9 livros para fazer valer a pena a viagem para a Bienal

Por , 30 de agosto de 2016 19:46

cafe irlandes

No último sábado, demos a nossa já característica volta geral na Bienal. É um exercício que fazemos em todas as edições, para conhecermos todos os espaços.

Vamos desbravando cada corredor e assim evitando deixar qualquer coisa de fora, e o caminhando valeu a pena, já que descobrimos vários livros legais. São de gêneros diferentes, escritores novatos e outros conhecidos.

Para quem ainda vai passear na Bienal, recomendamos conferir algumas das ótimas opções que tem por lá.

1 – O Par Perfeito da Shirlei Ramos

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Nós apaixonamos por essa capa e a sinopse é ainda melhor. Como a Coerência é uma editora menor, já sabemos que fica mais difícil encontrar o livro depois e por isso, não perdemos tempo.

Foi uma das nossas compras do final de semana, e em breve vamos falar dele por aqui.

2 – O Erro da Elle Kenendy

O Erro

A Thais adora história de hockey e descobriu o primeiro livro da série Amores Improváveis algumas semanas antes da Bienal. E O Erro é o segundo volume dessa série que concentra um livro para cada casal. O lançamento é do Selo Paralela da Companhia das Letras.

 

3 – Como se fosse Magia da Bianca Briones

Como se Fosse Magia

A Bianca Briones é uma das nossas favoritas e claro, o novo livro dela é uma ótima pedida. Como se fosse magia, publicado pela Editora Gutenberg, segue a história da Eva e do Enzo que promete se tornar mais um dos casais inesquecíveis dela.

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Blá Blá Blá – There’s no place like home e o que você encontra na Bienal

Por , 27 de agosto de 2016 14:02

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Em O Mágico de Oz, depois de tentar fugir de casa em seu mundo, Dorothy acaba presa em casa e arrastada para o mundo de Oz. Lá ela tem incríveis aventuras e conhece amigos, canta, se diverti e vê a vida de outra perspectiva.

Mas quando tudo acaba, Dorothy só quer ir para casa.

Para quem ama os livros, a vida é bem parecida com a história da Dorothy. Temos os livros que são as nossas casas, podemos abrir em qualquer lugar e estamos em casa, são o nosso refugio mesmo quando a história ali dentro não é tão animada e reconfortante.

E de vez em quando, um tornado vem destruir a nossa zona do conforto e nos arrasta para a vida. Essa mudança pode ser boa ou não, mas assim como Dorothy aprendemos andando por aí, nos divertimos, mas chega uma hora que o batuque das 4 da manhã se torna menos interessante e você só quer ir para casa e terminar aquele capitulo.

De uma forma, a Bienal (ou qualquer evento literário como a Flip) é a junção de Oz e a nossa casa. Não é um lugar que vamos ler livros o tempo todo (apesar de acontecer em vários momentos), mas estamos rodeadas por eles, e por pessoas que trabalham com eles e mais importante: Por pessoas que os amam e entendem o quanto eles são importantes.

Como leitores, muitas vezes escutamos pessoas nos perguntando porque gostamos de ler tanto. Elas não são leitores e entendemos isso, porém para eles parece impossível que um livro de 300 páginas possa nos fazer tão bem.

Mas dentro dos limites de um evento assim, estamos finalmente em casa por algumas horas, a única diferença é que essa casa vai nos apresentar a novos livros, fazer a nossa coleção aumentar e até mesmo nos fazer ter mais amigos.

Não há lugar como a Bienal, e para quem ama livros, é realmente como chegar em casa.

 

Pipoca Salgada – Uma Garrafa no Mar de Gaza

Por , 26 de agosto de 2016 12:05

Imagine você vivendo, em um ambiente de guerra velada. Onde há momentos de paz e momentos de guerra.
Momentos de incertezas… e momentos em que a vida simplesmente tem que seguir em frente.

41628_thumb[2] Tal (Agathe Bonitzer) tem 17 anos, é francesa, judia e vive em Jerusalém. Naim (Mahmud Shalaby) tem 20, é palestino e vive em Gaza. Uma carta em uma garrafa jogada ao mar os aproxima do mundo distante um do outro.

Uma Garrafa no mar de Gaza, fala sobre um conflito em que estamos tão acostumados a ver no noticiário, que raramente paramos para analisar como deve ser vida das pessoas lá.

E paramos ainda menos, para pensar em como os jovens e as crianças vivem nesse ambiente.

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Pipoca Salgada – A Princesa e o Plebeu

Por , 19 de agosto de 2016 12:05

Todo mundo tem um começo. E o da grande estrela Audrey Hepburn, foi em A Princesa e o Plebeu, ao lado de ninguém menos que Gregory Peck.

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A Princesa e o Plebeu, Roman Holiday no original, é uma espécie de história de Cinderela às avessas.

Uma princesa riquíssima tem uma crise nervosa por causa da agenda cheia de compromissos repetitivos e entediantes: o que ela quer é apenas viver como uma garota normal.

Então durante a noite foge do seu palácio e acaba encontrando não um príncipe encantado, e sim um jornalista interesseiro, que a reconhece (embora ela não saiba disso) e quer conseguir uma reportagem exclusiva que lhe renderá uma enorme quantia de dinheiro.

roman_holiday_thumb[2]Como disse, esse foi o primeiro grande filme de Audrey.

Hollywood e o mundo, ainda não a tinha descoberto, mas o seu companheiro de tela, e já um famoso ator Gregory Peck, sabia.

Ele sugeriu, por exemplo, que o nome de Audrey aparecesse primeiro nos créditos, porque segundo ele, ela ainda seria uma grande atriz.

E no papel da Princesa Ann, em busca de um tempo de diversão, Audrey conseguiu equilibrar beleza, sofisticação, delicadeza e um brilho no olhar, que é visível, mesmo o filme sendo em todo preto-e-branco.

Pela sua pouca experiência, Audrey deixou o diretor, William Wyler ( que ainda dirigia Ben-Hur, e voltaria a trabalhar com Audrey anos depois) louco em uma cena, porque ela não conseguia chorar, o que resultou na filmagens de vários takes.

zzroman0Gregory Peck, já tinha uma carreira estabilizada e só aceitou o papel em uma comédia, porque nunca tinha feito nada do gênero. Não o considero extremamente bonito, porém, com todo o seu charme, uma sobrancelha característica e um olhar firme, que consegue ser carinhoso e forte ao mesmo tempo. Não dá para resistir ao seu Joe Bradley.

O filme é bem montando, e concentra a maioria das cenas de drama para o final, então dá para divertir bastante até lá, mas já aviso: Aqui também tem uma história tocante, então prepare o lencinho para o seu final, que é real, bonito e emocionante.

Eu achei o roteiro um pouco chato em algumas partes, e as piadas não são tão engraçadas assim, mas não tira a beleza da trama. Mas como sempre, não leve muito a minha opinião, já que ele ganhou o Oscar de Melhor Roteiro.

Outro Oscar que o filme levou? O de Melhor Atriz para Audrey Hepburn.

Nada mal (e super merecido!) para uma novata, não?

Gregory Peck estava certíssimo.

Nota Musical – O Past, Present e Future: 15 anos de Strokes e a volta no Lolla 2017

Por , 17 de agosto de 2016 12:44

No dia 30 de julho de 2001 (15 anos atrás), uma pequena banda de Nova York lançava o seu CD estreia que revolucionaria uma vertente do rock. Era o lançamento de Is this It do The Strokes.

The-Strokes A última vez que The Strokes pisou no Brasil, foi em 2011 no (agora finado) Festival Planeta Terra. Fazia anos que a banda não vinha e os 20 mil ingressos acabaram no mesmo dia. Foi muita luta e briga para conseguir um ingresso.

Felizmente, a Thaís aqui do blog e eu, fomos uma das que conseguiriam, e ainda assistimos o show da grande. Saímos de lá mortas, com sede e com fome, mas realizadas.

Muitas bandas tentam reinventar a roda com um novo CD, mas poucos conseguem efetivamente essa façanha, e The Strokes foi exatamente uma delas.

Desde que fez um sucesso estrondoso com a sua estreia, com Is This It, The Strokes praticamente reviveu uma vertente para o Rock, o Indie Rock.  O sucesso deles, representou achegada de outras bandas do gênero como as mundialmente famosas Arctic Monkeys e The Killers.

Is This It, é hoje um dos verdadeiros clássicos da música indie como Someday, Hard to Explain, Take it or Leave it e a mais famosa, Last Night.
A banda, em 14 anos lançaria ainda mais 4 cds e um EP, se manteve relevante mesmo com a competição ferrenha de todos os lados.

O temido segundo CD de qualquer banda, para o The Strokes que lançaram Room on Fire em 2003, trouxe hits como What Ever Happened? e Reptilla.

Seguindo uma sequência bacana, em 2006 eles estrearam o First Impressions of Earth que teria um dos maiores hinos da banda, You Only Live Once.

Mas toda essa inspiração daria uma pausa, e eles voltariam só em 2011 com Angles, que apesar de questionável ainda tinha muito material legal para se trabalhar.

Ali eles estavam mais velhos, experientes e mais acabadinhos (Julian, eu estou olhando para você), apesar de não ter sido tão bem recebido pela critica, o álbum fez sucesso com os fãs que ainda conseguiam enxergar aquela banda tão cheia de energia e sons novos de 2001.

O mesmo não pode ser falado de Comedown Machine que foi um CD sem inspiração. Eles sequer saíram em turnê com ele. Ali, só há uma música que lembra o velho Strokes ou que mostre que eles ainda tinham algo para mostrar para o público.

Seria o fim?

Até poderia, mas depois de um tempo longe e fazendo projetos paralelos, a banda voltou com um EP, Future Present Past e estão fazendo alguns shows por aí.

Parece que a volta dele ao Brasil já está certa durante o Lollapalooza 2017.

Eu só acredito mesmo com o line up (original) na minha frente, mas que eles fariam um puta sucesso com o público do festival.

É quase impossível andar pelo Lolla e não ver as pessoas com camisetas da banda, mesmo sem nenhum integrante por perto.

O problema é que mesmo com o EP novo, quem gosta da banda está ali se agarrando ao passado, para superar as músicas novas.

O EP novo é bom, melhor do que Comedown, mas ainda assim fica bem longe do que a banda um dia já produziu.

Digo que quem curte, por que quem é fã escuta o CD até amar e não para antes disso.

A banda hoje tem o apelo para um grande festival no Brasil, em cima da sua história e dos seus hits e vai continuar relevante para esse mesmo público por muito tempo.

Mas precisa encontrar aquela criatividade e sagacidade lá do começo para atrair mais pessoas e se manterem relevantes.

Ficha Técnica:

StrokesÁlbum:  Future Present Past

Artista: The Strokes

Ano do Lançamento: 2016

Nota: 2,5/5 estrelas

 

Café Irlandês – 8 atitudes para despertar o atleta dentro de você

Por , 16 de agosto de 2016 9:30

cafe irlandes

Nada como aproveitar o clima de olimpíada e deixar o espírito olímpico entrar e mudar alguns hábitos.

1 – Tênis Adequado

Bolt

Como fazer qualquer atividade sem o melhor calçado?

Só quem já sofreu com o calçado errado, sabe que esse é um assunto sério. Nada de economizar ou escolher sem avaliação.

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Entre Páginas – Altos voos e quedas livres

Por , 15 de agosto de 2016 10:00

COMO EU NUNCA HAVIA LIDO JULIAN BARNES ANTES?

Altos voos e queda livreEm seu mais recente livro, o prestigiado escritor inglês Julian Barnes parte dos primórdios do balonismo – tendo como ponto de partida as histórias do coronel inglês Fred Burnaby, da atriz francesa Sarah Bernhardt e do fotógrafo Félix Nadar – para chegar a um testemunho contundente sobre o luto.

Vencedor do Booker Prize por O sentido de um fim, também publicado pela Rocco, o autor apresenta, em Altos voos e quedas livres, um comovente relato sobre a dor que se seguiu à morte de sua mulher, em 2008, e mistura, com sua prosa elegante, ensaio, ficção histórica e autobiografia.

Eu gosto de pensar que por mais que eu tenha meus livros e meus escritores favoritas, que ainda lá fora, existe ou ainda está sendo feito o meu livro favorito. A sensação de que talvez eu leia um livro melhor do que Orgulho e Preconceito me deixa animada e totalmente deslumbrada. Parece impossível, mas quem sabe? E por isso, nunca fecho essa porta.

Já vi os livros e o nome do Julian Barnes em muitos lugares por aí, mas nunca ninguém me disso: você tem que ler um livro dele agora, e ele acabou ficando para trás em uma interminável lista.

E talvez alguém não tenha falado para você também, então aqui vai: VOCÊ TEM QUE LER ESSE LIVRO AGORA!

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Entre Páginas – Cinder & Ella

Por , 11 de agosto de 2016 10:00

Quando li uma noticia de que a editora Pandorga lançaria um livro chamdo Cinder & Ella, não resisti e fui ler a sinopse do livro, afinal de contas sou apaixonada por releituras de contos de fadas.

Bastou ler a sinopse do livro para me apaixonar por ele e adquirir um exemplar (santo Kindle e suas entregas rapidas), em menos de 5 minutos já estava iniciando a leitura, e posso dizer querido leitor que a partir do momento que iniciei a leitura, só terminei quando cheguei na última página.

CINdER E ELLAElla Rodriguez sofreu um terrível acidente de carro, na qual perdeu sua mãe e a deixou incapacitada e com diversar cicatrizes, mudando radicalmente sua vida. Agora, após 8 meses de recuperação ela esta indo morar com o pai que sempre esteve ausente, a madrasta e enteadas. Ella perdeu todos que amavam, mas precisa convencer a todos que esta bem para poder ir viver sozinha, mas ela terá que provar a todos que é fisica e mentalmente capaz de lidar com a sua nova realidade. O problema é que ela não está pronta ainda e única maneira que ela pode pensar em começar a curar é reconectando-se com a única pessoa que restou no mundo que já significou algo para ela, seu melhor amigo online, Cinder….  a sensação de Hollywood Brian Oliver tem uma reputação de ser problema. Há um grande buzz em torno de seu desempenho em seu próximo filme The Druid Prince, mas a sua equipe de gestão diz que não vai fazer a transição de galã adolescente a ator sério a menos que possa provar que ele deixou seus dias selvagens para atrás e se tornou um adulto maduro . A fim de apagar as chamas na reputação de bad-boy de Brian, sua gestão arma um noivado falso para ele sua co-estrela Kaylee. Brian não está feliz com o arranjo, ou sua falsa noiva, mas decide que ele vai sofrer com isso, se isso significar uma indicação ao Oscar. Mas um e-mail de surpresa de um velho amigo da internet muda tudo.

 

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Nota Musical – Troco Likes com Tiago Iorc

Por , 10 de agosto de 2016 9:00

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Os primeiros acordes da música começam a tocar, algumas notas animadas de um violão. Uma boa batida, uma estrofe…. pronto, fui conquistada pelo cantor que vem fazendo meninas do país inteiro suspirar. Este é Tiago Iorc, esse “moço” de 30 anos, com carinha de 20, com uma voz aveludada, e com músicas que lembram mar, jantares romântico e um tempinho de reflexão.

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Entre Páginas – Relendo Harry Potter em inglês: A Câmara Secreta

Por , 8 de agosto de 2016 0:33

Chamber of Secrets, também conhecido como A Câmara Secreta sempre teve a fama de ser o livro mais fraco da série, e os anos que se passaram não melhorou isso.

harry potterOs Dursley estavam tão anti-sociais naquele verão, que tudo o que Harry queria era voltar às aulas da Escola de Bruxarias de Hogwarts.

No entanto, quando já terminava de fazer suas malas, Harry recebe um aviso de um estranho chamado Dobby, que diz que um desastre acontecerá caso Potter decida voltar à Hogwarts. Harry não liga para aquela mensagem e o desastre realmente acontece.

Naquele segundo ano estudando em Hogwarts, novos horrores surgem para atormentar Harry, incluindo o novo professor Gilderoy Lockhart e um espírito chamado a Murta Que Geme, que assombra o banheiro feminino, além de olhares indesejados da irmã mais nova de Ron Weasley, Ginny. Todos esses problemas, no entanto, parecem menores quando o verdadeiro problema começa e algo transforma os alunos de Hogwarts em pedra.

Dentre os suspeitos: o próprio Harry.

Se Harry Potter fosse uma banda, a maldição do segundo CD teria pegado eles de jeito. A Pedra Filosofal (Leia sobre a nossa releitura AQUI) tem elementos novos, emocionantes e muitas novidades enchendo as páginas a cada momento.

A Câmara Secreta, tem muito disso. Conhecemos lugares que se tornaram icônicos como A Toca, a Borgin & Burkes, e claro, a própria Câmara Secreta. E assim como em A Pedra Filosofal, a graça é ver como coisas, fatos e pessoas que conhecemos tão bem em outros livros da série aparecerem pincelados por aqui.

Eu tinha um amigo que afirmava lá pelo 5° livro, que a Rowling havia construído um muro, mas que elas não seria descer. Quem esperou para ver, viu que ela não só sabia exatamente como seria a descida, como ainda deixou muitas pistas pelo caminho.

Desse, saímos sabendo que Harry tem uma parte de Voldemort, e que o próprio deixou uma parte da alma dele em um objeto aleatório. =D

O que mais gostei de rever é toda a relação dos Wesley, especialmente como todos tratam o Harry muito bem, realmente uma família postiça que o acolheu de braços abertos.

Outro personagem incrível que aparece nesse livro é Dobby, que ao longo dos próximos livros vamos aprender a amar com todas as forças, mas pelo bem ou pelo mal, toda a briguinha entre Harry e Malfoy nesse é o que dá o tom e deixa o livro mais ralo que os outros, mas ainda assim muito melhor do que a maioria.

Muita água ainda vai rolar, mas são dois personagens que tem um nível máximo de tempo juntos sem se tornarem chatos, principalmente quando as conversas ainda envolvem coisas bobas como nesse livro. E em vários momentos, esse é um daqueles livros que o Harry poderia ter encurtado o caminho 1 milhão de vezes se tivessem simplesmente perguntado a Dumbledore ou pesquisado sobre a vida do bruxo que matou os seus pais.

Agora, aguardo ansiosamente O Prisioneiro de Azkaban, pronta para ler a minha ( e a de muitos outros fãs) história favorita.

Ficha Técnica:

Livro: Harry Potter e a Câmara Secreta

Autora: J.K. Rowling

Editora: Scholastic

Páginas: 341 páginas

Nota: 5/5 estrelas