Entre Páginas – Garoto Encontra Garota

Por , 26 de fevereiro de 2015 8:00

Segundo volume, mesmos clichês, mesmo jornal, novos dramas e um livro que consegue ser ainda melhor que o seu anterior.

Garoto_Encontra_GarotaKate Mackenzie trabalha no RH do The New York Journal, ela é assistente da famosa TPM (Tirana, Perversa e Maldosa) Amy Jenkins, Kate acabou de terminar um namoro de dez anos com um músico que não queria nada de compromisso sério, então agora ela está dormindo no sofá de sua melhor amiga Jen, que também trabalha no jornal. Mas tudo muda, quando Kate é obrigada a despedir a querida Ida Lopez, a tia que distribui doces e guloseimas no jornal. E tudo por não querer servir Stuart, o advogado mais chato, mala e namorado de Amy Jenkins. Ida é demitida e todos ficam revoltados, então Kate terá que prestar contas no tribunal contra Ida, e é ai que ela conhece Mitch, que é irmão de Stuart e sócio na empresa de advocacia. Brigas, risadas e um possível romance começa a se formar, mas nunca podemos esquecer que sempre terão aqueles que vão fazer de tudo para ver esse romance acabado.

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Cafelícia – Mania de Paulista

Por , 25 de fevereiro de 2015 10:00

É uma verdade universalmente conhecida, que todo paulista que se preze, deve tomar um café após o almoço.
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Café Irlandês – 5 clássicos do cinema que você precisa ver AGORA!

Por , 24 de fevereiro de 2015 12:05

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O Oscar 2015 passou e agora começa a temporada de colocar em dia todos os filmes que foram premiados  e já começar a esperar pelas grandes estreias do verão americano.

Mas entre esses dois eventos, que tal colocar em dia e assistir 5 filmes clássicos que não só são servem de referência para um monte de séries, livros e filmes e além disso se apaixonar pelas suas magnificas histórias?

Listamos aqui os 5 filmes que vocês precisam ver:

…E o vento levou (1939)

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Eu sei, eu sei. O filme é longo e começo é parado até a chegada da guerra, mas merece todo o reconhecimento que ganhou desde o seu lançamento.

Do roteiro à fotografia, passando pela excelentes atuações e mudanças da trama, tudo contribui para criar um filme majestoso.

Alguns não concordam mas acho a Scarlett O’Hara uma das personagens femininas mais corajosas e você vai terminar esse filme querendo construir uma Tara só para você.

Gigi (1958)

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Esse está na lista dos meus filmes prediletos.

Com um história engraçada e romântica, essa trama que se passa em Paris na virada do século passado, trás uma doçura irresistível e canções que ficarão na sua cabeça por muito tempo.

Eu sei cantar todas com orgulho! =D

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Oscar 2015

Por , 23 de fevereiro de 2015 20:30

oscars-2015Porque as coisas boas não duram para sempre?
Sério, parece que é só nós gostarmos de alguma coisa, e realmente esperar com vontade que PUF! Ela vai embora.

Ano passado, tivemos uma incrível edição. Previsível, embora estivesse recheada de boas chances para todos os lados (lembra como o DiCaprio tinha até chance?) e com uma boa apresentação de Ellen Degeneres.
Mas lembra que falei que as coisas boas tem um fim? Então, o Oscar desse ano foi assim.

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Entre Páginas – Os Segredos de Colin Bridgerton

Por , 23 de fevereiro de 2015 10:00

Nem preciso mais fazer introduções da Julia Quinn, eu sempre serei suspeita ao falar de qualquer livro dela. Só digo uma coisa, JULIA QUINN ESTA VINDO PARA O BRASIL!!!, espera que já separei meus 30 livros. =D

Em Os Segredos de Colin Bridgerton, nos deparamos com a história do patinho feio. Penelópe sempre foi presença constante em todos os outros livros da série, vivendo a margem da sociedade, agora ela se prepara para protagonizar a própria história.

 

Os segredos de Colin Bridgerton

 

SINOPSE

Há muitos anos Penélope Featherington frequenta a casa dos Bridgertons. E há muitos anos alimenta uma paixão secreta por Colin, irmão de sua melhor amiga e um dos solteiros mais encantadores e arredios de Londres. Quando ele retorna de uma de suas longas viagens ao exterior, Penélope descobre seu maior segredo por acaso e chega à conclusão de que tudo o que pensava sobre seu objeto de desejo talvez não seja verdade.

Ele, por sua vez, também tem uma surpresa: Penélope se transformou, de uma jovem sem graça ignorada por toda a alta sociedade, numa mulher dona de um senso de humor afiado e de uma beleza incomum. Ao deparar com tamanha mudança, Colin, que sempre a enxergara apenas como uma divertida companhia ocasional, começa a querer passar cada vez mais tempo a seu lado. Quando os dois trocam o primeiro beijo, ele não entende como nunca pôde ver o que sempre esteve bem à sua frente. No entanto, quando fica sabendo que ela guarda um segredo ainda maior que o seu, precisa decidir se Penélope é sua maior ameaça ou a promessa de um final feliz.

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Oscar 2015 – Os nossos palpites #CafenoOscar

Por , 22 de fevereiro de 2015 13:10

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E hoje lá em Los Angeles acontece a entrega do Oscar.

O prêmio que chega na 84° edição, pode não ter a mesma força de antes, mas isso não significa que o seu peso e a sua importância tenha diminuído. Muito pelo contrário.

Um filme ainda é maravilhoso sem ganhar a estatueta, mas os profissionais por trás dela ainda querem o peso que um Oscar na mão trás para a carreira.

Agora que o nosso bolão foi fechado, o Will e eu deixamos aqui as nossas apostas para a noite de hoje. Nossas apostas nem sempre refletem os filmes que mais gostamos entre os indicados (por exemplo, ambos concordamos que Selma e A Teoria de Tudo nos tocou mais do que Boyhood ou Birdman), mas aqui vai os nossos palpites para a noite.

Lembrando que vamos fazer comentar a festa pelo nosso twitter e Facebook!

Apostas Will     Apostas Fanny

 

 

Pipoca Salgada – Ida #Oscar2015

Por , 21 de fevereiro de 2015 15:30

Começo falando que (ainda!) não vi os outros indicados ao Oscar de Melhor filme estrangeiro, então a minha torcida está super tendenciosa para o lado de Ida amanhã, não porque foi o único que eu vi, mas porque é muito bom!

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A jovem noviça Anna (Agata Trzebuchowska) está pronta para prestar seus votos e se tornar freira, só que antes disso, por insistência da Madre Superiora (Halina  Skoczynska), vai visitar a única familiar restante: tia Wanda (Agata Kulesza), uma mulher cínica e mundana, defensora do Partido Comunista, que revela segredos sobre o seu passado. O nome real de Anna é Ida, e sua família era judia, capturada e morta pelos nazistas. Após essa revelação, as duas resolvem partir em uma jornada de autoconhecimento, para descobrir o real desfecho da história da família e onde cada uma delas pertence na sociedade.

Deve ter um memorando intento para os votantes da academia que pelo menos um filme preto e branco por ano deve ser indicado.

Em 2013 foi O artista que levou a estatueta, em 2014 foi o ótimo Nebraska e esse ano é Ida.

Desde que o cinema ganhou cor, ficou assim. A falta dela representava um ambiente pobre ou abandonado ( como o Kansas em O mágico de oz), mas nos últimos anos ( e acho que a moda começou com A Vida em Preto e Branco) estamos voltando a ver muitas películas com a temática em preto e branco.

Já não é mais tão incomum.

Querendo ou não, dessa forma o filme fica mais interessante, diferente e com os recursos e câmeras novas, tornando assim a fotografia visualmente bonita.

Ida, (concorrente da Polônia de Melhor Filme Estrangeiro) é bem curtinho com um pouco menos de 80 minutos, traz a história da Anna (Ida) interpretada pela ótima e estreante Agata Trzebuchowska.

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Pipoca Salgada – Livre e as tendências machistas da academia #Oscar2015

Por , 21 de fevereiro de 2015 12:28

Ao assistir Livre, estrelado por Reese Witherspoon você vai acompanhar a saga de Cheryl, que assim como mostrado no filme, também fez a jornada na Costa oeste americana, mas ele representa mais do que a sua própria história e trás uma tendência horrorosa de Hollywood.

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Como minhas expectativas para os filmes indicados foram se reduzindo à medida que fui os vendo. Ao chegar finalmente em Livre (como não estava concorrendo dei prioridade para os outros), me peguei mais pensando em avaliar a performance de Resse (que concorre ao Oscar de Melhor Atriz). Como a história soava interessante, mesmo com o meu mau humor com os indicados desse ano, resolvi arriscar sem muitas expectativas.

Porém, terminei o filme com uma grande desconfiança na cabeça: Se o personagem da Reese fosse um homem se a jornada que estávamos vendo naquele momento tivesse sido feita por um John ou um Tim, muito certamente o filme seria indicado para a categoria Melhor Filme e não somente melhor atriz e coadjuvante.

Parece papo de feminista? Parece, mas não é.

É só a realidade.

No filme, Cheryl decide fazer a rota do pacífico por razões diversas e desconexas entre si, que só vamos ligando a medida que ela vai andado todos os quilômetros que tem na sua frente.

Aos poucos, vamos montando o retrato dessa jovem mulher que por não ter uma vida ativa como aventureiro, não sabemos nem o porquê ela resolveu fazer exatamente esse desafio, mas tudo vai se abrindo até o final.

O roteiro é do escritor Nick Hornby, e dá para navegar facilmente por ele, com frases importantes soltadas em momento apropriados. Resse está muito bem no papel, e apesar de aparecer pouco a indicação de Laura Dern como atriz coadjuvante é perfeita.

A direção é de Jean-Marc Vallée que já dirigiu filmes como o Clube de Compras Dallas e A Jovem Rainha Victoria, então vamos dizer que ele tem um jeito para contar histórias com um teor dramático.

É possível sentir a presença da mãe ao longo do filme inteiro, e junto com Cheryl vamos lembrando que não somos criaturas colocadas no mundo sozinhas. Somos criaturas que temos a influência de pessoas importantes para o nosso crescimento como nesse caso a mãe.

As questões que levam Cheryl a fazer isso e até os demônios que a perseguem tem um que características femininas , características que estão ligadas a mãe que tem um papel importante para colocar ela na linha e até mesmo motivar a sua jornada durante a sua caminhada.

Características e demônios que eu como mulher consigo identificar e sentir muito bem. O filme consegue fazer isso, você se importar com o drama e com o que acontece com ela. Talvez um homem não consiga entender porque uma mulher andaria tantos quilômetros porque entre outras coisas, dormiu com vários homens, mas é uma jornada e uma parcela de culpa que qualquer mulher consegue identificar o peso, ela acreditando ou não nessa questão.

la-wild-laura-dern-on-feeling-vulnerable-as-re-001Assim como mostrar como uma mulher viajando sozinha pode ser perigoso e aterrorizador. Estamos vulneráveis não porque somos fracas, mas porque outros (leia-se homens mau intencionados) acreditam que podem fazer o que quer e estão com a razão, afinal uma mulher viajando sozinha pelo deserto quer ser violentada. Certo?

E é nessa realidade que cada passo é acompanhado pelo telespectador.

Pode não soar como a melhor história já feita, mas a jornada de Cheryl não é tão diferente da de Stephen Hawking (De a A teoria de tudo), não é tão diferente da de Alan Turing (de O Jogo da Imitação) ela não chega nem a ser diferente da de Riggan ( de Birdman) ou até mesmo da de Chris ( Em Snipper americano).

Há diferenças em roteiros, direção e a forma como as histórias são contadas, porém não que efetivamente justificam a escolha de um pelo o outro, ou exclua o feito de Livre, e por isso, coloco como um dos filmes injustiçados do ano.

Aí vão falar, mas Alan Turing foi o ‘pai do computador’ a sua vida teve mais relevância do que de uma mulher que andou uma trilha, mas o filme de Turing não é melhor que o a de Cheryl. Ponto.

Não merecia ganhar a maior estatueta da noite? Não. Mas merecia a menção e a falta dela mostra claramente como o sexismo ainda está presente em Hollywood.

De certa forma, é o jeito da indústria do cinema dizer: não importa a sua luta, mas a de um homem sempre vai ser mais importante.

Em um ano em que nenhum ator negro foi indicado, que vemos a homogêneo entre os outros indicados, seria bom poder ver a história de Cheryl brigando com eles. Ou até mesmo a de Ida, que concorre ao Oscar de melhor filme estrangeiro.

O mundo não está preparado para as lutas das mulheres, mas isso não significa que vamos parar.

 

Ficha Técnica:

Título: Livre

Título original: Wild

Gênero: Drama

Direção: Jean-Marc Vallée

Ano de Produção: 2014

Distribuição: Fox Filmes

Tempo: 1h56min

Nota: 8 de 10

Pipoca Salgada – O Abutre #Oscar2015

Por , 20 de fevereiro de 2015 16:00

UAU, é tudo o que consigo dizer depois de ver esse filme.

OAbutre_poster_brasileiro_JakeGyllenhaalEnfrentando dificuldades para conseguir um emprego formal, o jovem Louis Bloom (Jake Gyllenhaal) decide entrar no agitado submundo do jornalismo criminal independente de Los Angeles. A fórmula é correr atrás de crimes e acidentes chocantes, registrar tudo e vender a história para veículos interessados.

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Pipoca Salgada – O Grande Hotel Budapeste #Oscar2015

Por , 20 de fevereiro de 2015 8:00

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No período entre as duas guerras mundiais, o famoso gerente de um hotel europeu conhece um jovem empregado e os dois tornam-se melhores amigos. Entre as aventuras vividas pelos dois, constam o roubo de um famoso quadro do Renascimento, a batalha pela grande fortuna de uma família e as transformações históricas durante a primeira metade do século XX.

Quando peguei para ver o O Grande Hotel Budapeste não estava animada, semanas antes até rolou um ‘quem vai ver’ para fazer o review aqui para o Café entre eu o Will. Na verdade, os dois teriam que ver porque gostamos de já assistir a premiação com pelos menos os filmes que concorrem ao maior prêmio da noite vistos.

Pode não parecer, mas isso ajuda a deixar a premiação mais interessante.

E apesar de alguns reviews negativos, o filme começou promissor e na primeira meia hora eu fiquei vidrada na tela, interessada pela própria história como pela fotografia do filme.

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