Posts com a tag:Romance histórico

Entre Páginas – Surrender to The Earl

Por , 21 de setembro de 2017 11:08

Bora conhecer mais uma autora de romance histórico?

IMG_3388Ela quer um favor, não um noivo.

Audrey Black cria um plano repentino de solicitar ajuda de um visitante para recuperar a sua propriedade herdada com a morte do marido. Tendo a sua visão tirada durante a infância, Audrey sempre foi mantida reclusa pela sua família, e agora que o enigmático Robert Henslow, Earl de Knightsbridge, complicou o seu plano para ganhar a sua independência, insistindo que eles fiquem noivos de mentira, para enganar a sua família.

Foi o dever que levou Robert até a porta de Audrey, mas a proposta de casamento pode ser apensa por culpa. Compaixão. Ou algo mais urgente ou inesperado. O noivado deveria ser para o beneficio de Audrey, mas ainda, é Robert que precisa prvar para a intrigante Audrey o quando os dois tem a ganhar ao tornar o noivado uma realidade e convencer ela a se entregar a mais doce paixão.

Eu sempre gosto de ler uma série de romances históricos pelo primeiro livro. Porém, tive boa sorte no passado em começar no meio da bagunça hahah.

Foi o que aconteceu com a Kathryn Smith e a sua maravilhosa série Ryland Brothers, com a ainda então desconhecida no Brasil, Lisa Kleypas e eu começando pela metade nos Hathaways, e agora foi a vez de Gayle Callen, já que esse livro é o segundo volume da série Brides of Redemption.

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Entre páginas – Romance com o Duque

Por , 17 de julho de 2017 10:00

Tessa Dare tem o meu coração. Pode vir pegar!

Resenha Romance com o DuqueIzzy sempre sonhou em viver um conto de fadas. Mas, por ora, ela teria que se contentar com aquela história dramática.

A doce Isolde Ophelia Goodnight, filha de um escritor famoso, cresceu cercada por contos de fadas e histórias com finais felizes. Ela acreditava em destino, em sonhos e, principalmente, no amor verdadeiro. Amor como o de Cressida e Ulric, personagens principais do romance de seu pai.

Romântica, ela aguardava ansiosamente pelo clímax de sua vida, quando o seu herói apareceria para salvá-la das injustiças do mundo e ela descobriria que um beijo de amor verdadeiro é capaz de curar qualquer ferida.

Mas, à medida que foi crescendo e se tornando uma mulher adulta, Izzy percebeu que nenhum daqueles contos eram reais. Ela era um patinho feio que não se tornou um cisne, sapos não viram príncipes, e ninguém da nobreza veio resgatá-la quando ela ficou órfã de mãe e pai e viu todos os seus bens serem transferidos para outra pessoa.

Até que sua história tem uma reviravolta: Izzy descobre que herdou um castelo em ruínas, provavelmente abandonado, em uma cidade distante. O que ela não imaginava é que aquele castelo já vinha com um duque…

Na maioria das vezes, o meu amor por um autor vem de uma vez. Em uma história sensacional que li sem esperar nada, e ele fica ali para sempre (ou enquanto escreve bons livros). No caso dos romances históricos, isso sempre seguiu a mesma regra.

Tanto que sempre pergunto para a nossa especialista (Thais da Mata), qual o melhor livro de um autor/série para começar. Só que a Tessa Dare, foi a pessoa que olhou para as regras e… as ignorou,

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O Autor e Eu – Judith McNaught

Por , 6 de agosto de 2016 9:00

judithmcnaugth Muitas pessoas me perguntam qual minha autora favorita, ou qual livro eu gosto mais. Eu sempre acabo respondendo Julia Quinn, porque ela é a minha autora do momento. Quando eu olho para trás, entretanto, vejo uma autora que diferente das outras, que iniciou meu caminho pelos romances, sejam eles de época, eróticos, contemporâneos… Judith McNaught marcou minha adolescência por ter me apresentado romances maravilhosos, tratando da vida de mulheres diferentes e nos deixava com historias que nos prendiam no inicio ao fim.

Infelizmente, para nossa tristeza geral, Judith não lança mais nenhum livro desde 2006, mas os 13 livros publicados dela são o suficiente para deixar uma legião de fãs mundo afora, que não se cansam de ler cada um dos livros dela.

Judith é uma escritora das antigas, aliás, se você ler todos os livros dela verá histórias em tempos bem diferentes, e épocas que para a mulher era tudo diferente. Ela sempre lançou livros em dois estilos, o romance contemporâneo e os romances de época. Cada um deles é perfeito de sua maneira. Lógico que sempre temos nossos queridinhos, e ela tem os 3, dos 4 melhores romances que li na vida. Em Busca do Paraíso, Sussurros da Noite e Agora e Sempre.

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Entre Páginas – O Amor nos Tempos do Ouro

Por , 18 de julho de 2016 8:00

Eu sempre gostei muito dos livros de Marina Carvalho, Simplesmente Ana e Azul da Cor do Mar são um dos meus nacionais favoritos, com a quantidade correta de romance para agradar uma leitora como eu.

Apesar da decepção eu foi a minha última leitura de  Elena, Filha da Princesa, resolvi dar outra chance para a autora.

Com vontade de ler um bom histórico, embarquei na leitura de Amor nos Tempos do Ouro, quase sem expectativa e ao encerrar a última página do livro, não tinha como ficar mais satisfeita.

O Amor nos Tempos do OuroCécile Lavigne perdeu todos os que amava e agora está sozinha no mundo. Ela, uma franco-portuguesa que ainda não completou vinte anos, está sendo trazida ao Brasil pelo único parente que lhe restou, o ambicioso tio Euzébio, para casar-se com o mais poderoso dono de terras de Minas Gerais, homem por quem Cécile sente profundo desprezo. Após desembarcar no Rio de Janeiro, Cécile ainda precisará fazer mais uma difícil viagem. O trajeto até Minas Gerais lhe reserva provações e surpresas que ela jamais imaginaria.

Eu fiquei surpreendida com a leitura, o livro trás muito mais conteúdo do que eu esperava. A história não é só um romance, como algumas que já li por ai, todo o pano de fundo em que a Marina ambientou a história, no Brasil colonial, foi perfeita e muito bem trabalhada.

Cecile é a típica menina dos romances históricos, com a dose correta de inocência e coragem, o que deixa o leitor ora torcendo por ela, ora querendo dar umas chacoalhadas (assim como Fernão fez). Ao embarcar para o Brasil depois da morte dos pais ela oscila entre a vontade de acabar com sua vida e a esperança de que algo de bom possa acontecer e mudar o seu destino. É ótimo conseguir acompanhar o crescimento da personagem ao longo do livro, o amadurecimento dela ao longo da história e das rasteiras que a vida apresenta para ela.

Fernão, é um mocinho, não tão mocinho assim. A autora tentou (em vão), não deixá-lo com o estigma de herói, afinal de contas ele nunca foi um. No fim, são justamente todos os defeitos dele, juntamente com a bagagem emocional que ele possuiu, que o torna tão especial para Cecile e nós leitores.

Gostei muito do livro, não só pelo romance, mas pela história em si que me prendeu do inicio ao fim da leitura. Percebe-se um grande estudo do Brasil colonial para conseguir montar esta história que aborda tantos assuntos e necessita de uma riqueza de detalhes como pano de fundo para justificar o próprio enredo e a história de cada personagem. Não posso dizer que o livro tem falhas históricas, pois não sou perita nisso, mas todos os apontamentos históricos estavam belamente encaixados na narrativa e conseguiram de certa forma mostrar que este livro é mais do que um romance.

O livro oscila entre a narrativa em terceira pessoa e as cartas de Cecile e Fernão em primeira pessoa. O estilo coloquial de antigamente foi bem colocado nos diálogos, mas é difícil conciliar dentre as 3 pessoas qual a melhor forma de narrar a história, por isso em alguns momentos há algumas “escorregadas”, nada que impacte a leitura. Colocar em meio a história a realidade dos escravos e índios, poderia ser um risco, mas foi perfeita na medida em que foi abordada da maneira correta, ainda que aquilo me deixasse triste, faz parte da nossa história. Isso não só ajudou no desenvolvimento, como também enriqueceu o livro com outro tema pouco abordado nas literaturas recentes.

Diferente do livro Perdida, da Carina Rissi, que também se passa no Brasil colonial (e que eu gosto muito), O Amor nos Tempos do Ouro me parece um livro melhor trabalhado, cuja a história não é atemporal, tem raízes profundas na história do nosso país. Ainda assim, é diferente, é mais sensível e intrigante, nos apresenta personagens que nos apegamos tão fácil quanto os protagonistas, os casos de Malikah e Hasan, e é diferente no sentido de que o não só de romance vive o livro e temos a dose correta de história, romance, tragédia e drama.

Título: O Amor nos tempos do Ouro

Autor: Marina Carvalho

Editora: Globo Alt

Páginas: 328

Avaliação: 5/5 estrelas

Entre Páginas – Uma semana para se perder

Por , 17 de setembro de 2015 9:00

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O que pode acontecer quando um canalha decide acompanhar uma mulher inteligente em uma viagem? A bela e inteligente geóloga Minerva Highwood, uma das solteiras convictas de Spindle Cove, precisa ir à Escócia para apresentar uma grande descoberta em um importante simpósio. Mas para que isso aconteça, ela precisará encontrar alguém que a leve. Colin Sandhurst Payne, o Lorde Payne, um libertino de primeira, quer estar em qualquer lugar – menos em Spindle Cove. Minerva decide, então, que ele é a pessoa ideal para embarcar com ela em sua aventura. Mas como uma mulher solteira poderia viajar acompanhada por um homem sem reputação? Esses parceiros improváveis têm uma semana para convencer suas famílias de que estão apaixonados, forjar uma fuga, correr de bandidos armados, sobreviver aos seus piores pesadelos e viajar 400 milhas sem se matar. Tudo isso dividindo uma pequena carruagem de dia e compartilhando uma cama menor ainda à noite. Mas durante essa conturbada convivência, Colin revela um caráter muito mais profundo que seu exterior jovial, e Minerva prova que a concha em que vive esconde uma bela e brilhante alma. Talvez uma semana seja tempo suficiente para encontrarem um mundo de problemas. Ou, quem sabe, um amor eterno.

 

Quando falamos de séries, o comum é que quando chega o segundo livro, o livro acaba perdendo um pouco da novidade é do frescor do primeiro livro. Isso é o que chamamos de síndrome do segundo livro, aquele em que o autor dá uma relaxada na história e tem mais tranquilidade na escrita.

Tessa Dare conseguiu no seu segundo livro algo impressionante, e fez um livro maravilhoso que deixa o primeiro na sombra. Uma semana para se perder, é definitivamente um dos melhores romances históricos que já li e supera muito o primeiro livro..

Sabe aquele livro que vem na melhor hora possível? Que parece ser o livro perfeito para seu momento, a cada página da história eu me divertia mais e mais.

Não posso negar que após ler o primeiro livro fiquei ansiosa pela história de Colin, principalmente quando eu descobri que a introvertida Minerva seria a mocinha da história. Colin é o pior tipo de libertino que qualquer pessoa pode encontrar, e no primeiro livro da série vemos o quão irresponsável ele é, e em quantas atrapalhadas ele se coloca. Logicamente eu fiquei apaixonada por ele.

Minerva é o patinho feio, intelectual, em com uma personalidade forte que poucas pessoas realmente conhecem. Colin pouco a pouco vai descobrindo que a Minerva é muito mais do que ela deixa transparecer, ao mesmo tempo que Colin vai despindo sua máscara de libertino despreocupado e mostrando o que tem dentro de seu coração.

O segundo livro da série Spindle Cove, é infinitivamente superior ao primeiro. Parece, que por ja conhecermos um pouco dos personagens nos envolvemos facilmente com a história, além disso a escrita é perfeita e o enredo é hilariante. Que livro maravilhoso a cada página ficava mais e mais encantada.

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Mais do que a paixão que Minerva e Colin encontram ao longo se suas jornadas, é lindo de ver como a autora conseguiu colocar dois personagens tão opostos, com uma quimíca gigantesca. Cada confusão que os dois se colocavam, 100% das vezes por culpa do Colin, rendiam as melhores passagens do livro. O leitor fica de boca aberta com a quantidade de mentiras que Colin consegue contar ao longo da história, como se tudo para ele fosse sempre uma grande aventura e brincadeira, e o mais interessante é ver como a racional e séria Minerva embarca neste jogo junto com ele.

Tessa Dare já esta no meu hall de autoras favoritas, e mal posso esperar pelo próximo livro dela. Aliás ela ganhou o RITA (prêmio anual para os romances), com o novo livro dela, que também estou ansiosa para ler.

 

Ficha Técnica:

Livro: Uma semana para se perder – Spindle Cove #2

Autora: Tessa Dare

Editora: Gutemberg

Páginas: 288 páginas

Nota: 5/5 estrelas

Os Romances e as suas Capas

Por , 18 de abril de 2015 19:53

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Um vestido bonito, dois modelos bonitos e variando entre a mulher posando ou uma cena de romance entre os dois, as capas dos romances históricos podem até ser sempre do mesmo formato, mas isso não significa que elas não são bonitas e atraem o seu público alvo.

Bem longe disso.

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Você com certeza já viu alguma série ou filme americano citando e tirando sarro das capas de romances que os homens aparecem com o peitoral aparecendo, e sim é um padrão para as capas americanas de romances históricos que lá são lançadas sempre em paperback.

Esse formato, com um papel inferior, e tamanho reduzido, ajuda os livros a manterem a sua faixa de preço, que em raras ocasiões (talvez no lançamento) ultrapassam os USD 10,00.

Assim como falamos nesse e na primeira edição do especial, os romances históricos seguem um padrão para as suas histórias que variam as situações, mas todas tem um final feliz e todas tem cenas de (obviamente) romance neles, e as suas capas apesar de tentarem enganar e atrair a atenção dos leitores não nega ou esconde isso.

Muitas capas já gostam de mostrar uma cena atraente já na capa, um padrão que dá para perceber que algumas autoras gostam de seguir.

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O Padrão Americano

Lorraine Heath tem capas provocativas e com um pouco mais de pele.

 

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Café Irlandês – Coisas que não gosto em um Romance Histórico

Por , 14 de abril de 2015 12:05

Header - Especial para aprovação

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Falar do que gosta em um gênero tão amado é fácil, difícil é achar todos os defeitos, que podem afastar alguns leitores. Como eu tenho poucas coisas negativas, reuni junto ao juri do blog, as coisas que mais incomodam nos romances históricos. E é estranho como os gostos diferentes se misturam, pois coisas que alguns odeiam, eu simplesmente amo.

Tempo

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O romance histórico é um gênero ambíguo para muitos, começando pelo fato de que se passa principalmente na era vitoriana (período de reinado da Rainha Vitória), conhecido como a época de ouro da Inglaterra. As iniciar as primeiras leituras o leitor pode ficar um pouco perdido até entrar de cabeça nos costumes da época. Afinal, é como pegar um clássico brasileiro como Dom Casmurro e a Escrava Isaura e tentar entender como a sociedade funcionava naquela época. O estilo londrino pode não agradar o leitor.

 

Clichê

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O romance histórico por si só é clichê, ou seja, com o avançar das leituras, não espere nada muito diferente, pois naturalmente as histórias caíram na mesma linha de raciocínio, já falei sobre isso aqui. O que eu mais gosto do romance histórico é justamente sua previsibilidade, ou seja, um final feliz. Mas nem todo mundo gosta disso.

Se a cada livro você quer encontrar algo diferente, jamais leia séries completas de livros da mesma escritora. As autoras tem características meio que fixas, ou seja, se voce ler sempre os livros das mesmas autoras, encontrará sempre o mesmo tipo de história. Portanto busque mesclar, pois cada autora tem um estilo diferente. Por exemplo a Julia Quinn e Lisa Kleypas tem livros mais leves e divertidos, com um enredo simples. A Stephanie Laurens (tem dois livros publicados no Brasil), costuma sempre colocar um mistério a ser solucionado no livro, já a Judith McNaught gosta de criar reviravoltas para acabar com o coração do leitor. Portanto misture bastante e leia diversas autoras, caso contrário será difícil encarar o gênero.

e o Epílogo…. sempre existirá, sendo pré-requisito em todas as histórias. Afinal, queremos saber mais sobre o “felizes para sempre”

Somente para Garotas

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Romance histórico é um gênero para as “mocinhas”, assim como o erótico e em certa parte o New Adult.

Homens dificilmente pegarão estes livros, e jamais entenderão o nosso fascínio pela era vitoriana. Ok, mas o Will leu um romance histórico e vai contar na quinta o que achou.

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Entre Páginas – Paixão ao Entardecer

Por , 26 de janeiro de 2015 12:10

A Thais resenhou os outros livros da série Os Hathaways da Lisa Klepas, mas eu pedi licença para ela e vim aqui falar porque esse livro virou o meu favorito da série.

trecho-do-livro-paixo-ao-entardecer-1-638Mesmo sendo uma família nada tradicional, quase todos os irmãos Hathaways se casaram, até mesmo Leo, que era o mais avesso a essa ideia. Mas para a caçula Beatrix, parece não haver mais esperança.

Dona de um espírito livre, apaixonada por animais e pela natureza, Beatrix se sente muito mais à vontade ao ar livre do que em salões de baile. E, embora já tenha frequentado as temporadas londrinas e até feito algum sucesso entre os rapazes, nunca foi seriamente cortejada, tampouco se encantou por nenhum deles.

Mas tudo isso pode mudar quando ela se oferece para ajudar uma amiga.

A superficial Prudence recebe uma carta de seu pretendente, o capitão Christopher Phelan, que está na frente de batalha. Mas parece que a guerra teve um forte efeito sobre ele, e seu espírito, antes muito vivaz, se tornou bastante denso e sombrio.

Prudence não tem a menor intenção de responder, mas Beatrix acha que ele merece uma palavra de apoio – mesmo depois de tê-la chamado de estranha e dito que a jovem é mais adequada aos estábulos do que aos salões. Então começa a escrever para ele e assina com o nome da amiga. Beatrix só não imaginava o poder que as palavras trocadas teriam sobre eles.

De volta como um aclamado herói de guerra, Phelan está determinado a se casar com a mulher que ama. Mas antes disso vai ter que descobrir quem ela é.

 

Depois de vermos todos os improváveis casamentos da família Hathaways, foi quase interessante pensar o que viria para a impossível e muito improvável Beatrix.

E mesmo reduzindo as expectativas, eu já esperava gostar desse livro. Isso porque tenho um apreço muito grande por personagens únicas como a Beatrix e o seu amor por todos os tipos de animais.

Principalmente em romances históricos, essas mocinhas acabam trazendo uma leveza para a trama, ao mesmo tempo, que os romances e amores que elas tanto ‘nunca conseguiram entender’ vão caindo sobre as suas cabeças da melhor forma possível.

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Entre Páginas – Never Judge a Lady by Her Cover

Por , 29 de novembro de 2014 20:30

Com Rules of Scoundrels, Sarah MacLean criou uma das melhores séries de romances históricos que já tive a oportunidade de ler. Com uma escrita impecável, histórias incríveis e personagens marcantes, Sarah conseguiu criar um universo que permeia 7 livros e duas séries para culminar no livro Never Judge a Lady by Her Cover, o último livro dos Scoundrels. É um desfecho memorável, intrigante e bem feito para esta série que é já pode ser considerada um clássico do gênero.

Atenção! Esta resenha contêm spoilers dos outros livros! Já foram lançados, na ordem: A Rogue By Any Other Name, One Good Earl Deserve a Lover e No Good Duke Goes Unpunished.

 

 NEVER JUDGE A LADY BY HER COVERDe dia, ela é Lady Georgiana, irmã de um duque, arruinada antes de sua primeira temporada no pior tipo de escândalo. Mas a verdade é muito mais chocante, nos cantos mais escuros de Londres, ela é Chase, o misterioso, desconhecido fundador da casa de jogos mais lendária da cidade. Durante anos, sua dupla identidade nunca foi descoberta. . . Até agora. Brilhante, impulsivo, bonito como o pecado Duncan  West está intrigado com a mulher bonita, arruinada que de alguma forma está ligada a um mundo de trevas e pecado. Ele sabe que ela é mais do que parece, e ele promete desvendar todos os segredos de Georgiana, revelar o seu passado, ameaçando o seu presente, e arriscar tudo o que ela tem de mais valioso. . . Incluindo seu coração.

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Entre Páginas – Ligeiramente Casados

Por , 21 de novembro de 2014 9:00

Nada me deixa tão feliz quanto o lançamento de um bom romance histórico. Sei que a cada mês vou encontrar algo novo na livraria, e a cada nova autora que é lançada a minha felicidade só aumenta. Então queridas leitoras não deixem de exigir mais e mais traduções do gênero, ainda temos muitas autoras boas que não tem livros publicados no Brasil. Mary Balogh desembarca no Brasil com o primeiro livro da série Irmãos Bedwyn, Ligeiramente Casados.

LIGEIRAMENTE CASADOSÀ beira da morte, o capitão Percival Morris fez um último pedido a seu oficial superior: que ele levasse a notícia de seu falecimento a sua irmã e que a protegesse Custe o que custar!. Quando o honrado coronel lorde Aidan Bedwyn chega ao Solar Ringwood para cumprir sua promessa, encontra uma propriedade próspera, administrada por Eve, uma jovem generosa e independente que não quer a proteção de homem nenhum. Porém Aidan descobre que, por causa da morte prematura do irmão, Eve perderá sua fortuna e será despejada, junto com todas as pessoas que dependem dela… a menos que cumpra uma condição deixada no testamento do pai: casar-se antes do primeiro aniversário da morte dele o que acontecerá em quatro dias. Fiel à sua promessa, o lorde propõe um casamento de conveniência para que a jovem mantenha sua herança. Após a cerimônia, ela poderá voltar para sua vida no campo e ele, para sua carreira militar. Só que o duque de Bewcastle, irmão mais velho do coronel, descobre que Aidan se casou e exige que a nova Bedwyn seja devidamente apresentada à rainha. Então os poucos dias em que ficariam juntos se transformam em semanas, até que eles começam a imaginar como seria não estarem apenas ligeiramente casados…

 

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