Blá Blá Blá – Adeus Geração Brasil

Por , 31 de outubro de 2014 22:45

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Chegou ao fim hoje Geração Brasil, a novela que quis revolucionar o horário das 19h, mas que acabou decepcionando uma audiência ávida por uma história divertida, e com uma boa rotatividade de temas. Geração Brasil falhou na sua missão.

Desde o começo Geração Brasil vinha sendo vendida para o público como a nova “Cheias de Charme”, de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira os mesmos autores do sucesso de 2012. Com uma premissa bem legal e chamadas provocantes, fez com os entusiastas ficassem malucos. Enfim a estréia foi muito boa, com um capítulo ágil, que fez os telespectadores ficarem grudados na trama, mesmo que a audiência não tenha marcado a presença da antecessora. A história de um brasileiro que se deu bem na vida e criou uma empresa de tecnologia e uma das pioneiras do ramo no mundo parecia promissora.

Após um mês no ar, parece que a história tinha acabado. Uma pena, já que Geração Brasil fica marcada como uma das novelas que tinha tudo para ser, mas que foi apenas uma grande encheção de linguiça. Quer dizer, não foi assim tão ruim, mas se analisarmos como um todo a novela fica com uma nota: 2,5 de 5. Infelizmente Geração Brasil nunca teve um fio condutor que pudesse levar o telespectador a ficar instigado a continuar acompanhando as aventuras da turma de Jonas Marra. Outra coisa ruim, foi que os autores geravam vários segredos que nunca chegavam em lugar nenhum, deixando o telespectador com cara de bobo.

A transmídia (recurso de usar outras mídias) tão bem utilizada em “Cheias de Charme” não fez nem cócegas em Geração Brasil, o concurso que os autores tentaram promover como uma forma de reality show não engrenou e a novela foi sendo empurrada com a barriga. Aliviada com a Copa do Mundo os autores encontraram uma forma de se reinventarem e ao final da competição de futebol a novela voltou com tudo, atirando para todos os lados e tentando fisgar ainda os telespectadores que permaneciam á espera da história.

Do meio para o fim, devo confessar que a história deu um giro positivo: Desmascarou vilões, desfez bonzinhos e revelou novas facetas. Mas já era tarde, e a história não conseguia se salvar. Não só foi de histórias ruins que Geração fez, mas levantou ótimos plots para serem discutidos em salas de aulas de escolas e universidades, como por exemplo a vida que levam os “nenéns” que são jovens que nem querem estudar e nem trabalhar. Ou da transsexualidade dos pais de Brian, bons pontos que foram explorados e que deram uma movimentada na história.

Mas apesar de tudo isso, não podemos esquecer do reaproveitamento de elenco de “Cheias de Charme”, de talentos na geladeira com papéis sem importância e subtramas chatas e enfadonhas. Geração Brasil conseguiu entrar para a seleta lista das novelas mais sem graças do horário das 19h, realmente faz um bom tempo que o horário não tem uma história decente. Será que Alto Astral aguenta segurar o rojão? Acho que ainda está cedo para colocar expectativas no novo folhetim.

Especial Halloween – Horns

Por , 30 de outubro de 2014 10:05

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Desde que Harry Potter acabou, todos sempre ficam pensando no que os atores vão aprontar depois de terem passado tanto tempo em um único projeto (mesmo que seja divido em 8 filmes). O fato é que apesar de tentar sair da imagem de jovem bruxo, Daniel Radcliffe sempre vai ser o Harry Potter, e encaixá-lo em trabalhos no cinema é um tanto arriscado para não passar a imagem errada. Mas se você ainda não conhece outros trabalhos do ator desde o término do final da saga épica, precisa ver a sua atuação em Horns, uma das melhores até hoje.

Um jovem de 26 anos de idade descobre um dia, quando acorda, que sua namorada foi estuprada e assassinada. Ele é imediatamente apontado como principal suspeito, o que o obriga a partir em busca do verdadeiro responsável. Sua arma será o par de chifres que crescem em sua cabeça, e forçam as pessoas que lhe encontram a revelarem seus segredos.

Se eu gostei de Horns? Sim, eu gostei. Mas não foi sensacional. Deixe-me explicar melhor. O filme segue o jovem Ig Perrish que foi acusado de matar a namorada, então a cidade toda se revolta contra ele e ele mesmo tenta buscar o culpado pelo crime para julgar seu amor com as próprias mãos. A premissa do filme é muito boa, e ele segue por um caminho muito bom, não fosse pelas auto-explicações sobre o bem e o mal o tempo todo.

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E mesmo que o filme seja auto-explicado, ele não fica chato ou parado. E é nessas horas que você presta atenção nas atuações. Daniel Radcliffe está sensacional, sarcástico e muito a vontade no papel de Ig, com todos os seus demônios. A mídia americana elogiou bastante a atriz Juno Temple, por seu papel, mas eu em momento algum vi o brilhantismo que tantos exultaram, a menina não tem nem meia dúzia de falas. Já o ator Max Minghella, brilhou com seu Lee e surpreendeu nas cenas finais.

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Se você está preocupado se esse é um filme de terror, não se abale. Vou bater na tecla que esse é um filme de Romance de Horror. Não tem aqueles sustinhos chatos do nada, e as cenas fortes são só as das transformações, mas nada com o que morrer de medo.

Gostei do filme, Horns se mostrou com um bom fôlego e narrativa. Não li o filme, mas pelo que ouvi, dizem que é excelente. Quem sabe um dia eu dê chance? Até lá, o filme estará aí para isso.

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Especial Halloween – Cenas inesquecíveis dos filmes de terror

Por , 28 de outubro de 2014 20:37

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A noite finalmente caiu e chegou aquela hora de recordar de algumas cenas horripilantes dos filmes de terror.

1 – Annabelle – Combinação bebê em perigo + boneca

Esse acabou de  estrear e está dividindo muitos. Mas admito que com um boneca no meu quarto, as memórias dessa cena (e de outras do filme), voltam fácil.

 

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2 – O Chamado – A Samara aparecendo

Sou super medrosa com filme de terror e não sei porque  fui ver esse filme SOZINHA no CINEMA. Com 10 minutos de filme já tinha me arrependido da minha escolha.

 

O chamado

 

3 – Sinais – E.T. Passando

Outro filme que não sei porque fui ver SOZINHA no CINEMA. Eu sou idiota? (Não respondam.)

Posso dizer que quase morri do coração com essa cena.

Sinais

 

4 – O iluminada – Venha brinca com a gente, Danny

Quem já viu o filme sabe que não é tão assustador assim (o livro é muito mais), mas como esquecer dessas duas pestes?

The Shinning

 

5 – O Exorcista – O filme todo

Tenho que revelar que por ser medrosa, eu nunca vi esse filme. Mas te digo uma coisa: não preciso. Só esse gif já é o suficiente.

 

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6 – Atividade Paranormal – O final

Esse filme fez mais barulho do que trouxe medo, mas tem umas cenas que vou te falar….

Atividade Paranormal

 7 – Chucky – Ele por si próprio

Hoje damos risada, mas admita: Você também dormiu com os seus pais depois de ver esse filme.

Chuky

Faltou muitas, principalmente do cinema japonês, mas vou parar por aqui para conseguir dormir a noite.

Nota Musical – Review de 1989, de Taylor Swift

Por , 27 de outubro de 2014 18:00

Com 1989, Taylor Swift afunda os dois pés no pop. Ela continua cantando sobre amor, e tenta se livrar da fama de namoradeira, mas no meio disso tudo, conseguiu fazer um CD interessante, dosado e com grandes músicas.

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Quando surgiu em 2006, a então desconhecida jovem cantora Taylor Swift encantou o mundo country e de quebra levou uma leva de novos ouvintes para o gênero.
Não que o country estava precisando.

Assim como acontece com o sertanejo por aqui, o Country lá nos States tem uma base fiel e quando parece que as pessoas mais novas não gostam tanto mais, vem uma nova onda de cantoras e bandas que os trazem de volta. Nos últimos anos nomes como Lady Antebellum, Carrie Underword, Miranda Lambert e a própria Taylor Swift, trouxeram a renovação necessária para a nossa geração.

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Especial Halloween – Medo

Por , 27 de outubro de 2014 9:00

Para iniciar o nosso especial de Halloween de 2014, vamos falar de um ponto muito importante para toda a indústria do terror: O Medo.

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Você com certeza já conheceu uma pessoa que tem um medo irracional e se não falou na frente dela, deve ter comentado como o medo daquela pessoa ‘é ridículo’. Talvez seja até você que tenha um medo que todos os consideram ‘fora da curva’.

Pode até existir alguns medos irracionais, mas cada medo que uma pessoa carrega é único e tem a mesma força de qualquer outro medo.

Temos duas pessoas A e B, por exemplo.

A, tem medo de ser assaltada ao voltar para casa tarde.

B tem medo de palhaço.

Atualmente, há mais de 100 tipos diferentes de pesquisas  para descobrir como o corpo reage medo, porém não há uma maneira ainda de o quantificar.

Os medos são distintos, mas a reação é a mesma. Pode ter dentro do conceito ‘humano’, um medo é mais fácil de mensurar a sua ‘importância’ para o contexto do nosso mundo que o outro. Porém, as reações do corpo são as mesmas para ambos os casos, já que os nossos cérebros são programados para serem similares em sua estrutura.

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Vamos Explorar! – Thais na Europa – Vai de trem ou avião?

Por , 26 de outubro de 2014 11:22

Semana passada eu falei um pouco de como foi a compra de passagem de ida e volta para a Europa, e hoje eu venho contar para vocês qual foi a escolha para se locomover entre os diversos países.

Na verdade foi bem difícil, são tantas as opções. Fazer o trecho de trem, com a opção de utilizar um passe? Ir de carro em alguns trechos? pegar avião… foi realmente uma escolha bem difícil.

 

Boa parte dos mochileiros fazem o percurso de trem, e tem no passe de uso ilimitado um ajuda para perambular pelos diversos países da Europa sem gastar muito. Porém quando você não tem tanto tempo assim para passar viajando, e quando começa a colocar no papel se realmente o preço que se gasta com as reservas e trem de alta velocidade nem sempre o trem vale a pena.

Nesta empreitada descobrimos as companhias Low Cost, e voamos por toda a Europa pela Easyjet, sem muitos problemas com os voos (apenas um atraso de meia-hora) e um ar condicionado extremamente frio, mas pudemos reservar todos os lugares, e economizamos razoavelmente bem nos deslocamentos, afinal foram oito voos.

Atenção se estiver procurando ir de trem:

– O passe de trem é uma boa alternativa se voce tem bastante tempo livre para ficar no trem, principalmente para viagens longas. Nos trens de alta velocidade, apesar da comodidade as passagens tem um preço mais salgado, muito próximo a alguns voos comerciais.

– O site Rail Europe é excelente para fazer pesquisas de passagens e comprar passes de trens, mas esteja bem atento as regras! Caso for comprar passagens isoladas de trens de alta velocidade como Eurostar (Londres-Paria-Bruxelas), ou na Itália compre diretamente nos sites das empresas, pois a Rail Europe cobra uma taxa de serviço que pode chegar a 40 Euros!

– Na Itália utilize os trens de alta velocidade a vontade, pois eles são bem mais baratos do que o resto da Europa e o serviço é excelente. Fiz os trechos Roma-Florença-Veneza-Milão de trem pela Trenitalia e Italo.

 

De avião:

– A Europa tem diversas companias aéreas Low Cost, sendo a Ryanair e Easyjet as mais conhecidas. As passagens são bem mais baratas, mas possuem diversas limitações, como peso e tamanho de bagagem. Cada companhia tem um política e por isso antes de comprar a passagem leia com cuidado todas as regras.

– Não adianta procurar as passagens em sites de busca como o Decolar.com, pois as passagens baratas que aparecem nele são apenas ilusão, pois estão sem as taxas. Um bom site de buscas é o Skyscanner, mas eu indico é comprar a passagem diretamente no site das cias.

– Atenção para o fato de que as cias Low Cost costumam operar nos aeroportos menores e mais distantes nas cidades maiores, como Londres, os voos chegam e partem de Luton e Gatwick e não Heatrow.

 

 

Cafelícia – Batata Chips sabor….Cappuccino

Por , 25 de outubro de 2014 15:20

Lays, a famosa marca de batata chips americana, convidou os seus consumidores a sugerirem novos sabores. Uma das opções escolhidas para brigar pelo carinho do público foi a de Cappuccino.

Experimentei essa iguaria e lhe explico porque você vai viver melhor sem nunca ter provado.

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Quando a empresa divulgou os quatro finalista dos sabores indicados pelos seus consumidores, a Lays colocou a venda por quase três meses, as suas batatas nos sabores de Bacon Mac & Cheese, Wasabi Ginger, Mango Salsa e a de Cappuccino. A proposta era que todos pudessem provar todos os sabores e escolhessem o melhor, e o escolhido faria parte do catálogo da empresa.

Oferecer uma batata de cappuccino parecia a solução incrível para unir os dois sabores.

Afinal, porque não colocar essa maravilhosa bebida em uma batata chips?

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Entre Páginas – Jane Eyre

Por , 24 de outubro de 2014 9:00

Um dos desafios literários aos quais me propus neste ano era o de ler mais clássicos. Porém, agora em outubro dei uma olhada na minha lista de leituras e constatei que havia negligenciado o gênero ao longo do ano (e não foi por falta de vontade de lê-lo!).

Pensando nisso, resolvi tirar o pó (literalmente) de um volume que vinha me encarando há um tempão da prateleira: Jane Eyre, da Charlotte Brontë.

Ao contrário de 87,9%* da população mundial, não fazia ideia sobre o que versava o livro. Mas temia que fosse algo parecido com a obra da irmã da autora (O Morro dos Ventos Uivantes, da Emily Brontë, do qual não gosto nem um pouco). E não é que me dei melhor com a Charlotte?

 

Jane Eyre

 

Jane Eyre, órfã de pai e mãe, vive com parentes que a desprezam até ser enviada para a instituição de caridade Lowood. Apesar das inúmeras privações que enfrenta na escola, a menina leva uma vida quase feliz e se torna forte e independente. Aos 18 anos, decide partir para Thornfield e trabalhar como preceptora de Adèle, pupila do irônico e arrogante Edward Rochester. Jane Eyre narra, além de uma comovente história de amor, a saga de uma jovem em busca de uma vida mais rica do que a sociedade inglesa do século XIX tradicionalmente permitia às mulheres.

 

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Entre Páginas – Isla and the Happily ever after

Por , 22 de outubro de 2014 8:00

Stephenie Perkins volta com a sua terceira mocinha, e após ter começado muito bem com Anna e O Beijos Francês e ter caído em um caminho um pouco chatinho com Lolla, o seu terceiro livro trás de volta Paris, acompanhada de Isla, Josh e…preparem o coração, porque esse é o melhor livro da série.

 

IslaA romântica incorrigível Isla tem uma queda pelo cartunista introspectivo Josh desde o seu primeiro ano na Esola Americana em Pairs. E depois de se encontrarem sem querer em Manhattan durante o verão, um romance de verdade pode estar mis perto de Isla do que ela imagina.

Mas de volta a França, quando eles começam o último ano, Isla e Josh são forçados a confrontarem os desafios que todo casal novo deve enfrentar, incluindo dramas familiares, incerteza sobre a faculdade e uma possibilidade muito real deles serem separados.

Já falei em mais de uma ocasião aqui, que estou passando por ano meio afastado da quantidade de livros que lia, então posso estar sendo exagerada e posso ser surpreendida mas ao contrário do que imaginava, Isla concorre fácil a minha vaga de melhor livro de YA do ano.

 

“When i finally lift my eyes and look across the circle, he gives me the softest smile.

Oh, it melts me.”

 

Eu tenho mil motivos para enumerar porque gosto tanto de YA, mas um dos principais é que adoro quando a pessoa está começando a descobrir o seu papel no mundo, ou o que o mundo efetivamente representa na sua vida. Com isso, vem toda a bagagem interna, externa, às vezes muitos problemas e em alguns casos, muitas soluções.

No caso de Isla, ela ainda está aprendendo a ser ela mesma, e a medida que grandes mudanças e decisões importantes vão chegando na sua porta, ela vai tendo a oportunidade de efetivamente sair do seu casulo e explorar um pouco, principalmente o Josh que assim como ela, também precisa procurar o seu lugar.

Gosto como nessa trama não há um grande vilão, ex-namoradas ou até mesmo outros interesses entre os dois. São as qualidades e os seus piores defeitos de Isla e Josh, que fazem com que o romance vá até o céu, ou caia em um poço. Isla tem tantas questões em aberta em certo ponto, que você realmente acredita que ela está tomando a mesma decisão e vai com ela até o fim, porque ela simplesmente tem as mesmas inseguranças que qualquer uma de nós teria.

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Blá Blá Blá – Brainstorm

Por , 21 de outubro de 2014 13:18

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Ainda na série de criatividade, hoje vamos para uma parte louca, mas muito impotente para o processo criativo, o que chamamos de Brainstorm.

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