Posts com a tag:Netflix

Pipoca Salgada – (Des)encontro Perfeito

Por , 24 de março de 2017 8:30

Depois de muito procurar, encontramos uma comédia romântica de encher o coração.

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Nancy (Lake Bell) tem 34 anos de idade e leva uma vida fracassada no amor. Quando ela viaja a Londres para o aniversário de casamento de seus pais, conhece Jack (Simon Pegg), que confunde Nancy com a garota que ele está esperando para um encontro às cegas. Sem desfazer a confusão, Nancy assume a identidade da garota que Jack esperava, e passa uma ótima noite ao lado do pretendente. Mas uma hora a mentira vai ser descoberta…

Alguns anos atrás, falamos AQUI como era difícil encontrar novas comédias românticas. As única novidades era que e tivesse algum filme do final de década de 90 e começo da década de 2000 que ainda não tivéssemos vistos.

 

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Retrospectiva 2016 – O Melhor do Café : Séries

Por , 27 de dezembro de 2016 20:40

O temido 2016 está ficando para trás. Entre tantas coisas ruins, trágicas e tristes que aconteceram nesses quase 365 dias que passaram, o ano trouxe alguns alentos que serviram para que ainda fosse possível sobreviver.

Filmes, séries, músicas e os nossos tão amados livros, que foram pontos de luz entre tantas trevas, e serão sobre esses grandes nomes (e algumas decepções) que falaremos durante a nossa retrospectiva nos próximos dias.

Hoje começamos falando das séries!

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Assistir séries hoje em dia não é o mesmo tormento de sempre.

Quando uma ótima séries não estreia no Netflix e Amazon com todos os seus capítulos devidamente disponibilizados para você ver tudo naquele momento a TV a cabo dá um jeitinho para que o mundo assista junto. Afinal, em tempos de twitter e Facebook dificilmente um spoiler não aparece na sua TL em 24 horas.

Seguindo uma tendência dos outros anos, em 2016 as produções para TV colocaram no bolso o cinema. Com fantásticos e cotados atores, diretores de peso, roteiros fantásticos e sem economizar nenhum dinheiro, as séries estão se tornando a referência para a qualidade e diversidade.

E é essa mesma diversidade que faz com que nossa equipe goste de coisas diferentes e diversas dentro do ano. Sabrina amou Stranger Things, a Fanny maratonou The Crown e ficou dividida com Jessica Jones e The OA, enquanto o Will e a Thais tiveram um ano corrido em que nenhuma produção que eles tiveram tempo de ver se destacou.

Na verdade, com a correria desse ano e tantos outros interesses, ainda não deu tempo de ver tudo o que gostaríamos de ver.

Séries elogiadas como This is Us e Victoria, ficarão para serem conferidas em 2017, e até mesmo Guerra e Paz de 2015 ainda não conseguimos baixar da nossa lista.

Abaixo vocês conferem a nossa lista de séries favoritas do ano, sem nenhuma ordem especifica e somente quando chegamos na lista fechada que reparamos que todas são do Netflix ¯\_(ツ)_/¯.

Stranger Things

–   Pela Sabrina

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Na minha opinião, esta foi a maior surpresa do ano no quesito séries.

A produção original da Netflix começou agradando os fãs de Cultura geek e terminou arrebatando milhares de pessoas pelo mundo todo – independentemente do sexo ou da idade dos espectadores.

Para mim, o maior exemplo disso é o que aconteceu na minha casa: eu comecei a assistir sozinha e a resgatar meu lado nerd, que jogava RPG nas férias com os amigos e lia “O Senhor dos Anéis” aos 13 anos. Porém, aos poucos a família toda foi sendo fisgada pelo suspense em torno do desaparecimento de Will, os poderes de Eleven e o Mundo Inverso.

Com muitas referências aos anos 80, a série mistura elementos de fantasia, ficção científica e teorias da conspiração que nunca (?) se comprovaram. O resultado desse mix é uma obra por vezes divertida e por vezes assustadora… e viciante!

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Fala Série! – Deus salve a Rainha e The Crown

Por , 13 de novembro de 2016 9:59

A Netflix gastou cerca de 100 milhões de dólares para produzir a primeira temporada de The Crown. E valeu cada centavo.

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Desde que a Netflix anunciou que faria uma série sobre a Rainha Elizabeth II, minha orelhinhas ficarão de pé.

Não só por causa das outras provas que a Netflix já deu da qualidade das suas produções, mas porque apesar de ter o reinado de mais tempo da história da monarquia inglesa, a vida da Rainha Elizabeth tinha um apelo mais dramático.

Como contar sobre uma das mulheres mais famosas do mundo e que ainda está viva? Seria  um tiro no pé ou um grande triunfo.

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Fala Série! – O realismo de Black Mirror

Por , 6 de novembro de 2016 15:32

Black Mirror, brinca imaginando um futuro para a humanidade, usando a tecnologia como pano de fundo, mas em vários momentos é o melhor retrato da sociedade em que vivemos.

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A Netflix lançou duas temporadas dessa série em anos anteriores, e apesar de ter sido bem recebido, foi boom desse ano que fez essa série despontar no catalogo principal da empresa que está se tornando a maior em conteúdo para a TV e o de melhor qualidade também.

Black Mirror é uma das grandes produções de qualidade que tem ali para você ver a qualquer momento.

Na terceira temporada disponibilizada mês passado, ganhamos mais 6 episódios que imaginam futuros próximos ou não, onde a tecnologia tem um papel crucial.

Cada episódio conta uma história diferente com personagens distintos em momentos bem diferentes. E apear de cada um deles passarem uma mensagem e serem muito bem feitos é o primeiro episódio da temporada, Nosedive, que se destaca.

Não se enganem, Playstest, San Junipero e Hated in the nation, são episódios ótimos, mas é a história e futuro de Lacie (Bryce Dallas Howard) que fascina.

landscape-1471553666-cqktqcnwyaazgihO seu futuro, é totalmente controlado sobre como as pessoas avaliam uma as outras. Usando um tipo de tipo de implante, ela consegue olhar para uma pessoa e saber a sua pontuação, e com um celular sempre na mão, tudo é avaliado desde um atendimento em um cafeteria, passando por fotos postadas nas redes sociais e até uma simples conversa no elevador.

Lacie tem uma ótima pontuação, mas ainda não é com as maiores pontuações e quando a sua amiga da infância (que possui uma pontuação alta) lhe convida para o seu casamento, ela vê a possibilidade de finamente conseguir fazer parte da elite.

E fazer parte da elite significa acesso exclusivo, descontos únicos e viver acima de todos. E no meio do episódio eu me peguei percebendo, que o que estava sendo retratado como o futuro, é a nossa realidade.

Claro, ninguém tem um chip instalado para avaliar só de olhar as pontuações ‘sociais’ das pessoas, mas nós já vivemos na sociedade em que seu status social é avaliado pela quantidade de likes, compartilhamento e visualização das suas plataformas digitais.

Pessoas com muito seguidores e curtidas, viraram os digital influencers, e com isso ganham desconto, produtos gratuitos e facilidades que as outras pessoas simplesmente não tem pelo seu apelo nas redes.

Elas não tem seguidores suficientes, e por isso,  restante não tem qualquer relação ou importância.

Assistir qualquer episódio de Black Mirror é mergulhar em uma realidade que dá até medo do presente e para onde exatamente a nossa sociedade está caminhando.

Fala Série – The Ranch

Por , 15 de outubro de 2016 12:31

Netflix virou sinônimo de novas ótimas séries, mas mesmo algumas ideias boas, podem desviar pelo caminho, como The Ranch.

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A família de Colt, os Bennett, possuem um rancho no Colorado onde cada uma teve que crescer ajudando. Mas Colt foi tentar a carreira de jogador de futebol americano,  e quando não dá certo, tem que voltar para casa depois do seus 30 anos.
A sua saída não foi muito bem aceita pelo seu pai, Beau, um caubói rústico e muito rabugento e pelo seu irmão Rooster, que ficou para trás ajudando o pai no rancho.

A volta de Colt vai mudar um pouco a rotina familiar e trazer história antigas de volta da pequena cidade.

Stranger Things, Making a Murder, Narcos e Demolidor. Sem precisar esforçar muito a cabeça, conseguimos lembrar facilmente de ótimas séries cultuadas que a Netflix trouxe. Isso só nos últimos dois anos.

Além das mais famosas, outras produções de qualidade e que dividem opiniões também estão sempre aparecendo na programação da ferramenta que literalmente mudou a forma como estamos consumindo séries.

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Pipoca Salgada – 3 romances para ver no Netflix

Por , 30 de setembro de 2016 7:02

Não sei vocês, mas passou o tempo em que havia lançamentos de romances nos cinemas. Atualmente é preciso se deleitar com os filmes antigos para curtir um bom romancezinho. A maior parte dos filmes sai lá fora direto para a televisão, e poucos chegam por aqui. Por isso, depois de dar uma garimpada no Netflix, encontramos alguns romances para voce assistir em casa.

 

1- In my dreams

Natalie e Nick são dois jovens talentosos que ainda não se conhecem. Depois de jogarem uma moeda na fonte da cidade com um desejo eles passam a sonhar um com o outro, mas segundo a lenda, eles tem 7 dias para se encontrarem nos sonhos, e para se conhecerem pessoalmente, caso contrário nunca mas se verão.

Por que assistir? > O filme é bem leve, e mostra Nick e Natalie se conhecendo aos poucos. Ela quer fazer seu restaurante decolar e ele ser um arquiteto reconhido. Em meio a tudo isso há as tentativas e falhas da vida amorosa dos dois, a ansiedade que ambos com a expectativa de sonharem um com o outro e além disso há a expectativo do telespectador para que eles se conheçam logo.

2- One Small Hitch

 

Molly e Josh se conhecem desde crianças, ele sempre foi o melhor amigo do irmão. Quando estão voltando para o casamento da mãe de Molly, Josh descobre que o pai esta doente e inventa que os dois estão noivos para que os pais pensem que ele finalmente se acertou na vida. O único problema é que a família toda parece estar gostando demais disso.

Por que assistir? > A história é bem clichê, mas quem não ama clichês? Obviamente a história que começou como mentira acaba despertando sentimentos nos dois, mas o filme é tão fofo e engraçado que superamos isso.

 

3- In lawfull yours

 

Jesse acabou de se divorciar de Chaz, mas acaba indo viver com a sogra para ajudá-la a superar a morte do sogro. Enquanto passa este tempo na nova cidade ela conhece o pastor Ben, seu ex-cunhado, e entre os dois começa a nascer um relacionamento

Por que assistir? > O filme é uma boa comédia cristã, Jesse é uma mulher que contagia todos com seu bom humor, inclusive sua sogra e o pastor Ben. A história é fofa, mas a mocinha passa por altos e baixos, sendo inclusive rejeitada por todos.

Fala Série! – The Killing

Por , 13 de julho de 2016 12:51

Nada como uma ótima série policial para nos segurar no sofá, e The Killing, uma adaptação americana de uma série dinamarquesa que é excelente.

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Em Seattle, a detetive Sarah Linden (Mireille Enos) está em seu último dia de trabalho, antes de partir com seu filho, Jack (Liam James), para encontrar seu noivo em Sonoma.

O substituto de Sarah, Detetive Stephen Holder (Joel Kinnaman), está pronto para assumir o cargo, quando eles atendem a uma chamada de um policial em carro de patrulha, que encontrou um casaco manchado de sangue em um campo.

O corpo da garota desaparecida, Rosie Larson, é encontrado no porta-malas de um carro registrado no comitê de campanha do vereador Darren Richmond (Billy Campbell), que está concorrendo a prefeito. Linden, então, adia a sua partida, supostamente por uns dias, até que o caso seja resolvido.

Já falei diversas vezes aqui, que de vez em quando, começo a assistir alguma série no Netflix só para que ela pare de aparecer na minha lista de recomendados, e baseado no retorno que estou tendo, acho que vou continuar com essa tática.

Foi assim com Luther, Between e Doc Martin que amei. E a última dessa tacada foi The Killing.

Eu gosto de séries policias, mas tenho um pouco de preguiça de começar a ver séries que tem muitas temporadas, como Criminal Minds, mas no caso de The Killing, eu bem queria que tivesse mais episódios.

As duas primeiras temporadas da série são basicamente o que acontece na original dinamarquesa. Como vi primeiro a americana, até tentei ver a da Dinarmaca, mas a similaridade das histórias e do elenco acabou me desanimando.

Recheada de ótimos diálogos e cheia de suspense, a série te leva durante as duas primeiras temporadas para um caminho que você mal pode prever. Muitas reviravoltas no caso de Rosie Larson, não deixa quem está em frente à tela tranquilo.

Você simplesmente precisa saber como termina.

Além disso, a parceria de Linden e Holder funciona tão bem, que é difícil pensar em outro igual. Eles são cheios de falhas e bem esquentadinhos, o que leva a várias situações extremas, que só servem para rechear ainda mais a trama.

Da terceira temporada em diante, a série seguiu um roteiro próprio, se distanciando da sua original e criando outras tramas que se estendem por cada temporada.

Ainda assim, a terceira temporada foi a mais sensacional! Infelizmente o assunto era muito grande e precisava ter sido mais diluído.

the-killing-season-3-finale-recapMinha única ressalva, é com o último minuto final da série que dá uma guinada para uma resolução que odiei.

Percebendo para onde ia, eu desliguei a TV e The Killing, para mim, terminou ali. Hahah

Apesar de alguns bons coadjuvantes, são os protagonistas,  Mireille Enos e Joel Kinnaman. Eu nunca tinha visto o Joel KInnaman e depois da série, parece que ele está em todo lugar (Robocop, Esquadrão Suicida e vai estrelar uma outra série do netflix).

Depois disso tudo, volto ao começo desse review, falando o quanto essa série é excelente, por isso, não perca mais tempo.

Eu ignorei a recomenda da Netflix por muito tempo, não ignore a minha.

Sinopse: Adoro Cinema

Café Irlandês – Minha vida resumida em: Gilmore Girls está no netflix

Por , 5 de julho de 2016 9:00

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Elas falam demais e amam café.

Não estamos falando de nós =P, mas da família Gilmore, mais especificamente Rory e Lorelai que depois de muita enrolação, agora estão com as 7 temporada no Netflix.

E não foi fácil lidar com isso.

1 – Um revival de Gilmore Girls pelo netflix

A noticia que o Netflix encomendou mais uns episódios de uma das melhores séries já criadas, fez muitos vibrarem.

Com isso, esperávamos pelos antigos episódios aparecerem na grade, mas isso não acontecia.

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A estreia estava próxima e… nada.

Havia rumores de quando estaria no ar (agora sabemos que é em dezembro) e todo mundo queria fazer maratona dos episódios. Mas nada da Netflix BR disponibilizar os episódios.

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Aí em uma dia aleatório da semana, Lauren Graham aparece para avisar:

PAM!

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Fala Série! – Review da 4° Temporada de Orange is the New Black (Sem Spoilers)

Por , 2 de julho de 2016 17:40

Orange is the New Black retornou para mais uma temporada, onde muitas mudanças e reviravoltas acontecem, porém, em uma temporada ligeiramente mais fraca que a anterior.

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Quando a 3° temporada de Orange is the New Black (uma das séries originais do Netflix de maior sucesso) estreou ano passado, vários fizerem binge-watching (como eu) durante o final de semana. Muitas questões que ficaram em aberto, (assim como todas as mudanças eminentes) prometiam uma quarta temporada muito interessante, o que fizeram muitos esperar ansiosamente. (Leia o nosso review da 3° Temporada AQUI)

A graça de OITNB é que não virou maçante. Após o sucesso da primeira temporada, eles perceberam que a série tinha um potencial muito grande para explorar com outras personagens, não só através da Piper. Tanto potencial, que 4 anos depois, se a Piper sair não vai fazer tanta falta ( para não dizer que já faz uma duas temporadas que ninguém aguenta ela).

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Fala Série! – Review 2° Temporada de Unbreakable Kimmy Schmidt

Por , 22 de abril de 2016 20:12

A animada Kimmy Schmidt volta para mais uma temporada no Netflix, tentando manter os telespectadores ainda interessados na sua vida.

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2015 foi um ano exemplar para a Netflix, estreando conteúdos originais de qualidade que encantaram os fãs de séries que muitas vezes tem que esperar a boa vontade das emissoras em fazer um tipo especifico de séries.

Mesmo com as mudanças dos últimos anos, sabemos que séries como Unbreakalbe Kimmy Schmidt seria uma das séries canceladas já nos primeiros episódios se dependesse da audiência do público americano.

Mas no Netflix, a série foi uma das grandes surpresas do ano passado.

Apesar de algumas piadas mais sujas, a série é leve e animada, com ótimas piadas, um elenco fabuloso. Só pela música tema chiclete e por Pinot Noir ela já merecia muitos prêmios e o sucesso que teve!

Porém, quem viu a primeira temporada deve ter ficado com um pouco de receio do que essa segunda temporada traria.

29-unbreakable-kimmy-schmidt-season-2-ew.w529.h352Os produtores sabem exatamente o que nos agradou na primeira. Só que eles sabem tanto, mas tanto,  que os primeiros episódios dão uma forçada de barra nessas fórmulas e fiquei até com medo de ter que aguentar uma temporada inteira assim.

Mas é só a série parar de se preocupar em ‘agradar’ e começar a contar uma história de verdade, para conseguir fugir disso. Os coadjuvantes voltam com peso total e apesar da série continuar com o nome dela, são as tramas de Jackie e Titus, que mais dão o tom e geram os momentos mais bacanas para a série.

O final da primeira temporada deixou um cliffhanger para a história de Titus, o que não se concretizou e poderia ter sido facilmente resolvida dentro de uma temporada, mas ele ganhará uma companhia nessa nova temporada, que fará tudo valer a pena.

Essa temporada teve piada com muita coisa séria de forma legal, mas odiei a forma que eles fizeram piada com o acidente no Sea World. Piada desnecessária e ainda com a vitima!

No geral, Kimmy continua com a qualidade que conhecemos  o passado e a abertura para as tramas com outros personagens tira um pouco o peso da personagem principal. Esperamos a próxima temporada com a mesma animação da Kimmy, mas sem esperar que ela esteja presente em todos os momentos.