Category: Entre páginas

#LendoKing #6 – Saco de Ossos

Por , 16 de agosto de 2017 9:00

Sabe aquelas histórias de fantasmas bem assustadoras que a gente conta no escuro, antes de dormir?

Saco de Ossos, do Stephen King, é tudo isso e muito mais!

 

Capa Saco de Ossos Ponto de Leitura.inddA história de um antigo amor – um sentimento forte que o tempo e a morte não conseguem destruir. A história de uma nova paixão – um relacionamento assombrado por segredos do passado. A história de uma criança – a inocente prisioneira de um terrível fogo cruzado. São estes os ingredientes de Saco de Ossos, mais um romance com a marca inigualável do grande mestre da narrativa contemporânea, Stephen King. Mike Noonan é um romancista de sucesso que vê sua vida subitamente transformada com a morte da esposa Jo. Quatro anos já se passaram e o sentimento é o mesmo – o desânimo, a tristeza, a sensação de que nunca mais será capaz de escrever. Diante da tela branca do computador, ele vê o vazio doloroso que passou a dominar seus dias. Nem mesmo o sono lhe traz alívio. Noonan é agora atormentado por terríveis pesadelos com Sara Laughs e a casa do lago – o recanto de sonhos onde ele e Jo foram tão felizes. Voltar à pequena cidade. Esta parece ser a única saída. Mike sente que precisa enfrentar o passado e tentar reencontrar seu caminho.

 

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Café Irlandês – 6 Livros para ler (JÁ) antes do filme estrear

Por , 9 de agosto de 2017 20:09

 cafe irlandes

Nada melhor que pegar um cineminha e curtir uma história envolvente.

Muitas dessas histórias são inspiradas/adaptadas à partir dos livros, e a maioria dos leitores gosta de ler SEMPRE o livro antes de ver o filme.

Para ajudar a programar as suas próximas leituras, listamos 6 livros para ler antes do filme estrear.

 

1 – Os Meninos que Enganaram os Nazistas

Os meninos que engavam os nazistas

 

Paris, 1941. O país é ocupado pelo exército nazista, e o medo invade as casas e as ruas francesas. O poder de Hitler se mostra absoluto e brutal… É durante um dos períodos mais turbulentos da História que a emocionante narrativa de Joseph e Maurice se desenrola. Irmãos judeus de 10 e 12 anos de idade, perambulam sozinhos pelas estradas, vivendo experiências surpreendentes, tentando escapar da morte e em busca da zona livre para ganhar a liberdade.

O filme já está em cartaz, mas o livro publicado pela Editora Vestígio, tem somente 288 páginas e dá tempo de ler e conferir antes nos cinemas.

 

 

2 – O Castelo de Vidro

castelo de vidro

Com ninguém menos que Brie Larson como protagonista, o filme baseado no livro de Jeannete Walls, retrata a infância da própria Walls, criada com os irmãos no seio de uma família desequilibrada, bastante pobre e nômade.

No Brasil, o livro foi lançado pela Editora Nova Fronteira. Já o filme, conta Woody Harrelson e Naomi Watts, além de Brie.

Com estreia programada para 24 de agosto, esse é um dos livros que precisam ser ‘passados na frente’, para terminar a leitura antes da estreia.

3 – A Torre Negra

O Pistoleiro

Leia nossa resenha AQUI

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Entre páginas – O inferno dos outros

Por , 7 de agosto de 2017 9:00

Falei recentemente aqui no blog sobre o Man Booker Prize e como, aos poucos, esse prêmio tem despertado a minha curiosidade (e me desafiado a ler coisas diferentes).

Apesar de a longlist da premiação ter saído apenas recentemente, ela foi precedida pela edição internacional do Booker Prize, que engloba obras do mundo todo, escrita em línguas diferentes, publicadas no último ano na Inglaterra.

E foi justamente quando essa longlist internacional foi divulgada que conheci David Grossman e sua obra O inferno dos outros. O livro estava sendo bastante comentado em um grupo do Goodreads que acompanho (ManBookering – #ficadica!) e resolvi conferi-lo.

 

CAPA-O-INFERNO-DOS-OUTROS

Em cima de um palco decadente de uma pequena cidade israelense, Dovale apresenta um show de stand up para alguns gatos pingados e um amigo de infância, seu convidado especial da noite. Enquanto faz piadas mais ou menos sagazes, no limite do politicamente correto e do bom gosto, passeando por temas tão amplos quanto o conflito Israel-Palestina e os palavrões proferidos por um papagaio, o comediante provoca o riso da plateia, mas também o desconforto. A tensão aumenta conforme Dovale expõe seus dramas pessoais mais profundos, e o humor se esvai dando lugar a uma melancolia comum a todos nós. Um romance corajoso e atual, breve mas avassalador, de um dos maiores ficcionistas contemporâneos.

 

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Entre páginas – Rua do Odéon

Por , 4 de agosto de 2017 9:00

Tem algumas pessoas que não acreditam em inferno astral. Mas é bem da verdade é que o mês que antecede o meu aniversário sempre tende a ser um pouquinho mais conturbado que o normal… E esse ano não foi diferente!

Faltava exatamente 10 dias para eu ficar um aninho mais velha quando eu torci feio o meu pé. Isso resultou em um pouco mais de uma semana “de molho” em casa com o pé imobilizado… e em muitas leituras no “intervalo do gelo”.

Dentre elas estava Rua do Odéon, um livro de memórias de Adrienne Monnier, uma livreira de Paris que vivem em meio à efervescência cultural da cidade-luz entre os anos de 1915 e 1951. E que delícia de leitura!

 

Rua do OdeonDe 1915 a 1951, La Maison des Amis des Livres, a livraria de Adrienne Monnier na rua do Odéon, em Paris, foi um importante ponto de encontro para muitos intelectuais da época, como Paul Valéry, André Gide, Jean Cocteau, André Breton, Walter Benjamin e James Joyce. O local funcionava também como editora, e uma de suas publicações em especial teve grande repercussão: a primeira edição em francês do romance Ulisses, de Joyce, em 1929. Os textos que compõem este livro constituem uma espécie de relato fragmentado da trajetória dessa livraria, de suas várias atividades e de alguns de seus frequentadores. Autorretrato de uma mulher apaixonada, culta e que soube reunir em torno de si um fascinante grupo de intelectuais, Rua do Odéon é, acima de tudo, uma homenagem à literatura.

 

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#LendoKing #5 – A Dança da Morte

Por , 2 de agosto de 2017 9:00

Para a Sabrina e para a Fanny a leitura de A Dança da Morte, do Stephen King, se deu em momentos e por motivos diferentes… E o resultado dessa jornada também foi um pouquinho distinto para cada uma.

 

sabrina-capa

 

Poucos livros merecem ser chamados de fenômeno editorial, mas ‘A dança da morte’ sem dúvida é um deles. Aclamado pela crítica e pelo público, o romance é considerado uma das melhores obras de Stephen King.
Após um erro de computador no Departamento de Defesa, um milhão de contatos casuais formam uma cadeia de morte: é assim que o mundo acaba. O que surge é um árido lugar, privado de suas instituições e esvaziado de 9% da sua população. Um lugar onde sobreviventes em pânico escolhem seus lados – ou são escolhidos por eles. Onde os bons se apoiam nos ombros frágeis de Mãe Abagail, com seus 108 anos de idade, e os piores indizíveis: Randall Flagg, o homem escuro.
Valendo-se da imaginação sem limites que caracteriza sua obra , King criou uma história épica sobre o fim da civilização e a eterna batalha entre o bem e o mal. Com sua complexidade moral, seu ritmo eletrizante e suas incríveis profundidade e variedade de personagens, ‘A dança da morte’ merece um lugar entre os clássicos da literatura popular contemporânea.

 

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Entre Páginas – Drácula #ProjetoPraVida

Por , 31 de julho de 2017 9:00

Um Clássico é um clássico!

Ler Drácula, de Bram Stoker, se tornou uma ~obrigação~ quando ele foi o título escolhido para o Clube do Livro do qual participamos. Mas como ele já figurava em nossa lista para o #projetopravida, foi ótimo riscá-lo de duas colunas diferentes.

 

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Fonte de inúmeras adaptações para telas e palco, inspiração para músicos, escritores e artistas de todas as áreas, Drácula é um ícone incontestável e obra-máxima de Bram Stoker.

De um lado o conde Drácula – o mais famoso vampiro da literatura – e sua legião crescente de mortos-vivos. De outro, um grupo unido e decidido a caçá-lo: Jonathan e Mina Harker, o médico holandês Van Helsing e seus amigos. Romance epistolar ágil e bem-construído, esse livro enredará também você nessa dramática corrida contra o tempo.

 

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Man Booker Prize – A Longlist de 2017

Por , 30 de julho de 2017 9:00

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Se tem um prêmio literário que tem (assanhado) despertado a minha curiosidade e a da Fanny é o Man Booker Prize.

A nossa curiosidade foi despertada depois que percebemos que alguns dos livros e autores de que mais gostamos no ano passado foram indicados ou vencedores desse prêmio, como Eleanor CattonJulian BarnesKazuo Ishiguro.

Para quem não está familiarizado com essa premiação, vale uma breve contextualização: o Man Booker foi criado em 1969 por uma fundação internacional baseada em Londres e premia, todo ano, os melhores livros de língua inglesa publicados nos últimos 12 meses na Inglaterra por autores vivos (porém, obras de autores de outros países são elegíveis, desde que se encontrem nesses critérios)

O julgamento é feito por um grupo de juízes que muda todos os anos e se dá da seguinte forma: em julho é revelada a lista completa de indicados (chamada de longlist). Em setembro é revelada a shorlist, já com os 06 finalistas que disputarão pelo prêmio final. E, finalmente, em outubro é revelado o grande vencedor.

Esse prêmio se tornou bastante popular, tanto que em 2005 criou-se o Man Booker Prize internacional, que aí sim abarca todos os autores vivos, independente de sua nacionalidade e da língua original da obra. O ganhador desse ano foi o livro O inferno dos outros, do israelense David Grossman, de quem falaremos em breve aqui no blog.

A característica mais bacana, que faz com que os leitores insiders gostem desse prêmio, é que ele sempre seleciona um mix bem variado de obras, e une tanto títulos de autores já aclamados como novas gerações de autores jovens e desconhecidos – o que acaba se tornando um trampolim para que eles ganhem um espaço na mídia e nas TBR’s das pessoas.

Pois bem, apresentações feitas, é hora de divulgar os livros indicados deste ano. Preparados?

 

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E há 200 anos atrás, Jane Austen nos deixava

Por , 18 de julho de 2017 7:00

Em uma carta de 15 de junho de 1808, Jane Austen, escreveu para a sua irmã Cassandra:

“Por onde devo começar? Qual dos meus importantes nada eu devo te contar primeiro?”

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Jane tinha 32 dois anos, já havia escrito Lady Susan, Razão e Sensibilidade, Northanger Abbey e The Watsons e em 9 anos e poucos meses, a curta vida de Jane terminaria, colocando um fim nas suas histórias.

Por 41 anos, Austen viveu uma vida inconstante, com mudanças pela Inglaterra e tendo que viver de favor, com a irmã e a mãe, porque elas simplesmente não tinham dinheiro. Ela não casou, não teve filhos e nunca saiu da Inglaterra. Ainda assim, essa filha ~´insignificante~ de um clérigo, tinha um olhar para o mundo, para as relações humanas, que poucos consigam  expressar de uma forma tão única.

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Entre páginas – Romance com o Duque

Por , 17 de julho de 2017 10:00

Tessa Dare tem o meu coração. Pode vir pegar!

Resenha Romance com o DuqueIzzy sempre sonhou em viver um conto de fadas. Mas, por ora, ela teria que se contentar com aquela história dramática.

A doce Isolde Ophelia Goodnight, filha de um escritor famoso, cresceu cercada por contos de fadas e histórias com finais felizes. Ela acreditava em destino, em sonhos e, principalmente, no amor verdadeiro. Amor como o de Cressida e Ulric, personagens principais do romance de seu pai.

Romântica, ela aguardava ansiosamente pelo clímax de sua vida, quando o seu herói apareceria para salvá-la das injustiças do mundo e ela descobriria que um beijo de amor verdadeiro é capaz de curar qualquer ferida.

Mas, à medida que foi crescendo e se tornando uma mulher adulta, Izzy percebeu que nenhum daqueles contos eram reais. Ela era um patinho feio que não se tornou um cisne, sapos não viram príncipes, e ninguém da nobreza veio resgatá-la quando ela ficou órfã de mãe e pai e viu todos os seus bens serem transferidos para outra pessoa.

Até que sua história tem uma reviravolta: Izzy descobre que herdou um castelo em ruínas, provavelmente abandonado, em uma cidade distante. O que ela não imaginava é que aquele castelo já vinha com um duque…

Na maioria das vezes, o meu amor por um autor vem de uma vez. Em uma história sensacional que li sem esperar nada, e ele fica ali para sempre (ou enquanto escreve bons livros). No caso dos romances históricos, isso sempre seguiu a mesma regra.

Tanto que sempre pergunto para a nossa especialista (Thais da Mata), qual o melhor livro de um autor/série para começar. Só que a Tessa Dare, foi a pessoa que olhou para as regras e… as ignorou,

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Entre Páginas – A História do Futuro de Glory O’Brien

Por , 22 de junho de 2017 12:35

Esse foi o terceiro livro que li da A.S. King. E foi: diferente, revelador e…o melhor.

Resenha A História do Futuro de Glory O'BrienO fim do ensino médio é uma época de possibilidades infinitas – mas não para Glory O’Brien, uma jovem norte-americana que não tem nenhum plano para o futuro. Sua mãe cometeu suicídio quando Glory tinha apenas 4 anos, e ela nunca parou de se perguntar se seguiria o mesmo caminho… Até que numa noite transformadora ela começa a experimentar um novo e surpreendente poder que lhe permite enxergar o passado e o futuro das pessoas.

De antepassados a muitas gerações futuras, a jovem é bombardeada com visões – e o que ela vê pela frente é aterrorizante: um novo líder tirânico toma o poder e levanta um exército. Os direitos das mulheres desaparecem. Uma violenta segunda guerra civil explode. Jovens garotas somem diariamente, vendidas ou confinadas em campos de concentração.

Sem saber o que fazer, Glory decide registrar todas as suas visões, na esperança de que a sua História do Futuro sirva de alerta e evite o que vem por aí.

Mas será que as pessoas vão acreditar nela? Será que estarão dispostas a fazer o que é necessário para impedir a concretização daquele destino medonho?

Durante muitos anos, YA foi meu motor condutor de leituras. Se era YA, estava na minha lista, esperando para ser devorado.

Foi assim por um bom tempo, mas nos últimos 2 anos fui mudando as minhas direções. Ainda amo YA com todo o meu coração, só que agora escolho a dedo os que vou ler, exatamente para não me decepcionar.

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