Entre Páginas – Iluminadas

Por , 30 de junho de 2014 21:38

Já fazia um tempinho que eu estava procurando uma leitura diferente, que me tirasse da zona de conforto. Depois de uma ressaca literária monumental, acabei mergulhando nos romances, e não conseguia mais sair do lugar.

Iluminadas chegou então em uma ótima hora! Já tinha ouvido falar no thriller da sul-africana Lauren Beukes em alguns blogs internacionais que acompanho – e as opiniões eram sempre favoráveis.

 

Iluminadas-Lauren-BeukesChicago, 1931. Harper Curtis, um andarilho violento, invade uma casa abandonada que esconde um segredo tão chocante quanto improvável: quem entra ali é transportado no tempo. Instigado por um comando que parece vir da própria casa, Harper persegue as “meninas iluminadas” — garotas cuidadosamente escolhidas em diferentes décadas — com o objetivo de matá-las. Voltando no tempo após cada assassinato, seus crimes são perfeitos e impossíveis de serem rastreados. Ou pelo menos é o que ele pensa.

Chicago, 1992. Kirby Mazrachi viu sua vida ser destroçada após um ataque brutal que por pouco não a levou à morte. Incapaz de esquecer tal acontecimento, Kirby investe seus esforços em encontrar o homem que tentou assassiná-la. Seu único aliado é Dan, um ex-repórter policial que cobriu seu caso e agora aparentemente está apaixonado por ela. À medida que a investigação de Kirby avança, ela descobre outros casos semelhantes ao seu — e garotas que não tiveram a mesma sorte que ela — ligados por evidências que parecem impossíveis. Mas, para alguém que deveria estar morto, impossível não significa que não tenha acontecido.

 

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Pipoca Salgada – The First Time

Por , 29 de junho de 2014 20:20

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Sabe aqueles momentos em que não queremos nada? Pois é, assistir um filme rápido e com uma história leve pode divertir e te fazer rir bastante, sempre com aquele relacionamento bonitinho que te faz acabar o filme com um sorrisinho na boca.

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#CopadasCopas – A Literatura do Chile

Por , 28 de junho de 2014 19:48

Cerca de 2000 quilômetros separa o nosso país do Chile, e seja porque tivemos o mesmo destino há quase 500 atrás, ou porque vivemos muitos anos nas sombras do que era feito nas colônias, os caminhos de ambos países sempre se cruzaram.

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Seja em situações boas como uma disputa amigável (sem mordidas, pfv) em um jogo de futebol, ou em outras piores, como cada um com a sua ditadura.
Mas na literatura, são as nossas diferenças o que torna interesse ler, conhecer e nos envolver em cada país.

O Chile, assim como o Brasil, tem diversos escritores atuais que merecem ser reconhecidos, não só pelo mundo, mas também por nós que estamos aqui do lado. E quando falamos de um país que pode ser reconhecido pela sua magnifica coleção de poetas, não dá para ficar fora.

Tengo um dia, si lo sé aprovechar, tengo un tesoro. – Gabriela Mistral

Em 1589, nascia a literatuda chilena com o La Araucaniad, escrio por Alonso de Ercilla, que é considerado um dos poemas mais importantes do Siglo de Oro espanhol. Mas o primeiro livro publicado por um chileno,seria El Arauco em 1596.

Apesar da literatura chilena como conhecemos, ter se iniciado utilizando a sombra e as inspirações do seus conquistadores espanhóis, as suas raízes já estavam no povo nativos, que utilizavam tipos de discursos em forma de poesia, e criando as bases para o país ser reconhecido pelos poetas.

Assim como o Brasil,durante todo o período de quase 500 anos, o Chile passou pelos mesmo períodos da nossa literatura nacional, como romantismo e realismo, também um reflexo do que se era feito nas colônias, mas era a sua poesia que iria longe.

E como foi!

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Sessão Pipoca – Jersey Boys: Em Busca da Música

Por , 27 de junho de 2014 9:00

E nos cinema de todos o país, lutando contra a atenção de outros filme e com a Copa, Jersey Boys: Em Busca da Música, novo filme de Clint Eastwood, que é uma adaptação do musical da Broadway homônimo, vencedor do Tony Award.

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 O filme conta a história de quatro jovens que moram no subúrbio de Nova Jersey e se unem para formar o icônico grupo de rock dos anos 60 “The Four Seasons”. A história de seus ensaios e seus triunfos é JERSEY BOYSacompanhada das músicas que influenciaram uma geração, incluindo “Sherry”, “Big Girls Don’t Cry”, “Walk Like a Man”, “Dawn”, “Rag Doll”, “Bye Bye Baby”, “Who Loves You” e muitas outras. Esses sucessos clássicos são agora adotados por uma nova geração de fãs através do espetáculo musical que está em cartaz na Broadway há mais de oito anos e realizou turnês de sucesso por todo o mundo.

Estrelando:  John Lloyd Young, Erich Bergen,  Michael Lomenda, Vincent Piazza, o vencedor do Oscar Christopher Walken

Direção:  Clint Eastwood

Só resta saber, se haverá interesse do publico nacional que costumam ser um pouco aversos a musicais e a trama de um banda pouco conhecida do público em geral do Brasil.

 

Entre Páginas – A Vida em Tons de Cinza

Por , 26 de junho de 2014 17:20

Quando você a capa desse livro pela primeira vez, pode até pensar em tudo, menos que essa é uma história sobre guerra. Ou sobre pessoas que perderam tudo o que tinham, viram seus parentes sendo jogados em lugares diferentes ao seu e deixando seu país, sua pátria como um foragido ou malfeitor.

 

A-VIDA-EM-TONS-DE-CINZA-RESENHA1941. A União Soviética anexa os países bálticos. Desde então, a história de horror vivida por aqueles povos raras vezes foi contada. Aos 15 anos, Lina Vilkas vê seu sonho de estudar artes e sua liberdade serem brutalmente ceifados. Filha de um professor universitário lituano, ela é deportada com a mãe e o irmão para um campo de trabalho forçado na Sibéria. Lá, passam fome, enfrentam doenças, são humilhados e violentados. Mas a família de Lina se mostra mais forte do que tudo isso. Sua mãe, que sabe falar russo, se revela uma grande líder, sempre demonstrando uma infinita compaixão por todos e conseguindo fazer com que as pessoas trabalhem em equipe. No entanto, aquele ainda não seria seu destino final. Mais tarde, Lina e sua família, assim como muitas outras pessoas com quem estabeleceram laços estreitos, são mandadas, literalmente, para o fim do mundo: um lugar perdido no Círculo Polar Ártico, onde o frio é implacável, a noite dura 180 dias e o amor e a esperança talvez não sejam suficientes para mantê-los vivos.

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Nota Musical – Review Ultraviolence, de Lana Del Rey

Por , 25 de junho de 2014 9:00

A revelação da música indie em 2011, volta com o 2° CD da sua carreira.  Lana Del Rey (de quem já falei aqui) traz o seu Ultraviolence, mostrando que o sucesso de Born to Die, não foi () causado pelos seus lábios.

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Há quase 3 anos, uma misteriosa cantora surgia na cena musical. Com somente um clip e uma música, Lana Del Rey se lançava no showbizz trazendo uma aura de mistério e se tornando um tipo de musa retrô, com músicas, estilo e voz que não ficariam tão deslocados em outras décadas passadas.

Mas não se enganem: apesar de ter estourado principalmente pelo boca a boca mundial dos indies, o lançamento de Lana, cujo nome real é Lizzie Grant, foi muito estratégico e após meses e alguns singles (como o maravilhoso Born To Die), o seu primeiro álbum estreou, trazendo o que esperávamos dela: composições desafiadores e românticas, muito bem produzidas e sendo possível perceber que os seus lábios (tão comentados)  realmente ‘aparecem’ em alguns momentos.

O lançamento de Ultraviolente, traz o tão esperado segundo CD de qualquer artista que faz misto sucesso, e sei que tinha muita gente torcendo contra… mas o novo álbum está muito bom.

Ultraviolente, é mais dark e sombrio que Borne to Die em vários fatores. As composições nesse novo estão ainda mais centradas em uma relação problemática e com um destino triste (isso, porque no outro ela chega a cantar, entre outros, o verso ‘i’m nothing without you’) e não há aquelas músicas mais animadas no meio, como Off to the races e Diet Mtn Dew).

Mas é essa mesma sobriedade, que dá propriedade e background para as composições que são apresentadas.

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Café Irlandês – Leitura em Coletivos

Por , 24 de junho de 2014 23:22

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Eu não sei você, mas eu uso muito o transporte coletivo na semana. Aqui em São Paulo é muita correria, loucura e muito tempo preso dentro de ônibus, trens e metrôs. Felizmente nós amante dos livros sempre temos algum exemplar de livro conosco, seja ele físico, ou em formatos digitais nos e-readers, tablet’s e smartphones. E o café irlandês de hoje vai te dar dicas de como ler melhor e aproveitar seu tempo livre nos coletivos.

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Entre Páginas – Lola Carlyle Reveals All

Por , 23 de junho de 2014 9:00

Depois de um semestre com as leituras em “vento e popa”, ela finalmente chegou: a ressaca literária!

Junho foi um mês praticamente “morto” nesse quesito para mim, com várias leituras começadas e pouquíssimas finalizadas.

Na tentativa de recuperar pelo menos um pouquinho do meu ritmo, resolvi apelar para uma das minhas autoras queridinhas: a Rachel Gibson. Afinal, se um chick-lit não for suficiente para recuperar o seu amor pelos livros, nada será!

E foi assim que me joguei na leitura de Lola Carlyle Reveals All!

 

Lola Carlyle Reveals AllQuando a ex-modelo Lola Carlyle descobre que algumas de suas fotos “privadas” estão sendo divulgadas na internet, ela se esconde em um lugar com bastante sol e segurança até que a fofoca termine (ou isso é o que ela pensa).

E então o yacht no qual ela descansa pacificamente é “tomado” por um homem chamado Max Zamora, que diz trabalhar para o governo. Parece loucura, mas Max está dizendo a verdade – seu disfarce foi revelado, ele está fugindo, e agora ele tem que lidar com uma mulher linda – e muito brava.

Ele já havia visto Lola – escassamente vestida na capa de revistas de moda. Mas ela é ainda mais bonita pessoalmente. Do seu perfeito fio de cabelo até a ponta de seus dedos, Max a acha sexy, curvilínea… e irritante. Isso antes de ela explodir o barco!

 

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Para Ouvir #5 – Spotify

Por , 22 de junho de 2014 22:19

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Entre um jogo do Brasil e outro, uma amiga me falava entusiasmadamente sobre um famoso aplicativo de música que finalmente abriu a inscrição para contas brasileiras da Apple Store e da Google Play: o Spotify.

Salvei aquela indicação em algum lugar do cérebro próximo ao placar da partida travada entre Brasil e Croácia e resolvi testá-la mais tarde.

E acontece que… Fiquei completamente viciada no programa!

 

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Pode até ser que você já tenha ouvido falar nele, dada toda a repercussão que o aplicativo tem no exterior, mas se por um acaso você ainda estava no escuro (como eu), vale uma explicação.

O Spotify é uma espécie de rádio online com milhares de playlists, das mais variadas. Acabou de chegar em casa e quer ouvir um som para relaxar? É só dar o play em Chegando em Casa. Está em uma vibe mais “dance”? É só selecionar a lista com os hits dançantes do momento! Está fugindo do frio em um café? Favorite coffeehouse pode ser a playlist para você! E assim por diante…

E o melhor de tudo é que você pode salvar as músicas que mais curtiu para ouvir depois e/ou criar playlists próprias de acordo com o seu humor.

 

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Lendo assim não parece nada muito diferente do Accuradio ou da Last fm, mas na minha opinião achei o Spotify mais agradável de navegar e com uma seleção mais atualizada, organizada de forma mais intuitiva e criativa.

Portanto, se você adora descobrir novos sons e não consegue ficar sem música, independentemente da situação… Esse é um aplicativo “must have” para você!

Sessão Pipoca – Como Treinar o seu dragão 2

Por , 20 de junho de 2014 9:00

Não temos nenhuma pessoa na equipe com menos de 20 anos, mas nós não perdemos uma animação sequer, por isso, a estreia de Como Treinar o seu dragão 2, nos deixou animadas para aproveitar esse feriado!

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Depois do sucesso do primeiro filme, que arrecadou quase 300 milhões de dólares nas bilheterias mundiais, o nosso herói Solução e seu leal dragão Banguela, voltam para a sequência de Como Treinar o seu dragão. Nesse filme, a dupla inseparável deve proteger a paz – e salvar o futuro dos homens e dragões de ambicioso Drago.

gif1O filme estreou na semana passada nos EUA e até agora arrecadou mais de 60 milhões de dólares.

Ainda está longe de superar o valor gasto na produção (de aproximadamente 150 milhões), mas o terceiro filme da franquia já está em produção, com estreia marcada para 2016!

Uma boa opção para quem não quer saber de Copa do Mundo por pelos menos duas horas.