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Stephen King em Hollywood: Todas as adaptações em produção

Por , 28 de setembro de 2017 10:30

Vamos flutuar juntos?

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Que Stephen King é demais isso a gente já sabia. Que Hollywood tinha uma quedinha por ele, isso também a gente já sabia. Mas parece que agora o amor cresceu e há tantas novas produções/adaptações sendo feitas, que fica difícil acompanhar o que vem pela frente.

Para ajudar o calendário e organizar as suas leituras (ler o livro antes do filme e etc), listamos abaixo todas adaptações que estão em curso.

IT – Capítulo 2

Pennywise dançando

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Pipoca Salgada – (Des)encontro Perfeito

Por , 24 de março de 2017 8:30

Depois de muito procurar, encontramos uma comédia romântica de encher o coração.

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Nancy (Lake Bell) tem 34 anos de idade e leva uma vida fracassada no amor. Quando ela viaja a Londres para o aniversário de casamento de seus pais, conhece Jack (Simon Pegg), que confunde Nancy com a garota que ele está esperando para um encontro às cegas. Sem desfazer a confusão, Nancy assume a identidade da garota que Jack esperava, e passa uma ótima noite ao lado do pretendente. Mas uma hora a mentira vai ser descoberta…

Alguns anos atrás, falamos AQUI como era difícil encontrar novas comédias românticas. As única novidades era que e tivesse algum filme do final de década de 90 e começo da década de 2000 que ainda não tivéssemos vistos.

 

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Retrospectiva 2016 – O Melhor do Café : Séries

Por , 27 de dezembro de 2016 20:40

O temido 2016 está ficando para trás. Entre tantas coisas ruins, trágicas e tristes que aconteceram nesses quase 365 dias que passaram, o ano trouxe alguns alentos que serviram para que ainda fosse possível sobreviver.

Filmes, séries, músicas e os nossos tão amados livros, que foram pontos de luz entre tantas trevas, e serão sobre esses grandes nomes (e algumas decepções) que falaremos durante a nossa retrospectiva nos próximos dias.

Hoje começamos falando das séries!

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Assistir séries hoje em dia não é o mesmo tormento de sempre.

Quando uma ótima séries não estreia no Netflix e Amazon com todos os seus capítulos devidamente disponibilizados para você ver tudo naquele momento a TV a cabo dá um jeitinho para que o mundo assista junto. Afinal, em tempos de twitter e Facebook dificilmente um spoiler não aparece na sua TL em 24 horas.

Seguindo uma tendência dos outros anos, em 2016 as produções para TV colocaram no bolso o cinema. Com fantásticos e cotados atores, diretores de peso, roteiros fantásticos e sem economizar nenhum dinheiro, as séries estão se tornando a referência para a qualidade e diversidade.

E é essa mesma diversidade que faz com que nossa equipe goste de coisas diferentes e diversas dentro do ano. Sabrina amou Stranger Things, a Fanny maratonou The Crown e ficou dividida com Jessica Jones e The OA, enquanto o Will e a Thais tiveram um ano corrido em que nenhuma produção que eles tiveram tempo de ver se destacou.

Na verdade, com a correria desse ano e tantos outros interesses, ainda não deu tempo de ver tudo o que gostaríamos de ver.

Séries elogiadas como This is Us e Victoria, ficarão para serem conferidas em 2017, e até mesmo Guerra e Paz de 2015 ainda não conseguimos baixar da nossa lista.

Abaixo vocês conferem a nossa lista de séries favoritas do ano, sem nenhuma ordem especifica e somente quando chegamos na lista fechada que reparamos que todas são do Netflix ¯\_(ツ)_/¯.

Stranger Things

–   Pela Sabrina

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Na minha opinião, esta foi a maior surpresa do ano no quesito séries.

A produção original da Netflix começou agradando os fãs de Cultura geek e terminou arrebatando milhares de pessoas pelo mundo todo – independentemente do sexo ou da idade dos espectadores.

Para mim, o maior exemplo disso é o que aconteceu na minha casa: eu comecei a assistir sozinha e a resgatar meu lado nerd, que jogava RPG nas férias com os amigos e lia “O Senhor dos Anéis” aos 13 anos. Porém, aos poucos a família toda foi sendo fisgada pelo suspense em torno do desaparecimento de Will, os poderes de Eleven e o Mundo Inverso.

Com muitas referências aos anos 80, a série mistura elementos de fantasia, ficção científica e teorias da conspiração que nunca (?) se comprovaram. O resultado desse mix é uma obra por vezes divertida e por vezes assustadora… e viciante!

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Fala Série! – Deus salve a Rainha e The Crown

Por , 13 de novembro de 2016 9:59

A Netflix gastou cerca de 100 milhões de dólares para produzir a primeira temporada de The Crown. E valeu cada centavo.

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Desde que a Netflix anunciou que faria uma série sobre a Rainha Elizabeth II, minha orelhinhas ficarão de pé.

Não só por causa das outras provas que a Netflix já deu da qualidade das suas produções, mas porque apesar de ter o reinado de mais tempo da história da monarquia inglesa, a vida da Rainha Elizabeth tinha um apelo mais dramático.

Como contar sobre uma das mulheres mais famosas do mundo e que ainda está viva? Seria  um tiro no pé ou um grande triunfo.

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Fala Série! – O realismo de Black Mirror

Por , 6 de novembro de 2016 15:32

Black Mirror, brinca imaginando um futuro para a humanidade, usando a tecnologia como pano de fundo, mas em vários momentos é o melhor retrato da sociedade em que vivemos.

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A Netflix lançou duas temporadas dessa série em anos anteriores, e apesar de ter sido bem recebido, foi boom desse ano que fez essa série despontar no catalogo principal da empresa que está se tornando a maior em conteúdo para a TV e o de melhor qualidade também.

Black Mirror é uma das grandes produções de qualidade que tem ali para você ver a qualquer momento.

Na terceira temporada disponibilizada mês passado, ganhamos mais 6 episódios que imaginam futuros próximos ou não, onde a tecnologia tem um papel crucial.

Cada episódio conta uma história diferente com personagens distintos em momentos bem diferentes. E apear de cada um deles passarem uma mensagem e serem muito bem feitos é o primeiro episódio da temporada, Nosedive, que se destaca.

Não se enganem, Playstest, San Junipero e Hated in the nation, são episódios ótimos, mas é a história e futuro de Lacie (Bryce Dallas Howard) que fascina.

landscape-1471553666-cqktqcnwyaazgihO seu futuro, é totalmente controlado sobre como as pessoas avaliam uma as outras. Usando um tipo de tipo de implante, ela consegue olhar para uma pessoa e saber a sua pontuação, e com um celular sempre na mão, tudo é avaliado desde um atendimento em um cafeteria, passando por fotos postadas nas redes sociais e até uma simples conversa no elevador.

Lacie tem uma ótima pontuação, mas ainda não é com as maiores pontuações e quando a sua amiga da infância (que possui uma pontuação alta) lhe convida para o seu casamento, ela vê a possibilidade de finamente conseguir fazer parte da elite.

E fazer parte da elite significa acesso exclusivo, descontos únicos e viver acima de todos. E no meio do episódio eu me peguei percebendo, que o que estava sendo retratado como o futuro, é a nossa realidade.

Claro, ninguém tem um chip instalado para avaliar só de olhar as pontuações ‘sociais’ das pessoas, mas nós já vivemos na sociedade em que seu status social é avaliado pela quantidade de likes, compartilhamento e visualização das suas plataformas digitais.

Pessoas com muito seguidores e curtidas, viraram os digital influencers, e com isso ganham desconto, produtos gratuitos e facilidades que as outras pessoas simplesmente não tem pelo seu apelo nas redes.

Elas não tem seguidores suficientes, e por isso,  restante não tem qualquer relação ou importância.

Assistir qualquer episódio de Black Mirror é mergulhar em uma realidade que dá até medo do presente e para onde exatamente a nossa sociedade está caminhando.

Fala Série – The Ranch

Por , 15 de outubro de 2016 12:31

Netflix virou sinônimo de novas ótimas séries, mas mesmo algumas ideias boas, podem desviar pelo caminho, como The Ranch.

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A família de Colt, os Bennett, possuem um rancho no Colorado onde cada uma teve que crescer ajudando. Mas Colt foi tentar a carreira de jogador de futebol americano,  e quando não dá certo, tem que voltar para casa depois do seus 30 anos.
A sua saída não foi muito bem aceita pelo seu pai, Beau, um caubói rústico e muito rabugento e pelo seu irmão Rooster, que ficou para trás ajudando o pai no rancho.

A volta de Colt vai mudar um pouco a rotina familiar e trazer história antigas de volta da pequena cidade.

Stranger Things, Making a Murder, Narcos e Demolidor. Sem precisar esforçar muito a cabeça, conseguimos lembrar facilmente de ótimas séries cultuadas que a Netflix trouxe. Isso só nos últimos dois anos.

Além das mais famosas, outras produções de qualidade e que dividem opiniões também estão sempre aparecendo na programação da ferramenta que literalmente mudou a forma como estamos consumindo séries.

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Pipoca Salgada – 3 romances para ver no Netflix

Por , 30 de setembro de 2016 7:02

Não sei vocês, mas passou o tempo em que havia lançamentos de romances nos cinemas. Atualmente é preciso se deleitar com os filmes antigos para curtir um bom romancezinho. A maior parte dos filmes sai lá fora direto para a televisão, e poucos chegam por aqui. Por isso, depois de dar uma garimpada no Netflix, encontramos alguns romances para voce assistir em casa.

 

1- In my dreams

Natalie e Nick são dois jovens talentosos que ainda não se conhecem. Depois de jogarem uma moeda na fonte da cidade com um desejo eles passam a sonhar um com o outro, mas segundo a lenda, eles tem 7 dias para se encontrarem nos sonhos, e para se conhecerem pessoalmente, caso contrário nunca mas se verão.

Por que assistir? > O filme é bem leve, e mostra Nick e Natalie se conhecendo aos poucos. Ela quer fazer seu restaurante decolar e ele ser um arquiteto reconhido. Em meio a tudo isso há as tentativas e falhas da vida amorosa dos dois, a ansiedade que ambos com a expectativa de sonharem um com o outro e além disso há a expectativo do telespectador para que eles se conheçam logo.

2- One Small Hitch

 

Molly e Josh se conhecem desde crianças, ele sempre foi o melhor amigo do irmão. Quando estão voltando para o casamento da mãe de Molly, Josh descobre que o pai esta doente e inventa que os dois estão noivos para que os pais pensem que ele finalmente se acertou na vida. O único problema é que a família toda parece estar gostando demais disso.

Por que assistir? > A história é bem clichê, mas quem não ama clichês? Obviamente a história que começou como mentira acaba despertando sentimentos nos dois, mas o filme é tão fofo e engraçado que superamos isso.

 

3- In lawfull yours

 

Jesse acabou de se divorciar de Chaz, mas acaba indo viver com a sogra para ajudá-la a superar a morte do sogro. Enquanto passa este tempo na nova cidade ela conhece o pastor Ben, seu ex-cunhado, e entre os dois começa a nascer um relacionamento

Por que assistir? > O filme é uma boa comédia cristã, Jesse é uma mulher que contagia todos com seu bom humor, inclusive sua sogra e o pastor Ben. A história é fofa, mas a mocinha passa por altos e baixos, sendo inclusive rejeitada por todos.

Fala Série! – The Killing

Por , 13 de julho de 2016 12:51

Nada como uma ótima série policial para nos segurar no sofá, e The Killing, uma adaptação americana de uma série dinamarquesa que é excelente.

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Em Seattle, a detetive Sarah Linden (Mireille Enos) está em seu último dia de trabalho, antes de partir com seu filho, Jack (Liam James), para encontrar seu noivo em Sonoma.

O substituto de Sarah, Detetive Stephen Holder (Joel Kinnaman), está pronto para assumir o cargo, quando eles atendem a uma chamada de um policial em carro de patrulha, que encontrou um casaco manchado de sangue em um campo.

O corpo da garota desaparecida, Rosie Larson, é encontrado no porta-malas de um carro registrado no comitê de campanha do vereador Darren Richmond (Billy Campbell), que está concorrendo a prefeito. Linden, então, adia a sua partida, supostamente por uns dias, até que o caso seja resolvido.

Já falei diversas vezes aqui, que de vez em quando, começo a assistir alguma série no Netflix só para que ela pare de aparecer na minha lista de recomendados, e baseado no retorno que estou tendo, acho que vou continuar com essa tática.

Foi assim com Luther, Between e Doc Martin que amei. E a última dessa tacada foi The Killing.

Eu gosto de séries policias, mas tenho um pouco de preguiça de começar a ver séries que tem muitas temporadas, como Criminal Minds, mas no caso de The Killing, eu bem queria que tivesse mais episódios.

As duas primeiras temporadas da série são basicamente o que acontece na original dinamarquesa. Como vi primeiro a americana, até tentei ver a da Dinarmaca, mas a similaridade das histórias e do elenco acabou me desanimando.

Recheada de ótimos diálogos e cheia de suspense, a série te leva durante as duas primeiras temporadas para um caminho que você mal pode prever. Muitas reviravoltas no caso de Rosie Larson, não deixa quem está em frente à tela tranquilo.

Você simplesmente precisa saber como termina.

Além disso, a parceria de Linden e Holder funciona tão bem, que é difícil pensar em outro igual. Eles são cheios de falhas e bem esquentadinhos, o que leva a várias situações extremas, que só servem para rechear ainda mais a trama.

Da terceira temporada em diante, a série seguiu um roteiro próprio, se distanciando da sua original e criando outras tramas que se estendem por cada temporada.

Ainda assim, a terceira temporada foi a mais sensacional! Infelizmente o assunto era muito grande e precisava ter sido mais diluído.

the-killing-season-3-finale-recapMinha única ressalva, é com o último minuto final da série que dá uma guinada para uma resolução que odiei.

Percebendo para onde ia, eu desliguei a TV e The Killing, para mim, terminou ali. Hahah

Apesar de alguns bons coadjuvantes, são os protagonistas,  Mireille Enos e Joel Kinnaman. Eu nunca tinha visto o Joel KInnaman e depois da série, parece que ele está em todo lugar (Robocop, Esquadrão Suicida e vai estrelar uma outra série do netflix).

Depois disso tudo, volto ao começo desse review, falando o quanto essa série é excelente, por isso, não perca mais tempo.

Eu ignorei a recomenda da Netflix por muito tempo, não ignore a minha.

Sinopse: Adoro Cinema

Café Irlandês – Minha vida resumida em: Gilmore Girls está no netflix

Por , 5 de julho de 2016 9:00

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Elas falam demais e amam café.

Não estamos falando de nós =P, mas da família Gilmore, mais especificamente Rory e Lorelai que depois de muita enrolação, agora estão com as 7 temporada no Netflix.

E não foi fácil lidar com isso.

1 – Um revival de Gilmore Girls pelo netflix

A noticia que o Netflix encomendou mais uns episódios de uma das melhores séries já criadas, fez muitos vibrarem.

Com isso, esperávamos pelos antigos episódios aparecerem na grade, mas isso não acontecia.

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A estreia estava próxima e… nada.

Havia rumores de quando estaria no ar (agora sabemos que é em dezembro) e todo mundo queria fazer maratona dos episódios. Mas nada da Netflix BR disponibilizar os episódios.

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Aí em uma dia aleatório da semana, Lauren Graham aparece para avisar:

PAM!

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Fala Série! – Review da 4° Temporada de Orange is the New Black (Sem Spoilers)

Por , 2 de julho de 2016 17:40

Orange is the New Black retornou para mais uma temporada, onde muitas mudanças e reviravoltas acontecem, porém, em uma temporada ligeiramente mais fraca que a anterior.

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Quando a 3° temporada de Orange is the New Black (uma das séries originais do Netflix de maior sucesso) estreou ano passado, vários fizerem binge-watching (como eu) durante o final de semana. Muitas questões que ficaram em aberto, (assim como todas as mudanças eminentes) prometiam uma quarta temporada muito interessante, o que fizeram muitos esperar ansiosamente. (Leia o nosso review da 3° Temporada AQUI)

A graça de OITNB é que não virou maçante. Após o sucesso da primeira temporada, eles perceberam que a série tinha um potencial muito grande para explorar com outras personagens, não só através da Piper. Tanto potencial, que 4 anos depois, se a Piper sair não vai fazer tanta falta ( para não dizer que já faz uma duas temporadas que ninguém aguenta ela).

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