Posts com a tag:Charles Dickens

Retrospectiva 2017 – O melhor do Café: Livros

Por , 29 de dezembro de 2017 19:45

sabrina

2017 foi um ano de leituras um tanto diversificadas.

Seja através de desafios ou da mera curiosidade mesmo, descobrimos novos autores, exploramos novos gêneros… E nos deparamos com leituras inesquecíveis!

Confira algumas das leituras que marcaram o nosso ano!

 

Continue lendo 'Retrospectiva 2017 – O melhor do Café: Livros'»

Café irlandês – 06 motivos para amar Charles Dickens

Por , 7 de fevereiro de 2017 9:00

cafe irlandes

 

Há 205 anos nascia um dos maiores escritores de todos os tempos: Charles Dickens.

Se você acompanha o blog há um tempinho já sabe que sou absolutamente apaixonada pela escrita do autor inglês e que suas histórias permanecem comigo muito depois de virar as páginas finais de seus romances.

Por isso, gostaria de aproveitar o aniversário de Dickens para compartilhar com vocês alguns motivos para você também se apaixonar por ele.

 

1 – A narrativa

 

Dickens8

 

Não importa qual seja a cena: um momento de tensas revelações entre os personagens ou uma simples descrição do amanhecer pelas ruas de Londres: a escrita de Dickens é capaz de traduzir esse momento em algo único e encantador!

 

2 – Os personagens

 

Dickens5  Dickens6

 

Dos mocinhos mais profundos aos vilões mais asquerosos, Dickens é capaz de construir personagens tridimensionais e inesquecíveis. Que leitor nunca ficou com a imagens da Sra. Havisham em seu eterno vestido de noiva ou não se arrepiou com a brutalidade de Bill Sykes? E quem nunca tentou evitar a rabugice do velho Scrooge?

 

Continue Lendo!

Projeto Dickens #7 – Oliver Twist

Por , 31 de janeiro de 2017 9:00

Depois de um longo intervalo, finalmente cheguei à próxima parada do meu longo Projeto Dickens. E a escolha da vez foi a segunda obra publicada pelo autor: Oliver Twist.

Confesso que iniciei a leitura sem muitas expectativas… Na verdade, pelo pouco que sabia sobre o livro, tinha a impressão de que esta seria a obra de Charles Dickens de que menos gostaria. Sendo assim, que delícia foi encontrar uma narrativa impressionante e comovente, capaz de conquistar o meu coração!

 

IMG_5469

 

Sombrio, misterioso e acidamente engraçado, Oliver Twist apresenta alguns dos vilões mais memoráveis de toda a ficção – Fagin, o traiçoeiro líder da gangue; Bill Sikes, o bandido ameaçador; e Artful Dodger e seu grupo de ladrões pelas ruas imundas de Londres.

A obra de Dickens é, ao mesmo tempo, uma crítica à pobreza e uma aventura repleta de ameaças e maldades ocultas.

 

Continue Lendo!

Desafios Literários: O que fizemos em 2016 e o que nos espera em 2017

Por , 13 de janeiro de 2017 19:50

capa

Se você perguntar para a Thais e para o Will, eles nos caracterizam como duas loucas. “Malucas” é um adjetivo que ouvimos muito deles.

Apesar de não concordarmos com a colocação, até entendemos (um pouquinho) essa posição deles. Somos 4 pessoas que se dão muito bem, com gostos similares, mas também bem diversos. Nossas listas de retrospectiva como a de 2017 (Veja AQUI) que o diga!

Então tem algumas coisas em que você sabe que pode contar ou não com um companheiro da equipe e, quando se trata de desafios literários, nós duas sabemos que temos com quem contar e nos apoiar para executar o desafio.

Tudo começou quando um piano caiu na nossa cabeça (figurativamente, claro) quando percebemos que, se lêssemos 1 livro por mês da nossa TBR (pilha dos to be read, ou seja, de leituras pendentes) levaríamos 42 anos para completá-la.

Vou repetir: Nossa TBR completa tem 42 ANOS!!!

tumblr_ojoj81H3aV1s1rwswo1_540

Isso foi no começo de 2015 e, para dar conta dessa meta longínqua, inauguramos na época o #Projetopravida. O propósito era exatamente listarmos essas obras é iniciarmos a leitura delas imediatamente.

Continue Lendo!

Blá Blá Blá – Quem tem medo dos clássicos?

Por , 21 de outubro de 2016 9:00

classics

 

Já mencionei diversas vezes por aqui que uma das minhas fontes número um de indicações literárias é o Youtube. Assino diversos canais do universo “booktube”, focados nos mais diversos gêneros, públicos e idades.

O mais divertido em seguir a vários canais, na minha opinião, é identificar as “patotas” de vlogueiros, que leem em conjunto, comentam e interagem entre si. E uma das minhas “patotas” favoritas do booktube internacional é, sem dúvida, a formada por Ange (Beyond the Pages), Alysia (Exlibris), Katie (Books and Things), Kate (Kate Howe) e Yamini (TheSkepticalReader).

O perfil dessas meninas é voltado mais para clássicos e literatura contemporânea – gêneros que estão, aos poucos, ganhando um espacinho especial no meu coração (vide os desafios de leitura dos quais tenho participado, como o #projetopravida e o projeto Yale). Para vocês terem uma ideia, elas criaram um projeto especial para este mês chamado #Victober, onde fizeram a proposição de lerem bastante literatura vitoriana ao longo do mês. Puro amor!

Bem, tudo isso é para dizer que esses dias estava assistindo um vídeo da Katie, do Books and Things, no qual ela avalia a relação das pessoas com os romances clássicos e como essa classificação faz com que as pessoas se sintam na obrigação de ter que entender todas as entrelinhas daquela obra ou de fazer resenhas mais aprofundadas e com menos “paixão” do que as de livros mais contemporâneos.

Fiquei pensando nesse assunto e como ele se aplica à minha própria relação com os clássicos – e com os outros gêneros literários – e resolvi compartilhar um pouquinho dessa reflexão com vocês, para ver ser mais pessoas também se sentem assim.

 

Continue Lendo!

Projeto Dickens #6 – David Copperfield

Por , 4 de julho de 2016 9:00

 

“Assim como muitos pais afetuosos, tenho no fundo do meu coração um filho predileto. E seu nome é David Copperfield”.

 

Toda vez que me sento para escrever mais um post relacionado ao #ProjetoDickens, sinto um misto de ansiedade, empolgação e terror.

Ansiedade e empolgação porque acabei de ler as últimas páginas de mais um livro incrível de um dos meus autores favoritos de todos os tempos… Mas terror porque ao mesmo tempo milhares de pensamentos se atropelam na minha mente – mais ou menos no espírito: “eu não sou uma perita em Dickens. Eu não sou uma especialista em literatura vitoriana. Eu vou falar bobagem. Ou eu não vou falar nada e o post vai ficar superficial, e…”.

Pois bem. É nessa hora que tenho que abafar essa vozinha interior e escrever um post que passa longe de uma análise técnica, estilística, mas que foca no que para mim, como leitora, é o mais importante: nos sentimentos que aquela obra despertou em mim e nos elementos que permanecerão comigo pelos próximos anos.

Só depois dessa decisão que consegui sentar para falar sobre um dos livros que já entrou facilmente para os preferidos da vida: David Copperfield, do Charles Dickens.

 

David Copperfield

 

Um dos pilares da literatura ocidental moderna, Charles Dickens é até hoje fonte de inspiração para muitos escritores. Seu gênio foi admirado por Tolstói, Marx, Joyce, Kafka, Henry James, Nabokov, Orwell, Cortázar, entre muitos outros.

Semi-autobiográfico, David Copperfield foi publicado em forma de folhetim entre 1849 e 1850. O autor afirma, no prefácio ao livro, que, entre os inúmeros romances que publicou, este era seu “filho predileto”.

 

Continue Lendo!

Projeto Dickens #5 – As Aventuras do Sr. Pickwick

Por , 5 de outubro de 2015 9:00

Há alguns anos, quando iniciei o Projeto Dickens, minha ideia era ler toda a obra do autor seguindo a ordem cronológica de sua publicação.

Iniciei o meu desafio por Retratos Londrinos, seu primeiro livro publicado, que possui uma coletânea de crônicas sobre o dia a dia e os costumes de Londres.

Depois disso, iniciei a leitura de As Aventuras do Sr. Pickwick, primeiro romance do Dickens, publicado inicialmente em fascículos no jornal e, posteriormente, reunido em forma de livro em 1836. E isso já faz dois anos. Desde então acabei lendo outras histórias do autor, mas sem concluir esta.

Deixe-me explicar: comecei a leitura de Pickwick em pleno feriado de Carnaval, com um monte de tempo de sobra para me acomodar com comodidade no sofá e ler por horas a fio. Logo de cara, me deparei com um livro divertido, irônico, que me despertava sorrisos sem conta. Porém, o feriado terminou e, com ele, a viabilidade de ficar em casa com o livro.

Ora, agora você se pergunta: “E o que é que tem? Por que não levar o livro com você para cima e para baixo?”. Porque ele é muito pesado. E pior, ao contrário de outros tijolões como A Guerra dos Tronos, que apesar de grandes têm mais flexibilidade, a minha edição tem a costura bem firme e exige um certo “esforço” para ser mantida aberta. Por isso, acabei deixando o livro de lado por um tempo, lendo apenas uma página aqui e outra lá… Mas a história já havia me fisgado e eu queria muito chegar ao seu final. Assim sendo, resolvi radicalizar: comprei a versão em e-book e finalmente consegui dar um gás na leitura! #Yes

 

As Aventuras do Sr. Pickwick

 

‘As Aventuras do Sr. Pickwick’ apresenta, em ritmo picaresco, as peripécias das personagens chaplinianas de um certo Clube Pickwick, cujo objetivo é investigar a vida na capital inglesa – resultando numa sátira ao cientificismo do século XIX. Ao mesmo tempo, o primeiro romance de Charles Dickens é um retrato comovente e humorístico da sociedade de seu tempo, com aquela objetividade que ó a ficção pode conquistar.

 

Continue Lendo!

Entre Páginas – The Woman in White

Por , 6 de abril de 2015 9:00

Em meio a uma ressaca literária medonha, resolvi me abrigar no gênero que tem me “abraçado” neste ano: os clássicos.

Tudo começou com a leitura de Tess of the D’Ubervilles, que inaugurou o meu ano literário em alto estilo. Somado a isso, também temos o Projeto Clássicos, que eu e a Fanny resolvemos dar sequência em 2015. Pois bem. Cercada por várias leituras que não estavam engatando, voltei para a minha estante e optei por conhecer a obra de um autor pelo qual já tinha uma certa curiosidade: Wilkie Collins.

Parte desse interesse se deve ao fato de o escritor ter sido o “BFF” (best friend forever) do meu queridinho Charles Dickens. Collins publicou diversos trabalhos nos periódicos de Dickens e, de acordo com alguns estudos literários, teve uma grande influência em obras posteriores do autor de Oliver Twist.

Tendo dito isso, confesso que sempre pensei que iniciaria a leitura da obra de Wilkie Collins por The Moonstone, livro que é tido como um dos primeiros policiais que se tem registro. Porém, acabei optando pelo gigantesco por The Woman in White… E me encantei!

 

The Woman in WhiteThe Woman in White é considerado como um dos primeiros livros da ficção policial e possui uma narrativa costurada por diversos personagens.

Wilkie Collins baseou parcialmente seu romance “infame” em um caso real de sequestro e aprisionamento injustiçado. Em 1859, esta história causou um furor entre os leitores, prendendo sua atenção logo na primeira cena, quando a misteriosa Anne Catherick, a ‘Mulher de Branco’, cruza o caminho de Walter Hartright de forma fantasmagórica.

Arrepiante e com um clima de tensão e mistério, a obra continua emocionando os leitores de hoje, como se tivesse acabado de ser publicada.

 

Continue lendo!

Café Retrô 2014 – As Melhores Leituras

Por , 28 de dezembro de 2014 10:00

Banner retrospetiva

 

Chegou o momento pelo qual esperávamos: as melhores leituras de 2014!

E olha… Não foi uma missão fácil! Muitos livros nos marcaram, surpreenderam e emocionaram ao longo do ano.

Será que o seu top de leituras se parece com o nosso?

 

Confira a nossa lista!

Café irlandês – Os 10 autores de quem mais tenho livros

Por , 12 de agosto de 2014 9:00

Irish-coffee-logo-color

 

Meu nome é Sabrina e eu sou uma acumuladora de livros.

Desde que me entendo por gente, sempre sonhei em ter uma biblioteca, recheada de livros. Não importa o gênero, o autor, ou o número de páginas: ela guardaria todas as obras que eu quisesse ler.

O tempo passou e esse sonho começou a ser colocado em prática (leia-se: comecei a trabalhar e pude finalmente “bancar” a construção dessa biblioteca).

 

Books

 

Porém, comecei a perceber que eu sofro de um mal um tanto… estranho. A mania de, ao me encantar com a leitura da obra de algum autor, querer adquirir todos os volumes já escritos por ele. Não interessa se eu li apenas um de seus livros ou metade. Gosto de saber que, ao terminar a leitura, tenho outro exemplar me esperando.

Isso me levou fazer verdadeiras coleções, que infelizmente crescem em um  ritmo muito diferente da minha capacidade de lê-las. Mas, ao mesmo tempo, estes livros se tornam uma espécie de desafio pessoal. Acredito piamente que um dia finalizarei a leitura de todos eles.

E foi pensando nesse assunto que eu cheguei ao tema do Café irlandês de hoje. Afinal, quais seriam os autores com mais livros na minha estante?

É claro que esse número varia por uma série de fatores… Alguns autores simplesmente escreveram mais livros do que outros (senão, sua participação seria bem maior…). Também existem aquelas séries com volumes infinitos, ou aqueles livros dos quais possuo mais de um exemplar (são casos raros, mas existem).

 

Confira a lista! Será que ela se parece com a sua?