Nota Musical – Justin…It’s too late now to say sorry?

Por , 29 de março de 2016 19:30

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Nessa altura do campeonato, pelos reviews e shows que vamos, já deu para perceber que o gosto da turma do blog apesar de flertar bastante com o pop é mais voltado para o indie/alternativo.

Até aí nada de diferente, afinal somos jovens de 20  e poucos anos, morando em São Paulo (ou perto dela no meu caos), que fomos expostos no momentos certos a bandas como The Strokes e The Killers.

Mas se gostamos de música pop e não temos medo de admitir, porque é tão difícil falar que você gostou de uma música do Justin Bieber?

Pois bem, isso aconteceu comigo.

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Entre Páginas – Meio Sol Amarelo

Por , 28 de março de 2016 11:50

Chimamanda entrega uma história crua e muito perto de uma realidade esquecida da Nigéria.

829772_VitrineFilha de uma família rica e importante da Nigéria, Olanna rejeita participar do jogo do poder que seu pai lhe reservara em Lagos.

Parte, então, para Nsukka, a fim de lecionar na universidade local e viver perto do amante, o revolucionário nacionalista Odenigbo. Sua irmã Kainene de certo modo encampa seu destino. Com seu jeito altivo e pragmático, ela circula pela alta roda flertando com militares e fechando contratos milionários.

Gêmeas não idênticas, elas representam os dois lados de uma nação dividida, mas presa a indissolúveis laços germanos – condição que explode na sangrenta guerra que se segue à tentativa de secessão e criação do estado independente de Biafra.

Contado por meio de três pontos de vista – além do de Olanna, a narrativa concentra-se nas perspectivas do namorado de Kainene, o jornalista britânico Richard Churchill, e de Ugwu, um garoto que trabalha como criado de Odenigbo -, Meio sol amarelo enfeixa várias pontas do conflito que matou milhares de pessoas, em virtude da guerra, da fome e da doença.

O romance é mais do que um relato de fatos impressionantes: é o retrato vivo do caos vislumbrado através do drama de pessoas forçadas a tomar decisões definitivas sobre amor e responsabilidade, passado e presente, nação e família, lealdade e traição.

Esse é o segundo livro da Chimamanda que li ( o primeiro foi Sejamos Todos Feministas) e o Meio Sol Amarelo furou Americanah na minha lista e não é um livro fácil.

Não porque Adichie usa palavras difíceis ou porque o seu conteúdo é confuso, é difícil porque retrata um período muito difícil de um país, visto pela parcela da população que mais sofre: os mais pobres.

Nas mais de 500 páginas acompanhamos a história de Olanna e Kaianne duas irmãs gêmeas não identificas que passam mais de 300 páginas mostrando como são diferentes uma da outra, mas que nas 100 páginas finais mostram que são mais parecidas do que elas próprias querem acreditar ou imaginar.

Seus caminhos são traçados no final, quando ambas precisam aprender a sobreviver e lutar pelos seus ideais, quando tudo que lhes é mais conhecido fica perdido na guerra imposta dentro do seu país.

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Blá Blá Blá – Wanderlust

Por , 27 de março de 2016 20:42

“Wanderlust, ou em português, “desejo de viajar”, é um termo que descreve um forte desejo de caminhar, de ir a qualquer lugar, em uma caminhada que possa .

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No começo do mês, um amigo se mudou para Irlanda, para ficar alguns meses perto de uma cultura diferente e longe de tudo o que conhece.

Isso me fez pensar em tudo que queria ( ou que disse que queria) fazer na vida envolvendo viagens e todas as experiência que só adquirimos quando viajamos.

Não sei vocês, mas para mim é meio impossível olhar fotos de destinos incríveis e não se imaginar lá ou ver o colega de trabalho sair de férias e conhecer um lugar que você até já foi, e mesmo assim, bate uma nostalgia da sua própria experiência, dos dias em que você também teve a oportunidade de ver tudo aquilo pela primeira vez e da vontade de ver ainda mais.

É o Wanderlust derrubando a porta do seu ser.

IPHONE 21062014 1109Dinheiro no banco é bom, carro novo na garagem é ótimo e os pequenos luxos do dia-a-dia fazem o trabalho valer a pena, mas nada trás mais o sentimento de recompensa do que viajar.

Quando você está viajando e curtindo aquilo que planejou (ou não) é o momento que perfeito para entender porque você levanta todos os dias às 6 da manhã (às vezes até mais cedo) e trabalha 8 horas por dia.

Os motivos para viajar podem ser os mais diversos possíveis, fugir da sua realidade, encontrar e conhecer coisas novas, esquecer as preocupações do dia-a-dia ou simplesmente descansar, portanto, não uma regra. Qualquer desculpa é aceitável para colocar um novo destino na sua lista.

E parece que a cada férias vai ficando mais fácil identificar o que exatamente você precisará naquele momento, só que há tantas opções que a própria escolher é difícil e um pouco estressante.

Algumas pessoas (eu me incluo na lista) gostam de planejar com detalhes mesmo quando a viagem ainda está longe. Parece que olhar rotas, lugares, horários e valores de tudo o que pretendemos fazer, nos deixa mais perto do nosso destino final.

Nesse caso, a experiência segue aquele ditado máximo de que o caminho é tão bom quanto o destino.

IPHONE 21062014 1127Só que também há pessoas que não gostam de planejar e deixam o destino seguir o curso. Admiro quem faz isso, mas sei que não é a minha praia.

Porém, qualquer viagem é um motivo de aprendizado, mesmo quando essa viagem envolve só ficar na praia tomando drinks. Aprendemos os nossos limites, as nossas forças, aprendemos que somos alguém que nunca havíamos percebido.

Voltamos com uma percepção diferente da vida, do mundo, da natureza humana e até mesmo da moda. Se vamos para um lugar mais frio, voltamos para o Brasil sonhando com um ar condicionado, ou com dias com temperaturas mais amenas.

O retorno é acompanhado de uma dose de tristeza, uma vontade de permanecemos em férias constantes, de sermos filhos ricos com um pai para bancar uma vida ao redor do globo, somente viajando.

Retornamos para casa, já planejando a próxima viagem e esperando que ela não demore tanto assim.

Que depois de ler esse post, você volte a sua planilha de gastos, análise as suas contas e perceba que se você fizer algumas concessões, vai sobrar dinheiro para ir para algum lugar.

Faça com que os seus planos se encaixem no seu budget e bola pra frente planejar a sua próxima viagem.

A sua sanidade e o seu wanderlust agradece.

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Entre Páginas – Uma Pitada de Amor

Por , 24 de março de 2016 9:00

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Uma aspirante a cozinheira em um programa de TV. Um jurado muito atraente. Um amor proibido.

Quando Zoe Harper conquista uma cobiçada vaga em um reality show de culinária, ela mal pode esperar para pôr suas habilidades à prova. Sua principal motivação é o prêmio em dinheiro: um valor que certamente a ajudaria a abrir sua tão sonhada delicatéssen.
No entanto, ela logo percebe que a competição vai muito além da cozinha. Cher, outra concorrente, está disposta a tudo para ganhar, incluindo jogar seu charme para cima dos jurados. E as coisas se complicam ainda mais quando Zoe percebe que está se apaixonando por um deles: o incrivelmente sexy Gideon Irving. Com tudo o que está em risco, os dois têm muito a perder caso se envolvam, algo que parece cada vez mais inevitável.
De repente, Zoe percebe que há mais em jogo do que apenas canapés, cupcakes e técnicas de corte. Uma pitada de amor é um livro engraçado e doce na medida certa.

Não há coisa melhor do que se surpreender com a leitura de um livro, ainda mais um chick-lit, algo tão raro na literatura de hoje. Uma pitada de Amor foi aquela aquisição “comprei pela capa”, e não me arrependi. Adoro o fato de as autoras britânicas não perderem o toque para escrever as comedias românticas, afinal elas tem os melhores livros (não preciso mencionar Sophie Kinsella)

Em tempos em que os realitys shows de culinárias estão tão na moda, com as diversas vertentes do Masterchef, até que demorou para surgir um livro com o tema, e este é justamente o que voce precisa para curtir uma boa leitura de fim de semana. Não espere grandes coisas deste livro, ele é leve, gostoso de ler e sem muita pretensão. Consigo facilmente ver esta história na televisão, pois tem todos os ingredientes para uma comédia romântica, um campeonato, romances proibidos, concorrentes capazes de qualquer coisa para ganhar…. Muito parecido com um filme para televisão chamado Receitas de Amor (que é muito fofinho).

O livro é realmente bem clichê, mas não deixa de fazer uma leitora bem feliz. A protagonista Zoe sofre com a síndrome do “preciso ajudar todo mundo”, o que coloca ela em várias enrascadas. A colega de quarto Cher, é ambiciosa, e esta disposta a tudo para ganhar o campeonato, o que inclui até sabotagem. é muito engraçado ver como Zoe consegue se livrar de Cher e ainda sair por cima das situações. Gideon é o tipico mocinho inglês, que me lembrou muito o Sr. Darcy, com seu jeito mega sério e marrento, e infelizmente falta um pouco de carisma para ele. Mas torcemos os livro todo para que os dois deem certo.

 

Ficha Técnica:

Livro: Uma pitada de amor

Autora: Katie Fforde

Editora: Record

Páginas: 398 páginas

Nota: 3/5 estrelas

Fala Série! – Fuller House

Por , 23 de março de 2016 11:50

A turminha de Full House volta para as telas através do Netflix, e  o resultado, está ok.

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Em Fuller House, as aventuras da família Tanner, de Três é Demais, continuam. D.J. Tanner-Fuller (Candace Cameron-Bure) perdeu recentemente o marido, e está grávida. A sua irmã mais nova, Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) aspirante a cantora, e sua melhor amiga, mãe solteira Kimmy Gibbler (Andrea Barber)  – e sua filha adolescente Ramona, todas se mudam para a casa de DJ para ajudá-la a cuidar dos dois filhos dela – o rebelde JD, de 12, e o neurótico Max, de 7.

Eu assisti a vários episódios de Full House, mas como a maioria das séries da minha infância/adolescência, eu dependia do Tio Silvo passar em um horário que eu pudesse ver e algumas vezes simplesmente transmitir as séries que comprava, o que nem sempre acontecia.

Por essas e por outras, Full House nunca foi algo que via com freqüência ou que gostava muito (Sabrina era muito mais a minha praia), e o seu retorno para mim não acrescentava tanto assim, mas fui conferir, e é tudo o que esperava, um sitcom bobinho.

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7 razões porque Christopher Reeve foi o melhor Superman

Por , 22 de março de 2016 11:55

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Desculpe a concorrência, inclusive Henry Cavill, mas qualquer um que veio depois de Reeve (leia-se todos), já começaram em segundo lugar.

 1 – Reeve era lindo, mas tinha um rosto ‘convidativo’.

Cavill é tão perfeito que parece de mentira.

      2 – Os efeitos especiais eram toscos, mas ele se saia muito bem.

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3 – As histórias também, mas você deixava passar.

*Exceto por Superman IV, porque esse a gente faz de conta que não existiu.*

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4 – A transformação de Clark Kent para Superman era de tirar o folego

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5 – E ele conseguia ser adorável como Clark Kent

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6 – Com poucos filmes fora de Superman, ele arrasou em Em Busca do Paraíso

Se você nunca viu esse filme, está PERDENDO MUITO. 

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7 – Reeve, mas importante que isso, foi uma inspiração e exemplo de vida fora das telas.

Um verdadeiro herói.

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Batman Vs Superman (que nós temos algumas dúvidas se será realmente bom) estreia nessa quinta-feira, dia 24/03.

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Entre Páginas – A Luz entre Oceanos

Por , 21 de março de 2016 9:00

Uma das minhas proposições para este ano é tirar o pó dos livros que já estão há muito tempo na minha estante… E até agora estou firme nessa meta!

Um dos livros que estava batendo ponto por lá há mais de dois anos é o A Luz entre Oceanos, da autora australiana M. L. Stedman.

Confesso que um empurrãozinho que me ajudou a retirá-lo da prateleira foi o fato de descobrir que a obra vai virar filme muito em breve, com ninguém menos do que Michael lindo Fassbender e Alicia Vikander (e cujo trailer já saiu e está incrível!)… E não me arrependi!

 

A Luz entre OceanosRomance de estreia da australiana M. L. Stedman, A luz entre oceanos alcançou as principais listas dos mais vendidos do mundo, incluindo o cobiçado ranking do The New York Times, onde permaneceu por mais de quatro meses. Escrito por uma advogada que aborda os limites da ética e os dilemas morais sob diferentes pontos de vista, o romance conta a história de Tom Sherbourne, faroleiro de uma ilha isolada na costa oeste da Austrália, e sua mulher, Isabel. Impedidos de ter filhos, a vida do casal sofre uma reviravolta quando um barco à deriva aporta na ilha. Publicado em 25 países, A luz entre oceanos é um livro emocionante sobre perdas trágicas e escolhas difíceis, sobre a maternidade e os limites do amor.

 

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Bolão do Oscar 2016 – Resultado

Por , 20 de março de 2016 13:14

Olá Pessoal!

Sabemos que todo mundo estava ansioso por esse resultado, mas demoramos porque estávamos apurando TUDO!

E teve uma grande necessidade disso.

A noite do Oscar teve grandes surpresas o que prejudicou muitas apostas, só que mesmo assim 4 pessoas empataram com 18 acertos!

Com uma dessas 4 errou a categoria melhor filme começamos a eliminar por categorias principais, quando percebemos que as outras três pessoas acertaram as mesmas categorias.

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Com isso utilizando o Ramdom.org, demos um número de 1 a 3 para cada um dos que ainda estavam na disputa.

E o resultado foi o seguinte:

RandomParabéns Ana Carla Costa!

Você receberá um e-mail da nossa equipe para poder escolher uma sessão com o filme, horário e companhia que preferir!

Obrigada à todos pela participação!

Blá Blá Blá – Lendo em Espanhol

Por , 19 de março de 2016 16:01

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Para amantes da literatura, ler em inglês acaba sendo uma evolução natural, pois com a ansiedade de ler mais e mais livros, resolvemos ampliar a lista com livros que são lançados no exterior, e que demoraram muito para chegar no Brasil ou nunca serão traduzidos.

Iniciar a leitura em inglês é extremamente difícil e exige paciência para conseguir avançar, demora para termos um amplo vocabulário, e nunca vamos deixar o dicionário de lado.

Depois que ler em inglês se tornou rotina, e hoje é mais um meio de conseguir ler tudo o que quero, do que propriamente treinar o inglês, senti falta de algo diferente, que exercitasse mais a mente.

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Entre Páginas – Champion – Do Caos e da Lenda Surgirá um Campeão

Por , 17 de março de 2016 9:00

A moda da distopia vem chegando ao seu fim com a finalização das séries Jogos Vorazes e Divergente nos cinemas, mas ainda restam vários livros, na minha estante pelo menos, para serem lidos.

Champion é um livro que fiquei quase dois anos sem postergando a leitura, não porque a história era ruim, mas porque Legend e Prodigy  foram tão bons, que não queria o fim da série. Chegar a conclusão de uma série é ao mesmo tempo triste e libertador. Encerra-se aqui uma das melhores trilogias diatópicas que eu já li, com um final simplesmente perfeito, bem trabalhado e bem desenvolvido.

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June ocupa uma posição privilegiada no governo e Day trocou a alcunha de criminoso mais procurado do país pela de herói nacional. Mas quando tudo parece conspirar a favor da paz, a ameaça da guerra ressurge na forma de um vírus mortal que começa a espalhar o pânico entre as colônias. Em Champion, a vida de milhares de pessoas está novamente nas mãos de June, a menina-prodígio da República. Mas salvá-las significa também enfrentar novos desafios e exigir novos sacrifícios de seu amor.

Prodigy terminou deixando um grande ponto de interrogação para os leitores, afinal, qual seria o futuro de Day, e sua doença, e longe de June como eles iriam trabalhar essa distância. Com o fim do cessar fogo, juntos eles têm que procurar uma alternativa para colocar um ponto final na guerra.

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