de julho de 2017 12:24

Em 2013, Ella Yelich-O’Connor da Nova Zelândia, também conhecida como Lorde, nos conquistou. E em 2017, ela está de volta para mostrar que ainda vai ficar muito tempo por aí.

Lorde Melodrama Coachella

Quando Lorde apareceu na mídia derrubando barreiras e conquistando os criticios e as rádios com o seu Royals, muito estava na mesa. Ela era nova, talentosa, com letras maravilhosas e fazendo muito sucesso.

Tanto, que Royals foi a minha música favorita de 2013 e seu CD de estreia, Pure Heroine, entrou na lista dos favoritos do ano e ainda o escuto muito. Não só Royals e Team que se tornaram hits, mas o álbum tem várias joias que mostram o talento dela, como Glory and Gore, Still Sane e White Teeth Teens.

Só que as músicas falavam da sua vida ‘simples’, de como ela nunca seria uma “Royals”, sem dinheiro para as coisas e como ela ainda não tinha se acostumado com a fama.

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Nota musical – Review The Signs of Light, do The Heart and The Heart

Por , 24 de outubro de 2016 12:23

Eu apresentei a banda por aqui em 2014 (leia AQUI), e hoje, voltamos para falar do novo álbum que entrou nas paradas americanas.

the-head-and-the-heart

É tão legal ver uma banda que você gosta crescer e ficar ainda mais conhecida a cada dia. Há dois anos atrás, The Heart and The Heart, banda de Seattle, lançava o segundo CD da carreira, Another Life.

Com um som folk rock, o grupo segue os caminhos abertos por Mumford and Sons e The Lumineers, mas sempre pavimentando o espaço deles.

Após dois CD’s consistentes, o terceiro veio para que eles finalmente ganhassem novos espaços. Composto por 13 canções, eles trabalharam bastante para o tornar bem diferente dos anteriores, porém ainda ficou com a cara da banda.

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Nota Musical – Review Anything But Words, de Banks & Steelz

Por , 19 de outubro de 2016 11:50

Se no começo do ano você me dissesse que um dos álbuns que mais ouviria em 2016 seria de hip hop, eu riria da sua cara pela sugestão. Mas a parceria que surgiu entre Paul Banks e RZA, e criou Anything But Words, me fez rever esse conceito.

banks-steelz

 

 

Tem alguns ritmos musicais que odeio e outros que não costumo curtir. Eu já ouvi muito Eminem na minha adolescência e até escuto uma música aqui e outra acolá de rap e hip hop. É um Emicida que aparece daqui, uma canção do Drake a acaba ficando por aí.

Não é um ritmo que tenha afinidade nem mesmo para tentar descobrir algo que possa gostar, e acabo continuando vivendo nessa leva.

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Nota Musical – O Past, Present e Future: 15 anos de Strokes e a volta no Lolla 2017

Por , 17 de agosto de 2016 12:44

No dia 30 de julho de 2001 (15 anos atrás), uma pequena banda de Nova York lançava o seu CD estreia que revolucionaria uma vertente do rock. Era o lançamento de Is this It do The Strokes.

The-Strokes A última vez que The Strokes pisou no Brasil, foi em 2011 no (agora finado) Festival Planeta Terra. Fazia anos que a banda não vinha e os 20 mil ingressos acabaram no mesmo dia. Foi muita luta e briga para conseguir um ingresso.

Felizmente, a Thaís aqui do blog e eu, fomos uma das que conseguiriam, e ainda assistimos o show da grande. Saímos de lá mortas, com sede e com fome, mas realizadas.

Muitas bandas tentam reinventar a roda com um novo CD, mas poucos conseguem efetivamente essa façanha, e The Strokes foi exatamente uma delas.

Desde que fez um sucesso estrondoso com a sua estreia, com Is This It, The Strokes praticamente reviveu uma vertente para o Rock, o Indie Rock.  O sucesso deles, representou achegada de outras bandas do gênero como as mundialmente famosas Arctic Monkeys e The Killers.

Is This It, é hoje um dos verdadeiros clássicos da música indie como Someday, Hard to Explain, Take it or Leave it e a mais famosa, Last Night.
A banda, em 14 anos lançaria ainda mais 4 cds e um EP, se manteve relevante mesmo com a competição ferrenha de todos os lados.

O temido segundo CD de qualquer banda, para o The Strokes que lançaram Room on Fire em 2003, trouxe hits como What Ever Happened? e Reptilla.

Seguindo uma sequência bacana, em 2006 eles estrearam o First Impressions of Earth que teria um dos maiores hinos da banda, You Only Live Once.

Mas toda essa inspiração daria uma pausa, e eles voltariam só em 2011 com Angles, que apesar de questionável ainda tinha muito material legal para se trabalhar.

Ali eles estavam mais velhos, experientes e mais acabadinhos (Julian, eu estou olhando para você), apesar de não ter sido tão bem recebido pela critica, o álbum fez sucesso com os fãs que ainda conseguiam enxergar aquela banda tão cheia de energia e sons novos de 2001.

O mesmo não pode ser falado de Comedown Machine que foi um CD sem inspiração. Eles sequer saíram em turnê com ele. Ali, só há uma música que lembra o velho Strokes ou que mostre que eles ainda tinham algo para mostrar para o público.

Seria o fim?

Até poderia, mas depois de um tempo longe e fazendo projetos paralelos, a banda voltou com um EP, Future Present Past e estão fazendo alguns shows por aí.

Parece que a volta dele ao Brasil já está certa durante o Lollapalooza 2017.

Eu só acredito mesmo com o line up (original) na minha frente, mas que eles fariam um puta sucesso com o público do festival.

É quase impossível andar pelo Lolla e não ver as pessoas com camisetas da banda, mesmo sem nenhum integrante por perto.

O problema é que mesmo com o EP novo, quem gosta da banda está ali se agarrando ao passado, para superar as músicas novas.

O EP novo é bom, melhor do que Comedown, mas ainda assim fica bem longe do que a banda um dia já produziu.

Digo que quem curte, por que quem é fã escuta o CD até amar e não para antes disso.

A banda hoje tem o apelo para um grande festival no Brasil, em cima da sua história e dos seus hits e vai continuar relevante para esse mesmo público por muito tempo.

Mas precisa encontrar aquela criatividade e sagacidade lá do começo para atrair mais pessoas e se manterem relevantes.

Ficha Técnica:

StrokesÁlbum:  Future Present Past

Artista: The Strokes

Ano do Lançamento: 2016

Nota: 2,5/5 estrelas

 

Nota Musical – Review de On My One, de Jake Bugg

Por , 22 de junho de 2016 21:00

O menino prodígio inglês, Jake Bugg, retorna com On My One, o seu terceiro CD da carreira.

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Jake Bugg é talentoso. Você gostando ou não do som dele deve concordar com isso.

Das três apresentações da carreira dele em São Paulo, eu vi duas. Uma no Lolla em Março de 2014, pouco depois de descobrir que gostava muito do seu som, e o outro, em novembro do mesmo ano, quando ele voltou para uma apresentação solo no Citibank Hall.

As duas ocasiões não poderiam ser mais diferentes, mas esse mesmo talento que muitos viram antes e fizeram com que ele assinasse para gravar o primeiro CD rapidamente, me encantou também e passei a acompanhar a carreira dele de perto.

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Nota Musical – Review Cleopatra, do The Lumineers

Por , 3 de junho de 2016 11:30

The Luminers retorna com o segundo CD da carreira. Eles não só fugiram da maldição do segundo disco, como entregaram um dos melhores álbuns do ano.

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O folk voltou a moda de vez pelo jeito e temos tantas ótimas bandas fazendo um trabalho legal que pelo jeito (felizmente) ele vai demorar para ir embora, se um dia for de verdade.

Já falamos do The Lumineers (Leia AQUI), mas não sabia o que esperar do segundo álbum deles.

As músicas do disco de estreia fizeram bastante sucesso, principalmente com  Ho Hey tocando até nas rádios mais pop do Brasil.

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Nota Musical – Review Thank You, da Meghan Trainor

Por , 18 de maio de 2016 11:30

Meghan Trainor volta para mostrar que ela realmente merece o seu lugar.

Thank-You

Em 2014 parecia que ninguém do pop conseguiria disputar com o 1989 da Taylor Swift, ma a novata Meghan Trainor apareceu com a sua música All About That Bass e diferente do que todos pensaram, ela não parou por aí.

Uma música emendou com a outra, e de repente, parecia que só tinha música dela. Dois anos depois, ela volta com o seu segundo CD, mostrando que definitivamente não é um one hit wonder.

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Nota Musical – Review Lemonade da Beyoncé

Por , 27 de abril de 2016 12:05

Queen B volta com um novo visual álbum, mas são as letras e ritmos que chamam mais atenção em Lemonade, seu sexto CD solo.

beyonce-lemonade

Já fazia alguns meses que Beyoncé estava ameaçando lançar o seu segundo álbum surpresa, ela tinha dado uma amostra do viria com Formation, lançada e apresentada no Super Bowl desse ano, mas o Lemonade vai muito além do que poderíamos imaginar.

Estamos sempre (eu me incluo nessa) colocando a Beyoncé em um pedestal. Afinal, com o seu estilo, corpo, voz e beleza, fica difícil qualquer um dizer que ela não merece o status de diva que ela ganhou a um tempo e nunca mais perdeu. Porém, pela primeira vez, ela lança um álbum que mostra a sua abertura não só musicalmente, mas emocionalmente também.

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