Especial Halloween – Edição Extra O Profeta Diário

Por , 31 de outubro de 2013 9:00

especial halloween

 

Chegou na casa de uma das pessoas da equipe e simplesmente tivemos que compartilhar com vocês!

 

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Por Rita Skeeter

Hoje, 31 de Outubro, é uma data memorável para o nosso mundo, é a data em que comemoramos o dia em que Harry Potter derrotou Aquele-que-não-deve-ser-nomeado pela primeira vez e se tornou o menino que sobreviveu.

Durante anos, o jovem Harry Potter, agora um pai de família, enfrentou as ameaças dos comparsas e do próprio Lord das Trevas, até a Grande Batalha de Hogwarts, que resultou na morte de uma incontável vidas de bruxos e bruxas, mas que foi decisivo para finalmente liquidar o Lord das Trevas para sempre.

O Profeta Diário, assim como essa jornalista, sempre apoiou o Sr. Potter em todos os momentos da sua vida, e até mesmo quando ele era perseguido por grande parte da nossa sociedade, nos o apoiamos incondicionalmente.

Mas um fator que assusta é o fato de essa data não ser só comemorada pelo nosso mundo bruxo, até mesmo os trouxas a estão comemorando, como o dia em Harry Potter derrotou o Lord das Trevas.

Nosso segredo não foi revelado para o mundo trouxa, e a nossa sociedade ainda continua segura, porém eles sabem e conhecem Harry Potter. E não só o nome Harry Potter! Eles conhecem detalhes do nosso mundo, como por exemplo, o Beco Diagonal, apesar de não mencionar a localização exata, e tem até uma replica da plataforma 9 ³/4 em King Cross (embora esteja localizada no lugar errado), no dia 1° de setembro é sempre necessário milhares de funcionários do ministério para desviar e desorientar os trouxas dos nossos alunos reais indo para a real Plataforma 9 ³/4.

O mundo dos bruxos e dos trouxas sempre se cruzou, tanto que a data de 31 de outubro é celebrada pelos trouxas há centenas de anos como o Halloween, assim como nós. E vários costumes acabaram se misturando, motivado pelo fato de muitos bruxos terem vontade de festejar e também realizar algumas pequenas façanhas nesse dia, sem levantar suspeitas com os trouxas.

Esse era uma pesquisa que requeria um trabalho de campo, então munida de dinheiro trouxa, eu me dirigi à uma espécie de Beco diagonal, que os trouxas chamam de Centro Comercial, e entrei uma livraria que devo dizer não parecia em nada com a Floreios e Borrões.

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Lá facilmente encontrei vários livros com a história de Harry Potter, e me senti ultrajada com a quantidade de detalhes contidos na trama. Até mesmo a narração dos tristes fatos ocorridos após a vitória da Irlanda na 422º Copa de Quadribol Mundial é mencionada.

E até eu sou mencionada nos livros, porém a autora tirou uma licença poética e me deixou mais ácida, porque claro alguém sempre tem que ser a vilã, e por que não culpar essa pobre repórter que nunca fez nada do que ajudar o Sr. Potter a derrubar o Lord das Trevas?

Quanto a autoria do livro, atribuída a uma mulher chamada J.K. Rowling.  Em uma das entrevistas que encontrei em uma rede de informações chamada pelos trouxas de ‘internet’ (para aqueles que não conhecem nada do mundo trouxa, é como se fosse uma biblioteca onde há todo tipo de informação útil e inútil, que pode ser acessada de qualquer lugar do mundo), e Mrs. Rowling disse que teve a ideia do livro durante uma viagem de trem, e que toda a trama entrou na cabeça dela já pronta!

Só por essa revelação, já sabemos que foi um trabalho de alguém do nosso mundo, que ou escreveu ou revelou todos os detalhes para a autora.

A maior suspeita é que na verdade J.K. seja um codinome para alguém muito próximo do Sr. Potter. Ao ser procurado por essa repórter o Sr. Potter, se negou a prestar qualquer comentário sobre o assunto, segundo ele devido a acontecimentos anteriores. Quem diria que O Menino que sobreviveu seria tão rancoroso?

Mas o Sr. Arthur Wesley, sogro do Sr. Potter e grande defensor dos trouxas declarou: “Os trouxas são pessoas fascinantes, e é muito importante que eles conheçam um pouco de nós, afinal o mundo deles também é interessante, e deve haver uma troca de informação para que possamos viver de uma forma amigável e juntos.”

Um antigo funcionário do Ministério da Magia, que trabalhou muitos anos ao lado do Sr. Wesley e pediu para não ser identificado, falou que não duvida nada que o próprio Arthur seja o responsável pelos livros, segundo ele: “Wesley sempre teve muitas crianças e sempre quis ganhar mais dinheiro do que podia. Ele nunca ia deixar uma oportunidade de ficar rico assim. Ninguém acredita nesse discurso de ajudar os trouxas.

Argumentei que é uma mulher que escreveu o livro, e que há inclusive várias pessoas que já a conheceram pessoalmente no mundo dos trouxas. Como poderia ser Arthur Wesley?

A resposta estava na ponta da língua, como se ele tivesse passado muito tempo pensado no assunto: “Só digo uma coisa: Poção Polissuco“.

Um representante do nosso Ministro da Magia, revelou que o próprio ministro apoia os feitos e a divulgação do nosso mundo aos trouxas, mesmo que seja feito de uma forma que leve os trouxas a crerem que aquilo não é nada mais que uma fantasia.

Ainda há muitas discussões ocorrendo em diversos setores do Ministério sobre a política de aproximação com os trouxas, mas não há como negar que estamos entrando em um trem sem volta, sem poder afirmar se isso será bom para todos.

Mas uma coisa pode ser confirmada: Hogwarts nunca recebeu tantas cartas de pedido para estudo, desde a sua abertura.

Antes, as cartas se limitavam a cartas de jovens bruxos ainda muito novos para cursar ou de familiares trouxas com um bruxo na família, mas agora é possível encontrar cartas do mundo inteiro e em todas as línguas em uma pilha separada na sala da diretoria da escola, essas cartas chegam quase sem querer a escola, após serem despachadas para uma caixa postal do Ministério da Magia, que se encarrega de cuidar do resto da viagem.

Toda essa crença em uma coisa que para eles é ensinado como uma fantasia, demonstra como alguns Trouxas tem a capacidade para viver em conjunto com os bruxos.

Mrs. Rowling, seja ela quem for ou de quem ouviu sobre nosso mundo, definiu o sentimento e pensamento dessas pessoas em uma frase muito bonita do último livro da série: “Claro que está acontecendo em sua mente, Harry, mas por que isto significaria que não é real?

Feliz Halloween à todos os Bruxos e Trouxas!

Blá Blá Blá Halloween – Fala Série Especial

Por , 30 de outubro de 2013 20:19

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Já falamos de filmes, já falamos de livros e agora é hora de falarmos das séries mais assustadoras. Uma ótima pedida para quem quer encarar este Halloween com muito suspense e terror.

Quando fui fazer a pesquisa para este post, fiquei impressionada com a quantidade de séries com esta temática, mas confesso que o que me fez começar a olhar para elas foi o tremendo sucesso que American Horror Story anda fazendo mundo a fora. A minha primeira experiência com series deste tipo foi com Além da Imaginação, mas nada me deixava  com mais medo do que encarar as madrugadas assistindo Supernatural e a caça aos demônios.

Se você já encarou algumas dessas séries deve estar sabendo do que eu estou falando, por isso fui até o fim da minha mente e descolei as séries abaixo como ótimas indicações para vocês! Eu sei que tem muito mais como The Walking Dead, Fringe, Arquivo X, Bates Motel…, e vocês podem indicar elas para a gente aqui do blog assistir.

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A série do momento, é calcada totalmente no terror e suspense. A cada temporada foca numa temática diferente, por exemplo na primeira tivemos uma família que vai morar numa casa mal assombrada, na segunda se passa num instituição de doidos e a terceira e atual temporada será focada em bruxaria. A série é para quem tem o coração forte, e o melhor dela é que como eles mudam o tema a cada temporada, e consequentemente os atores, você não se cansa.

 

Supernatural

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Por muito tempo esta foi a minha série favorita, não perdia um capitulo. Nem todos os episódios são assustadores, mas alguns são de dar muito medo. Acompanhamos os irmãos Dean e Sam, que estão em busca do demônio que matou a sua mãe. Nesta busca, eles acabam fazendo outros serviços, como caça a fantasmas, então a cada episódio somos direcionados à uma investigação diferente.

 

Ghost Whisperer

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Esqueça que a atriz principal protagonizou o emblemático “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado”, nesta série Melinda Gordon é uma garota que consegue se comunicar com espíritos. Por isso ela é procurada pelos fantasmas para que ela possa ajudar eles a “fazerem a passagem”, só que nem sempre este contato é muito amigável e por muitas vezes inesperado. Não sei vocês, mas eu morro de medo deste negócio de se comunicar com espíritos.

Medium

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Semelhante a Ghost Whisperer, em Medium Alisson é uma mulher que tem sonhos e visões estranhas. Após anos sem saber o que fazer, ela e seu marido descobrem que ela esta tendo visões de crimes, e por isso ela passa a investigar e desvendar secretamente junto com a policia os crimes que andam ocorrendo.

 

 Além da Imaginação

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Talvez uma das séries mais antigas, que a exemplo de Doctor Who, ganhou novas adaptações. Cada episódio aborda um tema diferente, mas de cunho sobrenatural como fantasmas, vampiros, alienígenas, mundos paralelos… todas ambientadas num local chamado Twilight Zone.

 

 

Por último, peço ajuda dos meus leitores, mas quando eu tinha uns 6/7 anos, uns quinze anos atrás, costumava assistir uma série que passava na Record a tarde. Nesta série, jovens se reuniam numa fogueira para contar histórias de terror, coisa curta de no máximo meia hora, eu adorava esta série mas não sei o nome. Então se vocês souberem me falem! =D

Ton Ten Tuesday – 10 Livros para se ler no Halloween

Por , 29 de outubro de 2013 9:00

 

 

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Top Ten Tuesday é um meme semanal hospedado pelo blog The Broke and The Bookish

 

Um noite tão aterrorizante como essa pode significar uma leitura sinistra para acompanhar, uma leitura leve para espairecer, uma leitura quente para fazer os ânimos irem nas alturas!

Veja os 10 livros que indicamos para a leitura nessa data tão diferente!

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Veja os 10 Livros para se ler no Halloween!

Blá-Blá-Blá Especial Halloween – O Halloween é uma ameaça para a nossa cultura?

Por , 28 de outubro de 2013 19:49

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Eu sei que deve ter tido umas pessoas que podem ter olhado para o nosso tema do especial e pensado ‘Mas poxa o Halloween é um evento americano! Moramos no Brasil, tem que comemorar o dia das Bruxas, e não Halloween!’.

 

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Eu concordo que há algumas coisas que podem acabar prejudicando a nossa cultura em função de uma pressão de uma ‘moda’ de outros países, mas não acredito que o Halloween seja uma dessas datas.

Sim a data é tipicamente americana (apesar de ser celebrada nos mais diversos países), mas não podemos negar que com a modernidade e a globalização as distâncias entre as culturas vão ficando menor.

O filme Em Chamas da série Jogos Vorazes, vai estrear uma semana antes dos estados Unidos, as músicas hoje são lançadas mundialmente. A Thais da Mata, da equipe do blog, leu o último capitulo da série Divergente (Allegiant, em breve resenha) junto com todos os americanos. E se tudo isso é possível, poderíamos ficar imune de adquirirmos um ou dois costumes deles?

Lógico que sendo os EUA a potência ainda mais poderosa e dominante do mundo acabam sendo os mais copiados, mas não me importo de termos um pedacinho de cada país na nossa rotina. Eu certamente não vou reclamar da popularização do croissant (França), nem de cozinhas mais diferentes em até cidades do interior do país (Em Jundiaí tem até comida Tailandesa!).

Assim como adoro ver como a nossa cultura se expande por lá (sim, é triste ver o ‘Assim você me mata’, fazendo sucesso), mas entra no youtube em vídeos de Maria Rita ou outra cantora da MPB, e verá uma coleção de comentários nos mais diversos idiomas.

Houve até um projeto de lei com a intenção que dia 31 virasse o Dia do Saci,tudo para lutar contra ‘uma imposição americana’, na nossa cultura. Estranho, não vejo ninguém correndo para celebrar o Dia de Ação de Graças, nem o Valentine’s Day, muito menos o 4 Julho no nosso país. Vocês já viram?

Não! Porque o Halloween é uma ótima e adaptável festividade. Afinal, que mal pode fazer todo mundo se fantasiar e curtir uma noite mais divertida?

No meu bairro as crianças até passam pedindo doce no dia 31 , e após anos gritando da janela ‘Vocês estão no Brasil!’ esse ano não aguentei, e comprei um pacote de pirulito, para caso alguém aparecer.

Não acho que isso destrói a nossa cultura. Não acho que as crianças irão conhecer menos o Saci, a Mula sem Cabeça ou a Iara, se inserir outras tradições no cotidiano. A grande sacada não é bloquear o que vem de fora, mais sim, dar mais enfoque e atenção para aquilo que realmente importa.

Entre Páginas Especial Halloween – O Iluminado

Por , 27 de outubro de 2013 17:48

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Há livros para sonhar, há livros para entreter, e há livros para te fazer rir, e uma quantidade absurda, que lhe farão chorar. E por que a vida é assim, vai ter livros que será necessário você ler deitado na cama ao lado da sua mãe, mesmo que você tenha mais de 20 anos, e O iluminado é um desses livros.

O iluminadoDanny Torrance não é um menino comum. É capaz de ouvir pensamentos e transportar-se no tempo. Danny é iluminado. Será uma maldição ou uma bênção? A resposta pode estar guardada na imponência assustadora do hotel Overlook.

Em O iluminado, quando Jack Torrance consegue o emprego de zelador no velho hotel, todos os problemas da família parecem estar solucionados. Não mais o desemprego e as noites de bebedeiras. Não mais o sofrimento da esposa, Wendy. Tranquilidade e ar puro para o pequeno Danny livrar-se das convulsões que assustam a família.

Só que o Overlook não é um hotel comum. O tempo esqueceu-se de enterrar velhos ódios e de cicatrizar antigas feridas, e espíritos malignos ainda residem nos corredores. O hotel é uma chaga aberta de ressentimento e desejo de vingança. É uma sentença de morte. E somente os poderes de Danny podem fazer frente à disseminação do mal.

 

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Especial Halloween – A Origem das Lendas

Por , 26 de outubro de 2013 9:00

especial halloween

Há tantas coisas arrepiantes, estranhas e fascinantes ligadas ao clima de terror e medo. Mas esses mesmo ‘mitos’, já sofreram tantas alterações pelas culturas que os abrigaram que fica até difícil traçar onde cada coisa surgiu.

Porém fomos atrás para descobrir e mostrar para você, de onde surgiram algumas das maiores lendas mundiais.

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Especial Halloween – Quem tem medo do lobo mau?

Por , 25 de outubro de 2013 9:00

especial halloween

 

 

É só o mês de outubro despontar no horizonte que parece que algo muda no clima… Ele fica, digamos, mais “sombrio”.

É bem verdade que o Halloween é apenas no último dia do mês, mas desde o seu começo já passamos a ouvir/ler/assistir uma imensidão de obras que têm um pezinho no macabro.

Pelos arrepiados, frio na espinha , estômago revirado… São alguns dos sintomas que acompanham a leitura de um bom livro de terror – e de um bom filme, claro.

Porém, não são todos aqueles que gostam de sentir essas sensações “arrepiantes”. E sim, eu sou uma delas.

Confesso que nunca fui muito fã de obras do gênero – sempre corri daquele último blockbuster sangrento, que prometia seres sobrenaturais e cenas de gelar os ossos. Cá entre nós, não compreendo muito a necessidade que algumas pessoas têm de se desafiarem a consumir alguma coisa macabra e que as fazem (“dizem”) se sentir vivas.

Talvez, grande parte disso se deva até a alguns medos da infância – quando era pequena tinha pavor da bruxa da Branca de Neve (a ponto de me esconder debaixo das cobertas até a velha bruxa sumir da tela). Não sei. O que sei é que até hoje passo longe de algo que desperte medo.

Mas, como diria Joseph Climber, “a vida é uma caixinha de surpresas” e nos últimos tempos resolvi desbravar novos horizontes e mergulhar nas páginas da obra do mestre do terror: Stephen King (falarei mais sobre isso em breve!). Resultado: não é que eu até estou gostando da coisa?

Portanto, se você é assim como eu, “avesso” a tudo que remeta ao bom e velho horror, peço que nos dê uma chance e não deixe de conferir o nosso especial sobre o gênero, que preparamos para coroar o “Mês das Bruxas”.

Pegue sua lanterna mais forte, capriche no alho, pegue seus amuletos… E venha conferir a série de posts do Café sobre o Halloween!

Promoção Aniversário de 3 anos do Café – Resultado!

Por , 23 de outubro de 2013 16:35

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A equipe do Café pede mil desculpas aos participantes da nossa promoção de aniversário por só divulgar hoje os vencedores. Ficamos tão felizes com as respostas, e muitas delas previram o que vem por ai aqui no site e outras nos deram algo a pensar.

 Estão todos de parabéns pelas respostas!

 Mas como só dois sortudos vão levar um livro para casa, eis, nossos vencedores!

 1ª: Bruna Bento ganhara Cidades de Papel do John Green.

Resposta:  “Eu faria um post sobre esses BookCafé e restaurantes que existem ao redor do mundo, os mais famosos, os mais bem decorados, os freqüentados por autores, quem sabe; porque tem tudo a ver com o blog e a missão do mesmo, além de ser um conteúdo que teria dicas ótimas para os demais leitores.”

  

Cris Aragão ganhará Morte Súbita da JK Rowling

Resposta: “Eu escreveria uma coluna intitulada “Novos Clá.ssicos” – sobre livros contemporâneos que tem tudo para se transformarem em clássicos daqui a alguns anos, eria uma epécie de exercício em futurologia, porque é difícil colocar em perspectiva o que vai ser, ou não, valorizado e celebrado daqui a alguns anos.”

 

 Muito obrigada a todos os nossos participantes!

 

Aos ganhadores, enviem seus dados para entrega dos livros para cafecomblablabla@gmail.com, em até 5 dias. Caso não hajam respostas, faremos novo sorteio.

E a tal da leitura digital?

Por , 23 de outubro de 2013 7:00

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Desde que as lojas como Amazon, Kobo e Google Play desembarcaram no Brasil com seus e-books têm sido um alvoroço e confusão em volta deles. A verdade é que TODOS querem colocar as “mãos” nos livros digitais e outros gadgets como os e-readers. Continue lendo 'E a tal da leitura digital?'»

Entre Páginas – Apenas um Dia e Just One Year

Por , 21 de outubro de 2013 9:00

SEM SPOILER de Just One Year.

A leitura e resenhas desses livros, foram feitas em cima da edição americana, antes do relançamento de Se Eu Ficar pela Editora Novo Conceito.

Que tal se mergulhar em uma ‘série’ que não é uma série, que conta uma ‘estória de amor’ que na verdade é mais estória de crescimento e auto-conhecimento….mas também uma estória amor?

Just one dayQuando a americana e boa menina, Allyson ‘Lulu’ Healey encontra com o ator holandês Willem de Ruiter em uma montagem improvisada de Noite de Reis (Twelfth Nigth) na Inglaterra, há uma chama imediato. Depois de passarem um dia juntos, essa chama vira uma coisa maior, ou pelo parece para Allyson, até a manhã seguinte, quando ela acorda depois de um dia inesquecível em Paris para descobrir que Williem foi embora. Ao longo do próximo ano, Allyson embarca em uma jornada para entrar em um acordo com a sua vida, e através de Shakespeare, viagens, e uma busca pelo o seu ‘quase amor verdadeiro’, para quebrar todas as amarras da sua vida.

 Just one yearQuando abre os seus olhos, Willem não sabe onde ele está no mundo – Praga ou Dubrovnik ou de volta à Amsterdã. Tudo que ele sabe é que ele está sozinho novamente e que ele precisa encontrar aquela menina chamada Lulu. Eles dividiram um dia mágico em Paris, e alguma coisa sobre aquele dia – aquele menina – faz Willem se perguntar se o destino deles não é juntos. Ele viaja atrás do mundo, do México à Índia, tentando se conectar com ela. Mas meses passam e Lulu ainda é só uma lembrança, e Willem começa a se questionar se colocar tudo na mão do destino é tão forte quanto ele pensava…

Apesar de terem sido lançados separadamente, e serem encarados com uma ‘sequência’,  Just One Day, lançado em janeiro, e Just One Year lançado no começo de outubro, deveriam ser encarados, na verdade, como aqueles medalhões de cara metade.

Sabe aqueles que você compra o set e fica com uma parte, e entrega a outra para uma pessoa que gosta muito?

Só que aqui acontece ao contrário, você vai comprar o primeiro, e depois o segundo ( ou os dois ao mesmo tempo), mas quando terminar de lê-los, vai perceber que não será só o título ou a autora que irá manter eles unidos na sua estante, vai ser sempre o sentimento, de que aqui está um par de livros que realmente belong together.

Sou sempre suspeita para falar de Gayle Forman, porque a considero uma escritora fantástica, e como não pensar isso de alguém que tem If I Stay (Lançado no Brasil como Se eu Ficar pela Editora Rocco) e Where She Went (outros dois livros muito bem feito)no currículo?

Quando terminei Just One Day, fique um pouco reticente com a estória contada até ali, mas tinha certeza que aquele sentimento era porque tinha lido só parte da estória, e que Just One Year iria completar aquelas partes que podem parecer um pouco ‘soltas’ no primeiro livro. Hoje enxergo a trama como um todo, com olhos de alguém que viu uma trama excepcionalmente montada.

“Maybe accident isn’t the right word after all. Maybe miracle is. Or maybe not a miracle. Maybe this is Just life. When you open yourself up to it. When you put yourself in the path of it. When you say Yes.”

Allyson, Just One Day

Sem entregar muitos spoilers e estragar a leitura para vocês, posso falar que Just One Day, que se passa sobre a perspectiva da Allyson, fala como um dia inteiro pode alterar a sua vida. Enquanto Just One Year, que é sobre a perspectiva de Willem, mostra como o seu ano pode ser alterado por causa de um dia. A diferença é sutil, mas é parte da beleza da estória.

Allyson ou Lulu sai do seu casulo que foi construída na sua vida planejada para se descobrir realmente vivendo, enquanto Willem mostra que nem sempre muita liberdade sem rumo definido é bom, e que às vezes precisamos de um lugar para chamar de lar. Gostaria de apontar todas as vezes que quis bater e beijar o Willem, mas não há espaço suficiente no post. Apesar de carinhoso e gentil, mostra a diferença entre garotos e garotas para se apaixonar.

“I can’t really explain it, because it makes no sense. One girl. One day.”      Wlliem, Just One Year

Para nós é necessário um (ótimo!) dia para nos apaixonar, enquanto os homens passam o ano inteiro tentando entender o que aconteceu naquele um dia, para mudar tanta coisa.

Há vários momentos de descoberta nas 368 páginas de Just One Day e mais 336 páginas de Just One Year, e tenho a certeza que irei reler esses livros muitas vezes durante a minha vida, porque apesar de fala de uma estória de amor de um dia, o livro também tira o seu tempo, para falar de assuntos importantes para uma vida inteira.

Ficha Técnica:

Livros: Just One Day e Just One Year

Autora: Gayle Forman

Editora: Dutton Children

Páginas: 368 páginas/336 páginas

Nota: 10/10