Sabe aquela música que, quando toca no rádio, você aumenta o volume? Ou coloca no repeat no iPod, só para poder cantar em alto e bom som cada um dos versos? A deliciosa Little Talks, da banda islandesa Of Monsters and Men se encaixa perfeitamente nessa categoria!
Foi justamente esse hit que me apresentou a este conjunto até então desconhecido – e que me levou a ficar literalmente viciada em seu som meio-folk-meio-pop.
Pesquisando suas origens, descobri que o conjunto surgiu em 2010, mas só começou a ganhar um certo prestígio no ano seguinte, ao assinar com uma gravadora americana para lançar o seu primeiro EP. Foi ainda em 2011 que a banda gravou o seu primeiro (e até então único) álbum, My Head Is an Animal.
E o grupo formado por Nanna Bryndís Hilmarsdóttir (voz e guitarra), Ragnar “Raggi” Þórhallsson (voz e guitarra), Brynjar Leifsson (guitarra), Arnar Rósenkranz Hilmarsson (bateria), Árni Guðjónsson (piano e teclados), Kristján Páll Kristjánsson (baixo) e Ragnhildur Gunnarsdóttir (trompete) – boa sorte para pronunciar os nomes – já marcou presença em solo brasileiro! A banda fez parte do line up do Lollapalooza e realizou uma apresentação solo no Cine Joia, em São Paulo (da qual, infelizmente, só fiquei sabendo em cima da hora sninf sninf).
Portanto, se você é ouvinte assíduo de um bom rock alternativo… Fica a indicação obrigatória!
Destaque para Little Talks, Your Bones, Yellow Light e Love Love Love
Não me lembro exatamente de como a banda de rock indie Walk the Moon foi parar na minha playlist… Tudo o que sei é que, de repente, suas músicas não saíam mais do repeat. Sério! Acho que Anna Sun foi a música que mais ouvi em 2012!
E não é para menos…! O som do conjunto americano originário de Cincinatti é uma mistura muito bem sucedida de rock e pop com uma (minúscula) pitadinha de eletrônica – e o resultado é simplesmente contagiante!
Fundada pelo vocalista Nicholas Petricca, em 2008, a banda passou por diversas mudanças e contou com a participação de vários músicos até fechar na sua formação atual, que também conta com Kevin Ray, Sean Waugaman e Eli Maiman. E, apesar de o seu último álbum Walk the Moon (2012) tem conquistado um relativo sucesso (levando o conjunto a se apresentar no iTunes Festival 2012), a estrada foi “longa”… Antes de emplacar um contrato com uma grande gravadora, o grupo lançou dois CD’s por iniciativa própria: The Other Side: B-Sides and Rarities (2009) e I Want! I Want! (2010).
E o sucesso veio justamente com a minha queridinhaAnna Sun! Ela foi nomeada pela revista Esquire como a música do verão de 2011 e fez uma “aparição” na trilha sonora de The Vampire Diaries.
Uma ótima pedida para os fãs de música alternativa, com um pezinho no pop!
Destaque para Anna Sun, Next in Line, Jenny, Lisa Baby, Tightrope, Quesadilla e Shiver, Shiver.
Para falar a verdade, não me lembro muito bem de como me deparei com as músicas da Ellie Goulding… Só sei que, de um dia para o outro, a cantora inglesa passou a dominar completamente a minha lista de reprodução!
Dona de uma voz “rouca” e agradável, a artista está na estrada há um tempo relativamente curto, mas já tem conquistado uma comunidade fiel de fãs pelo mundo inteiro.
Sua estreia se deu em 2009, quando ela assinou com a Polydor Records e gravou o seu primeiro EP: Na Introduction to Ellie Goulding, que já contava com alguns dos seus futuros “hits”. Porém, seu primeiro álbum oficial só foi lançado em 2010, com o nome de Lights – o curioso é que esse mesmo CD foi relançado no mesmo ano com outro título, Bright Lights.
E, a partir de então, suas músicas começaram a ganhar o mundo… Ellie conquistou o prêmio Critics Choice Award no BRIT Awards 2010 e passou a fazer parte do grupo de artistas a se apresentar no iTunes Festival (já falei dele aqui… lembram?) – inclusive, na sua apresentação deste ano no festival, a cantora apresentou as músicas do seu novo álbum, Halcyon, lançado em 2012.
Portanto, se você está procurando por músicas agradáveis, com um pé no pop eletrônico, Ellie Goulding é presença indispensável na sua playlist!
Destaque para Lights, Wish I Stayed, Under the Sheets, Believe Me, Figure 8, Only You e I Know You Care.
Misture um vocal marcante com um piano bastante presente, melodias viciantes e letras inspiradoras. O resultado é o som da banda inglesa Keane, há dez anos na estrada e que em agosto realizará o seu segundo show aqui no Brasil!
Apesar de ter sido formado lá em 1997, o grupo formado atualmente por Tim Rice-Oxley, Tom Chaplin, Richard Hughes e Jesse Quin (anexado ao grupo em 2007), só foi lançar o seu primeiro álbum de estúdio (Hopes and Fears) em 2004. Mas a espera valeu a pena! Com o single Everybody’s Changing a banda faturou dois Brit Awards naquele ano – Melhor Revelação Britânica e Melhor Álbum Britânico – e foi inserido, finalmente, no circuito dos grupos de rock ingleses.
E esse foi só o começo! Desde então, o grupo lançou mais quatro CD’s: Under the Iron Sea (2006), Perfect Symmetry (2008) e Strangeland (2012), além do EP Night Train, lançado em 2010.
Sobre Strangeland vale um comentário à parte. O álbum levou quatro (!) anos para ficar pronto, período no qual a banda ficou um pouco afastada da grande mídia – não preciso nem dizer que os boatos sobre um possível término se espalharam que nem pólvora, não é mesmo? Mas a espera foi justificada. Durante uma entrevista cedida a uma plateia de universitários, o grupo disse que optou por não repetir a “afobação” que permeou o lançamento de Perfect Symmetry (o que levou a uma divulgação “meia-boca”) e que, desta vez, preferiram explorar todos os passos de um grande release.
Cá entre nós, o resultado não poderia ter sido mais inspirador! A “vibe” do álbum é um tanto nostálgica – se remete constantemente a antigos lugares, antigos sentimentos… Um verdadeiro trabalho de garimpo realizado pelo grupo, uma vez que (pasmem!) para que as 12 músicas fossem escolhidas, 82 (!!!!) foram escritas! Haja trabalho!
E, pelo visto, deu certo… O novo CD foi da gravadora direto para os principais rankings internacionais e a sua tour passará por diversos lugares do mundo – inclusive no Brasil! #TodasSurta. A banda vai abrir o show do Maroon 5 em São Paulo e no Rio de Janeiro e prometem levantar a plateia!
Destaque para Somewhere Only We Know, Bedshaped, Is It Any Wonder, Everybody’s Changing, My Shadow, Disconnected, You Are Young e Silenced By The Night
Já faz mais de 5 anos desde que ouvi as primeiras notas das músicas do Juanes tocando no rádio/computador/mp3.
Bastaram apenas alguns acordes para me conquistar e logo passei a cantar a plenos pulmões cada uma de suas músicas, como uma verdadeira fã de carteirinha. Mas também, não é para menos!
Iniciado no “mundo da música” em 1989, o colombiano Juan Esteban Aristizabal Vásquez lançou seu primeiro CD, Fijate bien em 2000. Porém, apesar de faturar três Grammys com este trabalho, foi só mesmo com seu segundo álbum, Um Día Normal, que o músico conseguiu alcançar o tão almejado sucesso. E desde então não parou mais!
Além de somar mais de 17 Grammys Latinos (nada mal!!!), o cantor já realizou parcerias de sucesso com músicos consagrados como Nelly Furtado, Laura Pausini, Colbie Caillat e com a “promessa” brasileira Paula Fernandes e emplacou duas músicas no show de abertura da Copa de 2010.
Até agora, o músico já lançou 6 discos: Fijate bien (2000), Um Día Normal (2002), Mi Sangre (2004), La Vida… Es um Ratico (2007), P.A.R.C.E. (2010) e, em 2012, o Juanes MTV Unplugged, que conta também com um DVD.
E foi justamente para lançar este último trabalho que Juanes fez a alegria dos fãs brasileiros ao dar uma passada relâmpago por São Paulo. Além de um show apenas para os convidados de uma rádio (sninf, sninf), o cantor esteve presente na livraria Fnac do shopping Morumbi para autografar o novo disco…
…e é claro que eu estava por lá! (Vocês acharam mesmo que eu não daria uma de “tiete”?). O “triste” é que, pela atmosfera do local antes do evento todos podiam jurar que teríamos uma palinha do CD em um pocket show. Mas, na última hora, não passou dos autógrafos mesmo – mas quem está reclamando, né?
Super simpático e atencioso (nem estou puxando sardinha, mesmo…), Juanes tirou fotos, autografou e até trocou umas palavrinhas com os fãs. E garantiu: em fevereiro teremos show por aqui!
Portanto, ainda dá tempo de dar o play e se render ao encanto latino!
Destaque para Nada Valgo Sin Tu Amor, La Camisa Negra, Para Tu Amor, Es Por Ti, Fotografia, A Dios de Pido e Hoy Me Voy.
Depois de me encantar com o Aweditorium, comecei a passar madrugadas a fio tentando desvendar todos os mistérios musicais do aplicativo. E eis, que, de repente, me deparei com uma certa cantora, de voz suave e melodias inspiradoras.
Sabe aquela hora em que você pula da cama e começa a procurar outra canção e outra, e outra…? Foi bem isso o que aconteceu quando as primeiras notas de Dream, da artista americana Priscilla Ahn começaram a soar no fone de ouvido.
Com apenas dois álbuns lançados – A Good Day (2008) e When You Grow Up (2011) – a cantora e compositora já embalou cenas das séries Grey’s Anatomy (aliás, que música boa ainda não tocou nessa série?), Ghost Whisperer e de muitos outros filmes, como My Sister’s Keeper.
Uma curiosidade: a artista também já fez algumas “pontinhas” em músicas dos cantores Joshua Radin e William Fitzsimmons (sabia que conhecia a voz dela!!!).
Destaque para Dream, Masters in China, I Don’t Think So e Lullaby
Minha história com essa banda é um tanto nebulosa… Ao contrário dos outros conjuntos já apresentados aqui no blog, não sei determinar ao certo quando ou como conheci o seu som. Só sei que havia uma época em que não ouvir Chasing Cars ou Run era uma tarefa praticamente impossível!
De que conjunto estou falando? Bem, se você não descobriu pelas músicas citadas acima (ou pelo título do post dããã), aqui vai outra dica: o grupo, liderado por Gary Lightbody e Mark McClelland (da Irlanda do Norte) se uniu em 1994, ainda sob o nome de “Shrug” (cá entre nós, uma denominação estranha para uma banda, afinal, quem gostaria que a reação do público fosse um simples “dar de ombros”?).
O nome Snow Patrol só foi pegar mesmo lá por 1997, quando o conjunto lançou um EP. E desde então, o grupo não parou mais! Foram sete álbuns lançados: Songs for Polarbears (1998), When It’s All Over We Still Have to Clear Up (2001), Final Straw (2004), Eyes Open (2006), A Hundred Million Suns (2008), Up To Now (2009) e Fallen Empires (2011) e muitos sucessos emplacados!
A banda também já realizou shows em território brasileiro, sendo a última performance durante o Rock In Rio do ano passado. (Nem comento que eu ainda não consegui assisti-los ao vivo e abri o berreiro enquanto assisti à transmissão de Open Your Eyes).
Acredito que o grande diferencial do grupo é a mistura da batida com a guitarra e com o vocal sentimental do Gary – reconhecível em qualquer lugar! Parece que as músicas mexem com a gente “lá dentro”, sabe?
Gosta de um rock suave e emocionante? Snow Patrol é presença obrigatória na playlist!
Destaque para Open Your Eyes, Chasing Cars, Run, An Olive Grove Facing The Sea, In The End, Called Out If The Dark, Just Say Yese Set Fire To The Third Bar
Tudo começou a muito tempo atrás, lá pelos anos 80, com o surgimento das primeiras boybands, que deixavam as garotas doidas com suas letras melosas e suas conções chiclete. Porém, foi no final dos anos 90 que a coisa ficou séria, com a vinda de centenas de boybands (e também girlbands) que venderam milhões e milhões de CD’s. Porém, no meio do século XXI a coisa foi perdendo a força e a maioria das bandas se desfizeram. Muitos tentaram fazer carreira solo, porém poucos conseguiram se dar bem. (O que foi o caso do Justin Timberlake).
E agora, em pleno ano de fim de mundo, parece que a coisa está voltando à tona. Foi lá na Inglaterra, onde o sucesso das boy e girlbands nunca havia acabado, que onde surgiu essas 2 boybands que estão vindo com toda a força.
THE WANTED
Para quem acha que a boyband é nova, está muito enganado! O trabalho do grupo começou em 2009 com o lançamento de seu primeiro albúm, intitulado “The Wanted”, com a produção de nada mais, nada menos que Guy Chambers, Taio Cruz e Steve Mac. Formada por Max George, Nathan Sykes, Siva Kaneswaran, Jay McGuiness, Tom Parker, seu primeiro single de grande sucesso foi “All Time Low”, onde permaneceu 17 semanas no top 40 do Reino Unido. Depois de tentar emplacar outros singles como “Heart Vacancy”, que chegou em 2º lugar nas paradas, e “Lose My Mind”, que teve até direito de performace no X-Factor, eles deram um tempo e voltaram ao estúdio em 2011 para lançar seu 2º albúm, denominado “Battleground”. Este 2º albúm teve como 1º single a música “Gold Forever”, que não obteve muito sucesso. Então eles lançaram o 2º single deste novo albúm, “Glad You Came”. Foi com esse single que eles sairam do Reino Unido e foram parar nas paradas da billboard, e da billboard conquistaram o mundo.
ONE DIRECTION
A boyband One Direction, também conhecida como 1D, formada por Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan e Zayn Malik, ficou conhecida após participar do concurso que é o “American Idol” dos Ingleses, X-Factor. Eles começaram como competidores solos e no final da competição se juntaram e formaram o grupo. Mas isso não foi o suficiente para chamar a atenção do público, pois ficaram em 3º lugar. Porém, não charam atenção somente dentro do programa. Após saírem, lançaram a canção “What Makes You Beautiful”, e alcançaram a 1ª posição na parada de single do Reino Unido e então lançaram seu primeiro albúm, entitulado “Up All Night” que foi o 16º mais vendido no Reino Unido em 2011, com 468 mil cópias. Lançado há poucas semanas nos Estados Unidos, o CD “Up All Night” vendeu em uma semana 176 mil cópias, deixando pra trás nomes como Adele, Bruce Springsteen e Drake, e seu single “What Makes You Beautiful” está ganhando força e já é 11º mais tocado essa semana na Billboard. Além disso, a séria Glee fará um cover da música em um de seus episódios que estão por vir.
Considerações Finais
Infelizmente, devido a alguma semelhanças entre os grupos, já começaram as fofocas de que os dois são rivais, o que já foi NEGADO pelas 2 bandas.
Vendo o sucesso dessas bandas ao redor do mundo, já foram anunciadas as voltas de conjuntos como SClub 7, Atomic Kitten e 98 Degrees. Será que esse ano voltaremos a ver o mundo recheado de POP mais uma vez?
Muito antes de Crepúsculo virar um fenômeno universal, havia uma série sobre vampiros que era, no mínimo, bastante carismática. Apesar de, pelo nome, Moonlight soar como uma história sobre lobisomens, a série nos apresentava o sedutor Mick St. John, um vampiro atormentado que trabalhava como detetive particular.
Infelizmente, o seriado foi interrompido ainda na sua primeira temporada (por quê???), mas deixou sua marca – principalmente no ramo musical. O programa era um daqueles com uma trilha sonora tão boa, que todo mundo saía correndo atrás das músicas depois de cada episódio.
Foi desta maneira que me deparei com a banda americana Blue October. À primeira vista, o som feito por Justin Furnstenfeld (vocal e violão), Ryan Delahoussaye (violino!!!), CB Hudson (guitarra), Matt Noveskey (baixo) e Jeremy Furstenfeld (bateria) pode soar um pouco sombrio e até pesado… Mas essa é apenas a pontinha do iceberg.
Com nove álbuns lançados desde 1998 – The Answers (1998), Consent to Treatment (2000), History for Sale (2003), Argue with a Tree… (2004), Foiled (2006), Foiled for the Last Time (2007), Ugly Side: An Acoustic Evening With Blue October (2011) e Any Man In America (2011) – o grupo se alterna entre músicas melancólicas e animadas, sempre com a marca registrada presente: o violino (só eu que adoro bandas de rock que utilizam o instrumento no seu repertório?).
Em 2008, a banda se tornou um pouco mais… digamos, conhecida, graças a Stephenie Meyer (viram a relação com Crepúsculo?), que realizou uma tour junto com o compositor e vocalista Justin Furnstenfeld para lançar o quarto livro da série, Breaking Dawn (Amanhecer), nos EUA. A parceria nasceu do fato de a autora ter se inspirado em diversas músicas da banda para escrever os seus livros. E, pelo visto, a iniciativa deu certo…!
No ano passado, o conjunto lançou o CD Any Man In America, que traz uma faceta um pouco mais carregada do Blue October. Mas, como eu já adiantei acima, a banda tem músicas para todos os gostos, portanto, não se limite a apenas uma faixa!
Destaques para Calling You, Say It, Hate Me, Inner Glow, Ugly Side, For My Brother, Breakfast After Ten, Come In Closer e Amazing.
Misture uma melodia envolvente com um vocal potente (e agradabilíssimo). O resultado é o som contagiante da banda americana Dishwalla, composta por J. R. Richards (Vocal), Rodney Browning Cravens (Guitarra), Jim Wood (Teclado), George Pendergast (Bateria) e Scot Alexander.
Apesar de não ser muito conhecido em terras brasileiras, o conjunto faz parte do rol das bandas que você provavelmente já ouviu e não ligou o “nome ao santo”. Duvida? Suas músicas já serviram de trilha para séries bem consagradas como NCIS, Smallville e The O.C. – dona da trilha mais cobiçada da história das séries teens (quem nunca correu atrás de uma música depois de um episódio?).
Criado em 1994, o grupo possui 5 álbuns gravados: Pet Your Friends (1995), And You Think You Know What Life’s About (1998), Opaline (2002), Live… Greetings From The Flow State (2003) e Dishwalla (2005).
Pois é. Já se vão sete longos anos sem um disco novo… Mas, apesar disso, a banda não publicou nenhum pronunciamento sobre um término. Talvez se trate de um recesso realmente longo, quem sabe? O vocalista, J. R. Richards continua firme e forte em sua carreira solo – e, cá entre nós, suas músicas não se diferem muito das do Dishwalla, não. Parece que mudaram apenas de endereço (se é que vocês me entendem…).
Mas, de qualquer forma, seu repertório continua imortalizado nas notas de Angerls Or Devils, Collide, Couting Blue Cars, When Morning Comes, Candleburn, Charlie Brown’s Parents, Above The Wreckage, Somewhere in the Middle e muitas outras músicas que nos fazem aumentar o som e viajar.