Desde 2010, estimulada pela Iris, do blog Literalmente Falando, resolvi fazer uma retrospectiva dos melhores livros do ano (de acordo com o meu ponto de vista, é claro!).
As melhores (e as piores) leituras, as melhores descobertas… Tudo reunido em um só lugar!
E, depois de um ano muito rico em leituras, nada mais justo do que realizar uma nova retrospectiva, apresentando os livros que me conquistaram em 2012, não é mesmo?
E, para comemorar essa data memorável, nada melhor do que um “presentinho”, não é mesmo?
Por isso mesmo que eu montei um kit bem especial para vocês, com direito a um exemplar do livro A Corrida de Escorpião (porque, né? Vocês já cansaram de me ouvir falar sobre esse livro aqui… Logo, nada mais justo do que conferir com os próprios olhos a história do Sean e da Puck!), livretos e marcadores!
ATENÇÃO! PROMOÇÃO ENCERRADA!
E para participar é bem fácil! É só preencher o formulário abaixo, respondendo a pergunta: Qual é o post ou seção do blog que você mais gosta e por quê?
Cada pessoa só pode preencher o formulário uma vez, mas, se você for seguidor do blog no Twitter ou curtir a nossa página no Facebook, conquista o direito a mais uma inscrição, ok?
A promo vai ficar um mês no ar e o sorteio será realizado no dia 12/10! (quer melhor presente de Dia das Crianças?)
Adivinha que livro me recepcionou logo de cara no estande do Grupo Editorial Record na Bienal de São Paulo?????
Sério, gente! “Quase” surtei em pleno Anhembi! (Se você acompanha o blog deve entender o porquê – eu só falei de The Scorpio Races “algumas” vezes por aqui).
O trabalho final ficou lindíssimo! A diagramação, a preparação… E, pelo que andei vendo, a tradução também está muito boa!
Agora não tem mais desculpa! Se você ainda não leu a obra prima da Maggie Stiefvater… O que está esperando para correr para a livraria mais próxima? Você não vai se arrepender!
Perceba que eu não coloquei “citações preferidas” no título porque, bem… Eu fui pega totalmente de surpresa!
Sim, é verdade que as meninas do Broke and the Bookish deixam uma relação dos próximos temas a serem abordados no TTT, mas eu me sinto como se tivesse faltado no dia em que passaram a lição de casa – simplesmente me esqueci deste detalhe tão importante!
O pior é que, neste exato momento, não sei afirmar exatamente quais são minhas citações favoritas de todos os tempos. Há tantos livros que amo e que não leio há tempos – o suficiente para não me lembrar ipsis litteris de muitas frases célebres. Portanto, roubarei mais uma vez no jogo. Decidi fazer uma lista das principais quotes que me chamaram a atenção recentemente.
Pode ser que algumas destas citações entrem para as “melhores das melhores”, mas isso só o tempo dirá. Portanto, eu vou ficar devendo a vocês a lista definitiva, mas prometo que um dia ela sai (mesmo que levem anos…).
Sim, eu sei o que você vai dizer. “Hoje é quarta!”. Pois é… Mas o feriado atrapalhou “tudo”! Achei que ia ter conexão e, vejam só, ela nunca esteve pior! Portanto, resolvi “roubar um pouquinho no jogo” e fazer o Top Ten Tueday em uma Wednesday. Posso?
O tema de hoje é um tanto polêmico: Os 10 livros que eu gostaria que fossem adaptados para o cinema.
Alguns correm para vencer. Outros correm para sobreviver.
Acontece no começo de todo Novembro: a Scorpio Races (a Corrida do Escorpião). Os corredores tentam se segurar em seus cavalos de água por tempo suficiente para alcançar a linha de chegada.
Alguns competidores sobrevivem.
Outros morrem.
Aos dezenove anos, Sean Kendrick é o campeão atual. Ele é um jovem de poucas palavras e, se possui qualquer temor, ele o esconde bem no fundo, onde ninguém possa vê-lo.
Puck Connolly é diferente. Ela nunca teve a intenção de correr na Scorpio Races. Mas o destino não lhe deu muitas opções. Então ela entra na competição – a primeira garota a realizar essa façanha. Não há como ela estar preparada para o que vai acontecer.
(Atenção! Não entrarei em muitos detalhes do enredo e da escrita, uma vez que já comentei esses aspectos na review do livro. Esta é apenas uma analise bem pessoal da sua versão em áudio!)
The Scorpio Races foi a minha primeira leitura de 2012. E não, isso não significa que eu só li este livro até agora, mas sim que eu simplesmente… Não consegui sentar para escrever esta resenha antes. Eu não sei que ingrediente mágico Maggie Stiefvater adiciona nas suas narrativas, mas elas mexem tanto comigo, que fica difícil colocar em palavras o que eu sinto a ler um de seus livros – especialmente este. Mas eu vou tentar…
Alguns correm para vencer. Outros correm para sobreviver.
Acontece no começo de todo Novembro: a Scorpio Races (a Corrida do Escorpião). Os corredores tentam se segurar em seus cavalos de água por tempo suficiente para alcançar a linha de chegada.
Alguns competidores sobrevivem.
Outros morrem.
Aos dezenove anos, Sean Kendrick é o campeão atual. Ele é um jovem de poucas palavras e, se possui qualquer temor, ele o esconde bem no fundo, onde ninguém possa vê-lo.
Puck Connolly é diferente. Ela nunca teve a intenção de correr na Scorpio Races. Mas o destino não lhe deu muitas opções. Então ela entra na competição – a primeira garota a realizar essa façanha. Não há como ela estar preparada para o que vai acontecer.
Viram? Já comecei me embolando toda! É engraçado (e triste ao mesmo tempo) saber, neste exato momento em que começo a escrever, que não vou ficar 100% satisfeita com esta resenha. Simplesmente pelo fato de que acredito que não existam palavras suficientes para descrever a beleza deste livro.
Em The Scorpio Races, acompanhamos a vida de uma pequena ilha chamada Thisby onde, em cada mês de novembro, é realizada a Scorpio Races (ou “Corrida do Escorpião” em uma tradução livre, mas optei por deixar a expressão “original”). Mas esta não é uma corrida comum… Suas grandes estrelas não são os competidores em si, mas sim os Capaill Uisce, cavalos selvagens que emergem das águas do oceano e são mortais para qualquer um que se aproxime deles sem os devidos cuidados.
Campeão por quatro vezes da Scorpio Races, Sean Kendrick tem sua vida completamente ligada à competição. Seu pai corria todos os anos e sempre ensinou ao filho os perigos e a magia que envolve os cavalos da água. Porém, quando o garoto tinha apenas 12 anos, acabou ficando órfão justamente por causa da corrida – de onde muitos não voltam – e a partir daí, passou a viver na fazenda do homem mais rico da ilha, treinando os garanhões competidores.
Os pais de Puck também perderam a vida por causa dos Capaill Uisce e desde então coube a ela e seus dois irmãos, a sua própria subsistência. E é justamente por causa dessas e de outras complicações que a menina decide participar pela primeira vez da corrida – a primeira mulher a se aventurar desta maneira (o que desperta até uma superstição entre os homens competidores).
Sean e Puck são, obviamente, as vozes desta narrativa. Mas, ao contrário do que você pensa, esta não é exatamente uma história de amor entre os dois jovens. Os relacionamentos presentes neste livro são tão, mas tão mais profundos e intensos, que ultrapassam tudo o que nós lemos (e vivemos) até então.
Aliás, quando questionada sobre qual seria o principal relacionamento presente em The Scorpio Races, a autora respondeu que era o das pessoas com a ilha. De fato, Thisby é uma terra fria, com pessoas ainda mais duras e “geladas”, que desperta amor e ódio na mesma quantidade. Tem aqueles que simplesmente não suportam mais viver ali e outros que simplesmente não conseguem deixá-la. É quase como uma relação masoquista de dependência.
Assim como não é possível determinar uma localização exata para a ilha (desconfia-se que seja mais para os lados do “velho continente”, na costa da Irlanda – a pista ficou a cargo de um personagem que foi apelidado de “o americano”), também não há como saber em que tempo exatamente se passa a história. É como se ela se transcorresse em um tempo próprio – o tempo do escorpião.
E, como não poderia deixar de ser, uma terra dura exige personagens fortes e bem marcantes. É incrível como a Maggie construiu minuciosamente cada personalidade, cada característica. Acredite quando eu digo que nada, nada mesmo foi colocado acidentalmente. Se você em algum momento se perguntar “o que esta pessoa está fazendo ali?”, pode ter certeza de que ela ainda terá uma participação importante no decorrer dos acontecimentos!
Mas não tem como falar em personagem e não voltar para… Sean Kendrick.O garoto representa a própria mitologia – como se ele tivesse um pé na terra e o outro no mar. A relação dele com Corr é uma das coisas mais impressionantes da narrativa e sinceramente uma das coisas mais lindas que eu já vi/li.
E como se tudo isso já não fosse suficiente para transformar The Scorpio Races em um dos melhores livros que eu já li na vida (sem exageros), ainda temos a lindíssima escrita poética da Maggie Stiefvater, que torna a nossa leitura dividida em: lê uma linha – respira 30 vezes – lê mais uma linha.
Mas se você acha que eu estou puxando sardinha porque ela é uma das minhas autoras favoritas (se não a mais querida de todas), vale lembrar que o livro foi homenageado com o Printz, prêmio de excelência em literatura jovem. Acredita agora? Então o que você está esperando para correr para The Scorpio Races???
“There are moments that you’ll remember for the rest of your life and there are moments that you think you’ll remember for the rest of your life, and it’s not often they turn out to be the same moments. But when Peg Gratton turns around and chalks my name on the list, white on black, I know, without a doubt, that it’s an image I’ll never forget”.
Palavras, pincéis ou instrumentos musicais… Não importa qual é o meio. Maggie Stiefvater transforma tudo em arte.
Autora, artista e compositora são apenas algumas facetas da americana de 30 anos de idade, cujo primeiro livro da série Os Lobos de Mercy Falls, Calafrio, estreou em primeiríssimo lugar na lista dos livros mais vendidos do The New York Times – uma faceta e tanto!!
No dia 20 de outubro Maggie esteve presente em um chat realizado pelo blog Mundie Moms e falou bastante sobre o seu novo livro The Scorpio Races, lançado nos Estados Unidos no dia 18 de outubro (sem data de lançamento prevista no Brasil); sobre a sua série de lobos – que inclui Calafrio,Espera eForever (só o terceiro ainda não foi publicado por aqui) e sobre a sua série de fadas, formada por Lament e Ballad, que também não foram lançados em terras brasileira (infelizmente!!!).
Eu fiquei sabendo desta conversa por acaso, bem na hora em que ela iria começar… E é claro que eu fui correndo participar! O bate-papo durou uma hora e, para os fãs da autora, foi muito legal conhecer um pouco mais sobre os bastidores do seu trabalho. Entrei em contato com a equipe do Mundie Moms e recebi a autorização para publicar a entrevista aqui no Café com Blá Blá Blá, com exclusividade para vocês!