Pipoca Salgada – 3 romances para ver no Netflix

Por , 30 de setembro de 2016 7:02

Não sei vocês, mas passou o tempo em que havia lançamentos de romances nos cinemas. Atualmente é preciso se deleitar com os filmes antigos para curtir um bom romancezinho. A maior parte dos filmes sai lá fora direto para a televisão, e poucos chegam por aqui. Por isso, depois de dar uma garimpada no Netflix, encontramos alguns romances para voce assistir em casa.

 

1- In my dreams

Natalie e Nick são dois jovens talentosos que ainda não se conhecem. Depois de jogarem uma moeda na fonte da cidade com um desejo eles passam a sonhar um com o outro, mas segundo a lenda, eles tem 7 dias para se encontrarem nos sonhos, e para se conhecerem pessoalmente, caso contrário nunca mas se verão.

Por que assistir? > O filme é bem leve, e mostra Nick e Natalie se conhecendo aos poucos. Ela quer fazer seu restaurante decolar e ele ser um arquiteto reconhido. Em meio a tudo isso há as tentativas e falhas da vida amorosa dos dois, a ansiedade que ambos com a expectativa de sonharem um com o outro e além disso há a expectativo do telespectador para que eles se conheçam logo.

2- One Small Hitch

 

Molly e Josh se conhecem desde crianças, ele sempre foi o melhor amigo do irmão. Quando estão voltando para o casamento da mãe de Molly, Josh descobre que o pai esta doente e inventa que os dois estão noivos para que os pais pensem que ele finalmente se acertou na vida. O único problema é que a família toda parece estar gostando demais disso.

Por que assistir? > A história é bem clichê, mas quem não ama clichês? Obviamente a história que começou como mentira acaba despertando sentimentos nos dois, mas o filme é tão fofo e engraçado que superamos isso.

 

3- In lawfull yours

 

Jesse acabou de se divorciar de Chaz, mas acaba indo viver com a sogra para ajudá-la a superar a morte do sogro. Enquanto passa este tempo na nova cidade ela conhece o pastor Ben, seu ex-cunhado, e entre os dois começa a nascer um relacionamento

Por que assistir? > O filme é uma boa comédia cristã, Jesse é uma mulher que contagia todos com seu bom humor, inclusive sua sogra e o pastor Ben. A história é fofa, mas a mocinha passa por altos e baixos, sendo inclusive rejeitada por todos.

Entre Páginas – A Redenção

Por , 29 de setembro de 2016 11:56

Depois de ter lido A Protegida e Smooth Talking Stranger (terceiro livro da série), A Redenção era o livro que mais esperava ler, pois depois de saber que o “vilão” de A Protegida teria sua chance neste livro, fiquei intrigada pela história que Lisa nos apresentaria.

Eu já sei que o estilo de Lisa para os romances contemporâneos é bem diferente dos históricos. Suas histórias são mais sérias e com personagens de grande bagagem emocional, e nos deleita com romances bem construídos, mas com histórias acima de tudo de superação de personagens fortes e bem construídos.

a-redencao-lisa-kleypasHerdeira caçula de um verdadeiro império, Haven é uma mulher obstinada que vive de acordo com os próprios princípios e que não tem medo de bater de frente com o pai, Churchill Travis, um dos homens mais ricos e respeitados do Texas. Mas ao cortar relações com ele para se casar com um homem que sua família desaprova, Haven vê sua vida se transformar num verdadeiro inferno… e não tem para quem pedir ajuda. Dois anos depois, Haven volta para casa, com a alma abatida e o coração fechado, determinada a construir sua vida sozinha. Mas Hardy Cates e seus irresistíveis olhos azuis cruzam seu caminho, e ele é a última pessoa que ela precisa encontrar. Hardy é o mais novo magnata da indústria petroleira de Houston, um homem de sangue quente que aprendeu desde muito cedo a não confiar em ninguém e que nunca mediu esforços para chegar aonde quer: ao topo! Em sua jornada alimentada pela ambição desmedida, ele conquista poder e inimigos, incluindo os homens da poderosa família Travis. O que ele não esperava era sentir suas defesas serem abaladas pela herdeira da família. Conseguirão duas pessoas que aprenderam da pior maneira que o amor pode ser o inimigo mais cruel deixar para trás todos os traumas e se permitir uma nova chance?

A Redenção é a história de superação de Haven, como uma mulher pode seguir em frente depois de passar por um grande trauma? Como recomeçar a vida quando se esta psicologicamente enfraquecida? Este livro é cheio de pontos altos e baixo na qual acompanhamos a evolução de Haven e como ela lida com cada mudança em sua vida.

O livro não é fácil de ler, e me surpreendi por essa talvez ser a história mais “pesada” da Lisa, simplesmente não estou acostumada com este estilo. O leitor que já se aventurou pelos romances de época poderá estranhar e muito esta história. É um livro que surpreende pelos temas abordados, e como na sociedade é difícil para as mulheres lidares com a violência doméstica. Ao mesmo tempo que não foi fácil lê-lo, também foi difícil de larga-lo. A história é envolvente, e cativante do início ao fim.

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Nota Musical – Lolla 2017 e o seu o Line up #CafenoLolla

Por , 28 de setembro de 2016 12:42

O Lollapalooza 2017 divulgou o seu line-up e entre Metallica e Strokes, sobrou lugar para muitas bandas interessantes e novas.

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Quem gosta de música, percebeu que nos últimos anos o mercado nacional melhorou muito no quesito internacional. Em São Paulo, é impossível uma semana passar, sem uma visita de uma banda de fora.

Com isso, o Rock in Rio voltou com força e outros festivais tiveram oportunidade de nascer e crescer, como o Popload e o nosso querido Lollapalooza.

Praticamente no quintal de casa, o festival nos reúne anualmente em um ambiente onde a música é importante, mas também tem espaço para diversão e muitas risadas. Todo ano saímos com ótimas lembranças.

O Line up saiu hoje, mas algumas bandas já estavam sendo comentadas como The Strokes e Catfish and the Bootlemen como confirmações, mas ainda assim teve lugar para algumas surpresas.

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Café irlandês – 07 motivos pelos quais estamos ansiosos por “Cinquenta tons mais escuros”

Por , 27 de setembro de 2016 9:00

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Na última semana, a Universal Pictures divulgou o primeiro teaser trailer de Cinquenta tons mais escuros.

O “bafafá” foi tanto, que o vídeo bateu o recorde e ultrapassou Star Wars VII – O Despertar da Força como o trailer mais visto em um período de vinte e quatro horas, com a “pequena marca” de 114 milhões de visualizações.

Parece que todo mundo está com saudades do Sr. Grey… E não é para menos!

Elencamos cinco motivos pelos quais estamos ansiosos pelo segundo filme da série de E. L. James. Será que você concorda com a gente?

 

  1. Sr. Grey

 

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Precisa explicar?

 

  1. A reconciliação

 

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O primeiro filme acaba com (SPOILER) a despedida dramática do nosso ‘casal 20’. Todos queremos Ana e Chrsitinan juntos novamente!

 

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#LendoKing #2 – Carrie, a Estranha

Por , 26 de setembro de 2016 9:00

Por Fanny Ladeira e Sabrina Inserra

 

A primeira parada do nosso Desafio #LendoKing fora da série A Torre Negra é Carrie, a Estranha, o primeiro romance publicado pelo autor.

Que o King é um dos (senão “o”) maiores autores de terror da atualidade não é nenhuma surpresa… Mas ficamos bastante receosas por nos aventurar pelas páginas de Carrie justamente por este ser o seu primeiro livro – afinal, bem sabemos que a primeira obra de um autor não costuma ser tão completa quanto as demais. Porém, tivemos uma grata surpresa ao encontrar, neste livro, as características que viriam a consagrar o escritor posteriormente.

Sim, Carrie tem as suas falhas, mas ainda assim é um livro instigante e, em alguns momentos, aterrorizante.

 

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Carrie, a estranha narra a atormentada adolescência de uma jovem problemática, perseguida pelos colegas, professores e impedida pela mãe de levar a vida como as garotas de sua idade. Só que Carrie guarda um segredo: quando ela está por perto, objetos voam, portas são trancadas ao sabor do nada, velas se apagam e voltam a iluminar, misteriosamente.

Aos 16 anos, desajustada socialmente, Carrie prepara sua vingança contra todos os que a prejudicaram. A vendeta vem à tona de forma tão furiosa e amedrontadora que até hoje permanece como exemplo de uma das mais chocantes e inovadoras narrativas de terror de todos os tempos.

 

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Blá Blá Blá – Lá e de volta outra vez

Por , 21 de setembro de 2016 16:36

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Escrevo isso, sentada no aeroporto Charles de Gaulle em Paris. Uma cadeira muito confortável, um aeroporto lindo, e uma tomada estrategicamente posicionada do lado do meu note, a vida pode parecer bem perfeita, se não fosse um pequeno detalhe: esse é o meu voo de volta para casa.

A antecipação para uma viagem grande pode ser ao mesmo tempo uma tortura e uma dádiva. Tortura porque você fica pensando o quanto que falta para chegar e dádiva porque é para onde os seus pensamentos vão, quando todo o resto falha.

Uma coisa (ou várias) ruins acontece, mas você pensa em tantos dias (semanas ou meses)  vou estar de férias, vou estar viajando. Eu sou do time que se tirar férias tem que viajar, nem que seja para a casa de uma tia ou para cidade do lado.

Mas eu também sou de time em que cada viagem foi importante e transformadora, e por isso, elas são tão especiais para mim.

Para quem nos acompanha nas redes sociais (e se não, nos siga, somos legais), sabe que passei as últimas duas semanas na Inglaterra explorando, conhecendo cidades como Bath e Stratford Upon Avon e vendo peças como Les Miserables e Harry Potter and the Cursed Child. No meu retorno, com o tempo, espero dividir algumas dessas coisas com vocês.

Porém, hoje a questão é muito maior, é a questão de que estou indo para casa. Depois de 15 dias dormindo em quartos com 12 pessoas em hostel, comendo sanduíche e tomando banho daquele jeito, pensar que estou voltando para casa é reconfortante.

Só que algo muda em você quando você passa tantos dias em uma cidade tão diferente. Eu basicamente passei hoje planejando como me amarrar no Big Bang e nunca ir embora.

Não é melhor que o Brasil, mas é diferente. Um diferente que me tocou de uma forma que outras cidades não conseguiram.

Vários medos me acompanharam antes dessa viagem. A taxa alta da Libra, o meu budget reduzido, ficar em um hostel sozinha, e principalmente, viajar sozinha.

Eu nunca tinha viajado sozinha, e apesar de ser comunicativa e solta, tenho dificuldade de fazer amizades rapidamente. No voo de ida, fiquei pensando em como faria para andar pelas cidades sozinha, com quem falaria quando quisesse dividir aquilo que estava experimentando.

Descobri que lido muito bem sozinha e comigo mesma. Foi chegar, tomar um banho e pronto.

Estava já andando pela cidade, errando caminhos e dando sorrisos sozinha. Conversei muito comigo (dentro da minha cabeça, não se preocupem porque não fiquei falando com o vento), escrevi bastante no diário da viagem (apesar dele estar uns 5 dias desatualizado agora), e principalmente, aproveitei essa chance para sentir e internalizar.

Piegas, eu sei, mas foi bem diferente. Foi diferente de todas as viagens que já fiz, e agora olho para frente pensando em tudo que preciso mudar.

Repito: Não há nada melhor que viajar e as mudanças que esse novo lugar lhe trará.

Porque no final, não importa que você vai embora, o que importa é que você vai levar um pedaço dessa experiência dentro de você.

Aí quando chega em casa, cabe a cada um de nós, decidir quais mudanças ficarão.

Estou voltando uma pessoa diferente e só o tempo dirá o que isso causou.

Pipoca Salgada – Casablanca

Por , 16 de setembro de 2016 12:05

É fácil continuar vivendo sem ver Casablanca, o problema é quando você ter que entender como viveu até hoje sem ver o filme.

33704098783872689200_thumb[3] Rick é dono de um famoso bar localizado em Casablanca, no Marrocos Francês, durante a Segunda Guerra Mundial.

A cidade é rota de fuga para quem deseja evitar os nazistas, onde passes livres são vendidos por um salgado preço no mercado negro. Neste caótico ambiente, Rick encontra Ilsa, com quem tivera um amor interrompido inesperadamente há algum tempo, em Paris.

O filme, lançado em 1942, se tornou um sucesso imediato, até mesmo hoje, mais 70 anos depois de seu lançamento, ainda se mantém como um clássico inquestionável.

E não poderia ser diferente. Com um roteiro perfeito, e que mesmo falando sobre um romance não caí nunca no piegas. As atuações são convincentes, e nenhum casal poderia ser mais perfeito para esse filme que Humphrey Bogart como Ricky e Ingrid Bergman como Ilsa.

Há um clima de amor, ódio e lembranças todas as vezes que eles estão em cena. E você sabe que alguém é um ótimo ator, quando consegue ler todos os sentimentos no olhar.

Ilsa: Eu não posso lutar contra isso mais. Eu fugi de você uma vez. Eu não posso fazer isso de novo. Oh, eu não quero mais saber o que é certo. Alguém tem que pensar por nós dois. Por todos nós.

Rick: Tudo bem, eu irei. Eles está olhando para você, criança.

Ilsa: [sorrindo] Eu queria não te amar tanto.”

casablanca01_thumb[3]Apesar da beleza estonteante de Ingrid Bergman, é Borgart que merece todas as homenagens em relação a esse filme. Ele montou um personagem único. Adoro todas as nuances que ele fornece a Ricky, e por isso considero, um dos grandes fatores desse filme continuar  sendo um filme tão importante, depois de todo esse tempo.

Os musicais são os responsáveis por preencher os filmes com várias canções. Mas uma das mais bonitas canções de amor do cinema da década de 40, e uma das mais inesquecíveis do cinema, saiu de um filme de drama, e não de um musical.

A linda ‘As Times Goes By’ ainda continua hoje como uma das mais belas canções de todos os tempos.

Não quero estragar o filme para ninguém, mas podem esperar uma história de amor bonita e trágica ao mesmo tempo. E a certeza que o amor, pode ser mostrado de diversas maneiras.

O filme ganhou 3 Oscars, e entrou para a história do cinema.