Café Irlandês – 7 dicas para criar um clube do livro ideal

Por , 19 de julho de 2017 19:08

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Ler é uma atividade solitária, mas é tão bom compartilhar as leituras, impressões e discutir com outras pessoas sobre os seus personagens favoritos, o acertos (e erros) de um autor.

Geralmente, quando uma conversa dessas acontece, você volta para casa, com mais vontade de ler e uma pilha de livros novos na sua TBR, o que é sempre muito bom.

Os clubes dos livros, são uma fonte ideal disso, afinal é um encontro para se fazer o que mais gostamos (depois de batata frita): Falar sobre os livros! Só que é preciso ter alguns cuidados e tomar decisões, para que todos tenham o melhor proveito e que os encontros sejam duradouros.

Por isso, listamos 7 dicas para se iniciar um clube do livro.

 

1 – O Estilo/Tema

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Assim como em uma festa ou casamento, é preciso você pensar no estilo do clube do livro você quer. Talvez você pretenda reunir o maior número de pessoas possíveis na biblioteca da cidade, ter um encontro mais intimo na casa de um dos integrantes ou até mesmo online.

Com essa escolha do estilo na cabeça, você já consegue delimitar quem serão as pessoas que poderão ser convidadas/terão interesse em participar.

Também é legal pensar em um tema, ou uma linha que o grupo seguirá.

Por exemplo, como o clube comandado pela Livros e Café, que se chama Lendo Mulheres, e eles leem, claro, livros escritos por mulheres. Com isso, mesmo sem falar os livros que serão discutidos, você já consegue fazer com que o seu público alvo vá entendendo o que esperar.

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E há 200 anos atrás, Jane Austen nos deixava

Por , 18 de julho de 2017 7:00

Em uma carta de 15 de junho de 1808, Jane Austen, escreveu para a sua irmã Cassandra:

“Por onde devo começar? Qual dos meus importantes nada eu devo te contar primeiro?”

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Jane tinha 32 dois anos, já havia escrito Lady Susan, Razão e Sensibilidade, Northanger Abbey e The Watsons e em 9 anos e poucos meses, a curta vida de Jane terminaria, colocando um fim nas suas histórias.

Por 41 anos, Austen viveu uma vida inconstante, com mudanças pela Inglaterra e tendo que viver de favor, com a irmã e a mãe, porque elas simplesmente não tinham dinheiro. Ela não casou, não teve filhos e nunca saiu da Inglaterra. Ainda assim, essa filha ~´insignificante~ de um clérigo, tinha um olhar para o mundo, para as relações humanas, que poucos consigam  expressar de uma forma tão única.

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Entre páginas – Romance com o Duque

Por , 17 de julho de 2017 10:00

Tessa Dare tem o meu coração. Pode vir pegar!

Resenha Romance com o DuqueIzzy sempre sonhou em viver um conto de fadas. Mas, por ora, ela teria que se contentar com aquela história dramática.

A doce Isolde Ophelia Goodnight, filha de um escritor famoso, cresceu cercada por contos de fadas e histórias com finais felizes. Ela acreditava em destino, em sonhos e, principalmente, no amor verdadeiro. Amor como o de Cressida e Ulric, personagens principais do romance de seu pai.

Romântica, ela aguardava ansiosamente pelo clímax de sua vida, quando o seu herói apareceria para salvá-la das injustiças do mundo e ela descobriria que um beijo de amor verdadeiro é capaz de curar qualquer ferida.

Mas, à medida que foi crescendo e se tornando uma mulher adulta, Izzy percebeu que nenhum daqueles contos eram reais. Ela era um patinho feio que não se tornou um cisne, sapos não viram príncipes, e ninguém da nobreza veio resgatá-la quando ela ficou órfã de mãe e pai e viu todos os seus bens serem transferidos para outra pessoa.

Até que sua história tem uma reviravolta: Izzy descobre que herdou um castelo em ruínas, provavelmente abandonado, em uma cidade distante. O que ela não imaginava é que aquele castelo já vinha com um duque…

Na maioria das vezes, o meu amor por um autor vem de uma vez. Em uma história sensacional que li sem esperar nada, e ele fica ali para sempre (ou enquanto escreve bons livros). No caso dos romances históricos, isso sempre seguiu a mesma regra.

Tanto que sempre pergunto para a nossa especialista (Thais da Mata), qual o melhor livro de um autor/série para começar. Só que a Tessa Dare, foi a pessoa que olhou para as regras e… as ignorou,

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Fala Série! – O inverno chegou em Westeros e ninguém está a salvo #WinterisHere

Por , 16 de julho de 2017 12:21

Desde que estreou em 2011, Game of Thrones ganhou o status de queridinha no mundo todo. Sem economizar dinheiro, a HBO criou uma produção digna de cinema para todos os episódios da série.

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Com cada cenário é bem preparado(com a série sendo gravada pelo mundo inteiro), cada roupa confeccionada com maestria, atores bem incorporados nos personagens e um roteiro feito com todo o cuidado possível, a HBO deu para uma história amada por muitos, o tratamento pefeito para se tornar o ícone que virou. Não é por menos, até as perucas são perfeitas!

Ainda assim, fazer a série era uma aposta grande para a emissora. Apesar dos livros serem conhecidos de uma parcela da população que consome histórias fantásticas, não era uma paixão mundial. Em pouco mais de 6 anos, tudo isso mudou.

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Nota Musical – O (Ótimo!) Drama da Lorde – Review Melodrama

Por , 3 de julho de 2017 12:24

Em 2013, Ella Yelich-O’Connor da Nova Zelândia, também conhecida como Lorde, nos conquistou. E em 2017, ela está de volta para mostrar que ainda vai ficar muito tempo por aí.

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Quando Lorde apareceu na mídia derrubando barreiras e conquistando os criticios e as rádios com o seu Royals, muito estava na mesa. Ela era nova, talentosa, com letras maravilhosas e fazendo muito sucesso.

Tanto, que Royals foi a minha música favorita de 2013 e seu CD de estreia, Pure Heroine, entrou na lista dos favoritos do ano e ainda o escuto muito. Não só Royals e Team que se tornaram hits, mas o álbum tem várias joias que mostram o talento dela, como Glory and Gore, Still Sane e White Teeth Teens.

Só que as músicas falavam da sua vida ‘simples’, de como ela nunca seria uma “Royals”, sem dinheiro para as coisas e como ela ainda não tinha se acostumado com a fama.

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Entre Páginas – A História do Futuro de Glory O’Brien

Por , 22 de junho de 2017 12:35

Esse foi o terceiro livro que li da A.S. King. E foi: diferente, revelador e…o melhor.

Resenha A História do Futuro de Glory O'BrienO fim do ensino médio é uma época de possibilidades infinitas – mas não para Glory O’Brien, uma jovem norte-americana que não tem nenhum plano para o futuro. Sua mãe cometeu suicídio quando Glory tinha apenas 4 anos, e ela nunca parou de se perguntar se seguiria o mesmo caminho… Até que numa noite transformadora ela começa a experimentar um novo e surpreendente poder que lhe permite enxergar o passado e o futuro das pessoas.

De antepassados a muitas gerações futuras, a jovem é bombardeada com visões – e o que ela vê pela frente é aterrorizante: um novo líder tirânico toma o poder e levanta um exército. Os direitos das mulheres desaparecem. Uma violenta segunda guerra civil explode. Jovens garotas somem diariamente, vendidas ou confinadas em campos de concentração.

Sem saber o que fazer, Glory decide registrar todas as suas visões, na esperança de que a sua História do Futuro sirva de alerta e evite o que vem por aí.

Mas será que as pessoas vão acreditar nela? Será que estarão dispostas a fazer o que é necessário para impedir a concretização daquele destino medonho?

Durante muitos anos, YA foi meu motor condutor de leituras. Se era YA, estava na minha lista, esperando para ser devorado.

Foi assim por um bom tempo, mas nos últimos 2 anos fui mudando as minhas direções. Ainda amo YA com todo o meu coração, só que agora escolho a dedo os que vou ler, exatamente para não me decepcionar.

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Nota Musical – Stoyca, Quem viver verá

Por , 14 de junho de 2017 18:18

Falar que a cena brasileira de música acabou, é discurso de quem não conhece as bandas novas, como a brasiliense Stoyca.

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Não é difícil fazer música, é difícil fazer música boa e ter o caminho para trabalhar com elas. Sejam as rádios, os serviços de streamings, a televisão e até os ouvintes, acabam propagando as músicas de sempre, sem variação.

E quando uma banda vem com um som novo, ela tem que batalhar muito para conseguir se destacar e não ‘se vender’. Vivemos de pop e funk, mas há espaço para outras músicas de qualidade, e são bandas como a Stoyca tentam renovar isso.

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Blá Blá Blá: Os Amores de Papel #DiadosNamorados

Por , 11 de junho de 2017 20:30

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Há uma linha bem marcada que atravessamos quando nos tornamos leitores. Não é errado afirmar que deixamos um mundo cinzento para trás e começamos um percursos com várias estradas, desvios e opções.

Quando entramos nesse delicioso labirinto da leitura, dificilmente passaremos pelas mesmas experiências, gostos e desgostos de outras pessoas. Cada um carrega a sua experiência pessoal para dentro dele, e até mesmo qualquer pequena diferença dos passos (como alguns livros diferentes), podem acarretar nessas diferenças.

Por isso, ler um livro é embarcar em uma viagem, e isso vale para as coisas ruins e para as boas. Para os momentos de mistério, e da tranquilidade dos epílogos. E isso também significa, que se o personagem é encantador, temos grandes chances de nos apaixonarmos por eles.

Às vezes, é uma paixonite que termina no momento em que você fecha o livro e segue em frente para o próximo, mas há alguns personagens que nos cativam tanto,  que não queremos terminar o livro.

Ou melhor, o livro nunca termina para nós. É alguém falar o nome, que já damos aquela pequena suspirada e uma leve inclinação de cabeça, lembrando exatamente de como ele nos fez sentir.

A saudade pode ser tão grande, que em muitos momentos você relerá o livro, para se reencontrar com esse sentimento.

Se apaixonar por um personagem, é bem parecido com encontrar um desconhecido no metro, no ônibus ou até no elevador. Uma pessoa que você olha e já se sente atraído de cara. E nem sempre é só por conta do tipo físico (às vezes é, né?), mas o jeito da pessoa. Você olha e pensa: Meu número.

E aí, o ponto chega, o vagão para na estação ou o elevador para no seu andar, e você vai embora continuando a sua vida. Mas certamente, contará para alguém sobre o seu encontro, porque ele tem toques de mistérios.

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Pipoca Salgada – Mulher Maravilha é ok

Por , 8 de junho de 2017 19:15

Mulher Maravilha chegou  quebrando recordes e mostrando que super heroínas também podem ter espaço no cinema.

Será um passo que terá um papel positivo para os filmes dirigidos/sobre mulheres, só não é toda essa Coca-Cola que montaram em cima dele.

WONDER WOMAN

Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas.

Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

Quando se fala de super heróis, cada uma tem um favorito. Seja pela história, o poder ou até mesmo o background do personagem, é possível se conectar (ou não), com cada um (ou vários) deles.

Eu nunca fui uma pessoa muito ligada na Mulher Maravilha (sempre gostei mais da Super Girl),  e tirando as suas participações no desenho da Liga da Justiça, não conhecia muito sobre a amazona que luta ao lado de Superman e o Batman. Tão pouco, me interessei pelas novas histórias contadas pela DC para os seus personagens.

Então, tinha uma posição mais aberta sobre o filme, não fui ver como uma fã incondicional, mas como uma espectadora.

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Blá Blá Blá – Matando o TOEFL: Diário #02

Por , 22 de maio de 2017 13:50

Eu me diverti fazendo o planejamento para o TOEFL, mas a execução desses planos não estão saindo como eu precisava.

Colocar o plano no papel é sempre a melhor parte. Afinal, não só parece que você tem TUDO SOB CONTROLE, como você também cria um mundo perfeito em que tudo vai dar certo.

O problema é que há muitas variáveis entre os seus planos e a realidade. Dias que você chega cansada e com dor de cabeça, que tem compromissos sociais inadiáveis, é claro, gravações que comprometem o governo em exercício.

Então, os meus planos listados no início não estão 100% sob controle. Estou atrasada nos planejamentos dos livros e lutando para conseguir voltar ao que tinha me programado.

E é com muita vergonha que digo que o meu maior desafio ultimamente está sendo a preguiça. Quando é o momento de estudar, eu quero ficar deitada na minha cama, dormindo, lendo ou simplesmente ficar aninhada nela.

O problema, é que eu não produzo nada nessa posição. Tenho que estar sentada, com uma mesa na frente, senão virá um jogo em que eu abro o caderno, faço duas linhas da lição e mudo os meus planos.

Tenho que ser mais forte que isso. Simplesmente tenho.
Apesar disso, eu consegui avançar bastante em vários tópicos.

Se os exercícios do livro de gramática estão me deixando mais consciente da minha falha, ainda não consegui avaliar se o Cracking the TOEFL ( livro que comprei para estudar para a prova) será uma ferramenta tão útil assim.

Talvez, eu só perceba o quanto os seus exercícios (um pouco confusos)e as suas dicas (aleatórias) serão úteis, exatamente no dia da prova.

Outra ferramenta que está me ajudando bastante é a internet. Estou usando principalmente para tirar as dúvidas pontuais e me desenvolver em outras questões.

Uma dessas grandes ferramentas é o EDX.

Para quem não conhece o EDX é o CÉU para quem sempre quis estudar um assunto aleatório em uma universidade americana. Com a temática de um pacote de um assunto/matéria especifica, o site tem exatamente o ambiente propicio para o estudo.

Atualmente, eu estou fazendo dois cursos Hamlet’s Ghost (promovido por  Harvard!!)  e Preparing for the AP English Literature and Composition Exam.

O exame AP é utilizado como referência para as universidades americanas (e algumas de outros países) para avaliação dos seus possíveis alunos. Como o tema do curso é exatamente treinar a compreensão e escrita em projetos acadêmicos, ele está sendo um complemento para os meus estudos.

O melhor da plataforma EDX, é que você pode estudar até no celular, mas alguns assuntos são bem complexos e podem exigir até 6 horas de estudo semanal, com direito a prova de múltipla escolha, nota final é certificado.

Quem ficou interessado, pode conhecer mais AQUI!

Agora, volto para os meus livros sabendo que preciso construir um tipo de bunker e me enfiar lá para conseguir vencer o tempo e chegar no exame preparada.

FOCO FANNY!