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Nota Musical – Lana Del Rey está de volta… melhor do que nunca!

Por , 29 de julho de 2017 21:19

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Não faz tanto tempo assim que Lana Del Rey não lançava algo novo… Afinal, seu último álbum, Honeymoon, chegou às prateleiras (e serviços de streaming) em 2015. Porém, suas músicas foram tão inexpressivas (e chatas, não me xingem!), que é quase como se nada tivesse de fato acontecido após o lançamento de Ultraviolence, em 2014.

Pois bem. 2017 chegou e com ele a divulgação do single Lust for Life, com a participação de ninguém menos do que o “queridinho” do momento The Weeknd. E que tiro!

Alguns podem não concordar (Fanny, oi!), mas o hit conquistou minha simpatia logo de cara e foi adicionado no mesmo instante à minha playlist de favoritos do Spotify. Seu lançamento também era um prenúncio bastante auspicioso para seu novo CD, que também leva o nome de seu primeiro single: Lust for Life.

 

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Nota Musical – Review Ultraviolence, de Lana Del Rey

Por , 25 de junho de 2014 9:00

A revelação da música indie em 2011, volta com o 2° CD da sua carreira.  Lana Del Rey (de quem já falei aqui) traz o seu Ultraviolence, mostrando que o sucesso de Born to Die, não foi () causado pelos seus lábios.

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Há quase 3 anos, uma misteriosa cantora surgia na cena musical. Com somente um clip e uma música, Lana Del Rey se lançava no showbizz trazendo uma aura de mistério e se tornando um tipo de musa retrô, com músicas, estilo e voz que não ficariam tão deslocados em outras décadas passadas.

Mas não se enganem: apesar de ter estourado principalmente pelo boca a boca mundial dos indies, o lançamento de Lana, cujo nome real é Lizzie Grant, foi muito estratégico e após meses e alguns singles (como o maravilhoso Born To Die), o seu primeiro álbum estreou, trazendo o que esperávamos dela: composições desafiadores e românticas, muito bem produzidas e sendo possível perceber que os seus lábios (tão comentados)  realmente ‘aparecem’ em alguns momentos.

O lançamento de Ultraviolente, traz o tão esperado segundo CD de qualquer artista que faz misto sucesso, e sei que tinha muita gente torcendo contra… mas o novo álbum está muito bom.

Ultraviolente, é mais dark e sombrio que Borne to Die em vários fatores. As composições nesse novo estão ainda mais centradas em uma relação problemática e com um destino triste (isso, porque no outro ela chega a cantar, entre outros, o verso ‘i’m nothing without you’) e não há aquelas músicas mais animadas no meio, como Off to the races e Diet Mtn Dew).

Mas é essa mesma sobriedade, que dá propriedade e background para as composições que são apresentadas.

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