Nota Musical – Everything Now: A volta do Arcade Fire

Por , 17 de agosto de 2017 22:38

A banda canadense volta com um novo disco e um turnê pelo Brasil.

chrome 6/2/2017 , 3:15:57 PM Chrome Legacy Window Arcade Fire (@arcadefire) • Instagram photos and videos - Google Chrome

Nada do Arcade Fire é simples. Nada acontece sem mistérios, sem várias camadas de sons e uma riqueza musical que não é tão fácil encontrar por aí. Entre as bandas mais famosas indies, eles foram os únicos que conseguiram manter esse forma de trabalho por tanto tempo.

Com o último CD, Reflektor, lançado em 2012 (Leia AQUI o nosso review do álbum que seria o melhor daquele ano), houve uma grande campanha de marketing ao longo do globo e o tão esperado material, foi lançado recheado por mistério, uma montagem no You Tube unindo o álbum e o filme Orfeu Negro e o esperado retorno ao Brasil.

Já Everything Now, que saiu em julho, foi mais ‘tranquilo. Mas, foi o álbum ser lançado e já ouvi tantas coisas atravessadas e ruins sobre ele, que fiquei com medo. Não sei vocês, mas há alguns artistas que um álbum ruim não vai fazer com que você pare de gostar deles, mas vai te deixar triste.

Afinal, ali estava um material que tinha tudo para lhe agradar.

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#LendoKing #6 – Saco de Ossos

Por , 16 de agosto de 2017 9:00

Sabe aquelas histórias de fantasmas bem assustadoras que a gente conta no escuro, antes de dormir?

Saco de Ossos, do Stephen King, é tudo isso e muito mais!

 

Capa Saco de Ossos Ponto de Leitura.inddA história de um antigo amor – um sentimento forte que o tempo e a morte não conseguem destruir. A história de uma nova paixão – um relacionamento assombrado por segredos do passado. A história de uma criança – a inocente prisioneira de um terrível fogo cruzado. São estes os ingredientes de Saco de Ossos, mais um romance com a marca inigualável do grande mestre da narrativa contemporânea, Stephen King. Mike Noonan é um romancista de sucesso que vê sua vida subitamente transformada com a morte da esposa Jo. Quatro anos já se passaram e o sentimento é o mesmo – o desânimo, a tristeza, a sensação de que nunca mais será capaz de escrever. Diante da tela branca do computador, ele vê o vazio doloroso que passou a dominar seus dias. Nem mesmo o sono lhe traz alívio. Noonan é agora atormentado por terríveis pesadelos com Sara Laughs e a casa do lago – o recanto de sonhos onde ele e Jo foram tão felizes. Voltar à pequena cidade. Esta parece ser a única saída. Mike sente que precisa enfrentar o passado e tentar reencontrar seu caminho.

 

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Café Irlandês – 6 Livros para ler (JÁ) antes do filme estrear

Por , 9 de agosto de 2017 20:09

 cafe irlandes

Nada melhor que pegar um cineminha e curtir uma história envolvente.

Muitas dessas histórias são inspiradas/adaptadas à partir dos livros, e a maioria dos leitores gosta de ler SEMPRE o livro antes de ver o filme.

Para ajudar a programar as suas próximas leituras, listamos 6 livros para ler antes do filme estrear.

 

1 – Os Meninos que Enganaram os Nazistas

Os meninos que engavam os nazistas

 

Paris, 1941. O país é ocupado pelo exército nazista, e o medo invade as casas e as ruas francesas. O poder de Hitler se mostra absoluto e brutal… É durante um dos períodos mais turbulentos da História que a emocionante narrativa de Joseph e Maurice se desenrola. Irmãos judeus de 10 e 12 anos de idade, perambulam sozinhos pelas estradas, vivendo experiências surpreendentes, tentando escapar da morte e em busca da zona livre para ganhar a liberdade.

O filme já está em cartaz, mas o livro publicado pela Editora Vestígio, tem somente 288 páginas e dá tempo de ler e conferir antes nos cinemas.

 

 

2 – O Castelo de Vidro

castelo de vidro

Com ninguém menos que Brie Larson como protagonista, o filme baseado no livro de Jeannete Walls, retrata a infância da própria Walls, criada com os irmãos no seio de uma família desequilibrada, bastante pobre e nômade.

No Brasil, o livro foi lançado pela Editora Nova Fronteira. Já o filme, conta Woody Harrelson e Naomi Watts, além de Brie.

Com estreia programada para 24 de agosto, esse é um dos livros que precisam ser ‘passados na frente’, para terminar a leitura antes da estreia.

3 – A Torre Negra

O Pistoleiro

Leia nossa resenha AQUI

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Fala Série! – Dracarys ou o episódio Game of Thrones ficou simplesmente SENSACIONAL

Por , 8 de agosto de 2017 7:00

Esse post contém SPOILER para quem não assistiu o episódio The Spoils of War.

Dracarys

Que Game of Thrones é um fenômeno mundial e que a seis anos vem fazendo a cabeça de fãs e critica, não é nenhuma surpresa.

Desde que estreou em 2011, a série foi unânime em mostrar um mundo meio medieval meio fantasioso, onde a vontade pelo poder imperava por todos os lados. Com isso, ao longo dos anos, fomos apresentados a todas as suas guerras, artimanhas, armadilhas, jogos políticos e maldades possíveis.

Se tem uma coisa que é certa na saga criada por George R. R. Martin, é que ninguém é especial ou importante o bastante, para não morrer. E quem está vivo ainda, pode agradecer ao Deus da Luz, o Deus das mil faces ou qualquer variação disso, porque não está fácil para ninguém.

Só que por seis temporadas, quem já tinha lido o livro sabia o que esperar.

Agora que a série segue livre e solta, as surpresas se tornam exatamente isso: surpresas para todo mundo.

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Entre páginas – O inferno dos outros

Por , 7 de agosto de 2017 9:00

Falei recentemente aqui no blog sobre o Man Booker Prize e como, aos poucos, esse prêmio tem despertado a minha curiosidade (e me desafiado a ler coisas diferentes).

Apesar de a longlist da premiação ter saído apenas recentemente, ela foi precedida pela edição internacional do Booker Prize, que engloba obras do mundo todo, escrita em línguas diferentes, publicadas no último ano na Inglaterra.

E foi justamente quando essa longlist internacional foi divulgada que conheci David Grossman e sua obra O inferno dos outros. O livro estava sendo bastante comentado em um grupo do Goodreads que acompanho (ManBookering – #ficadica!) e resolvi conferi-lo.

 

CAPA-O-INFERNO-DOS-OUTROS

Em cima de um palco decadente de uma pequena cidade israelense, Dovale apresenta um show de stand up para alguns gatos pingados e um amigo de infância, seu convidado especial da noite. Enquanto faz piadas mais ou menos sagazes, no limite do politicamente correto e do bom gosto, passeando por temas tão amplos quanto o conflito Israel-Palestina e os palavrões proferidos por um papagaio, o comediante provoca o riso da plateia, mas também o desconforto. A tensão aumenta conforme Dovale expõe seus dramas pessoais mais profundos, e o humor se esvai dando lugar a uma melancolia comum a todos nós. Um romance corajoso e atual, breve mas avassalador, de um dos maiores ficcionistas contemporâneos.

 

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Entre páginas – Rua do Odéon

Por , 4 de agosto de 2017 9:00

Tem algumas pessoas que não acreditam em inferno astral. Mas é bem da verdade é que o mês que antecede o meu aniversário sempre tende a ser um pouquinho mais conturbado que o normal… E esse ano não foi diferente!

Faltava exatamente 10 dias para eu ficar um aninho mais velha quando eu torci feio o meu pé. Isso resultou em um pouco mais de uma semana “de molho” em casa com o pé imobilizado… e em muitas leituras no “intervalo do gelo”.

Dentre elas estava Rua do Odéon, um livro de memórias de Adrienne Monnier, uma livreira de Paris que vivem em meio à efervescência cultural da cidade-luz entre os anos de 1915 e 1951. E que delícia de leitura!

 

Rua do OdeonDe 1915 a 1951, La Maison des Amis des Livres, a livraria de Adrienne Monnier na rua do Odéon, em Paris, foi um importante ponto de encontro para muitos intelectuais da época, como Paul Valéry, André Gide, Jean Cocteau, André Breton, Walter Benjamin e James Joyce. O local funcionava também como editora, e uma de suas publicações em especial teve grande repercussão: a primeira edição em francês do romance Ulisses, de Joyce, em 1929. Os textos que compõem este livro constituem uma espécie de relato fragmentado da trajetória dessa livraria, de suas várias atividades e de alguns de seus frequentadores. Autorretrato de uma mulher apaixonada, culta e que soube reunir em torno de si um fascinante grupo de intelectuais, Rua do Odéon é, acima de tudo, uma homenagem à literatura.

 

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#LendoKing #5 – A Dança da Morte

Por , 2 de agosto de 2017 9:00

Para a Sabrina e para a Fanny a leitura de A Dança da Morte, do Stephen King, se deu em momentos e por motivos diferentes… E o resultado dessa jornada também foi um pouquinho distinto para cada uma.

 

sabrina-capa

 

Poucos livros merecem ser chamados de fenômeno editorial, mas ‘A dança da morte’ sem dúvida é um deles. Aclamado pela crítica e pelo público, o romance é considerado uma das melhores obras de Stephen King.
Após um erro de computador no Departamento de Defesa, um milhão de contatos casuais formam uma cadeia de morte: é assim que o mundo acaba. O que surge é um árido lugar, privado de suas instituições e esvaziado de 9% da sua população. Um lugar onde sobreviventes em pânico escolhem seus lados – ou são escolhidos por eles. Onde os bons se apoiam nos ombros frágeis de Mãe Abagail, com seus 108 anos de idade, e os piores indizíveis: Randall Flagg, o homem escuro.
Valendo-se da imaginação sem limites que caracteriza sua obra , King criou uma história épica sobre o fim da civilização e a eterna batalha entre o bem e o mal. Com sua complexidade moral, seu ritmo eletrizante e suas incríveis profundidade e variedade de personagens, ‘A dança da morte’ merece um lugar entre os clássicos da literatura popular contemporânea.

 

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