Blá Blá Blá – Matando o TOEFL: Diário #02

Por , 22 de maio de 2017 13:50

Eu me diverti fazendo o planejamento para o TOEFL, mas a execução desses planos não estão saindo como eu precisava.

Colocar o plano no papel é sempre a melhor parte. Afinal, não só parece que você tem TUDO SOB CONTROLE, como você também cria um mundo perfeito em que tudo vai dar certo.

O problema é que há muitas variáveis entre os seus planos e a realidade. Dias que você chega cansada e com dor de cabeça, que tem compromissos sociais inadiáveis, é claro, gravações que comprometem o governo em exercício.

Então, os meus planos listados no início não estão 100% sob controle. Estou atrasada nos planejamentos dos livros e lutando para conseguir voltar ao que tinha me programado.

E é com muita vergonha que digo que o meu maior desafio ultimamente está sendo a preguiça. Quando é o momento de estudar, eu quero ficar deitada na minha cama, dormindo, lendo ou simplesmente ficar aninhada nela.

O problema, é que eu não produzo nada nessa posição. Tenho que estar sentada, com uma mesa na frente, senão virá um jogo em que eu abro o caderno, faço duas linhas da lição e mudo os meus planos.

Tenho que ser mais forte que isso. Simplesmente tenho.
Apesar disso, eu consegui avançar bastante em vários tópicos.

Se os exercícios do livro de gramática estão me deixando mais consciente da minha falha, ainda não consegui avaliar se o Cracking the TOEFL ( livro que comprei para estudar para a prova) será uma ferramenta tão útil assim.

Talvez, eu só perceba o quanto os seus exercícios (um pouco confusos)e as suas dicas (aleatórias) serão úteis, exatamente no dia da prova.

Outra ferramenta que está me ajudando bastante é a internet. Estou usando principalmente para tirar as dúvidas pontuais e me desenvolver em outras questões.

Uma dessas grandes ferramentas é o EDX.

Para quem não conhece o EDX é o CÉU para quem sempre quis estudar um assunto aleatório em uma universidade americana. Com a temática de um pacote de um assunto/matéria especifica, o site tem exatamente o ambiente propicio para o estudo.

Atualmente, eu estou fazendo dois cursos Hamlet’s Ghost (promovido por  Harvard!!)  e Preparing for the AP English Literature and Composition Exam.

O exame AP é utilizado como referência para as universidades americanas (e algumas de outros países) para avaliação dos seus possíveis alunos. Como o tema do curso é exatamente treinar a compreensão e escrita em projetos acadêmicos, ele está sendo um complemento para os meus estudos.

O melhor da plataforma EDX, é que você pode estudar até no celular, mas alguns assuntos são bem complexos e podem exigir até 6 horas de estudo semanal, com direito a prova de múltipla escolha, nota final é certificado.

Quem ficou interessado, pode conhecer mais AQUI!

Agora, volto para os meus livros sabendo que preciso construir um tipo de bunker e me enfiar lá para conseguir vencer o tempo e chegar no exame preparada.

FOCO FANNY!

Nota Musical – Gostar de Harry Styles, não é um sinal do fim dos tempos

Por , 21 de maio de 2017 11:11

Com o One Direction em hiato, o mundo da música ganhou nome (surpreendente) para falar bem.


Pode pergutnar para qualquer pessoa que presenciou o estouro de algo voltado para o público juvenil, que ela saberá lhe responder que: até que virou moda, ninguém ligava se era bom ou não. Depois que virou moda, automaticamente virou ruim.
E se uma coisa é montado para esse público, esquece! Não vamos nem perder tempo lendo/ouvindo/assistindo. É ruim e pronto.

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Entre Páginas – Outlander: A Libélula no Âmbar

Por , 15 de maio de 2017 9:00

Você não precisa ser um leitor muito antigo do blog para perceber que um vício abateu duas de nossas integrantes nos últimos tempos…

Sim, eu e a Thais nos propusemos a finalmente iniciar a leitura de uma certa série que já habitava nossa estante há algum tempo e que, devido à sua grande quantidade de livros (e de páginas em cada um), levaria um bom tempo para ser desbravada – a verdade é que nem tínhamos a intenção de ler tudo de uma vez; a ideia era ler um a cada seis meses, ou até mesmo um por ano…

Mas nós subestimamos o poder de sedução de James Fraser e da riquíssima narrativa de Diana Gabaldon! Resultado: fomos completamente conquistadas e já estamos apaixonadas por Outlander!

Atenção! Pode conter spoilers do primeiro volume da série, A Viajante do Tempo!

 

Libélula no Âmbar

 

Claire Randall guardou um segredo por vinte anos. Ao voltar para as majestosas Terras Altas da Escócia, envoltas em brumas e mistério, está disposta a revelar à sua filha Brianna a surpreendente história do seu nascimento. É chegada a hora de contar a verdade sobre um antigo círculo de pedras, sobre um amor que transcende as fronteiras do tempo… e sobre o guerreiro escocês que a levou da segurança do século XX para os perigos do século XVIII. O legado de sangue e desejo que envolve Brianna finalmente vem à tona quando Claire relembra a sua jornada em uma corte parisiense cheia de intrigas e conflitos, correndo contra o tempo para evitar o destino trágico da revolta dos escoceses. Mesmo com tudo o que conhece sobre o futuro, como será possível salvar a vida de James Fraser e da criança que carrega no ventre?

 

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Nota Musical – Lucy Rose está voltando para o Brasil

Por , 3 de maio de 2017 19:23

Ano passado, Lucy Rose saiu da Inglaterra e veio por conta própria excursionar pela América Latina, e agora, ela volta para mostrar o que essa viagem lhe trouxe.

lucy rose it this called home 2017

Desde 2013, Lucy Rose sempre fez parte das minhas playlists diárias. Sua voz doce + composições maravilhosas, parecem ser a receita certa para curar um monte de coisas na minha vida. E quando eu digo tudo, é tudo! Desde a falta de foco para escrever um post para o blog, até para dar o último impulso naqueles 100 metros de uma corrida no parque.

E depois de anos ouvindo os fãs pedirem para ela vir, ela veio. Por conta própria. E fez uma volta pela América do Sul, cantando em várias cidades para os fãs, completamente gratuito.

Em São Paulo, ela fez um show intimista no Elevado Bar em uma segunda e cantou para uma rua inteira na terça-feira. Como fã, ambos shows foram momentos imperdíveis e inesquecíveis.

Lucy foi embora, mas as suas músicas ganharam um significado e um carinho ainda mais especial na minha vida. Vocês já devem ter passado por algo assim. Ir em um show de uma banda/cantor/cantora, entrar gostando muito e sair amando MUITO.

Por isso, quando vi que ela voltaria ainda esse ano, eu fiquei mais feliz do que no ano passado.

Geralmente, desejo muito conhecer como um artista vai se sair ao vivo, e tenho muita curiosidade dessa primeira vez. Só que voltar, e ouvir tudo aquilo de novo, sabendo o quanto será incrível, torna a experiência única.

E o que esperar desse show?

Rose terminou a tour e já começou a trabalhar no novo projeto. Gravou um disco live acústico e mergulhou na produção do disco novo.

Com lançamento previsto para 14/07, Something’s Changing, será o seu quarto disco da carreira, sendo o terceiro de estúdio, e segundo a própria Lucy, foi muito influenciado pela sua viagem pela América Latina.

Com duas músicas desse novo projeto já liberadas (as belíssimas Floral Dresses e Is This Called Home), ela apresentará junto com o show no CCR Casa Verde na Vila Madalena, o documentário que foi produzido a partir das filmagens da sua tour por aqui.

Se na última vez, Lucy veio em uma pegada mais acústica, agora ela volta com mais dois músicos e tenho certeza que será mais um show inesquecível.

       Serviço:

Lucy Rose Worldwide Cinema Tour

Data: 09/05

Local: Centro Cultural Rio Verde – São Paulo

Horário: 19h-23h

Ingresso: Lucy Rose Worldwide Cinema Tour

Entre Páginas – Laranja Mecânica de Anthony Burgess

Por , 24 de abril de 2017 8:30

Livros podem ter várias funções. No caso de Laranja Mecânica, o seu maior papel é nos fazer questionar tudo, até as nossas certezas.

images.livrariasaraiva.com.brNarrada pelo protagonista, o adolescente Alex, esta brilhante e perturbadora história cria uma sociedade futurista em que a violência atinge proporções gigantescas e provoca uma reposta igualmente agressiva de um governo totalitário. A estranha linguagem utilizada por Alex – soberbamente engendrada pelo autor – empresta uma dimensão quase lírica ao texto. Ao lado de ‘1984’, de George Orwell, e ‘Admirável Mundo Novo’, de Aldous Huxley, ‘Laranja Mecânica’ é um dos ícones literários da alienação pós-industrial que caracterizou o século XX. Adaptado com maestria para o cinema em 1972 por Stanley Kubrick, é uma obra marcante: depois da sua leitura, você jamais será o mesmo.

Quem é mulher (e alguns homens) sabe que uma ida ao cabeleireiro, com certeza significará uma tarde inteira perdida, então aproveitei a minha última ida para ler alguns livros que estavam disponíveis no meu Kindle do celular.

Um deles era exatamente Laranja Mecânica e como ele era ‘menor’, resolvi arriscar. Até então a minha experiência com a história tinha visto os primeiros 30 minutos do filmes homônimo de Stanley Kubrick, e como era muito nova na época que tentei assistir, as cenas ultra violentas do começo da história me assustaram e parei por ali mesmo.

Ainda assim, resolvi arriscar a leitura e realmente nas primeira 60/70 páginas, essa mesma violência extrema que consta no livro, estava ali nas páginas. Ver é sempre pior que ler, mas estava seguindo os passos da trama que me lembrava.

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Nota Musical – Entre o Vazio e a Memória de Salomão Terra

Por , 19 de abril de 2017 18:52

Os mineiros vão conquistar o mundo. E eu não estou reclamando nem um pouco disso.

Salomão terra

Salomão Terra lançou em abril de 2016 seu primeiro disco solo, Pacífico, apresentando oito faixas que passeiam entre influências como o dreampop e o trip hop. Produzido por Lucas Mortimer e gravado ao longo de 2015, traz uma verve eletrônica aliada a instrumentos elétricos, para desenvolver texturas e inúmeras possibilidades de desdobramentos conceituais.
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Entre Páginas – Suzy e as águas-vivas

Por , 17 de abril de 2017 20:37

Não sabia, mas estava precisando ler um YA. Pena que a história não foi tudo que eu imaginava.

As vezes, quando nos sentimos mais solitários, o mundo decide se abrir de formas mágicas.

Suzy Swanson está quase certa do real motivo da morte de Franny Jackson. Todos dizem que não há como ter certeza, que algumas coisas simplesmente acontecem. Mas Suzy sabe que deve haver uma explicação — uma explicação científica — para que Franny tenha se afogado.

Assombrada pela perda de sua ex-melhor amiga — e pelo momento final e terrível entre elas —, Suzy se refugia no mundo silencioso de sua imaginação. Convencida de que a morte de Franny foi causada pela ferroada de uma água-viva, ela cria um plano para provar a verdade, mesmo que isso signifique viajar ao outro lado do mundo… sozinha. Enquanto se prepara, Suzy descobre coisas surpreendentes sobre o universo — e encontra amor e esperança bem mais perto do que ela imaginava.

Não se deixe enganar pelas minhas palavras acima, Suzy é muito bem escrito, caprichado com uma história bonita e tocante.

Isso sendo dito, apesar de ter um apelo YA, Suzy é na verdade um livro middle grade, vendido com foco lá fora para a molecada entre 11 e 13 anos.

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Fala Série! – O que esperar da 10ª temporada de Doctor Who?

Por , 15 de abril de 2017 9:00

Hoje estreia a 10 temporada de Doctor Who, e com tantas mudanças à vista, há muito o que esperar.

SPOILER ALERT: Esse post contém Spoiler para quem não viu a 9ª temporada de Doctor Who.

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Parece que foi ontem que anunciaram Peter Capaldi para o papel do Doutor mais famoso da TV mundial. Escocês, um ator brilhante e trazendo um doutor mais duro, o Doutor de Peter foi único.

Claramente inspirado no primeiro doutor, ao longo das duas temporadas ele inseriu o seu estilo. O que não era um tarefa fácil.

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Café irlandês – 7 Motivos para ler/assistir Outlander

Por , 11 de abril de 2017 9:00

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Monotemática, eu? Imagina!

 

1. James Fraser

 

JamieFraser

 

Não tem jeito. Ele tinha que figurar no topo dessa lista!

Jamie é um herói improvável. Dono de uma personalidade pura (ou pelo menos a mais pura que um guerreiro escocês do século XVIII pode ter), o personagem encanta com seu coração bom, seu caráter inquestionável e suas tiradas pra lá de engraçadas, capazes de trazerem alívio cômico até para os momentos mais tensos.

 

2. Mocinha badass

 

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Esqueça as personagens femininas doces e delicadas – elas não têm vez em Outlander!

Claire é uma personagem astuta e sagaz, que consegue ler nas entrelinhas. É bem verdade que ter uma noção do que acontece no futuro ajuda, mas ela está sempre ligada nas segundas intenções das pessoas que a cercam.

Além disso, eu não sei vocês, mas se eu fosse uma mulher do século XX que voltasse subitamente 200 anos no tempo não acredito que lidaria muito bem com os costumes mais “bárbaros” daquela época – sem falar na medicina e na higiene (ou falta de)… mas Claire tira tudo de letra!

 

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Entre Páginas – Os Luminares

Por , 10 de abril de 2017 8:30

Se alguém chegasse para nós até meados do ano passado e dissesse que iríamos nos encantar com uma narrativa situada em plena corrida do ouro do século XIX na Nova Zelândia, provavelmente iríamos olhar desconfiadas, dar um risinho irônico e seguir em frente.

Porém, qual foi a nossa surpresa ao desbravar as quase 900 páginas de Os Luminares, da jovem (e promissora) autora Eleanor Catton, e encontrar uma obra surpreendente e deliciosa?!

 

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Ambientado na Nova Zelândia do século XIX, o romance tem como pano de fundo a corrida do ouro, em que personagens tentam desvendar a causa da morte de um homem solitário e descobrir o paradeiro de outro, que sumiu sem deixar vestígios. Trama de mistério, tudo em ‘Os luminares’ é inusitado, no limite entre o estranho e o fantástico. A obra, com mais de 800 páginas, tem estrutura inspirada na astrologia e faz uma paródia do romance vitoriano. O jovem inglês Walter Moody, recém-chegado no isolado vilarejo de Hokitika, na remota Nova Zelândia do século 19, procura descanso após sua tumultuada viagem de barco. Mas, sem perceber, ele acaba interrompendo uma reunião secreta de 12 moradores de Hokitika, que estão tentando resolver um mistério. E é durante a corrida do ouro que personagens excêntricos recontam suas histórias para desvendar a morte de um eremita e o desaparecimento do homem mais rico da cidade. Entre os garimpeiros, um chinês traficante de ópio, um político preocupado com o eleitorado, um magnata cafetão, uma prostituta em luto, um reverendo novato e um guia maori são alguns dos envolvidos nesse mistério. E Walter Moody parece ser uma peça desse quebra-cabeça, após passar por uma experiência beirando o paranormal a caminho de Hokitika, onde pretendia fazer fortuna no garimpo. Catton conduz o leitor por histórias que vão do místico ao exótico. Pepitas de ouro costuradas em vestidos, um tiro de suicídio que não dispara, fantasmas em caixões, uma charlatã que convoca espíritos e usa chineses como estátuas de decoração. Tudo isso na lamacenta cidade de Hokitika, onde chove intermitentemente e que prospera apenas enquanto os rios fornecerem ouro. Eleanor Catton buscou no movimento dos astros as influências para seus personagens, dividindo o livro em partes que seguem as posições astrológicas dos signos de cada um dos envolvidos. Mas, se a Lua em Leão não explica desaparecimentos nem mortes suspeitas, a destreza de Catton costura as histórias mais surpreendentes, criando viradas repentinas na narrativa, conexões inesperadas, experiências com o misticismo e fecha firmemente as várias camadas da trama com clareza.

 

“Não há verdades totais, e sim apenas verdades pertinentes”.

Se uma frase pudesse resumir todo este livro, seria esta acima.

 

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